Você não deve usar EPAG se tiver alergia à empagliflozina ou a qualquer um dos componentes da fórmula, ou em caso de doenças hereditárias raras que podem ser incompatíveis com os componentes da fórmula.
Epag 25mg contém empagliflozina e é indicado para diabetes tipo 2, insuficiência cardíaca e doença renal crônica. Confira as informações de uso e as orientações da bula.Ver mais
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Descrição do Produto
O Epag é indicado para tratar diabetes tipo 2, insuficiência cardíaca e doença renal crônica, além de reduzir riscos cardiovasculares em adultos com diabetes e doença cardiovascular.
O Epag é indicado para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2 em adultos e crianças a partir de 10 anos, ajudando a controlar os níveis de glicose no sangue em conjunto com dieta e exercícios físicos. Também é indicado para adultos com doença cardiovascular estabelecida, insuficiência cardíaca, com ou sem diabetes, e doença renal crônica.
Além disso, o medicamento ajuda a reduzir o risco de morte cardiovascular e hospitalizações por insuficiência cardíaca, além de retardar a perda da função renal em pacientes com insuficiência cardíaca.
O Epag contém empagliflozina, uma substância que pertence à classe dos inibidores do cotransportador de sódio-glicose 2 (SGLT2).
- Empagliflozina: atua nos rins, reduzindo a reabsorção de glicose e aumentando sua eliminação pela urina. Dessa forma, contribui para diminuir os níveis de açúcar no sangue. Também apresenta efeitos relacionados à proteção cardiovascular e renal.
Importante: Epag é um medicamento de venda sob prescrição médica, sem retenção de receita, e deve ser utilizado somente conforme orientação de um profissional de saúde. Antes de iniciar o tratamento, consulte a bula e as orientações médicas.
O Epag age diretamente nos rins, bloqueando a ação da proteína SGLT2, responsável por reabsorver parte da glicose filtrada pelo organismo. Com isso, aumenta a eliminação de açúcar pela urina, ajudando a controlar a glicemia tanto em jejum quanto após as refeições.
Esse mecanismo também favorece a eliminação de sódio e água, podendo contribuir para a redução da pressão arterial e da sobrecarga sobre o coração. Além disso, seus efeitos ajudam a preservar a função renal e oferecem benefícios cardiovasculares.
A dose de Epag 25mg para adultos com diabetes mellitus tipo 2 é de 1 comprimido (25 mg), uma vez ao dia, conforme indicação médica. Essa dose é recomendada para pacientes que já toleram 10 mg diários de empagliflozina, mas necessitam de controle glicêmico adicional e não apresentam comprometimento renal grave.
Para insuficiência cardíaca e doença renal crônica, a dose recomendada na bula é de 10 mg uma vez ao dia.
Modo de usar: ingerir o comprimido por via oral, com ou sem alimentos. O comprimido deve ser engolido inteiro, sem partir ou mastigar. Siga os horários e a duração do tratamento estabelecidos pelo médico.
O uso de Epag pode causar reações adversas de diferentes frequências, que variam de acordo com a resposta de cada organismo. Entre as manifestações relatadas estão alterações na glicemia, infecções urinárias e genitais, além de reações na pele.
- Reações mais comuns: incluem infecções genitais, como candidíase vaginal, vulvovaginite e balanite, infecções do trato urinário, aumento da frequência e do volume de urina, sede, coceira, vermelhidão na pele, urticária e aumento dos lipídeos no sangue. A hipoglicemia (queda dos níveis de açúcar no sangue) também pode ocorrer, principalmente quando o medicamento é associado à insulina ou a sulfonilureias.
- Reações incomuns, raras ou de frequência desconhecida: incluem diminuição do volume sanguíneo (hipovolemia), dor ao urinar, aumento da creatinina no sangue, aumento do hematócrito, constipação intestinal, cetoacidose, redução da taxa de filtração renal, angioedema (inchaço localizado causado por reação alérgica) e fasciíte necrosante do períneo, também conhecida como gangrena de Fournier, uma infecção grave que pode atingir a região genital, virilha, glúteos e ânus.
Caso apresente qualquer reação inesperada durante o tratamento, informe seu médico.
