Ganhe R$10 na primeira compra Clique aqui

Encontre Tudo Que Você Precisa na Drogal. Compre Online e Receba em Casa c/ Frete Grátis.

Aas Protect 100mg Caixa Com 30 Comprimidos Revestidos

AAS Protect 100mg caixa com 30 comprimidos revestidos é um medicamento. Consulte um médico ou farmacêutico pois seu uso pode trazer riscos. Leia a bula.

Evite a automedicação.

De R$ 18,93 por:
R$ 14,36
1x de R$ 14,36 sem juros

Parcelamento no cartão de crédito

    Especificações
    Princípio Ativo:Ácido Acetilsalicílico
    Bula: Veja a bula
    Registro MS:1130009910021
    Receita:Não, Isento de Prescrição Médica
    Tipo do medicamento:Similar Equivalente

    Indicação

    AAS Protect é indicado para diminuir o agrupamento das plaquetas, principalmente:

    • - Na angina de peito instável (dor no peito causada pela má circulação do sangue nas artérias coronárias);
    • - No infarto agudo do miocárdio;
    • - Para redução do risco de novo infarto em doentes que já sofreram infarto (prevenção de reinfarto);
    • - Após cirurgias ou outras intervenções nas artérias (por exemplo, cirurgia de ponte de safena);
    • - Para evitar a ocorrência de distúrbios transitórios da circulação cerebral (ataque de isquemia cerebral transitória) e de infarto cerebral após as primeiras manifestações (paralisia transitória da face ou dos músculos dos braços ou perda transitória da visão).

    Nota: este medicamento não é adequado para o tratamento da dor.


    Como AAS Protect funciona?

    AAS Protect contém a substância ativa ácido acetilsalicílico. O ácido acetilsalicílico tem, entre outras, a capacidade de evitar o agrupamento das plaquetas, componentes do sangue que agem na formação dos coágulos sanguíneos.

    Ao inibir o agrupamento das plaquetas, o ácido acetilsalicílico previne a formação de coágulos (trombos) nos vasos sanguíneos, evitando assim certas doenças cardiovasculares.

    Contraindicação

    Não tome AAS Protect se:

    • - For alérgico ao ácido acetilsalicílico ou a outros salicilatos ou a qualquer dos ingredientes do medicamento (se não tiver certeza se é alérgico ao ácido acetilsalicílico, consulte o seu médico);
    • - Tiver tendência para sangramentos (diátese hemorrágica);
    • - Tiver úlceras do estômago ou do intestino (úlceras gastrintestinais agudas);
    • - Já teve crise de asma induzida pelo uso de salicilatos ou outras substâncias semelhantes, especialmente anti-inflamatórios não-esteroidais;
    • - Estiver em tratamento com metotrexato em doses iguais ou superiores a 15 mg por semana;
    • - Tiver uma insuficiência grave do fígado;
    • - Tiver uma insuficiência grave dos rins;
    • - Tiver uma insuficiência grave do coração;
    • - Estiver no último trimestre de gravidez.

    Como usar

    Para uso oral. Tomar os comprimidos com bastante líquido, de preferência antes das refeições.

    Deve-se tomar a quantidade de comprimidos indicada pelo médico, nas seguintes situações:

    Infarto agudo do miocárdio

    Uma dose inicial de 100 a 300 mg é administrada assim que houver suspeita de infarto do miocárdio. A dose de manutenção é de 100 mg a 300 mg por dia por 30 dias após o infarto. Após 30 dias deve-se considerar terapia adicional para prevenção de novo infarto do miocárdio. Por serem comprimidos com revestimento gastrorresistente, para esta indicação a dose inicial deve ser mastigada para obter a absorção rápida.

    Antecedente de infarto do miocárdio, prevenção secundária de derrame, pacientes, com ataques isquêmicos transitórios (AIT), pacientes com angina de peito estável e instável, prevenção do tromboembolismo após cirurgia vascular ou intervenções

    100 a 300 mg por dia.

    Prevenção de trombose venosa profunda e embolia pulmonar

    100 a 200 mg por dia ou 300 mg em dias alternados.

    Redução do risco de primeiro infarto do miocárdio

    100 mg por dia ou 300 mg em dias alternados.

    Duração do tratamento

    Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.


    O que devo fazer quando eu me esquecer de usar AAS Protect?

    Em caso de dúvida, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

    Precauções

    Nos casos seguintes AAS Protect só deve ser usado em caso de absoluta necessidade e sob cuidados especiais. Consulte um médico se alguma das situações abaixo for o seu caso ou já se aplicou no passado.

