ControladosAntipsicóticoMensyva 25mg 30 Comprimidos Revestidos

Mensyva 25mg 30 Comprimidos Revestidos

Mensyva
Cód: 27080

Mensyva 25mg à base de Quetiapina indicado para tratamentos como esquizofrenia e transtorno afetivo bipolar, auxiliando no equilíbrio dos neurotransmissores do cérebro.Ver mais

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Descrição do Produto

Mensyva 25mg 30 Comprimidos Revestidos: Uso Oral - Hemifumarato de Quetiapina

O Mensyva 25mg 30 Comprimidos Revestidos é um medicamento utilizado para auxiliar no tratamento de sintomas relacionados ao ciclo menstrual, conforme indicação médica.

Para que serve o Mensyva?

O Mensyva 25mg 30 Comprimidos Revestidos é indicado para o tratamento da esquizofrenia, como monoterapia ou adjuvante no tratamento dos episódios de mania associados ao transtorno afetivo bipolar, dos episódios de depressão associados ao transtorno afetivo bipolar, no tratamento de manutenção do transtorno afetivo bipolar I (episódios maníaco, misto ou depressivo) em combinação com os estabilizadores de humor lítio ou valproato, e como monoterapia no tratamento de manutenção no transtorno afetivo bipolar (episódios de mania, mistos e depressivos). Em adolescentes (13 a 17 anos de idade), este medicamento é indicado para o tratamento da esquizofrenia. Em crianças e adolescentes (10 a 17 anos de idade), este medicamento é indicado como monoterapia ou adjuvante no tratamento dos episódios de mania associados ao transtorno afetivo bipolar.

Como o Mensyva funciona no organismo?

O Mensyva pertence a um grupo de medicamentos chamados antipsicóticos, os quais melhoram os sintomas de alguns tipos de transtornos mentais como esquizofrenia e episódios de mania e de depressão associados ao transtorno afetivo bipolar. A eficácia antidepressiva foi tipicamente observada dentro de uma semana de tratamento.

Como tomar o Mensyva?

Posologia: O Mensyva deve ser utilizado por via oral, com ou sem alimentos, sempre seguindo a orientação médica quanto à dose, horários e duração do tratamento. A quantidade utilizada varia conforme a condição tratada, a idade do paciente e a resposta de cada organismo ao medicamento. O comprimido deve ser ingerido inteiro, sem partir, abrir ou mastigar. O tratamento não deve ser interrompido por conta própria, pois a suspensão sem orientação médica pode comprometer o controle da condição para a qual o medicamento foi indicado.

Quais são as reações adversas do Mensyva?

Assim como outros medicamentos, o Mensyva (quetiapina) pode causar reações adversas, embora nem todos os pacientes apresentem esses efeitos. As reações podem variar conforme o organismo, a dose utilizada e o tempo de tratamento. Algumas são mais leves e podem ocorrer durante a adaptação ao medicamento, enquanto outras precisam de acompanhamento médico caso sejam intensas ou persistentes.

Reações mais comuns: As reações mais frequentes com o uso do Mensyva incluem boca seca, sonolência, tontura, ganho de peso, aumento do apetite, alterações nos níveis de colesterol e triglicérides, prisão de ventre, náuseas, vômitos, cansaço, dor de cabeça, palpitações, visão borrada, irritabilidade e alterações no sono. Também podem ocorrer alterações nos níveis de glicose, hormônios e células do sangue.

Reações mais raras: Em casos raros, podem ocorrer reações alérgicas, convulsões, desmaios, confusão, dificuldade para engolir, alterações nos movimentos, retenção urinária, inflamação no fígado, redução importante dos glóbulos brancos, ereção prolongada e dolorosa, além de reações graves como síndrome neuroléptica maligna, inflamação muscular intensa e reações alérgicas graves com dificuldade para respirar.

Perguntas Frequentes:

1. O Mensyva causa sono?

A sonolência é uma das reações que podem ocorrer durante o uso do Mensyva, principalmente no início do tratamento ou após ajustes de dose. Esse efeito acontece devido à ação do medicamento no sistema nervoso central. Por isso, é importante ter cuidado ao realizar atividades que exigem atenção, como dirigir ou operar máquinas, especialmente até saber como o organismo reage ao medicamento.

2. O Mensyva pode causar ganho de peso?

Sim, o ganho de peso pode ocorrer em alguns pacientes durante o tratamento com Mensyva. Esse efeito pode estar relacionado ao aumento do apetite e às alterações metabólicas que podem acontecer durante o uso do medicamento, como mudanças nos níveis de colesterol, triglicérides e glicose. É recomendado manter acompanhamento médico durante o tratamento para avaliar possíveis alterações e orientar medidas adequadas para cada paciente.

3. Posso parar de tomar o Mensyva quando melhorar?

Não. Mesmo que os sintomas melhorem, o tratamento não deve ser interrompido sem orientação médica. A interrupção repentina pode causar sintomas como insônia, náusea, tontura, irritabilidade, vômitos e retorno ou piora dos sintomas da condição tratada. A retirada do medicamento, quando necessária, deve ser feita de forma gradual e acompanhada pelo médico.