Sim. A empagliflozina pode contribuir para a redução do peso corporal, pois aumenta a eliminação de glicose pela urina, o que também favorece a perda de calorias. Porém, não é indicada exclusivamente para emagrecimento.
Sim. O medicamento pode ser administrado com ou sem alimentos, portanto, não é necessário estar em jejum para tomar o comprimido.
O Epag deve ser tomado uma vez ao dia. Recomenda-se manter um horário regular para facilitar a rotina de tratamento, seguindo sempre a orientação médica.
Sim. A empagliflozina pode ser utilizada em associação com a metformina para ajudar no controle dos níveis de glicose no sangue em pacientes com diabetes mellitus tipo 2. A combinação deve ser orientada pelo médico.
Pode aumentar o risco de infecções urinárias e genitais, pois favorece a eliminação de glicose pela urina. Sintomas como ardência ao urinar, dor e desconforto na região genital devem ser comunicados ao médico.
O Epag 25mg é uma opção de tratamento para adultos com diabetes tipo 2, insuficiência cardíaca e doença renal crônica, com benefícios que envolvem o controle glicêmico e a saúde cardiovascular e renal. Seu uso deve seguir a indicação e a orientação médica. Ao buscar o medicamento em farmácias de confiança, como a Drogal, você garante mais segurança e qualidade.
Contraindicação
Você não deve usar EPAG se tiver alergia à empagliflozina ou a qualquer um dos componentes da fórmula, ou em caso de doenças hereditárias raras que podem ser incompatíveis com os componentes da fórmula.
Instruções de Uso
O comprimido de EPAG deve ser ingerido por via oral, com ou sem alimentos.
Diabetes mellitus tipo 2 (DM2):
A dose inicial recomendada para o tratamento do DM2 é de 10 mg uma vez ao dia. O tratamento da hiperglicemia (níveis elevados de açúcar no sangue) em pacientes com DM2 deve ser individualizado com base na eficácia e tolerabilidade. Em pacientes que toleram empagliflozina 10 mg uma vez ao dia, sem comprometimento renal grave (TFGe = 30 mL/min/1,73 m2) e que requerem controle da glicemia mais rigoroso, a dose pode ser aumentada para 25 mg uma vez ao dia. A dose máxima diária para o tratamento do DM2 é 25 mg e não deve ser excedida.
A eficácia de EPAG para reduzir a glicemia depende do funcionamento dos rins e pode ser reduzida em pacientes com problema grave nos rins (TFGe < 30 mL/min/1,73 m2); a dose recomendada de EPAG para esses pacientes é de até 10 mg. Seu médico deverá considerar um tratamento adicional para redução da glicose no sangue.
Insuficiência cardíaca:
A dose recomendada para o tratamento da insuficiência cardíaca é de 10 mg uma vez ao dia.
Doença renal crônica:
A dose recomendada para o tratamento da doença renal crônica é de 10 mg uma vez ao dia.
Não se recomenda ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática (problema no funcionamento do fígado) e em idosos.
Não se recomenda iniciar o uso de EPAG em pacientes recebendo diálise, devido à experiência limitada.
Pacientes pediátricos:
A dose inicial recomendada para o tratamento da diabetes mellitus tipo 2 é de 10 mg uma vez ao dia.
Em pacientes que toleram 10 mg uma vez ao dia e que requerem controle glicêmico adicional, a dose pode ser aumentada para 25 mg uma vez ao dia. Não há dados disponíveis em crianças com TFGe < 60mL/min/1,73 m2 e em crianças abaixo de 10 anos.
Não foram estabelecidas a segurança e eficácia de empagliflozina para tratamento de insuficiência cardíaca e doença renal crônica em crianças abaixo de 18 anos.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações Adversa
A empagliflozina foi estudada para o tratamento de pacientes com diabetes tipo 2 tanto sozinha quanto em combinação a outros antidiabéticos. As reações adversas abaixo relatadas são apresentadas de acordo com a frequência:
Adultos:
- Reação muito comum: queda dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia), observada quando a empagliflozina foi utilizada em associação com sulfonilureia ou em associação com insulina.