    • - Alergia a outros medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios e antirreumáticos ou presença de outras alergias.
    • - Uso de medicamentos anticoagulantes.
    • - Em pacientes com problema nos rins ou pacientes com problema na circulação cardiovascular (por exemplo, doença vascular renal, insuficiência cardíaca congestiva, diminuição do volume sanguíneo circulante (depleção do volume), cirurgia importante, septicemia ou evento hemorrágico importante), uma vez que o ácido acetilsalicílico pode aumentar o risco de problema nos rins ou insuficiência aguda dos rins.
    • - Em pacientes que sofrem de deficiência grave de uma enzima chamada glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD), o ácido acetilsalicílico pode induzir a hemólise (ruptura dos glóbulos vermelhos) ou anemia hemolítica. Fatores que podem aumentar o risco de hemólise são, por exemplo, altas doses, febre ou infecções agudas.
    • - Úlceras gastrintestinais, incluindo crônicas ou recorrentes ou sangramento gastrintestinal.
    • - Mau funcionamento do fígado.
    • - O ibuprofeno pode interferir nos efeitos inibitórios do ácido acetilsalicílico sobre a agregação plaquetária. Informe seu médico caso você tome ibuprofeno para o alívio da dor.
    • - O ácido acetilsalicílico pode desencadear broncoespasmo (crise de falta de ar) e induzir ataques de asma ou outras reações de hipersensibilidade. Os fatores de risco são: a presença de asma preexistente, rinite alérgica sazonal (febre do feno), pólipos nasais ou doença respiratória crônica. Esse conceito aplica-se também aos pacientes que apresentem reações alérgicas (por exemplo, reações cutâneas, prurido e urticária) a outras substâncias.
    • - O ácido acetilsalicílico pode conduzir a uma tendência de aumento de sangramento durante e após cirurgias (inclusive cirurgias de pequeno porte, como por exemplo, extração dentária).
    • - O ácido acetilsalicílico pode desencadear crises de gota em pacientes predispostos.
    • - Produtos contendo ácido acetilsalicílico não devem ser utilizados por crianças e adolescentes para quadros de infecções virais com ou sem febre, sem antes consultar um médico. Em certas doenças virais, especialmente as causadas por varicela e vírus influenza A e B, há risco da Síndrome de Reye, uma doença muito rara, mas com potencial risco para a vida do paciente, que requer ação médica imediata. O risco pode aumentar quando o ácido acetilsalicílico é administrado concomitantemente na vigência desta doença embora a relação causal não tenha sido comprovada. Vômitos persistentes na vigência destas doenças podem ser um sinal de Síndrome de Reye.

    Reações Adversas

    As reações adversas listadas são baseadas em relatos espontâneos pós-comercialização com todas as formulações de ácido acetilsalicílico, incluindo tratamento oral de curto e longo prazo, assim, a organização de acordo com as categorias de frequências CIOMS III não se aplica. Distúrbios do trato gastrintestinal superior e inferior, tais como sinais e sintomas comuns de indisposição estomacal (dispepsia), dor abdominal e gastrintestinal. Raramente inflamação e úlcera gastrintestinal, potencialmente, mas muito raramente levando a úlcera gastrintestinal com sangramento e perfuração, com os respectivos sinais e sintomas clínicos e laboratoriais.

    Devido ao seu efeito inibitório sobre as plaquetas, o ácido acetilsalicílico pode ser associado ao aumento do risco de sangramento. Observaram-se sangramentos tais como hemorragia perioperatória, hematomas, sangramento nasal (epistaxe), sangramento do aparelho urinário/genital (urogenital) e sangramento da gengiva.

    Foram raros a muito raros os relatos de sangramentos graves, como hemorragia do trato gastrintestinal, hemorragia cerebral (especialmente em pacientes com pressão alta não controlada 5 e/ou em uso concomitante de anticoagulante (anti-hemostáticos), que em casos isolados podem apresentar potencial risco para a vida do paciente.

    Hemorragia pode resultar em anemia pós-hemorrágica/ anemia por deficiência de ferro (devido a, por exemplo, microssangramento oculto) aguda e crônica, com respectivos sinais e sintomas clínicos e laboratoriais, como fraqueza (astenia), palidez e hipoperfusão (pouco fluxo nas extremidades). Hemólise (ruptura dos glóbulos vermelhos) e anemia hemolítica foram relatadas em pacientes com forma grave de deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD).