4. Quais são as reações mais comuns do Mensyva?

As reações mais comuns incluem boca seca, sonolência, tontura, ganho de peso, aumento do apetite, alterações no colesterol e triglicérides, prisão de ventre, náuseas, vômitos, cansaço, dor de cabeça, palpitações, visão borrada e alterações no sono. Também podem ocorrer alterações nos níveis de glicose, hormônios e células do sangue, por isso o acompanhamento médico é importante durante o tratamento.

5. Quais são as reações mais raras do Mensyva?

Em casos raros, podem ocorrer reações como convulsões, desmaios, confusão mental, alterações nos movimentos, dificuldade para engolir, retenção urinária, inflamação no fígado, redução importante dos glóbulos brancos e reações alérgicas. Algumas reações graves, embora pouco frequentes, incluem síndrome neuroléptica maligna (com febre, rigidez muscular e confusão), inflamação muscular intensa e reações alérgicas graves com dificuldade para respirar ou queda da pressão. Caso apareçam sintomas intensos ou diferentes do habitual, é importante procurar atendimento médico.

O Mensyva 25mg é um medicamento à base de quetiapina, indicado para o tratamento de condições relacionadas à saúde mental, ajudando no controle de alterações de humor, pensamentos e comportamento. Ao buscar o medicamento em farmácias de confiança, como a Drogal, você garante mais segurança e qualidade.

Contraindicação

Você não deve utilizar Mensyva se tiver alergia a hemifumarato de quetiapina ou a qualquer um dos componentes do medicamento.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano. Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê.
Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.

Instruções de Uso

Modo de usar
Mensyva deve ser administrado por via oral, com ou sem alimentos.
Esquizofrenia, episódios de mania associados ao transtorno afetivo bipolar
Mensyva deve ser administrado duas vezes ao dia, por via oral, com ou sem alimentos. No entanto, para crianças e adolescentes, Mensyva pode ser administrado três vezes ao dia, dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de
cada paciente.
Manutenção do transtorno afetivo bipolar I em combinação com os estabilizadores de humor lítio ou valproato
Mensyva deve ser administrado duas vezes ao dia, por via oral, com ou sem alimentos.
Episódios de depressão associados ao transtorno afetivo bipolar
Mensyva deve ser administrado à noite, em dose única diária, por via oral, com ou sem alimentos.
Posologia
Esquizofrenia
Adolescentes (13 a 17 anos de idade)
A dose total diária para os cinco dias iniciais do tratamento é de 50 mg (dia 1), 100 mg (dia 2), 200 mg (dia 3), 300 mg (dia 4) e 400 mg (dia 5). Após o 5º dia de tratamento, a dose deve ser ajustada até atingir a faixa de dose considerada eficaz de 400 a 800 mg/dia, dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de cada paciente. Ajustes de dose devem ser em incrementos não maiores que 100 mg/dia.
A segurança e eficácia de Mensyva não foram estabelecidas em crianças com idade inferior a 13 anos de idade com esquizofrenia.
Adultos
A dose total diária para os quatro dias iniciais do tratamento é de 50 mg (dia 1), 100 mg (dia 2), 200 mg (dia 3) e 300 mg (dia 4). Após o 4º dia de tratamento, a dose deve ser ajustada até atingir a faixa considerada eficaz de 300 a 450 mg/dia. Entretanto, dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de cada paciente, a dose pode ser ajustada na faixa de dose de 150 a 750 mg/dia.
Episódios de mania associados ao transtorno afetivo bipolar
Crianças e adolescentes (10 a 17 anos de idade)
A dose total diária para os cinco dias iniciais do tratamento é de 50 mg (dia 1), 100 mg (dia 2), 200 mg (dia 3), 300 mg (dia 4) e 400 mg (dia 5). Após o 5º dia de tratamento, a dose deve ser ajustada até atingir a faixa de dose considerada eficaz de 400 a 600 mg/dia dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de cada paciente. Ajustes de dose podem ser em incrementos não maiores que 100 mg/dia.
