Você não deve usar este medicamento se for hipersensível a aripiprazol (substância ativa deste medicamento) ou a qualquer um dos seus excipientes. As reações podem variar de prurido/urticária à anafilaxia.
Aripiprazol 10mg é um antipsicótico que atua em neurotransmissores do cérebro, como dopamina e serotonina. Entenda para que serve, indicações, modo de uso, efeitos colaterais e cuidados.Ver mais
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Descrição do Produto
O Aripiprazol 10mg Biosintética 30 Comprimidos é um medicamento antipsicótico usado principalmente para tratar esquizofrenia e transtorno bipolar tipo I. Ele ajuda a controlar sintomas relacionados a essas condições e contribui para manter o equilíbrio da atividade de alguns neurotransmissores no cérebro. O uso do aripiprazol deve ser feito conforme a orientação de um médico, que definirá a dose e o tempo de tratamento adequados para cada pessoa.
O Aripiprazol 10mg atua no sistema nervoso central, ajudando a equilibrar a ação de alguns neurotransmissores no cérebro. Dessa forma, contribui para o controle dos sintomas da esquizofrenia e do transtorno bipolar. Seu efeito ocorre principalmente pela ação do próprio aripiprazol e, em menor proporção, pelo seu metabólito ativo, chamado dehidro-aripiprazol.
Importante: O Aripiprazol 10mg é um medicamento de venda sob prescrição médica com retenção de receita e deve ser utilizado somente conforme orientação de um profissional de saúde. Antes de usar, leia a bula.
- Esquizofrenia: A dose recomendada pode ser de 10 mg ou 15 mg uma vez ao dia.
- Transtorno bipolar tipo I: A dose recomendada geralmente é de 15 mg uma vez ao dia, podendo ser ajustada pelo médico conforme a resposta ao tratamento.
Atenção: Não aumente, reduza ou interrompa o tratamento por conta própria.
Reações mais comuns:
- Reações mais comuns
- Náusea e vômito.
- Constipação.
- Dor de cabeça.
- Insônia.
- Ansiedade.
- Agitação e inquietação.
- Acatisia, caracterizada por sensação de inquietação interna e dificuldade de ficar parado.
- Sonolência e sedação.
- Tremor.
- Fadiga ou cansaço.
- Irritação na pele.
- Alterações nos movimentos.
- Alterações no peso, incluindo perda ou ganho de peso.
- Alterações nos níveis de colesterol e triglicerídeos.
A sonolência pode ocorrer durante o tratamento, mas não acontece com todas as pessoas. O aripiprazol também pode causar tontura, insônia ou sensação de inquietação. Por isso, é importante observar como o organismo reage ao medicamento, principalmente no início do tratamento.
A inquietação e a acatisia, caracterizada por uma necessidade intensa de se movimentar, podem ocorrer durante o tratamento e algumas vezes podem ser confundidas com ansiedade. Caso esses sintomas sejam intensos ou persistentes, é importante comunicar o médico.
Não é recomendado interromper o tratamento por conta própria. Mesmo com melhora dos sintomas, a suspensão inadequada pode comprometer o controle da condição tratada. Qualquer alteração na dose ou interrupção deve ser avaliada pelo médico responsável.
Não. O aripiprazol é classificado como antipsicótico, embora possa ser utilizado em algumas situações como tratamento complementar associado a antidepressivos, conforme indicação médica. Sua ação está relacionada principalmente à modulação dos sistemas de dopamina e serotonina.
Sim. O Aripiprazol 10mg é um medicamento controlado, a prescrição permite que o médico avalie a indicação, a dose adequada, possíveis interações medicamentosas e a segurança do tratamento para cada paciente.
O Aripiprazol 10mg é um medicamento antipsicótico indicado para o tratamento da esquizofrenia e do transtorno bipolar tipo I, podendo ser utilizado sozinho ou como terapia complementar, conforme a indicação médica. Seu uso deve seguir a prescrição e o acompanhamento de um profissional de saúde. Ao buscar o medicamento em farmácias de confiança, como a Drogal, você garante mais segurança e qualidade.
Contraindicação
Você não deve usar este medicamento se for hipersensível a aripiprazol (substância ativa deste medicamento) ou a qualquer um dos seus excipientes. As reações podem variar de prurido/urticária à anafilaxia.
Instruções de Uso
Aripiprazol deve ser utilizado exclusivamente por via oral.
