Contraindicação
Crisapina não deve ser usada por pacientes alérgicos à olanzapina ou a qualquer um dos componentes da
formulação do medicamento.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano
Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Instruções de Uso
A olanzapina deve ser administrada por via oral e pode ser tomado independentemente das refeições.
Esquizofrenia e transtornos relacionados em adultos:
A dose inicial recomendada de olanzapina é de 10 mg administrada uma vez ao dia, independentemente das refeições, já que a absorção não é afetada pelo alimento. A dose diária deve ser ajustada de acordo com a evolução clínica, dentro da faixa de 5 a 20 mg diários. O aumento de dose acima da dose diária de rotina de 10 mg só é recomendado após avaliação clínica apropriada.
Mania aguda associada ao transtorno bipolar em adultos:
A dose inicial recomendada de olanzapina é de 15 mg administrada uma vez ao dia em monoterapia, ou de 10 mg administrada uma vez ao dia em terapia de combinação com lítio ou valproato, independentemente das refeições, já que a absorção não é afetada pelo alimento. A dose diária deve ser ajustada de acordo com a evolução clínica, dentro da faixa de 5 a 20 mg diários. O aumento de dose acima da dose diária sugerida só é recomendado após avaliação clínica apropriada e geralmente deve ocorrer em intervalos não inferiores a 24 horas.
Prevenção de recorrência do transtorno bipolar em adultos:
Pacientes que já estavam recebendo olanzapina para tratamento de mania aguda, devem inicialmente continuar o tratamento com mesma dose, para a manutenção do tratamento de transtorno bipolar. A dose inicial recomendada é de 10 mg/dia para os pacientes que já estão em remissão.
A dose diária pode ser subsequentemente ajustada com base na condição clínica individual, dentro da variação de 5 a 20 mg/dia. A olanzapina pode ser administrada independentemente das refeições, já que a absorção não é afetada pelo alimento.
Considerações gerais sobre posologia oral em populações especiais:
Dose para pacientes idosos:
Uma dose inicial mais baixa de 5 mg/dia pode ser considerada para pacientes idosos ou quando fatores clínicos justificarem.
Dose para pacientes com disfunção hepática ou renal:
Uma dose inicial de 5 mg deve ser considerada para pacientes com disfunção hepática moderada ou renal grave e aumentada somente com cautela.
Pode ser considerada uma dose inicial mais baixa em pacientes que exibem uma combinação de fatores (sexo feminino, idosos, não tabagista) que podem diminuir o metabolismo da olanzapina.
O uso de olanzapina oral em monoterapia não foi estudado em indivíduos menores de 13 anos de idade.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
Reações Adversa
Estudos clínicos demonstram que a olanzapina está associada a alterações metabólicas e eventos adversos que variam de leves a graves, exigindo monitorização clínica e laboratorial, especialmente em tratamentos de médio e longo prazo.
Peso
Pacientes tratados com olanzapina apresentaram maior ganho de peso médio em comparação ao placebo, independentemente do IMC basal. Em estudos de longa duração (= 48 semanas), tanto a magnitude quanto a proporção de pacientes com ganho de peso clinicamente significativo foram maiores, sendo muito comum o aumento = 25% do peso corporal basal após uso prolongado.
Glicemia
A olanzapina foi associada a maiores elevações médias da glicose sanguínea em relação ao placebo, principalmente em pacientes com histórico de desregulação glicêmica ou diabetes. Houve também aumento da HbA1c nesses pacientes. A proporção de indivíduos que evoluíram de níveis normais ou limítrofes para valores elevados aumentou ao longo do tempo, embora em alguns casos a progressão tenha se estabilizado após cerca de 6 meses de tratamento.
Lipidemia
Observou-se aumento médio de colesterol total, LDL e triglicérides em pacientes tratados com olanzapina, especialmente naqueles com alterações lipídicas prévias. Não houve diferença significativa em relação ao HDL. Em estudos prolongados, mais pacientes apresentaram piora do perfil lipídico, com tendência de estabilização após alguns meses.
Prolactina
Elevações de prolactina ocorreram em aproximadamente 30% dos pacientes, geralmente leves. Em pacientes com esquizofrenia, eventos relacionados à menstruação foram comuns, enquanto alterações de função sexual e mama foram incomuns. Em outras populações psiquiátricas, alterações de função sexual foram comuns e as relacionadas à menstruação e mama, incomuns.
Outras alterações laboratoriais
Foram observadas elevações transitórias e assintomáticas de TGO e TGP, além de eosinofilia ocasional.
Populações especiais
Idosos com psicose associada à demência: marcha anormal e quedas foram muito comuns; incontinência urinária e pneumonia foram comuns.