    Foram relatados problemas nos rins e insuficiência renal aguda.

    Reações alérgicas com suas respectivas manifestações clínicas e laboratoriais inclusive síndrome asmática, reações leves a moderadas que potencialmente afetam a pele, trato respiratório, trato gastrintestinal e sistema cardiovascular, incluindo sintomas como eritema, urticária, inchaço (edema), coceira (prurido), rinite, congestão nasal, dificuldade cardiorrespiratória e muito raramente, reações graves, incluindo choque anafilático.

    Relatou-se muito raramente mau funcionamento transitório do fígado com aumento das transaminases hepáticas (usadas para investigar a função do fígado).

    Relataram-se tontura e zumbido, que podem ser indicativos de superdose.

    Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através de seu serviço de atendimento.

    População Especial

    Crianças e adolescentes

    Não devem usar este medicamento para catapora ou sintomas gripais antes que um médico seja consultado sobre a síndrome de Reye, uma rara, ams grave diença associada a este medicamento.

    Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas

    AAS Protect não afeta a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas.

    Gravidez e Amamentação

    Não se recomenda o uso de medicamentos que contenham ácido acetilsalicílico durante o primeiro e o segundo trimestres de gravidez, a menos que seja realmente necessário. Em caso de necessidade de uso destes medicamentos por mulheres que pretendam engravidar ou durante o primeiro e o segundo trimestres de gravidez, as doses e a duração do tratamento devem ser as menores possíveis.

    Durante o terceiro trimestre de gravidez, todos os inibidores da síntese de prostaglandinas podem expor:

    • - O feto a toxicidade cardiopulmonar (coração e pulmão) (com fechamento prematuro do ducto arterioso e hipertensão pulmonar).
    • - O feto a disfunção dos rins, que pode progredir para insuficiência dos rins, com oligohidrâmnios (baixa produção de líquido amniótico).
    • - A mãe e a criança no final da gestação a possível prolongamento do tempo de sangramento, um efeito antiagregante que pode ocorrer mesmo após doses muito baixas.
    • - A mãe e a criança a inibição das contrações uterinas levando a atraso ou prolongamento do trabalho de parto.

    Consequentemente, o ácido acetilsalicílico é contraindicado durante o terceiro trimestre de gestação.

    Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez.

    Os salicilatos e seus metabólitos passam para o leite materno em pequenas quantidades. Como não foram observados até o momento efeitos adversos na criança (lactente) após uso eventual, em geral, é desnecessária a interrupção da amamentação. Entretanto, com o uso regular ou ingestão de altas doses, a amamentação deve ser descontinuada precocemente.

    Composição

    Cada comprimido revestido de AAS Protect contém:

    100 mg de ácido acetilsalicílico.

    Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, amido de milho, dióxido de silício, hipromelose, macrogol 400, ácido cítrico, dióxido de titânio, Eudragit L-30D, polissorbato 80, talco, trietilcitrato, simeticona.

    Superdosagem

    A toxicidade por salicilatos (> 100 mg/kg/dia por mais de 2 dias pode provocar toxicidade) pode ser resultado de intoxicação crônica terapeuticamente adquirida e de intoxicações agudas (superdose) com potencial risco para a vida do paciente, variando de ingestão acidental em crianças a intoxicações eventuais.

    A intoxicação crônica por salicilatos pode ser insidiosa, visto que pode apresentar sinais e sintomas não específicos. A intoxicação crônica leve por salicilato, ou salicilismo, ocorre normalmente apenas após o uso repetido de doses elevadas. Os sintomas incluem tontura, vertigem, zumbido, surdez, sudorese (transpiração excessiva), náusea, vômito, dor de cabeça e confusão, e podem ser controlados com a redução da dose. Zumbidos podem ocorrer em concentrações plasmáticas de 150 a 300 microgramas/mL. Reações adversas mais graves ocorrem nas concentrações acima de 300 microgramas/mL.

    A principal manifestação da intoxicação aguda é um distúrbio grave do equilíbrio ácido/base que pode variar de acordo com a idade e a gravidade da intoxicação. A acidose metabólica é a forma mais comum entre as crianças.