Esquizofrenia: a dose de início e a dose-alvo recomendada para aripiprazol é de 10 mg/dia ou 15 mg/dia uma vez ao dia, independentemente das refeições. Em geral, os aumentos na dosagem não devem ser feitos antes de duas semanas, o tempo necessário para se atingir o estado de equilíbrio.
Tratamento de manutenção: seu médico deverá lhe reavaliar periodicamente, para determinar a necessidade de continuar com o tratamento de manutenção. - Troca de outros antipsicóticos: a descontinuação imediata do tratamento antipsicótico anterior pode ser aceitável para alguns pacientes com esquizofrenia, a descontinuação gradual pode ser mais adequada para os demais pacientes. Em todos os casos, a forma de retirada deve ser avaliada individualmente pelo médico.
Transtorno bipolar: a dose de início e a dose-alvo recomendada é de 15 mg uma vez ao dia como monoterapia ou como terapia adjuntiva com lítio ou valproato. A dose pode ser elevada para 30 mg/dia com base na resposta clínica. A segurança das doses superiores a 30 mg/dia não foi avaliada em estudos clínicos.
Tratamento de manutenção: seu médico deverá lhe reavaliar periodicamente para determinar a necessidade de continuar com o tratamento de manutenção.
Ajuste da dosagem: ajustes da dosagem em adultos não são habitualmente indicados de acordo com a idade, o sexo, a etnia ou o estado da insuficiência renal ou hepática.
Seu médico poderá ajustar a dose de aripiprazol se você estiver utilizando concomitantemente outros medicamentos que alterem a concentração de aripiprazol no seu organismo ou caso ele identifique a necessidade de ajuste de dose devido a outros fatores relacionados ao seu metabolismo.
Atenção: não há estudos sobre os efeitos dos comprimidos de aripiprazol administrados por vias não recomendadas. Dessa forma, para a segurança e eficácia da apresentação, a administração deve ser feita apenas por via oral.
Os comprimidos de aripiprazol podem ser partidos. As partes não utilizadas dos comprimidos deves ser
guardadas na embalagem original.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações Adversa
As reações adversas, listadas a seguir, foram consideradas possivelmente associadas ao uso de aripiprazol durante
os estudos realizados com o medicamento.
As frequências da ocorrência das reações adversas fornecem uma estimativa à incidência com que elas possam
ocorrer e representam a proporção de pacientes do estudo que apresentaram o evento adverso no mínimo uma vez.
As reações adversas mais comuns em pacientes adultos (= 10%) foram náusea, vômito, constipação, cefaleia, acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de inquietude interna, irritabilidade, desassossego ou incapacidade de ficar parado), ansiedade, insônia, inquietação, redução dos níveis de HDL, redução de peso, aumento > 7% do peso corpóreo, agitação, irritações de pele, eventos extrapiramidais, sonolência, sedação, tremor e fadiga.
Os eventos adversos presentes na literatura e suas frequências estão descritos a seguir:
Muito comuns: ocorreram em = 10% dos pacientes;
Comuns (frequentes): ocorreram em = 1% e < 10% dos pacientes;
Incomuns (infrequentes): ocorreram em = 0,1% e < 1% dos pacientes;
Raros: ocorreram em = 0,01% e < 0,1% dos pacientes.
Cardiovasculares: angina pectoris: 0,1% – 1%; bloqueio atrioventricular: 0,1% – 1%; bradiarritmia: <0,1%; parada cardiorrespiratória: 0,1% – 1%; insuficiência cardiorrespiratória: 0,1% – 1%; infarto do miocárdio: 0,1% – 1%; hipotensão ortostática: 0,2% - 4%; prolongamento do intervalo QT: 0,1% – 1%; taquicardia: <2%.
Dermatológicos: rash cutâneo: <2%; irritação de pele: 12,4%.
Endócrinos: redução dos níveis de HDL: 3,7% - 13,5%; redução dos níveis de prolactina: < 0,1%; diabetes: 0,1% – 1% (incluindo aumento da insulina no sangue, diminuição da tolerância a carboidratos, diabetes mellitus não dependente de insulina, tolerância à glicose diminuída e glicosúria); cetoacidose diabética: < 0,1%; hiperglicemia: 0,8% – 8%; hiponatremia: 0,1% – 1%; aumento dos níveis de prolactina: 0,1% – 1%; aumento dos níveis de LDL: 2,2% - 9,6%; aumento dos níveis de colesterol sérico: 1,1% - 3,6%; aumento dos níveis de triglicerídeos séricos: 1% - 9,7%; redução de peso: 4% - 15,4%; aumento de > 7% do peso corpóreo: 2,5% - 21,5%.