A segurança e eficácia de hemifumarato de quetiapina não foram estabelecidas em crianças com idade inferior a 10 anos de idade com mania bipolar.
Adultos
A dose total diária para os quatro primeiros dias do tratamento é de 100 mg (dia 1), 200 mg (dia 2), 300 mg (dia 3) e 400 mg (dia 4). Outros ajustes de dose de até 800 mg/dia no 6° dia não devem ser maiores que 200 mg/dia. A dose pode ser ajustada dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de cada paciente, dentro do intervalo de dose de 200 a 800 mg/dia. A dose usual efetiva está na faixa de dose de 400 a 800 mg/dia.
Episódios de depressão associados ao transtorno afetivo bipolar
A dose deve ser titulada como descrito a seguir: 50 mg (dia 1), 100 mg (dia 2), 200 mg (dia 3) e 300 mg (dia 4).
Mensyva pode ser titulado até 400 mg no dia 5 e até 600 mg no dia 8. A eficácia antidepressiva foi demonstrada com hemifumarato de quetiapina com 300 mg e 600 mg. Entretanto, benefícios adicionais não foram observados no grupo 600 mg durante tratamento de curto prazo (ver item “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”).
Manutenção do transtorno afetivo bipolar I em combinação com os estabilizadores de humor lítio ou valproato
Os pacientes que responderam ao hemifumarato de quetiapina na terapia combinada a um estabilizador de humor (lítio ou valproato) para o tratamento agudo de transtorno bipolar devem continuar com a terapia de hemifumarato de quetiapina na mesma dose.
A dose pode ser ajustada dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade individual de cada paciente. A eficácia foi demonstrada com hemifumarato de quetiapina (administrado duas vezes ao dia totalizando 400 a 800 mg/dia) como terapia de combinação a estabilizador de humor (lítio ou valproato).
Manutenção no transtorno bipolar em monoterapia
Pacientes que respondem a Mensyva para tratamento agudo de transtorno bipolar devem continuar o tratamento na mesma dose, sendo que esta pode ser reajustada dependendo da resposta clínica e tolerabilidade individual de cada paciente, entre a faixa de 300 mg a 800 mg/dia. Mensyva deve ser utilizado continuamente até que o médico defina quando deve ser interrompido o uso deste medicamento.
Crianças e adolescentes: a segurança e a eficácia de hemifumarato de quetiapina não foram avaliadas em crianças e adolescentes com depressão bipolar e no tratamento de manutenção do transtorno bipolar.
Insuficiência hepática: a quetiapina é extensivamente metabolizada pelo fígado. Portanto, Mensyva deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência hepática conhecida, especialmente durante o período inicial. Pacientes com insuficiência hepática devem iniciar o tratamento com 25 mg/dia. A dose pode ser aumentada em incrementos de 25 a 50 mg até atingir a dose eficaz, dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de cada paciente.
Insuficiência renal: não é necessário ajuste de dose.
Idosos: assim como com outros antipsicóticos, Mensyva deve ser usado com cautela em pacientes idosos, especialmente durante o período inicial. Pode ser necessário ajustar a dose de Mensyva lentamente e a dose terapêutica diária pode ser menor do que a usada por pacientes jovens, dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de cada paciente. A depuração plasmática média de quetiapina foi reduzida de 30% a 50% em pacientes idosos quando comparada com pacientes jovens. O tratamento deve ser iniciado com 25 mg/dia de Mensyva, aumentando a dose diariamente em incrementos de 25 a 50 mg até atingir a dose eficaz, que provavelmente será menor que a dose para pacientes mais jovens.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Reações Adversa