- Reações comuns: monilíase vaginal (infecção na vagina provocada por fungo), vulvovaginite (inflamação na vulva e vagina), balanite (inflamação ou infecção da glande peniana) e outras infecções genitais*, micção aumentada (frequência e volume de urina aumentados), prurido (coceira), reações alérgicas de pele (exemplo: rash (vermelhidão na pele)), urticária (placas elevadas, geralmente com coceira)), infecções do trato urinário (incluindo pielonefrite (infecção nos rins) e urosepse (infecção generalizada de origem renal)), sede, aumento de lipídeos (um tipo de gordura) no sangue e constipação intestinal (empagliflozina 10 mg).
- Reações incomuns: hipovolemia (diminuição do volume sanguíneo), disúria (dor para urinar), aumento da creatinina no sangue, cetoacidose (empagliflozina 10 mg), taxa de filtração glomerular
diminuída (diminuição da filtração realizada pelos rins (empagliflozina 10 mg)), aumento do hematócrito (aumento da concentração dos glóbulos vermelhos do sangue; empagliflozina 25 mg) e constipação intestinal (empagliflozina 25 mg).
- Reação rara: aumento do hematócrito (aumento da concentração dos glóbulos vermelhos do sangue; empagliflozina 10 mg).
- Reação com frequência desconhecida: angioedema (tipo de reação alérgica caracterizada por inchaço localizado), fasciíte necrosante do períneo (também conhecida como gangrena de Fournier, que é uma infecção grave na região genital, glúteos, virilha e ânus, com lesão na pele), cetoacidose (empagliflozina 25 mg), taxa de filtração glomerular diminuída (diminuição da filtração realizada pelos rins, empagliflozina 25 mg).
*foram reportados casos de fimose/fimose adquirida concomitantemente com infecções genitais.
Crianças a partir de 10 anos: de forma geral, o perfil de segurança em crianças foi semelhante ao perfil de segurança em adultos com DM2.
- Reação muito comum: queda dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia), observada quando a empagliflozina foi utilizada em associação com sulfonilureia ou em associação com insulina.
- Reações comuns: monilíase vaginal (infecção na vagina provocada por fungo), vulvovaginite (inflamação na vulva e vagina), balanite (inflamação ou infecção da glande peniana) e outras infecções genitais*, infecções do trato urinário (incluindo pielonefrite (infecção nos rins) e urosepse (infecção generalizada de origem renal)), reações alérgicas de pele (exemplo: rash (vermelhidão na pele)), urticária (placas elevadas, geralmente com coceira)), micção aumentada (frequência e volume de urina aumentados), sede, aumento de lipídeos (um tipo de gordura) no sangue.
- Reação com frequência desconhecida: fasciíte necrosante do períneo (também conhecida como gangrena de Fournier, que é uma infecção grave na região genital, glúteos, virilha e ânus, com lesão na pele), cetoacidose, constipação intestinal, prurido (coceira), angioedema (tipo de reação alérgica caracterizada por inchaço localizado), hipovolemia (diminuição do volume sanguíneo), disúria (dor para urinar), aumento da creatinina no sangue, taxa de filtração glomerular diminuída (diminuição da filtração realizada pelos rins), aumento do hematócrito (aumento da concentração dos glóbulos vermelhos do sangue).
*foram reportados casos de fimose/fimose adquirida concomitantemente com infecções genitais.
Para a indicação de insuficiência cardíaca, a empagliflozina foi estudada somente com a apresentação de 10 mg (vide item 6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?). As seguintes reações adversas foram observadas durante o estudo:
- Reação muito comum: hipovolemia (diminuição do volume sanguíneo);
Reações comuns: monilíase/candidíase vaginal (infecção provocada por fungo na vagina), vulvovaginite (inflamação na vulva e vagina), balanite (inflamação ou infecção da glande peniana) e outras infecções genitais, prurido (coceira), reações alérgicas de pele (ex. vermelhidão na pele (rash), placas elevadas, geralmente com coceira (urticária)), infecções do trato urinário (incluindo pielonefrite (infecção nos rins) e urosepse (infecção generalizada de origem renal)), aumento de um tipo de gordura (lipídeos) no sangue, queda dos níveis de açúcar (hipoglicemia) observada quando a empagliflozina foi utilizada em associação com sulfonilureia ou em associação com insulina e constipação intestinal;
- Reações incomuns: micção aumentada (frequência e volume de urina aumentados), sede, angioedema (tipo de reação alérgica caracterizada por inchaço localizado), disúria (dor para urinar), aumento da creatinina no sangue, taxa de filtração glomerular diminuída (diminuição da filtração realizada pelos rins), aumento da concentração dos glóbulos vermelhos do sangue (aumento do hematócrito) e cetoacidose;
- Reação rara: fasciíte necrosante do períneo (também conhecida como gangrena de Fournier, que é uma infecção grave na região genital, glúteos, virilha e ânus com lesão na pele);
Para a indicação de doença renal crônica, a empagliflozina foi estudada somente com a apresentação de 10 mg (vide item 6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?). Não foram identificadas novas reações adversas neste estudo.