Gastrintestinais: desconforto abdominal: 2% - 3%; constipação: 5% - 11%; diarreia: 3%; salivação excessiva: 3,1% - 8,1%; aumento de apetite: 3% - 7%; indigestão: 9%; náusea: 8% - 15%; dor de dente: 4%; vômitos: 3% - 11%; xerostomia: 2% - 5%.
Hematológicos: leucopenia: < 1%; neutropenia: < 1%; trombocitopenia: > 1%.
Hepáticos: doença hepática induzida por drogas: < 1%.
Imunológicos: reação de hipersensibilidade: > 0,1%.
Musculoesqueléticos: artralgia: 2% - 4%; dores nas costas: 4%; rigidez muscular: 4%; dores musculoesqueléticas: 3%; mialgia: 2% - 3%; dores nos membros: 4%; rabdomiólise: > 0,1%; espasmos: 2%; trismo: 0,1% - 1%.
Neurológicos: acatisia: 2% - 25%; confusão: 4% - 10%; distonia: 2% - 4,8%; eventos extrapiramidais: 2% - 27,3%; cefaleia: 10% - 27%; insônia: 8% - 18%; sedação: 3% - 21%; convulsões: > 0,3%; sonolência: 6% - 26,3%; tremor: 2% - 11,8%.
Oftálmicos: visão embaçada: 3% - 8%; crise oculógira: 0,1% - 1%.
Psiquiátricos: agitação: 19%; ansiedade: 4% - 17%; inquietação: 2% - 12%; sensação de nervosismo: 3%.
Reprodutivos: ejaculação tardia: 0,1% - 1%.
Respiratórios: tosse: 3%; congestão nasal: 2%; nasofaringite: 9%; dor de garganta: 3%; infecções respiratórias superiores: 4% - 6%.
Outros: angioedema: 0,1% - 1%; fadiga: 2% - 17%; dor: 3%.
Outros eventos com incidência desconhecida: taquicardia supraventricular paroxística; torsades de pointes; erupção medicamentosa acneiforme; galactorreia; hiperprolactinemia; síndrome metabólica; síndrome de secreção inadequada de hormônio antidiurético; desmotilidade e aspiração esofágica; pancreatite; agranulocitose; acidente vascular cerebral (AVC); discinesia tardia; acidente isquêmico transitório; aumento do risco de suicídio; comportamentos compulsivos; impulsividade; comportamentos suicidas; soluço; pneumonite de hipersensibilidade crônica; morte; aumento da temperatura corporal; síndrome neuroléptica maligna (SNM); prolongamento do intervalo QT; dispepsia; desconforto estomacal; vertigem; distonia, contrações anormais prolongadas de conjuntos de músculos.
Reações adversas observadas durante a avaliação pré-comercialização de aripiprazol
Os eventos são, ainda, categorizados pela classe de sistemas de órgãos e listados em frequência decrescente de acordo com as definições abaixo:
Comuns (frequentes): ocorreram em = 1/100 e < 1/10 dos pacientes (apenas aqueles ainda não listados nos resultados tabelados de estudos controlados por placebo aparecem nessa relação);
Incomuns (infrequentes): ocorreram em = 1/1000 e < 1/100 dos pacientes;
Raros: ocorreram em = 1/10000 e < 1/1000 dos pacientes.
Distúrbios cardíacos: incomuns – palpitações, extrassístoles, taquicardia sinusal, fibrilação atrial e isquemia miocárdica. Raros – flutter atrial, taquicardia supraventricular e taquicardia ventricular.
Distúrbios oculares: incomuns – fotofobia, diplopia, edema na pálpebra e fotopsia.
Distúrbios gastrintestinais: incomuns – doença do refluxo gastroesofágico, edema de língua e esofagite. Raro – pancreatite.
Distúrbios gerais e condições no local de administração: comuns – astenia, edema periférico, dor no peito, pirexia e irritabilidade. Incomuns – edema facial, angioedema e sede. Raro – hipotermia.
Distúrbios hepatobiliares: raros – hepatite e icterícia.
Lesões, intoxicação e complicações do procedimento: comum – queda. Incomum – automutilação. Raro – insolação.