Pacientes com doença de Parkinson e psicose induzida por agonistas dopaminérgicos: piora dos sintomas parkinsonianos e alucinações foram muito comuns.
Frequência das principais reações adversas
Muito comuns (> 1/10): ganho de peso, sonolência, hipotensão ortostática, aumento de prolactina, alterações de colesterol, triglicérides e glicose.
Comuns (> 1/100 a = 1/10): fadiga, febre, constipação, boca seca, aumento do apetite, edema periférico, tontura, acatisia, artralgia, elevação de enzimas hepáticas, glicosúria, eosinofilia e leucopenia.
Incomuns (> 1/1.000 a = 1/100): fotossensibilidade, bradicardia, distensão abdominal, amnésia e epistaxe.
Raras a muito raras: hepatite, hiperglicemia, convulsões, erupções cutâneas graves, tromboembolismo venoso, pancreatite, trombocitopenia, cetoacidose diabética, rabdomiólise, alopecia, DRESS, priapismo e alterações urinárias.
Uso combinado com lítio ou valproato (mania)
Muito comuns: ganho de peso, boca seca, aumento do apetite e tremores.
Comuns: distúrbio da fala.
Conclusão: a olanzapina apresenta eficácia reconhecida, porém está associada a importantes efeitos metabólicos e sistêmicos, sendo essencial o acompanhamento regular de peso, glicemia, lipídios e exames laboratoriais, além da avaliação clínica contínua.
Composição
Cada comprimido revestido de 2,5 mg contém:
olanzapina………........................................................................................... 2,5 mg
excipientes q.s.p............................................................................................... 1 comprimido revestido
Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, hipromelose, crospovidona, estearato de magnésio,.
álcool polivinilico, talco, dióxido de titânio, monocaprilocaprato de glicerila. laurilsulfato de sódio.
Especificações
Gênero:Unissex
Origem:Nacional
Título Marketplace:Crisapina 2,5mg 30 Comprimidos Revestidos
Descrição Marketplace:<H2 style="DISPLAY: inline">Crisapina 25mg 30 Comprimidos Revestidos - Clozapina</H2>
<P>Crisapina 25mg é um medicamento antipsicótico indicado principalmente para o <STRONG>tratamento da esquizofrenia</STRONG> e de outros transtornos psicóticos, especialmente em pacientes que não responderam adequadamente a outros tratamentos. Também pode ser utilizado em situações específicas para reduzir o risco de comportamento suicida em pacientes com esquizofrenia ou transtorno esquizoafetivo.</P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Qual o princípio ativo do Crisapina? </H2>
<P>O princípio ativo da Crisapina é a <STRONG>clozapina</STRONG>, um antipsicótico atípico de ação central. </P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Como funciona o Crisapina 25mg? </H2>
<P>A clozapina atua modulando neurotransmissores no cérebro, principalmente dopamina e serotonina, ajudando a equilibrar a atividade cerebral. Essa ação contribui para a redução de sintomas como delírios, alucinações, agitação, isolamento social e alterações do pensamento.</P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Como tomar Crisapina:</H2>
<P>A Crisapina 25mg deve ser administrada por via oral, com auxílio de água, seguindo rigorosamente a prescrição médica. O tratamento costuma iniciar com doses baixas, que são ajustadas progressivamente de acordo com a resposta do paciente e a tolerabilidade.</P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Quem não deve tomar Crisapina 25mg?</H2>
<P>Pessoas com alergia à clozapina ou a qualquer componente da fórmula, pacientes com histórico de agranulocitose ou alterações graves no sangue, pessoas com epilepsia não controlada, pacientes com doenças cardíacas graves, mulheres grávidas ou amamentando sem orientação médica.</P>
<P><STRONG>Reações comuns</STRONG>: sonolência, tontura, aumento de salivação, ganho de peso, constipação, boca seca.<BR><STRONG>Reações incomuns</STRONG>: alterações nos glóbulos brancos, convulsões, alterações cardíacas, febre, hipotensão, alterações metabólicas.</P>
<P>Procure atendimento médico se surgirem sintomas intensos ou persistentes.</P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Perguntas frequentes:</H2>
<P></P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline"></H2>
<H3 style="DISPLAY: inline">1. Em quanto tempo Crisapina começa a fazer efeito?</H3>
<P></P>
<P>A melhora pode ser percebida gradualmente, geralmente após algumas semanas.</P>
<H3 style="DISPLAY: inline">2. Crisapina 25mg causa dependência?</H3>
<P>Não causa dependência química, mas não deve ser interrompida abruptamente.</P>