A empagliflozina se mostrou segura em todas as indicações estudadas.
Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.
Composição
Cada comprimido revestido de EPAG 25 mg contém:
empagliflozina.............................................................................................................................25 mg
Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, hiprolose,
dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, dióxido de titânio, macrogol, óxido de ferro
amarelo e óxido de ferro preto.
Especificações
Gênero:Unissex
Origem:Nacional
Título Marketplace:Epag 25mg 30 Comprimidos Revestidos
Descrição Marketplace:<H2 style="DISPLAY: inline">Epag 25mg (Empagliflozina): Controle do Diabetes Tipo 2, Coração e Rins</H2> <P>O <STRONG>Epag</STRONG> é indicado para tratar <STRONG>diabetes</STRONG> <STRONG>tipo 2</STRONG>, <STRONG>insuficiência</STRONG> <STRONG>cardíaca</STRONG> e <STRONG>doença</STRONG> <STRONG>renal</STRONG> <STRONG>crônica</STRONG>, além de <STRONG>reduzir</STRONG> riscos <STRONG>cardiovasculares</STRONG> em <STRONG>adultos</STRONG> com <STRONG>diabetes</STRONG> e <STRONG>doença</STRONG> <STRONG>cardiovascular</STRONG>.</P> <H2 style="DISPLAY: inline">O que é indicado e para que serve o medicamento Epag 25mg 30 Comprimidos Revestidos?</H2> <P>O Epag é indicado para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2 em adultos e crianças a partir de 10 anos, ajudando a controlar os níveis de glicose no sangue em conjunto com dieta e exercícios físicos. Também é indicado para adultos com doença cardiovascular estabelecida, insuficiência cardíaca, com ou sem diabetes, e doença renal crônica.<BR>Além disso, o medicamento ajuda a reduzir o risco de morte cardiovascular e hospitalizações por insuficiência cardíaca, além de retardar a perda da função renal em pacientes com insuficiência cardíaca.</P> <H2 style="DISPLAY: inline">Qual é o princípio ativo de Epag 25mg?</H2> <P>O Epag contém <STRONG>empagliflozina</STRONG>, uma substância que pertence à classe dos inibidores do cotransportador de sódio-glicose 2 (SGLT2).</P> <P>-<STRONG> Empagliflozina: </STRONG>atua nos rins, reduzindo a reabsorção de glicose e aumentando sua eliminação pela urina. Dessa forma, contribui para diminuir os níveis de açúcar no sangue. Também apresenta efeitos relacionados à proteção cardiovascular e renal.<BR><BR> <H2 style="DISPLAY: inline">Como o Epag 25mg funciona?</H2></P> <P>O Epag age diretamente nos rins, bloqueando a ação da proteína SGLT2, responsável por reabsorver parte da glicose filtrada pelo organismo. Com isso, aumenta a eliminação de açúcar pela urina, ajudando a controlar a glicemia tanto em jejum quanto após as refeições.<BR>Esse mecanismo também favorece a eliminação de sódio e água, podendo contribuir para a redução da pressão arterial e da sobrecarga sobre o coração. Além disso, seus efeitos ajudam a preservar a função renal e oferecem benefícios cardiovasculares.</P> <H2 style="DISPLAY: inline">Como tomar o Epag 25mg?</H2> <P>A dose de Epag 25mg para adultos com diabetes mellitus tipo 2 é de 1 comprimido (25 mg), uma vez ao dia, conforme indicação médica. Essa dose é recomendada para pacientes que já toleram 10 mg diários de empagliflozina, mas necessitam de controle glicêmico adicional e não apresentam comprometimento renal grave.<BR>Para insuficiência cardíaca e doença renal crônica, a dose recomendada na bula é de 10 mg uma vez ao dia.<BR><STRONG>Modo de usar:</STRONG> ingerir o comprimido por via oral, com ou sem alimentos. O comprimido deve ser engolido inteiro, sem partir ou mastigar. Siga os horários e a duração do tratamento estabelecidos pelo médico.</P> <H2 style="DISPLAY: inline">Quais são as reações adversas do Epag 25mg?</H2> <P>O uso de Epag pode causar reações adversas de diferentes frequências, que variam de acordo com a resposta de cada organismo. Entre as manifestações relatadas estão alterações na glicemia, infecções urinárias e genitais, além de reações na pele.