    A gravidade da intoxicação não pode ser estimada apenas pela concentração plasmática. A absorção do ácido acetilsalicílico pode ser retardada devido à redução do esvaziamento gástrico, formação de concreções no estômago, ou como resultado da ingestão de preparações com revestimento gastrorresistente. O tratamento da intoxicação por ácido acetilsalicílico é determinado pela sua extensão, estágio e sintomas clínicos e de acordo com as técnicas de tratamento padrão para intoxicação. Dentre as principais medidas deve-se acelerar a eliminação do medicamento bem como o restabelecimento do metabolismo ácido/base e eletrolítico.

    Devido aos complexos efeitos fisiopatológicos da intoxicação por salicilatos, sinais e sintomas / achados de investigações podem incluir:

    Sinais e SintomasAchados de investigaçõesMedidas Terapêuticas
    Intoxicação leve a moderada Lavagem gástrica, administração repetida de carvão ativado, diurese alcalina forçada
    Taquipneia (respiração acelerada), hiperventilação, alcalose respiratóriaAlcalose, alcalúriaMonitoramento de fluidos e eletrólitos
    Sudorese (transpiração)  
    Náusea e vômito  
    Intoxicação moderada a grave Lavagem gástrica, administração repetida de carvão ativado, diurese alcalina forçada, hemodiálise em casos graves
    Alcalose respiratória com acidose metabólica compensatóriaAcidose, acidúriaMonitoramento de fluidos e eletrólitos
    Hiperpirexia (febre muito alta) Monitoramento de fluidos e eletrólitos
    Respiratórios: variando de hiperventilação, edema pulmonar não cardiogênico à parada respiratória, asfixia  
    Cardiovasculares: variando de disritmia, pressão sanguínea baixa (hipotensão) à parada cardíacaPor exemplo: Pressão arterial, alteração do eletrocardiograma 
    Perdas de fluidos e eletrólitos: desidratação, baixo volume urinário (oligúria à insuficiência renal)Por exemplo: Potássio sanguíneo baixo (hipocalemia), sódio sanguíneo alto (hipernatremia), sódio sanguíneo baixo (hiponatremia), função alterada dos rins (disfunção renal)Monitoramento de fluidos e eletrólitos
    Danos no metabolismo da glicose, cetoseGlicose sanguínea alta (Hiperglicemia), Glicose sanguínea baixa (hipoglicemia) (principalmente em crianças) Aumento dos níveis de cetona 
    Zumbidos, surdez  
    Gastrintestinal: sangramentos gastrintestinais  
    Hematológicos: variando de inibição plaquetária à coagulopatia (alteração na coagulação sanguínea)Por exemplo: prolongamento do tempo de protrombina, hipoprotrombinemia 
    Neurológico: encefalopatia tóxica e depressão do Sistema Nervoso Central com manifestações que variam de letargia, confusão a coma e convulsões.  

    Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou a bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

    Interação Medicamentosa

    Interações contraindicadas

    • - Metotrexato em doses de 15 mg/semana ou mais: aumento da toxicidade hematológica de metotrexato (diminuição da depuração renal do metotrexato por agentes anti-inflamatórios em geral e deslocamento do metotrexato de sua ligação na proteína plasmática pelos salicilatos).

    Combinações que requerem precauções para o uso

    • - Metotrexato em doses inferiores a 15 mg/semana: aumento da toxicidade hematológica do metotrexato (diminuição da depuração renal do metotrexato por agentes anti-inflamatórios em geral e deslocamento do metotrexato de sua ligação na proteína plasmática pelos salicilatos);
    • - Anticoagulantes, trombolíticos/ outros inibidores da agregação plaquetária/hemostase: aumento do risco de sangramento;
    • - Outros anti-inflamatórios não-esteroidais com salicilatos em doses elevadas: aumento do risco de úlceras e sangramento gastrintestinal devido ao efeito sinérgico;
    • - Inibidores seletivos da recaptação de serotonina (SSRIs): aumento do risco de sangramento gastrintestinal superior possivelmente em razão do efeito sinérgico;
    • - Digoxina: aumento das concentrações plasmáticas de digoxina em função da diminuição da excreção renal;
    • - Antidiabéticos, por exemplo, insulina e sulfonilureias: aumento do efeito hipoglicêmico por altas doses do Ácido Acetilsalicílico por ação hipoglicêmica do Ácido Acetilsalicílico e deslocamento da sulfonilureia de sua ligação nas proteínas plasmáticas;
    • - Diuréticos em combinação com Ácido Acetilsalicílico em altas doses: diminuição da filtração glomerular por diminuição da síntese renal de prostaglandina;
    • - Glicocorticoides sistêmicos, exceto hidrocortisona usada como terapia de reposição na doença de Addison: diminuição dos níveis de salicilato plasmático durante o tratamento com corticosteroides e risco de superdose de salicilato após interrupção do tratamento, devido ao aumento da eliminação de salicilatos pelos corticosteroides;
    • - Inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA) em combinação com Ácido Acetilsalicílico em altas doses: diminuição da filtração glomerular por inibição das prostaglandinas vasodilatadoras. Além de diminuição do efeito antihipertensivo;
    • - Ácido valproico: aumento da toxicidade do ácido valproico devido ao deslocamento dos sítios de ligação com as proteínas;
    • - Álcool: aumento do dano à mucosa gastrintestinal e prolongamento do tempo de sangramento devido a efeitos aditivos do Ácido Acetilsalicílico e do álcool;
    • - Uricosúricos como benzbromarona, probenecida: diminuição do efeito uricosúrico (competição na eliminação renal tubular do ácido úrico).