Podem ocorrer as seguintes reações adversas:
Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): boca seca, sintomas de abstinência por descontinuação (isto é, que surgem após a retirada abrupta do medicamento, como por exemplo: insônia, náusea, cefaleia, diarreia, vômito, tontura e irritabilidade), elevações dos níveis de triglicérides séricos, elevações do colesterol total, diminuição de HDL colesterol, ganho de peso, tontura, sonolência, diminuição da contagem de uma proteína do sangue chamada hemoglobina e sintomas extrapiramidais.
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): leucopenia e neutropenia (redução do nível dos glóbulos brancos), taquicardia (batimento rápido do coração), palpitações, visão borrada, constipação (prisão de ventre), dispepsia (má digestão), vômito, astenia leve (fraqueza), edema periférico (inchaço nas extremidades), irritabilidade, pirexia (febre), elevações das alanina aminotransaminases séricas, aumento dos níveis de gama GT, aumento de eosinófilos (tipo de glóbulo branco), aumento da quantidade de açúcar (glicose), elevação da prolactina sérica, diminuição do hormônio tireoidiano T4 total, T4 livre e T3 total, aumento do hormônio tireoidiano TSH, disartria (dificuldade na fala), aumento do apetite, dispneia (falta de ar), hipotensão ortostática (queda da pressão arterial em pé), sonhos anormais e pesadelos.
Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): bradicardia (frequência cardíaca diminuída), disfagia (dificuldade de deglutição), reações alérgicas, aumento dos níveis da aspartato aminotransferase sérica (AST) no sangue, diminuição da contagem de plaquetas, diminuição do hormônio tireoidiano T3 livre, convulsão, síndrome das pernas inquietas, discinesia tardia, síncope (desmaio), confusão, rinite e retenção urinária.
Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): síndrome neuroléptica maligna (hipertermia [aumento da temperatura corporal], confusão mental, rigidez muscular, instabilidade autônoma [instabilidade da frequência respiratória, da função cardíaca e de outros sistemas involuntários] e alteração da função renal), hipotermia (diminuição da temperatura do corpo), hepatite (inflamação do fígado) com ou sem icterícia (sinal clínico caracterizado pela coloração amarelada de pele e mucosas), elevação dos níveis de creatinofosfoquinase no sangue, agranulocitose (ausência ou número insuficiente de glóbulos brancos, granulócitos, no sangue), sonambulismo e outros eventos relacionados, priapismo (ereção dolorosa e de longa duração), galactorreia (eliminação de leite pelas mamas) e obstrução intestinal.
Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): reações anafiláticas (reações alérgicas graves incluindo muita dificuldade para respirar e queda abrupta, significativa da pressão arterial) e rabdomiólise (ruptura das fibras musculares e dor muscular).
Desconhecidas: descontinuação neonatal (síndrome de abstinência) e reação ao medicamento com eosinofilia e sintomas sistêmicos (combinação de erupção cutânea generalizada [vermelhidão e/ou caroços e inchaço na pele], febre, anomalias no sangue [elevação das enzimas do fígado e aumento de um tipo de glóbulo branco que normalmente ocorre em reações alérgicas] e aumento dos gânglios linfáticos) e aparecimento rápido de áreas de vermelhidão na pele com pequenas pústulas (pequenas bolhas ou elevação da pele, contendo fluido turvo, branco, amarelado ou purulento, chamadas de pustulose exantemática generalizada aguda [PELA]), um tipo de erupção cutânea grave com manchas irregulares rosa avermelhadas que coçam (uma condição conhecida como eritema multiforme [EM]) e inflamação dos vasos sanguíneos (vasculite), geralmente acompanhada de vermelhidão na pele (erupção cutânea) com pequenas protuberâncias vermelhas ou roxas.
Crianças e adolescentes (de 10 a 17 anos de idade)
As mesmas reações adversas acima descritas para adultos devem ser consideradas para crianças e adolescentes.
As reações adversas que ocorrem em maior frequência em crianças e adolescentes do que em adultos ou reações adversas que não foram identificadas em pacientes adultos são:
Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): aumento do apetite, elevações da prolactina sérica, aumento na pressão arterial e vômito.
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): rinite e síncope.
Raramente, o aumento dos níveis de prolactina no sangue pode ocasionar inchaço dos seios e produção inesperada de leite em meninos e meninas. Meninas podem não ter ciclos menstruais ou ter ciclos irregulares.
Pancreatite
Pancreatite foi relatada nos estudos clínicos e durante a experiência pós-comercialização, no entanto, não foi estabelecida uma relação causal. Entre os relatos pós-comercialização, muitos pacientes apresentaram fatores conhecidos por estarem associados à pancreatite, tais como aumento dos triglicérides, cálculos biliares e o consumode álcool.
Constipação e obstrução intestinal
A constipação (prisão de ventre) representa um fator de risco para a obstrução (bloqueio) intestinal. Foram relatadas constipação e obstrução intestinal com o uso da quetiapina. Isto inclui relatos fatais em pacientes com alto risco de obstrução intestinal, incluindo aqueles que estavam recebendo múltiplas medicações concomitantes que reduzem a motilidade intestinal e/ou que podem não ter relatado sintomas de constipação.
Outros possíveis eventos
Outros possíveis eventos foram observados em ensaios clínicos com hemifumarato de quetiapina; porém, uma relação causal não foi estabelecida: agitação, ansiedade, faringite, prurido, dor abdominal, hipotensão postural, dor nas costas, febre, gastroenterite, hipertonia, espasmos, depressão, ambliopia, distúrbio da fala, hipotensão, corpo pesado, hipertensão, falta de coordenação, pensamentos anormais, ataxia, sinusite, sudorese, infecção do trato urinário, fadiga,
letargia, congestão nasal, artralgia, parestesia, tosse, hipersonia, congestão nasal, doença do refluxo gastroesofágico, dor nas extremidades, perturbações do equilíbrio, hipoestesia, parkinsonismo, anorexia, abscesso no dente, epistaxe, agressão, rigidez musculoesquelética, superdosagem acidental, acne, palidez, desconforto no estômago, dor de ouvido, parestesia e sede.
Experiência pós-comercialização
As seguintes reações adversas foram identificadas durante a comercialização de hemifumarato de quetiapina. Como estas reações são relatadas voluntariamente por população de tamanho incerto, não é sempre possível estimar com segurança a sua frequência ou estabelecer uma relação causal com a exposição ao medicamento.
As reações adversas relatadas desde a introdução no mercado, que foram temporalmente relacionados à terapia com quetiapina, incluem: reação anafilática, cardiomiopatia, reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos (HID), hiponatremia, miocardite, enurese noturna, pancreatite, amnésia retrógrada, rabdomiólise, síndrome de secreção inadequada de hormônio antidiurético (SIADH), síndrome de Stevens-Johnson (SSJ), e necrólise epidérmica tóxica (NET).
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Composição