<H3 style="DISPLAY: inline">3. Quanto tempo devo usar Crisapina 25mg?</H3>
<P>O tempo de tratamento varia conforme a condição clínica e resposta do paciente. Muitos tratamentos são de longo prazo, sempre com acompanhamento médico.</P>
Composição:<P>Cada comprimido revestido de 2,5 mg contém:<BR>olanzapina………........................................................................................... 2,5 mg<BR>excipientes q.s.p............................................................................................... 1 comprimido revestido<BR>Excipientes: lactose monoidratada, celulose microcristalina, hipromelose, crospovidona, estearato de magnésio,.<BR>álcool polivinilico, talco, dióxido de titânio, monocaprilocaprato de glicerila. laurilsulfato de sódio.</P>
Indicação:<P><BR>(olanzapina) é indicada para o tratamento agudo e de manutenção da esquizofrenia e outros transtornos<BR>mentais (psicoses) em adultos, nos quais sintomas positivos (ex.: delírios, alucinações, alterações de pensamento,<BR>hostilidade e desconfiança) e/ou sintomas negativos (ex.: afeto diminuído, isolamento emocional/social e pobreza de<BR>linguagem) são proeminentes. Crisapina alivia também os sintomas afetivos secundários na esquizofrenia e<BR>transtornos relacionados. Crisapina é eficaz na manutenção da melhora clínica durante o tratamento contínuo nos<BR>pacientes adultos que responderam ao tratamento inicial.<BR>Crisapina é indicado, em monoterapia ou em combinação com lítio ou valproato, para o tratamento de episódios<BR>de mania aguda ou mistos do transtorno bipolar em pacientes adultos, com ou sem sintomas psicóticos e, com ou sem<BR>ciclagem rápida. Crisapina é indicada para prolongar o tempo entre os episódios e reduzir as taxas de recorrência<BR>dos episódios de mania, mistos ou depressivos no transtorno bipolar.</P>
Classificação:Tarja vermelha
BloqueioVenda:Não
Tipo Modalidade:Controlados
Contraindicação:<P>Crisapina não deve ser usada por pacientes alérgicos à olanzapina ou a qualquer um dos componentes da<BR>formulação do medicamento.<BR>Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano<BR>Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.<BR>Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.</P>
Reações Adversas:<P>Estudos clínicos demonstram que a olanzapina está associada a alterações metabólicas e eventos adversos que variam de leves a graves, exigindo monitorização clínica e laboratorial, especialmente em tratamentos de médio e longo prazo.</P>
<P>Peso</P>
<P>Pacientes tratados com olanzapina apresentaram maior ganho de peso médio em comparação ao placebo, independentemente do IMC basal. Em estudos de longa duração (= 48 semanas), tanto a magnitude quanto a proporção de pacientes com ganho de peso clinicamente significativo foram maiores, sendo muito comum o aumento = 25% do peso corporal basal após uso prolongado.</P>
<P>Glicemia</P>
<P>A olanzapina foi associada a maiores elevações médias da glicose sanguínea em relação ao placebo, principalmente em pacientes com histórico de desregulação glicêmica ou diabetes. Houve também aumento da HbA1c nesses pacientes. A proporção de indivíduos que evoluíram de níveis normais ou limítrofes para valores elevados aumentou ao longo do tempo, embora em alguns casos a progressão tenha se estabilizado após cerca de 6 meses de tratamento.</P>
<P>Lipidemia</P>
<P>Observou-se aumento médio de colesterol total, LDL e triglicérides em pacientes tratados com olanzapina, especialmente naqueles com alterações lipídicas prévias. Não houve diferença significativa em relação ao HDL. Em estudos prolongados, mais pacientes apresentaram piora do perfil lipídico, com tendência de estabilização após alguns meses.</P>
<P>Prolactina</P>
<P>Elevações de prolactina ocorreram em aproximadamente 30% dos pacientes, geralmente leves. Em pacientes com esquizofrenia, eventos relacionados à menstruação foram comuns, enquanto alterações de função sexual e mama foram incomuns. Em outras populações psiquiátricas, alterações de função sexual foram comuns e as relacionadas à menstruação e mama, incomuns.</P>
<P>Outras alterações laboratoriais</P>
<P>Foram observadas elevações transitórias e assintomáticas de TGO e TGP, além de eosinofilia ocasional.</P>
<P>Populações especiais</P>
<P>Idosos com psicose associada à demência: marcha anormal e quedas foram muito comuns; incontinência urinária e pneumonia foram comuns.</P>