Investigações: comum – creatinofosfoquinase elevada. Incomuns – enzima hepática elevada, ureia sérica elevada, creatinina sérica elevada e bilirrubina sérica elevada. Raros – lactato desidrogenase sérico elevada e gamaglutamiltransferase elevada.
Distúrbios metabólicos e nutricionais: comuns – anorexia, hipocalemia, hiponatremia e polidipsia. Raro – cetoacidose diabética.
Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: incomuns - fraqueza muscular, compressão muscular e mobilidade reduzida.
Distúrbios do sistema nervoso: comuns – coordenação anormal e discinesia. Incomuns – distúrbio na fala, parkinsonismo, comprometimento da memória, rigidez de roda dentada, acidente vascular cerebral, hipocinesia, discinesia tardia, hipotonia, mioclonia, hipertonia, acinesia e bradicinesia. Raros – convulsão de grande mal e
coreoatetose.
Transtornos psiquiátricos: comum – ideação suicida. Incomuns – agressividade, perda da libido, tentativa de suicídio, hostilidade, libido elevada, raiva, anorgasmia, delírios, automutilação intencional, suicídio concluído, tique e ideação homicida. Raros – catatonia e sonambulismo.
Distúrbios renais e urinários: incomuns – retenção urinária, poliúria e noctúria.
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: incomuns – menstruação irregular, disfunção erétil, amenorreia e dor nas mamas. Raros – ginecomastia e priapismo.
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: comuns – congestão nasal, dispneia e pneumonia por aspiração.
Distúrbios cutâneos e subcutâneos: comum – hiperidrose. Incomuns – prurido, reação fotossensível, alopecia e urticária.
Distúrbios vasculares: comum – hipertensão.
Experiência pós-comercialização
As reações adversas a seguir foram identificadas durante o uso após a aprovação de aripiprazol. Em razão de essas reações serem relatadas voluntariamente por uma população de tamanho indeterminado, nem sempre é possível estabelecer uma relação causal com a exposição à droga: ocorrências raras de reação alérgica (reação anafilática, angioedema, laringoespasmo, prurido/urticária ou espasmo orofaríngeo), gripe, crise oculogírica (movimentos involuntários dos olhos), dor testicular, depressão, dor esofágica, aumento do apetite, tendinite, arrepios, perturbação afetiva, mal-estar, doença de Parkinson, leucocitose (aumento da contagem de leucócitos no sangue), disgeusia (alteração do paladar), eructação (arrotos), irritação na garganta, comportamento anormal, tromboembolismo venoso, oscilação da glicose sérica e comportamentos compulsivos (relacionados a jogos, alimentação, compras e sexo). Estes comportamentos são raros e cessaram com a redução da dose ou interrupção do tratamento com o medicamento.
Pacientes e cuidadores devem comunicar ao médico prescritor ao identificar comportamento compulsivo em pacientes em tratamento com aripiprazol. O medicamento não deve ser descontinuado sem a ciência do médico.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Composição
Cada comprimido contém:
aripiprazol ...........................................................................................................…….................................... 10 mg.
Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, amido, hiprolose, estearato de magnésio e óxido de
ferro vermelho.
Cada comprimido contém:
aripiprazol ...........................................................................................................…….................................... 15 mg.
Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, amido, hiprolose, estearato de magnésio e óxido de
ferro amarelo.