Cada comprimido revestido de Mensyva contém:
hemifumarato de quetiapina.................................................................................................................................28,8 mg
(equivalente a 25 mg de quetiapina)
Excipientes: celulose microcristalina, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, amidoglicolato de sódio, lactose monoidratada, povidona, estearato de magnésio, álcool polivinílico, macrogol, talco, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho.

Especificações

Gênero:Unissex

Origem:Nacional

Título Marketplace:Mensyva 25mg 30 Comprimidos Revestidos

Descrição Marketplace:<P> <H2 style="DISPLAY: inline">Mensyva 25mg 30 Comprimidos Revestidos: Uso Oral - Hemifumarato de Quetiapina </H2> <P></P> <P>O <STRONG>Mensyva 25mg 30 Comprimidos Revestidos</STRONG> é um medicamento utilizado para auxiliar no tratamento de sintomas relacionados ao ciclo menstrual, conforme indicação médica.</P> <P> <H2 style="DISPLAY: inline">Para que serve o Mensyva? </H2> <P></P> <P>O Mensyva 25mg 30 Comprimidos Revestidos é indicado para o tratamento da esquizofrenia, como monoterapia ou adjuvante no tratamento dos episódios de mania associados ao transtorno afetivo bipolar, dos episódios de depressão associados ao transtorno afetivo bipolar, no tratamento de manutenção do transtorno afetivo bipolar I (<STRONG>episódios maníaco, misto ou depressivo</STRONG>) em combinação com os estabilizadores de humor lítio ou valproato, e como monoterapia no tratamento de manutenção no transtorno afetivo bipolar (<STRONG>episódios de mania, mistos e depressivos</STRONG>). Em adolescentes (<STRONG>13 a 17 anos de idade</STRONG>), este medicamento é indicado para o tratamento da esquizofrenia. Em crianças e adolescentes (<STRONG>10 a 17 anos de idade</STRONG>), este medicamento é indicado como monoterapia ou adjuvante no tratamento dos episódios de mania associados ao transtorno afetivo bipolar.</P> <P> <H2 style="DISPLAY: inline">Como o Mensyva funciona no organismo? </H2> <P></P> <P>O Mensyva pertence a um grupo de medicamentos chamados antipsicóticos, os quais melhoram os sintomas de alguns tipos de transtornos mentais como esquizofrenia e episódios de mania e de depressão associados ao transtorno afetivo bipolar. A eficácia antidepressiva foi tipicamente observada dentro de uma semana de tratamento.</P> <P> <H2 style="DISPLAY: inline">Como tomar o Mensyva? </H2> <P></P> <P><STRONG>Posologia:</STRONG> O Mensyva deve ser utilizado por via oral, com ou sem alimentos, sempre seguindo a orientação médica quanto à dose, horários e duração do tratamento. A quantidade utilizada varia conforme a condição tratada, a idade do paciente e a resposta de cada organismo ao medicamento. O comprimido deve ser ingerido inteiro, sem partir, abrir ou mastigar. O tratamento não deve ser interrompido por conta própria, pois a suspensão sem orientação médica pode comprometer o controle da condição para a qual o medicamento foi indicado.</P> <P> <H2 style="DISPLAY: inline">Quais são as reações adversas do Mensyva? </H2> <P></P> <P>Assim como outros medicamentos, o Mensyva (<STRONG>quetiapina</STRONG>) pode causar reações adversas, embora nem todos os pacientes apresentem esses efeitos. As reações podem variar conforme o organismo, a dose utilizada e o tempo de tratamento. Algumas são mais leves e podem ocorrer durante a adaptação ao medicamento, enquanto outras precisam de acompanhamento médico caso sejam intensas ou persistentes.</P> <P><STRONG>Reações mais comuns:</STRONG> As reações mais frequentes com o uso do Mensyva incluem boca seca, sonolência, tontura, ganho de peso, aumento do apetite, alterações nos níveis de colesterol e triglicérides, prisão de ventre, náuseas, vômitos, cansaço, dor de cabeça, palpitações, visão borrada, irritabilidade e alterações no sono. Também podem ocorrer alterações nos níveis de glicose, hormônios e células do sangue.</P> <P><STRONG>Reações mais raras:</STRONG> Em casos raros, podem ocorrer reações alérgicas, convulsões, desmaios, confusão, dificuldade para engolir, alterações nos movimentos, retenção urinária, inflamação no fígado, redução importante dos glóbulos brancos, ereção prolongada e dolorosa, além de reações graves como síndrome neuroléptica maligna, inflamação muscular intensa e reações alérgicas graves com dificuldade para respirar.</P> <P>O <STRONG>Mensyva 25mg</STRONG> é um medicamento à base de quetiapina, indicado para o tratamento de condições relacionadas à saúde mental, <STRONG>ajudando no controle de alterações de humor, pensamentos e comportamento</STRONG>.</P>

Composição:<P>Cada comprimido revestido de Mensyva contém:<BR>hemifumarato de quetiapina.................................................................................................................................28,8 mg<BR>(equivalente a 25 mg de quetiapina)<BR>Excipientes: celulose microcristalina, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, amidoglicolato de sódio, lactose monoidratada, povidona, estearato de magnésio, álcool polivinílico, macrogol, talco, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo e óxido de ferro vermelho.</P>