<P>Pacientes com doença de Parkinson e psicose induzida por agonistas dopaminérgicos: piora dos sintomas parkinsonianos e alucinações foram muito comuns.</P>
<P>Frequência das principais reações adversas</P>
<P>Muito comuns (> 1/10): ganho de peso, sonolência, hipotensão ortostática, aumento de prolactina, alterações de colesterol, triglicérides e glicose.</P>
<P>Comuns (> 1/100 a = 1/10): fadiga, febre, constipação, boca seca, aumento do apetite, edema periférico, tontura, acatisia, artralgia, elevação de enzimas hepáticas, glicosúria, eosinofilia e leucopenia.</P>
<P>Incomuns (> 1/1.000 a = 1/100): fotossensibilidade, bradicardia, distensão abdominal, amnésia e epistaxe.</P>
<P>Raras a muito raras: hepatite, hiperglicemia, convulsões, erupções cutâneas graves, tromboembolismo venoso, pancreatite, trombocitopenia, cetoacidose diabética, rabdomiólise, alopecia, DRESS, priapismo e alterações urinárias.</P>
<P>Uso combinado com lítio ou valproato (mania)</P>
<P>Muito comuns: ganho de peso, boca seca, aumento do apetite e tremores.<BR>Comuns: distúrbio da fala.</P>
<P>Conclusão: a olanzapina apresenta eficácia reconhecida, porém está associada a importantes efeitos metabólicos e sistêmicos, sendo essencial o acompanhamento regular de peso, glicemia, lipídios e exames laboratoriais, além da avaliação clínica contínua.</P>
Como Usar:<p>A olanzapina deve ser administrada por via oral e pode ser tomado independentemente das refeições.</p>
<h3>Esquizofrenia e transtornos relacionados em adultos:</h3>
<p>A dose inicial recomendada de olanzapina é de 10 mg administrada uma vez ao dia, independentemente das refeições, já que a absorção não é afetada pelo alimento. A dose diária deve ser ajustada de acordo com a evolução clínica, dentro da faixa de 5 a 20 mg diários. O aumento de dose acima da dose diária de rotina de 10 mg só é recomendado após avaliação clínica apropriada.</p>
<h3>Mania aguda associada ao transtorno bipolar em adultos:</h3>
<p>A dose inicial recomendada de olanzapina é de 15 mg administrada uma vez ao dia em monoterapia, ou de 10 mg administrada uma vez ao dia em terapia de combinação com lítio ou valproato, independentemente das refeições, já que a absorção não é afetada pelo alimento. A dose diária deve ser ajustada de acordo com a evolução clínica, dentro da faixa de 5 a 20 mg diários. O aumento de dose acima da dose diária sugerida só é recomendado após avaliação clínica apropriada e geralmente deve ocorrer em intervalos não inferiores a 24 horas.</p>
<h3>Prevenção de recorrência do transtorno bipolar em adultos:</h3>
<p>Pacientes que já estavam recebendo olanzapina para tratamento de mania aguda, devem inicialmente continuar o tratamento com mesma dose, para a manutenção do tratamento de transtorno bipolar. A dose inicial recomendada é de 10 mg/dia para os pacientes que já estão em remissão.</p>
<p>A dose diária pode ser subsequentemente ajustada com base na condição clínica individual, dentro da variação de 5 a 20 mg/dia. A olanzapina pode ser administrada independentemente das refeições, já que a absorção não é afetada pelo alimento.</p>
<h2>Considerações gerais sobre posologia oral em populações especiais:</h2>
<h3>Dose para pacientes idosos:</h3>
<p>Uma dose inicial mais baixa de 5 mg/dia pode ser considerada para pacientes idosos ou quando fatores clínicos justificarem.</p>
<h3>Dose para pacientes com disfunção hepática ou renal:</h3>
<p>Uma dose inicial de 5 mg deve ser considerada para pacientes com disfunção hepática moderada ou renal grave e aumentada somente com cautela.</p>
<p>Pode ser considerada uma dose inicial mais baixa em pacientes que exibem uma combinação de fatores (sexo feminino, idosos, não tabagista) que podem diminuir o metabolismo da olanzapina.</p>
<p>O uso de olanzapina oral em monoterapia não foi estudado em indivíduos menores de 13 anos de idade.</p>
<p><strong>Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.</strong></p>
Classe do Medicamento:Antipsicóticos
Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Com retenção de receita. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula.
Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico.
Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/Crisapina-bula-paciente-Consulta-Remedios_7d693844-0244-4fbf-b49d-b70c09f0d484.pdf
Quantidade:30 Comprimidos
Fases da Vida:Para adultos
Parte do Corpo:Para o sistema nervoso
Princípio Ativo:Olanzapina
Doenças e Complicações:Para esquizofrenia
Forma de Administração:Uso oral
Prescrição Médica:Sim
Tipo de Medicamento:Similar