Especificações
Gênero:Feminino
Origem:Nacional
Título Marketplace:Aripiprazol 10mg Biosintética 30 Comprimidos
Descrição Marketplace:<H2 style="DISPLAY: inline">O que é e para que serve o Aripiprazol 10mg 30 Comprimidos?</H2> <P>O Aripiprazol 10mg <STRONG>Biosintetica</STRONG> 30 Comprimidos é um medicamento<STRONG> antipsicótico</STRONG> <STRONG>controlado </STRONG>usado principalmente para tratar esquizofrenia e transtorno bipolar tipo I. Ele ajuda a controlar sintomas relacionados a essas condições e contribui para manter o equilíbrio da atividade de alguns neurotransmissores no cérebro. O uso do aripiprazol deve ser feito conforme a orientação de um médico, que definirá a dose e o tempo de tratamento adequados para cada pessoa.</P> <H2 style="DISPLAY: inline">Como o Aripiprazol 10mg funciona?</H2> <P>O Aripiprazol 10mg atua no sistema nervoso central, ajudando a equilibrar a ação de alguns neurotransmissores no cérebro. Dessa forma, contribui para o controle dos sintomas da esquizofrenia e do transtorno bipolar. Seu efeito ocorre principalmente pela ação do próprio aripiprazol e, em menor proporção, pelo seu metabólito ativo, chamado dehidro-aripiprazol.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">Como usar o Aripiprazol 10mg?</H3> <P><STRONG>Esquizofrenia:</STRONG> A dose recomendada pode ser de 10 mg ou 15 mg uma vez ao dia.<BR><STRONG>Transtorno bipolar tipo I:</STRONG> A dose recomendada geralmente é de 15 mg uma vez ao dia, podendo ser ajustada pelo médico conforme a resposta ao tratamento.<BR><STRONG>Atenção:</STRONG> Não aumente, reduza ou interrompa o tratamento por conta própria.<BR><STRONG><BR>Importante:</STRONG> O Aripiprazol 10mg é um medicamento de venda <STRONG>sob prescrição</STRONG> médica <STRONG>com retenção de receita</STRONG> e deve ser utilizado somente conforme orientação de um profissional de saúde. Antes de usar, leia a bula.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">Quem não deve usar o Aripiprazol 10mg?<BR></H3><BR>Pessoas com alergia ou hipersensibilidade ao aripiprazol ou a qualquer componente da fórmula não devem utilizar o medicamento.<BR><BR> <H3 style="DISPLAY: inline">Quais são as reações adversas do Aripiprazol 10mg?</H3> <P><STRONG>Reações mais comuns:</STRONG><BR>- Reações mais comuns<BR>- Náusea e vômito.<BR>- Constipação.<BR>- Dor de cabeça.<BR>- Insônia.<BR>- Ansiedade.<BR>- Agitação e inquietação.<BR>- Acatisia, caracterizada por sensação de inquietação interna e dificuldade de ficar parado.<BR>- Sonolência e sedação.<BR>- Tremor.<BR>- Fadiga ou cansaço.<BR>- Irritação na pele.<BR>- Alterações nos movimentos.<BR>- Alterações no peso, incluindo perda ou ganho de peso.<BR>- Alterações nos níveis de colesterol e triglicerídeos.</P> <P><STRONG>Reações incomuns:</STRONG><BR>- Tontura e visão embaçada.<BR>- Confusão.<BR>- Distonia, que pode causar contrações musculares involuntárias.<BR>- Palpitações e alterações nos batimentos cardíacos.<BR>- Hipotensão, especialmente ao se levantar.<BR>- Diarreia e desconforto abdominal.<BR>- Aumento ou redução do apetite.<BR>- Alterações nos níveis de glicose no sangue.<BR>- Alterações hormonais, incluindo mudanças na prolactina.<BR>- Rigidez ou fraqueza muscular.<BR>- Queda de cabelo, coceira ou urticária.<BR>- Alterações urinárias.<BR>- Alterações menstruais ou sexuais.<BR><BR>O <STRONG>Aripiprazol</STRONG> 10mg é um medicamento antipsicótico indicado para o tratamento da esquizofrenia e do transtorno bipolar tipo I, podendo ser utilizado sozinho ou como terapia complementar, conforme a indicação médica. Seu uso deve seguir a prescrição e o acompanhamento de um profissional de saúde.</P>
Composição:<P>Cada comprimido contém: <BR>aripiprazol ...........................................................................................................…….................................... 10 mg. <BR>Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, amido, hiprolose, estearato de magnésio e óxido de <BR>ferro vermelho. <BR>Cada comprimido contém: <BR>aripiprazol ...........................................................................................................…….................................... 15 mg. <BR>Excipientes: celulose microcristalina, lactose monoidratada, amido, hiprolose, estearato de magnésio e óxido de <BR>ferro amarelo.</P>