Indicação:<P>Em adultos, este medicamento é indicado para o tratamento da esquizofrenia, como monoterapia ou adjuvante no tratamento dos episódios de mania associados ao transtorno afetivo bipolar, dos episódios de depressão associados ao transtorno afetivo bipolar, no tratamento de manutenção do transtorno afetivo bipolar I (episódios maníaco, misto ou depressivo) em combinação com os estabilizadores de humor lítio ou valproato, e como monoterapia no tratamento de manutenção no transtorno afetivo bipolar (episódios de mania, mistos e depressivos).<BR>Em adolescentes (13 a 17 anos de idade), este medicamento é indicado para o tratamento da esquizofrenia.<BR>Em crianças e adolescentes (10 a 17 anos de idade), este medicamento é indicado como monoterapia ou adjuvante no tratamento dos episódios de mania associados ao transtorno afetivo bipolar.</P>

Classificação:Tarja vermelha

BloqueioVenda:Não

Tipo Modalidade:Controlados

Contraindicação:<P>Você não deve utilizar Mensyva se tiver alergia a hemifumarato de quetiapina ou a qualquer um dos componentes do medicamento.<BR>Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano. Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê.<BR>Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.</P>

Reações Adversas:<P>Podem ocorrer as seguintes reações adversas:<BR>Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): boca seca, sintomas de abstinência por descontinuação (isto é, que surgem após a retirada abrupta do medicamento, como por exemplo: insônia, náusea, cefaleia, diarreia, vômito, tontura e irritabilidade), elevações dos níveis de triglicérides séricos, elevações do colesterol total, diminuição de HDL colesterol, ganho de peso, tontura, sonolência, diminuição da contagem de uma proteína do sangue chamada hemoglobina e sintomas extrapiramidais.<BR>Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): leucopenia e neutropenia (redução do nível dos glóbulos brancos), taquicardia (batimento rápido do coração), palpitações, visão borrada, constipação (prisão de ventre), dispepsia (má digestão), vômito, astenia leve (fraqueza), edema periférico (inchaço nas extremidades), irritabilidade, pirexia (febre), elevações das alanina aminotransaminases séricas, aumento dos níveis de gama GT, aumento de eosinófilos (tipo de glóbulo branco), aumento da quantidade de açúcar (glicose), elevação da prolactina sérica, diminuição do hormônio tireoidiano T4 total, T4 livre e T3 total, aumento do hormônio tireoidiano TSH, disartria (dificuldade na fala), aumento do apetite, dispneia (falta de ar), hipotensão ortostática (queda da pressão arterial em pé), sonhos anormais e pesadelos.<BR>Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): bradicardia (frequência cardíaca diminuída), disfagia (dificuldade de deglutição), reações alérgicas, aumento dos níveis da aspartato aminotransferase sérica (AST) no sangue, diminuição da contagem de plaquetas, diminuição do hormônio tireoidiano T3 livre, convulsão, síndrome das pernas inquietas, discinesia tardia, síncope (desmaio), confusão, rinite e retenção urinária.<BR>Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): síndrome neuroléptica maligna (hipertermia [aumento da temperatura corporal], confusão mental, rigidez muscular, instabilidade autônoma [instabilidade da frequência respiratória, da função cardíaca e de outros sistemas involuntários] e alteração da função renal), hipotermia (diminuição da temperatura do corpo), hepatite (inflamação do fígado) com ou sem icterícia (sinal clínico caracterizado pela coloração amarelada de pele e mucosas), elevação dos níveis de creatinofosfoquinase no sangue, agranulocitose (ausência ou número insuficiente de glóbulos brancos, granulócitos, no sangue), sonambulismo e outros eventos relacionados, priapismo (ereção dolorosa e de longa duração), galactorreia (eliminação de leite pelas mamas) e obstrução intestinal.<BR>Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): reações anafiláticas (reações alérgicas graves incluindo muita dificuldade para respirar e queda abrupta, significativa da pressão arterial) e rabdomiólise (ruptura das fibras musculares e dor muscular).