<BR><STRONG>- Reações mais comuns:</STRONG> incluem infecções genitais, como candidíase vaginal, vulvovaginite e balanite, infecções do trato urinário, aumento da frequência e do volume de urina, sede, coceira, vermelhidão na pele, urticária e aumento dos lipídeos no sangue. A hipoglicemia (queda dos níveis de açúcar no sangue) também pode ocorrer, principalmente quando o medicamento é associado à insulina ou a sulfonilureias.<BR><STRONG>- Reações incomuns, raras ou de frequência desconhecida: </STRONG>incluem diminuição do volume sanguíneo (hipovolemia), dor ao urinar, aumento da creatinina no sangue, aumento do hematócrito, constipação intestinal, cetoacidose, redução da taxa de filtração renal, angioedema (inchaço localizado causado por reação alérgica) e fasciíte necrosante do períneo, também conhecida como gangrena de Fournier, uma infecção grave que pode atingir a região genital, virilha, glúteos e ânus.<BR>Caso apresente qualquer reação inesperada durante o tratamento, informe seu médico.</P>
Composição:<P>Cada comprimido revestido de EPAG 25 mg contém: <BR>empagliflozina.............................................................................................................................25 mg <BR>Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, hiprolose, <BR>dióxido de silício, estearato de magnésio, hipromelose, dióxido de titânio, macrogol, óxido de ferro <BR>amarelo e óxido de ferro preto. </P>
Indicação:<P>Controle glicêmico: EPAG é indicado para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2 (DM2) em adultos e crianças a partir de 10 anos de idade para melhorar o controle glicêmico em conjunto com dieta e exercícios. <BR>• Em adultos, pode ser utilizado como monoterapia ou em associação com tiazolidinedionas, metformina mais sulfonilureia, ou insulina com ou sem metformina com ou sem sulfonilureia. <BR>• Em crianças a partir de 10 anos de idade, pode ser utilizado como monoterapia ou em associação com insulina. <BR>Prevenção de eventos cardiovasculares: EPAG é indicado para pacientes adultos com diabetes mellitus tipo 2 e doenças do coração e vasos sanguíneos (doença cardiovascular) estabelecidas para reduzir o risco de: <BR>- Morte por qualquer causa (reduzindo a morte por causa do coração ou dos vasos sanguíneos); <BR>- Morte por causa do coração ou dos vasos sanguíneos ou internação por função inadequada do coração em bombear o sangue para o corpo. <BR>Insuficiência Cardíaca: EPAG é indicado para pacientes adultos com insuficiência cardíaca independente da fração de ejeção do ventrículo esquerdo, com ou sem diabetes mellitus tipo 2 para: - <BR>Reduzir o risco de morte cardiovascular e hospitalizações por insuficiência cardíaca; - <BR>Retardar a perda da função renal. <BR>Doença renal crônica: EPAG é indicado em adultos para o tratamento de doença crônica nos rins (doença renal crônica). </P>
Classificação:Tarja vermelha
BloqueioVenda:Não
Contraindicação:<P>Você não deve usar EPAG se tiver alergia à empagliflozina ou a qualquer um dos componentes da fórmula, ou em caso de doenças hereditárias raras que podem ser incompatíveis com os componentes da fórmula.</P>
Reações Adversas:<P>A empagliflozina foi estudada para o tratamento de pacientes com diabetes tipo 2 tanto sozinha quanto em combinação a outros antidiabéticos. As reações adversas abaixo relatadas são apresentadas de acordo com a frequência: <BR>Adultos: <BR>- Reação muito comum: queda dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia), observada quando a empagliflozina foi utilizada em associação com sulfonilureia ou em associação com insulina. <BR>- Reações comuns: monilíase vaginal (infecção na vagina provocada por fungo), vulvovaginite (inflamação na vulva e vagina), balanite (inflamação ou infecção da glande peniana) e outras infecções genitais*, micção aumentada (frequência e volume de urina