Indicação:<P>Este medicamento está indicado para o tratamento de esquizofrenia. <BR>Transtorno bipolar - Monoterapia <BR>Este medicamento está indicado para o tratamento agudo e de manutenção de episódios de mania e mistos associados ao transtorno bipolar do tipo I. - Terapia adjuntiva (terapia complementar à terapia principal) <BR>Este medicamento está indicado como terapia complementar à terapia com lítio ou valproato para o tratamento agudo de episódios de mania ou mistos associados ao transtorno bipolar do tipo I.</P>
Classificação:Tarja vermelha
BloqueioVenda:Não
Tipo Modalidade:Controlados
Contraindicação:<P>Você não deve usar este medicamento se for hipersensível a aripiprazol (substância ativa deste medicamento) ou a qualquer um dos seus excipientes. As reações podem variar de prurido/urticária à anafilaxia.</P>
Reações Adversas:<P>As reações adversas, listadas a seguir, foram consideradas possivelmente associadas ao uso de aripiprazol durante <BR>os estudos realizados com o medicamento. <BR>As frequências da ocorrência das reações adversas fornecem uma estimativa à incidência com que elas possam <BR>ocorrer e representam a proporção de pacientes do estudo que apresentaram o evento adverso no mínimo uma vez. <BR>As reações adversas mais comuns em pacientes adultos (= 10%) foram náusea, vômito, constipação, cefaleia, acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de inquietude interna, irritabilidade, desassossego ou incapacidade de ficar parado), ansiedade, insônia, inquietação, redução dos níveis de HDL, redução de peso, aumento > 7% do peso corpóreo, agitação, irritações de pele, eventos extrapiramidais, sonolência, sedação, tremor e fadiga. <BR>Os eventos adversos presentes na literatura e suas frequências estão descritos a seguir: <BR>Muito comuns: ocorreram em = 10% dos pacientes; <BR>Comuns (frequentes): ocorreram em = 1% e < 10% dos pacientes; <BR>Incomuns (infrequentes): ocorreram em = 0,1% e < 1% dos pacientes; <BR>Raros: ocorreram em = 0,01% e < 0,1% dos pacientes. <BR>Cardiovasculares: angina pectoris: 0,1% – 1%; bloqueio atrioventricular: 0,1% – 1%; bradiarritmia: <0,1%; parada cardiorrespiratória: 0,1% – 1%; insuficiência cardiorrespiratória: 0,1% – 1%; infarto do miocárdio: 0,1% – 1%; hipotensão ortostática: 0,2% - 4%; prolongamento do intervalo QT: 0,1% – 1%; taquicardia: <2%. <BR>Dermatológicos: rash cutâneo: <2%; irritação de pele: 12,4%. <BR>Endócrinos: redução dos níveis de HDL: 3,7% - 13,5%; redução dos níveis de prolactina: < 0,1%; diabetes: 0,1% – 1% (incluindo aumento da insulina no sangue, diminuição da tolerância a carboidratos, diabetes mellitus não dependente de insulina, tolerância à glicose diminuída e glicosúria); cetoacidose diabética: < 0,1%; hiperglicemia: 0,8% – 8%; hiponatremia: 0,1% – 1%; aumento dos níveis de prolactina: 0,1% – 1%; aumento dos níveis de LDL: 2,2% - 9,6%; aumento dos níveis de colesterol sérico: 1,1% - 3,6%; aumento dos níveis de triglicerídeos séricos: 1% - 9,7%; redução de peso: 4% - 15,4%; aumento de > 7% do peso corpóreo: 2,5% - 21,5%. <BR>Gastrintestinais: desconforto abdominal: 2% - 3%; constipação: 5% - 11%; diarreia: 3%; salivação excessiva: 3,1% - 8,1%; aumento de apetite: 3% - 7%; indigestão: 9%; náusea: 8% - 15%; dor de dente: 4%; vômitos: 3% - 11%; xerostomia: 2% - 5%. <BR>Hematológicos: leucopenia: < 1%; neutropenia: < 1%; trombocitopenia: > 1%. <BR>Hepáticos: doença hepática induzida por drogas: < 1%. <BR>Imunológicos: reação de hipersensibilidade: > 0,1%. <BR>Musculoesqueléticos: artralgia: 2% - 4%; dores nas costas: 4%; rigidez muscular: 4%; dores musculoesqueléticas: 3%; mialgia: 2% - 3%; dores nos membros: 4%; rabdomiólise: > 0,1%; espasmos: 2%; trismo: 0,1% - 1%. <BR>Neurológicos: acatisia: 2% - 25%; confusão: 4% - 10%; distonia: 2% - 4,8%; eventos extrapiramidais: 2% - 27,3%; cefaleia: 10% - 27%; insônia: 8% - 18%; sedação: 3% - 21%; convulsões: > 0,3%; sonolência: 6% - 26,3%; tremor: 2% - 11,8%. <BR>Oftálmicos: visão embaçada: 3% - 8%; crise oculógira: 0,1% - 1%.