<BR>Desconhecidas: descontinuação neonatal (síndrome de abstinência) e reação ao medicamento com eosinofilia e sintomas sistêmicos (combinação de erupção cutânea generalizada [vermelhidão e/ou caroços e inchaço na pele], febre, anomalias no sangue [elevação das enzimas do fígado e aumento de um tipo de glóbulo branco que normalmente ocorre em reações alérgicas] e aumento dos gânglios linfáticos) e aparecimento rápido de áreas de vermelhidão na pele com pequenas pústulas (pequenas bolhas ou elevação da pele, contendo fluido turvo, branco, amarelado ou purulento, chamadas de pustulose exantemática generalizada aguda [PELA]), um tipo de erupção cutânea grave com manchas irregulares rosa avermelhadas que coçam (uma condição conhecida como eritema multiforme [EM]) e inflamação dos vasos sanguíneos (vasculite), geralmente acompanhada de vermelhidão na pele (erupção cutânea) com pequenas protuberâncias vermelhas ou roxas.<BR>Crianças e adolescentes (de 10 a 17 anos de idade)<BR>As mesmas reações adversas acima descritas para adultos devem ser consideradas para crianças e adolescentes.<BR>As reações adversas que ocorrem em maior frequência em crianças e adolescentes do que em adultos ou reações adversas que não foram identificadas em pacientes adultos são:<BR>Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): aumento do apetite, elevações da prolactina sérica, aumento na pressão arterial e vômito.<BR>Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): rinite e síncope.<BR>Raramente, o aumento dos níveis de prolactina no sangue pode ocasionar inchaço dos seios e produção inesperada de leite em meninos e meninas. Meninas podem não ter ciclos menstruais ou ter ciclos irregulares.<BR>Pancreatite<BR>Pancreatite foi relatada nos estudos clínicos e durante a experiência pós-comercialização, no entanto, não foi estabelecida uma relação causal. Entre os relatos pós-comercialização, muitos pacientes apresentaram fatores conhecidos por estarem associados à pancreatite, tais como aumento dos triglicérides, cálculos biliares e o consumode álcool.<BR>Constipação e obstrução intestinal<BR>A constipação (prisão de ventre) representa um fator de risco para a obstrução (bloqueio) intestinal. Foram relatadas constipação e obstrução intestinal com o uso da quetiapina. Isto inclui relatos fatais em pacientes com alto risco de obstrução intestinal, incluindo aqueles que estavam recebendo múltiplas medicações concomitantes que reduzem a motilidade intestinal e/ou que podem não ter relatado sintomas de constipação.<BR>Outros possíveis eventos<BR>Outros possíveis eventos foram observados em ensaios clínicos com hemifumarato de quetiapina; porém, uma relação causal não foi estabelecida: agitação, ansiedade, faringite, prurido, dor abdominal, hipotensão postural, dor nas costas, febre, gastroenterite, hipertonia, espasmos, depressão, ambliopia, distúrbio da fala, hipotensão, corpo pesado, hipertensão, falta de coordenação, pensamentos anormais, ataxia, sinusite, sudorese, infecção do trato urinário, fadiga,<BR>letargia, congestão nasal, artralgia, parestesia, tosse, hipersonia, congestão nasal, doença do refluxo gastroesofágico, dor nas extremidades, perturbações do equilíbrio, hipoestesia, parkinsonismo, anorexia, abscesso no dente, epistaxe, agressão, rigidez musculoesquelética, superdosagem acidental, acne, palidez, desconforto no estômago, dor de ouvido, parestesia e sede.<BR>Experiência pós-comercialização<BR>As seguintes reações adversas foram identificadas durante a comercialização de hemifumarato de quetiapina. Como estas reações são relatadas voluntariamente por população de tamanho incerto, não é sempre possível estimar com segurança a sua frequência ou estabelecer uma relação causal com a exposição ao medicamento.<BR>As reações adversas relatadas desde a introdução no mercado, que foram temporalmente relacionados à terapia com quetiapina, incluem: reação anafilática, cardiomiopatia, reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos (HID), hiponatremia, miocardite, enurese noturna, pancreatite, amnésia retrógrada, rabdomiólise, síndrome de secreção inadequada de hormônio antidiurético (SIADH), síndrome de Stevens-Johnson (SSJ), e necrólise epidérmica tóxica (NET).<BR>Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.</P>