aumentados), prurido (coceira), reações alérgicas de pele (exemplo: rash (vermelhidão na pele)), urticária (placas elevadas, geralmente com coceira)), infecções do trato urinário (incluindo pielonefrite (infecção nos rins) e urosepse (infecção generalizada de origem renal)), sede, aumento de lipídeos (um tipo de gordura) no sangue e constipação intestinal (empagliflozina 10 mg). <BR>- Reações incomuns: hipovolemia (diminuição do volume sanguíneo), disúria (dor para urinar), aumento da creatinina no sangue, cetoacidose (empagliflozina 10 mg), taxa de filtração glomerular <BR>diminuída (diminuição da filtração realizada pelos rins (empagliflozina 10 mg)), aumento do hematócrito (aumento da concentração dos glóbulos vermelhos do sangue; empagliflozina 25 mg) e constipação intestinal (empagliflozina 25 mg). <BR>- Reação rara: aumento do hematócrito (aumento da concentração dos glóbulos vermelhos do sangue; empagliflozina 10 mg). <BR>- Reação com frequência desconhecida: angioedema (tipo de reação alérgica caracterizada por inchaço localizado), fasciíte necrosante do períneo (também conhecida como gangrena de Fournier, que é uma infecção grave na região genital, glúteos, virilha e ânus, com lesão na pele), cetoacidose (empagliflozina 25 mg), taxa de filtração glomerular diminuída (diminuição da filtração realizada pelos rins, empagliflozina 25 mg). <BR>*foram reportados casos de fimose/fimose adquirida concomitantemente com infecções genitais. <BR>Crianças a partir de 10 anos: de forma geral, o perfil de segurança em crianças foi semelhante ao perfil de segurança em adultos com DM2. <BR>- Reação muito comum: queda dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia), observada quando a empagliflozina foi utilizada em associação com sulfonilureia ou em associação com insulina. <BR>- Reações comuns: monilíase vaginal (infecção na vagina provocada por fungo), vulvovaginite (inflamação na vulva e vagina), balanite (inflamação ou infecção da glande peniana) e outras infecções genitais*, infecções do trato urinário (incluindo pielonefrite (infecção nos rins) e urosepse (infecção generalizada de origem renal)), reações alérgicas de pele (exemplo: rash (vermelhidão na pele)), urticária (placas elevadas, geralmente com coceira)), micção aumentada (frequência e volume de urina aumentados), sede, aumento de lipídeos (um tipo de gordura) no sangue. <BR>- Reação com frequência desconhecida: fasciíte necrosante do períneo (também conhecida como gangrena de Fournier, que é uma infecção grave na região genital, glúteos, virilha e ânus, com lesão na pele), cetoacidose, constipação intestinal, prurido (coceira), angioedema (tipo de reação alérgica caracterizada por inchaço localizado), hipovolemia (diminuição do volume sanguíneo), disúria (dor para urinar), aumento da creatinina no sangue, taxa de filtração glomerular diminuída (diminuição da filtração realizada pelos rins), aumento do hematócrito (aumento da concentração dos glóbulos vermelhos do sangue). <BR>*foram reportados casos de fimose/fimose adquirida concomitantemente com infecções genitais. <BR>Para a indicação de insuficiência cardíaca, a empagliflozina foi estudada somente com a apresentação de 10 mg (vide item 6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?). As seguintes reações adversas foram observadas durante o estudo: <BR>- Reação muito comum: hipovolemia (diminuição do volume sanguíneo); <BR>Reações comuns: monilíase/candidíase vaginal (infecção provocada por fungo na vagina), vulvovaginite (inflamação na vulva e vagina), balanite (inflamação ou infecção da glande peniana) e outras infecções genitais, prurido (coceira), reações alérgicas de pele (ex. vermelhidão na pele (rash), placas elevadas, geralmente com coceira (urticária)), infecções do trato urinário (incluindo pielonefrite (infecção nos rins) e urosepse (infecção generalizada de origem renal)), aumento de um tipo de gordura (lipídeos) no