<BR>Psiquiátricos: agitação: 19%; ansiedade: 4% - 17%; inquietação: 2% - 12%; sensação de nervosismo: 3%. <BR>Reprodutivos: ejaculação tardia: 0,1% - 1%. <BR>Respiratórios: tosse: 3%; congestão nasal: 2%; nasofaringite: 9%; dor de garganta: 3%; infecções respiratórias superiores: 4% - 6%. <BR>Outros: angioedema: 0,1% - 1%; fadiga: 2% - 17%; dor: 3%. <BR>Outros eventos com incidência desconhecida: taquicardia supraventricular paroxística; torsades de pointes; erupção medicamentosa acneiforme; galactorreia; hiperprolactinemia; síndrome metabólica; síndrome de secreção inadequada de hormônio antidiurético; desmotilidade e aspiração esofágica; pancreatite; agranulocitose; acidente vascular cerebral (AVC); discinesia tardia; acidente isquêmico transitório; aumento do risco de suicídio; comportamentos compulsivos; impulsividade; comportamentos suicidas; soluço; pneumonite de hipersensibilidade crônica; morte; aumento da temperatura corporal; síndrome neuroléptica maligna (SNM); prolongamento do intervalo QT; dispepsia; desconforto estomacal; vertigem; distonia, contrações anormais prolongadas de conjuntos de músculos. <BR>Reações adversas observadas durante a avaliação pré-comercialização de aripiprazol <BR>Os eventos são, ainda, categorizados pela classe de sistemas de órgãos e listados em frequência decrescente de acordo com as definições abaixo: <BR>Comuns (frequentes): ocorreram em = 1/100 e < 1/10 dos pacientes (apenas aqueles ainda não listados nos resultados tabelados de estudos controlados por placebo aparecem nessa relação); <BR>Incomuns (infrequentes): ocorreram em = 1/1000 e < 1/100 dos pacientes; <BR>Raros: ocorreram em = 1/10000 e < 1/1000 dos pacientes. <BR>Distúrbios cardíacos: incomuns – palpitações, extrassístoles, taquicardia sinusal, fibrilação atrial e isquemia miocárdica. Raros – flutter atrial, taquicardia supraventricular e taquicardia ventricular. <BR>Distúrbios oculares: incomuns – fotofobia, diplopia, edema na pálpebra e fotopsia. <BR>Distúrbios gastrintestinais: incomuns – doença do refluxo gastroesofágico, edema de língua e esofagite. Raro – pancreatite. <BR>Distúrbios gerais e condições no local de administração: comuns – astenia, edema periférico, dor no peito, pirexia e irritabilidade. Incomuns – edema facial, angioedema e sede. Raro – hipotermia. <BR>Distúrbios hepatobiliares: raros – hepatite e icterícia. <BR>Lesões, intoxicação e complicações do procedimento: comum – queda. Incomum – automutilação. Raro – insolação. <BR>Investigações: comum – creatinofosfoquinase elevada. Incomuns – enzima hepática elevada, ureia sérica elevada, creatinina sérica elevada e bilirrubina sérica elevada. Raros – lactato desidrogenase sérico elevada e gamaglutamiltransferase elevada. <BR>Distúrbios metabólicos e nutricionais: comuns – anorexia, hipocalemia, hiponatremia e polidipsia. Raro – cetoacidose diabética. <BR>Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: incomuns - fraqueza muscular, compressão muscular e mobilidade reduzida. <BR>Distúrbios do sistema nervoso: comuns – coordenação anormal e discinesia. Incomuns – distúrbio na fala, parkinsonismo, comprometimento da memória, rigidez de roda dentada, acidente vascular cerebral, hipocinesia, discinesia tardia, hipotonia, mioclonia, hipertonia, acinesia e bradicinesia. Raros – convulsão de grande mal e <BR>coreoatetose. <BR>Transtornos psiquiátricos: comum – ideação suicida. Incomuns – agressividade, perda da libido, tentativa de suicídio, hostilidade, libido elevada, raiva, anorgasmia, delírios, automutilação intencional, suicídio concluído, tique e ideação homicida. Raros – catatonia e sonambulismo. <BR>Distúrbios renais e urinários: incomuns – retenção urinária, poliúria e noctúria. <BR>Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: incomuns – menstruação irregular, disfunção erétil, amenorreia e dor nas mamas. Raros – ginecomastia e priapismo. <BR>Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: comuns – congestão nasal, dispneia e pneumonia por aspiração. <BR>Distúrbios cutâneos e subcutâneos: comum – hiperidrose. Incomuns – prurido, reação fotossensível, alopecia e urticária. <BR>Distúrbios vasculares: comum – hipertensão. <BR>Experiência pós-comercialização <BR>As