    Interação Alimentícia

    Não há relatos até o momento.

    Ação da Substância

    Resultados de eficácia

    As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) são a principal causa de morte, incapacidade prematura e por um grande número de internações hospitalares. Por esse motivo, muitos esforços têm sido empregados para reduzir a morbimortalidade dessas doenças cardiovasculares, como a modificação do estilo de vida, com o incentivo à prática de atividade física, dieta saudável e a cessação do tabagismo, além do controle das principais doenças que atuam como fatores de risco, como hipertensão arterial sistêmica (HAS), diabetes mellitus e dislipidemia.

    Fora isso, alguns estudos demonstraram que o uso de Ácido Acetilsalicílico, tanto na prevenção primária (pessoas com idade acima de 40 anos com pelo menos dois fatores de risco: HAS, diabetes mellitus e/ou dislipidemia), quanto na prevenção secundária (pacientes com história de AVC isquêmico, infarto agudo do miocárdio e/ou com angina pectoris) pode levar a uma importante redução de eventos cardiovasculares, que pode ser de até 40%.

    Estima-se que 80% dos diabéticos morrerão devido à eventos cardiovasculares. Assim sendo, o tratamento dos fatores de risco (FR) é essencial na redução desses índices. Uma parte desse tratamento pode ser a utilização de antiagregantes plaquetários, nomeadamente, o Ácido Acetilsalicílico. Em estudos clínicos realizados com pacientes diabéticos não se observaram diferenças estatisticamente significativas entre os grupos Ácido Acetilsalicílico e placebo relativamente à ocorrência de eventos cardiovasculares. Porém, observou-se uma redução significativa de enfarte de miocárdio nos homens e do acidente vascular cerebral nas mulheres, em estudos de populações aparentemente saudáveis, em que os subgrupos dos diabéticos tiveram igual beneficio.

    Durante um estudo realizado nos Estados Unidos, observou-se o aumento do volume de consultas ambulatoriais de pacientes classificados como sendo de alto risco para futuros eventos cardiovasculares, e também aqueles consideradas como situação de risco intermediário. O número de visitas de pacientes de alto risco aumentou em 33%, de 44,2 milhões em 1993-1994 para 58,8 milhões em 2001-2002. O número de visitas de pacientes de risco intermediário em que um diagnóstico de DM foi observado mais do que duplicou, de 40,5 para 83,3 milhões, e para aqueles com múltiplos fatores de risco, o aumento foi de 57%, de 70,2 para 110,4 milhões. O número de visitas de pacientes de baixo risco aumentou 23%, passando de 975,4 milhões para 1,20 bilhões.

    Ao longo do tempo, esse estudo mostrou substancialmente a utilização do Ácido Acetilsalicílico na categoria de risco mais elevado e intermédio, com uma melhoria nos quadros vista a partir de 1999-2000. A probabilidade de uso de Ácido Acetilsalicílico pelos pacientes em 1993-1994 foi de 21,7% para a categoria de alto risco, de 3,5% para os pacientes diabéticos e de 3,6% para a categoria de risco intermediário. As probabilidades para as três categorias de risco oscilaram, mas permaneceu essencialmente inalterada de 1999-2000.

    Aumentos significativos foram notados em 2001-2002 e persistiu em 2003. A probabilidade de uso de Ácido Acetilsalicílico em 2003 foi de 32,8% para a categoria de alto risco, 11,7% para o diabético, e de 16,3% para a categoria de risco intermediário. O uso do Ácido Acetilsalicílico permaneceu entre 1% e 3% nas visitas de pacientes de baixo risco.