Como Usar:<P>Modo de usar<BR>Mensyva deve ser administrado por via oral, com ou sem alimentos.<BR>Esquizofrenia, episódios de mania associados ao transtorno afetivo bipolar<BR>Mensyva deve ser administrado duas vezes ao dia, por via oral, com ou sem alimentos. No entanto, para crianças e adolescentes, Mensyva pode ser administrado três vezes ao dia, dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de<BR>cada paciente.<BR>Manutenção do transtorno afetivo bipolar I em combinação com os estabilizadores de humor lítio ou valproato<BR>Mensyva deve ser administrado duas vezes ao dia, por via oral, com ou sem alimentos.<BR>Episódios de depressão associados ao transtorno afetivo bipolar<BR>Mensyva deve ser administrado à noite, em dose única diária, por via oral, com ou sem alimentos.<BR>Posologia<BR>Esquizofrenia<BR>Adolescentes (13 a 17 anos de idade)<BR>A dose total diária para os cinco dias iniciais do tratamento é de 50 mg (dia 1), 100 mg (dia 2), 200 mg (dia 3), 300 mg (dia 4) e 400 mg (dia 5). Após o 5º dia de tratamento, a dose deve ser ajustada até atingir a faixa de dose considerada eficaz de 400 a 800 mg/dia, dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de cada paciente. Ajustes de dose devem ser em incrementos não maiores que 100 mg/dia.<BR>A segurança e eficácia de Mensyva não foram estabelecidas em crianças com idade inferior a 13 anos de idade com esquizofrenia.<BR>Adultos<BR>A dose total diária para os quatro dias iniciais do tratamento é de 50 mg (dia 1), 100 mg (dia 2), 200 mg (dia 3) e 300 mg (dia 4). Após o 4º dia de tratamento, a dose deve ser ajustada até atingir a faixa considerada eficaz de 300 a 450 mg/dia. Entretanto, dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de cada paciente, a dose pode ser ajustada na faixa de dose de 150 a 750 mg/dia.<BR>Episódios de mania associados ao transtorno afetivo bipolar<BR>Crianças e adolescentes (10 a 17 anos de idade)<BR>A dose total diária para os cinco dias iniciais do tratamento é de 50 mg (dia 1), 100 mg (dia 2), 200 mg (dia 3), 300 mg (dia 4) e 400 mg (dia 5). Após o 5º dia de tratamento, a dose deve ser ajustada até atingir a faixa de dose considerada eficaz de 400 a 600 mg/dia dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de cada paciente. Ajustes de dose podem ser em incrementos não maiores que 100 mg/dia.<BR>A segurança e eficácia de hemifumarato de quetiapina não foram estabelecidas em crianças com idade inferior a 10 anos de idade com mania bipolar.<BR>Adultos<BR>A dose total diária para os quatro primeiros dias do tratamento é de 100 mg (dia 1), 200 mg (dia 2), 300 mg (dia 3) e 400 mg (dia 4). Outros ajustes de dose de até 800 mg/dia no 6° dia não devem ser maiores que 200 mg/dia. A dose pode ser ajustada dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de cada paciente, dentro do intervalo de dose de 200 a 800 mg/dia. A dose usual efetiva está na faixa de dose de 400 a 800 mg/dia.<BR>Episódios de depressão associados ao transtorno afetivo bipolar<BR>A dose deve ser titulada como descrito a seguir: 50 mg (dia 1), 100 mg (dia 2), 200 mg (dia 3) e 300 mg (dia 4).<BR>Mensyva pode ser titulado até 400 mg no dia 5 e até 600 mg no dia 8. A eficácia antidepressiva foi demonstrada com hemifumarato de quetiapina com 300 mg e 600 mg. Entretanto, benefícios adicionais não foram observados no grupo 600 mg durante tratamento de curto prazo (ver item “8. Quais os males que este medicamento pode me causar?”).<BR>Manutenção do transtorno afetivo bipolar I em combinação com os estabilizadores de humor lítio ou valproato<BR>Os pacientes que responderam ao hemifumarato de quetiapina na terapia combinada a um estabilizador de humor (lítio ou valproato) para o tratamento agudo de transtorno bipolar devem continuar com a terapia de hemifumarato de quetiapina na mesma dose.<BR>A dose pode ser ajustada dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade individual de cada paciente. A eficácia foi demonstrada com hemifumarato de quetiapina (administrado duas vezes ao dia totalizando 400 a 800 mg/dia) como terapia de combinação a estabilizador de humor (lítio ou valproato).<BR>Manutenção no transtorno bipolar em monoterapia<BR>Pacientes que respondem a Mensyva para tratamento agudo de transtorno bipolar devem continuar o tratamento na mesma dose, sendo que esta pode ser reajustada dependendo da resposta clínica e tolerabilidade individual de cada paciente, entre a faixa de 300 mg a 800 mg/dia. Mensyva deve ser utilizado continuamente até que o médico defina quando deve ser interrompido o uso deste medicamento.<BR>Crianças e adolescentes: a segurança e a eficácia de hemifumarato de quetiapina não foram avaliadas em crianças e adolescentes com depressão bipolar e no tratamento de manutenção do transtorno bipolar.<BR>Insuficiência hepática: a quetiapina é extensivamente metabolizada pelo fígado. Portanto, Mensyva deve ser usado com cautela em pacientes com insuficiência hepática conhecida, especialmente durante o período inicial. Pacientes com insuficiência hepática devem iniciar o tratamento com 25 mg/dia. A dose pode ser aumentada em incrementos de 25 a 50 mg até atingir a dose eficaz, dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de cada paciente.<BR>Insuficiência renal: não é necessário ajuste de dose.<BR>Idosos: assim como com outros antipsicóticos, Mensyva deve ser usado com cautela em pacientes idosos, especialmente durante o período inicial. Pode ser necessário ajustar a dose de Mensyva lentamente e a dose terapêutica diária pode ser menor do que a usada por pacientes jovens, dependendo da resposta clínica e da tolerabilidade de cada paciente. A depuração plasmática média de quetiapina foi reduzida de 30% a 50% em pacientes idosos quando comparada com pacientes jovens. O tratamento deve ser iniciado com 25 mg/dia de Mensyva, aumentando a dose diariamente em incrementos de 25 a 50 mg até atingir a dose eficaz, que provavelmente será menor que a dose para pacientes mais jovens.<BR>Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.<BR>Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.</P>

Classe do Medicamento:Antipsicóticos

Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Com retenção de receita. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula. Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico.

Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/Mensyva_26fb36e7-fd1a-4ee0-a6fc-f95ca762ef77.pdf

Quantidade:30 Comprimidos

Fases da Vida:Para adultos

Parte do Corpo:Para o sistema nervoso

Princípio Ativo:Hemifumarato De Quetiapina

Doenças e Complicações:Para esquizofrenia

Forma de Administração:Uso oral

Apresentação:Comprimido

Prescrição Médica:Sim

Tipo de Medicamento:Similar Equivalente

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