reações adversas a seguir foram identificadas durante o uso após a aprovação de aripiprazol. Em razão de essas reações serem relatadas voluntariamente por uma população de tamanho indeterminado, nem sempre é possível estabelecer uma relação causal com a exposição à droga: ocorrências raras de reação alérgica (reação anafilática, angioedema, laringoespasmo, prurido/urticária ou espasmo orofaríngeo), gripe, crise oculogírica (movimentos involuntários dos olhos), dor testicular, depressão, dor esofágica, aumento do apetite, tendinite, arrepios, perturbação afetiva, mal-estar, doença de Parkinson, leucocitose (aumento da contagem de leucócitos no sangue), disgeusia (alteração do paladar), eructação (arrotos), irritação na garganta, comportamento anormal, tromboembolismo venoso, oscilação da glicose sérica e comportamentos compulsivos (relacionados a jogos, alimentação, compras e sexo). Estes comportamentos são raros e cessaram com a redução da dose ou interrupção do tratamento com o medicamento. <BR>Pacientes e cuidadores devem comunicar ao médico prescritor ao identificar comportamento compulsivo em pacientes em tratamento com aripiprazol. O medicamento não deve ser descontinuado sem a ciência do médico. <BR>Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.</P>
Como Usar:<P>Aripiprazol deve ser utilizado exclusivamente por via oral. <BR>Esquizofrenia: a dose de início e a dose-alvo recomendada para aripiprazol é de 10 mg/dia ou 15 mg/dia uma vez ao dia, independentemente das refeições. Em geral, os aumentos na dosagem não devem ser feitos antes de duas semanas, o tempo necessário para se atingir o estado de equilíbrio. <BR>Tratamento de manutenção: seu médico deverá lhe reavaliar periodicamente, para determinar a necessidade de continuar com o tratamento de manutenção. - Troca de outros antipsicóticos: a descontinuação imediata do tratamento antipsicótico anterior pode ser aceitável para alguns pacientes com esquizofrenia, a descontinuação gradual pode ser mais adequada para os demais pacientes. Em todos os casos, a forma de retirada deve ser avaliada individualmente pelo médico. <BR>Transtorno bipolar: a dose de início e a dose-alvo recomendada é de 15 mg uma vez ao dia como monoterapia ou como terapia adjuntiva com lítio ou valproato. A dose pode ser elevada para 30 mg/dia com base na resposta clínica. A segurança das doses superiores a 30 mg/dia não foi avaliada em estudos clínicos. <BR>Tratamento de manutenção: seu médico deverá lhe reavaliar periodicamente para determinar a necessidade de continuar com o tratamento de manutenção.<BR>Ajuste da dosagem: ajustes da dosagem em adultos não são habitualmente indicados de acordo com a idade, o sexo, a etnia ou o estado da insuficiência renal ou hepática. <BR>Seu médico poderá ajustar a dose de aripiprazol se você estiver utilizando concomitantemente outros medicamentos que alterem a concentração de aripiprazol no seu organismo ou caso ele identifique a necessidade de ajuste de dose devido a outros fatores relacionados ao seu metabolismo. <BR>Atenção: não há estudos sobre os efeitos dos comprimidos de aripiprazol administrados por vias não recomendadas. Dessa forma, para a segurança e eficácia da apresentação, a administração deve ser feita apenas por via oral. <BR>Os comprimidos de aripiprazol podem ser partidos. As partes não utilizadas dos comprimidos deves ser <BR>guardadas na embalagem original. <BR>Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. </P> <P><BR> </P>
Classe do Medicamento:Antipsicóticos
Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Com retenção de receita. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula. Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico. Medicamento genérico - Lei N.º 9.787/99.
Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/bula_1787141509102_5ed4139d-21aa-462f-b99a-8487111580a6.pdf
Quantidade:30 Comprimidos
Fases da Vida:Para adultos
Parte do Corpo:Para o sistema nervoso
Princípio Ativo:Aripiprazol
Doenças e Complicações:Para esquizofrenia
Forma de Administração:Uso oral
Apresentação:Comprimido
Prescrição Médica:Sim
Tipo de Medicamento:Genérico

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