sangue, queda dos níveis de açúcar (hipoglicemia) observada quando a empagliflozina foi utilizada em associação com sulfonilureia ou em associação com insulina e constipação intestinal; <BR>- Reações incomuns: micção aumentada (frequência e volume de urina aumentados), sede, angioedema (tipo de reação alérgica caracterizada por inchaço localizado), disúria (dor para urinar), aumento da creatinina no sangue, taxa de filtração glomerular diminuída (diminuição da filtração realizada pelos rins), aumento da concentração dos glóbulos vermelhos do sangue (aumento do hematócrito) e cetoacidose; <BR>- Reação rara: fasciíte necrosante do períneo (também conhecida como gangrena de Fournier, que é uma infecção grave na região genital, glúteos, virilha e ânus com lesão na pele); <BR>Para a indicação de doença renal crônica, a empagliflozina foi estudada somente com a apresentação de 10 mg (vide item 6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?). Não foram identificadas novas reações adversas neste estudo. <BR>A empagliflozina se mostrou segura em todas as indicações estudadas. <BR>Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico. </P>
Como Usar:<P>O comprimido de EPAG deve ser ingerido por via oral, com ou sem alimentos. <BR>Diabetes mellitus tipo 2 (DM2): <BR>A dose inicial recomendada para o tratamento do DM2 é de 10 mg uma vez ao dia. O tratamento da hiperglicemia (níveis elevados de açúcar no sangue) em pacientes com DM2 deve ser individualizado com base na eficácia e tolerabilidade. Em pacientes que toleram empagliflozina 10 mg uma vez ao dia, sem comprometimento renal grave (TFGe = 30 mL/min/1,73 m2) e que requerem controle da glicemia mais rigoroso, a dose pode ser aumentada para 25 mg uma vez ao dia. A dose máxima diária para o tratamento do DM2 é 25 mg e não deve ser excedida. <BR>A eficácia de EPAG para reduzir a glicemia depende do funcionamento dos rins e pode ser reduzida em pacientes com problema grave nos rins (TFGe < 30 mL/min/1,73 m2); a dose recomendada de EPAG para esses pacientes é de até 10 mg. Seu médico deverá considerar um tratamento adicional para redução da glicose no sangue. <BR>Insuficiência cardíaca: <BR>A dose recomendada para o tratamento da insuficiência cardíaca é de 10 mg uma vez ao dia. <BR>Doença renal crônica: <BR>A dose recomendada para o tratamento da doença renal crônica é de 10 mg uma vez ao dia. <BR>Não se recomenda ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática (problema no funcionamento do fígado) e em idosos. <BR>Não se recomenda iniciar o uso de EPAG em pacientes recebendo diálise, devido à experiência limitada. <BR>Pacientes pediátricos: <BR>A dose inicial recomendada para o tratamento da diabetes mellitus tipo 2 é de 10 mg uma vez ao dia. <BR>Em pacientes que toleram 10 mg uma vez ao dia e que requerem controle glicêmico adicional, a dose pode ser aumentada para 25 mg uma vez ao dia. Não há dados disponíveis em crianças com TFGe < 60mL/min/1,73 m2 e em crianças abaixo de 10 anos. <BR>Não foram estabelecidas a segurança e eficácia de empagliflozina para tratamento de insuficiência cardíaca e doença renal crônica em crianças abaixo de 18 anos. <BR>Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. <BR>Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. </P>
Classe do Medicamento:Antidiabéticos
Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula. Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico.
Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/EPAG__Bula_Paciente_BU-01_(1)_0324be50-2722-4c4b-aed0-6ed2fe32ae80.pdf
Fases da Vida:Para adultos
Parte do Corpo:Para os rins
Princípio Ativo:Empagliflozina
Doenças e Complicações:Para diabetes
Forma de Administração:Uso oral
Apresentação:Comprimido
Prescrição Médica:Sim
Tipo de Medicamento:Similar Equivalente
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Já conhece esse produto? Que tal nos contar um pouquinho sobre ele.