    Características farmacológicas

    Propriedades farmacodinâmicas

    O Ácido Acetilsalicílico inibe a agregação plaquetária bloqueando a síntese do tromboxano A2 nas plaquetas. Seu mecanismo de ação baseia-se na inibição irreversível da ciclooxigenase (COX-1). Esse efeito inibitório é especialmente acentuado nas plaquetas, porque estas não são capazes de sintetizar novamente essa enzima. Acredita-se que o Ácido Acetilsalicílico tenha outros efeitos inibitórios sobre as plaquetas. Por essa razão é usado para várias indicações relativas ao sistema vascular.

    O Ácido Acetilsalicílico pertence ao grupo dos fármacos anti-inflamatórios não-esteroidais, com propriedades analgésicas, antipiréticas e anti-inflamatórias. Altas doses orais são usadas para o alívio da dor e nas afecções febris menores, tais como resfriados e gripe, para a redução da temperatura e alívio das dores musculares e das articulações e distúrbios inflamatórios agudos e crônicos, tais como artrite reumatoide, osteoartrite e espondilite anquilosante.

    Propriedades farmacocinéticas

    Após a administração oral, o Ácido Acetilsalicílico é rápida e completamente absorvido pelo trato gastrintestinal. Durante e após a absorção, o Ácido Acetilsalicílico é convertido em Ácido Salicílico, seu principal metabólito ativo. Os níveis plasmáticos máximos de Ácido Acetilsalicílico são atingidos após 10 a 20 minutos e os de Ácido Salicílico após 0,3 a 2 horas. Tanto o Ácido Acetilsalicílico como o Ácido Salicílico ligam-se amplamente às proteínas plasmáticas e são rapidamente distribuídos a todas as partes do organismo.

    O Ácido Salicílico passa para o leite materno e atravessa a placenta.

    O Ácido Salicílico é eliminado principalmente por metabolismo hepático; os metabólitos incluem o ácido salicilúrico, o glicuronídeo salicilfenólico, o glicuronídeo salicilacílico, o ácido gentísico e o ácido gentisúrico.

    A cinética da eliminação do Ácido Salicílico é dependente da dose, uma vez que o metabolismo é limitado pela capacidade das enzimas hepáticas. Desse modo, a meia-vida de eliminação varia de 2 a 3 horas após doses baixas até cerca de 15 horas com doses altas.

    O Ácido Salicílico e seus metabólitos são excretados principalmente por via renal.

    Dados de segurança pré-clínicos

    O perfil de segurança pré-clínico do Ácido Acetilsalicílico está bem documentado. Nos estudos com animais, os salicilatos causaram dano renal em altas doses, mas nenhuma outra lesão orgânica. O Ácido Acetilsalicílico tem sido extensamente estudado in vitro e in vivo quanto à mutagenicidade. Não foi observado nenhum indício relevante de potencial mutagênico. O mesmo se aplica para os estudos de carcinogenicidade.

    Em estudos com animais de diferentes espécies, os salicilatos apresentaram efeitos teratogênicos. Após a exposição durante o período pré-natal, foram descritos efeitos embriotóxicos e fetotóxicos, distúrbios de implantação e dificuldade na capacidade de aprendizado dos descendentes.

    Cuidados de Armazenamento

    Os comprimidos de AAS Protect devem ser mantidos em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C).

    Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

    Não use medicamento com prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    Características do medicamento

    AAS Protect é um comprimido branco redondo com um “♥” gravado em um dos lados e o outro liso.

    Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

    Mensagens de Alerta

    Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

    Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

    Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

    Venda sob prescrição médica.

    Dizeres Legais

    M.S. 1.1300.0991

    Farm. Resp:
    Silvia Regina Brollo
    CRF-SP nº 9.815

    Registrado por:
    Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
    Av. Mj. Sylvio de M. Padilha, 5200 – São Paulo – SP
    CNPJ 02.685.377/0001-57 7

    Fabricado por:
    Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
    Rua Conde Domingos Papaiz, 413 – Suzano – SP
    CNPJ 02.685.377/0008-23
    Indústria Brasileira

    Avaliação dos clientes

    0 avaliaçõesNone
    cancelar
    AAS Protect 100mg caixa com 30 comprimidos revestidos

    AAS Protect 100mg caixa com 30 comprimidos revestidos

    Cód 902608
    1x de R$ 14,36
    sem juros
    R$ 18,93
    R$ 14,36
    • :(Ops!Sua sacola está vazia