Contraindicação
DEPAKOTE é contraindicado para menores de 10 anos de idade.
DEPAKOTE é contraindicado para uso por pacientes com:
Conhecida hipersensibilidade ao divalproato de sódio ou demais componentes da fórmula;
Doença ou disfunção no fígado significativas;
Conhecida Síndrome de Alpers-Huttenlocher e crianças com menos de 2 anos com suspeita de possuir a Síndrome;
Distúrbio do ciclo da ureia (DCU) – desordem genética rara que pode resultar em acúmulo de amônia no sangue;
Porfiria – distúrbio genético raro que afeta parte da hemoglobina do sangue.
Deficiência de carnitina primária sistêmica conhecida com hipocarnitinemia não corrigida.
DEPAKOTE é contraindicado na prevenção da enxaqueca em mulheres grávidas e mulheres em idade fértil que não utilizam métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento.
Quando este medicamento é utilizado para prevenção da enxaqueca o risco de utilização em mulheres grávidas supera claramente qualquer possível benefício da droga.
Categoria de risco: X
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.
A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com DEPAKOTE.
Instruções de Uso
Os comprimidos de DEPAKOTE® são de uso oral e devem ser ingeridos inteiros, sem mastigar, partir ou triturar. A dose diária deve ser dividida em pelo menos duas administrações, conforme orientação médica.
O tratamento com divalproato de sódio deve ser iniciado e acompanhado por médico especialista, especialmente em crianças e adolescentes do sexo feminino e em mulheres em idade fértil. Nessas pacientes, o medicamento só deve ser utilizado quando outras opções terapêuticas forem ineficazes ou não toleradas, seguindo rigorosamente as medidas de prevenção à gravidez. O uso é contraindicado durante a gravidez, salvo quando não houver alternativa adequada, e também é contraindicado para mulheres com potencial para engravidar que não cumpram o programa de prevenção da gravidez.
Mania:
A dose inicial recomendada é de 750 mg ao dia, dividida em doses fracionadas. O médico pode aumentar a dose rapidamente até atingir o efeito terapêutico desejado. A dose máxima recomendada é de 60 mg/kg/dia. Não há dados suficientes que comprovem benefício no tratamento por períodos superiores a três meses.
Epilepsia:
A dose inicial geralmente varia de 10 a 15 mg/kg/dia (exceto em crises de ausência, em que se recomenda 15 mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada semanalmente de 5 a 10 mg/kg até alcançar a resposta clínica adequada. A dose máxima é de 60 mg/kg/dia.
Quando utilizado junto a outros antiepilépticos, o médico pode reduzir gradualmente a dose dos demais medicamentos, geralmente em cerca de 25% a cada duas semanas, com monitoramento rigoroso para evitar aumento das crises.
A interrupção do tratamento não deve ser feita de forma abrupta, pois pode desencadear crises graves, como estado de mal epiléptico, com risco à saúde e à vida. A suspensão repentina também pode comprometer o controle da doença.
Prevenção da enxaqueca:
A dose inicial recomendada é de 250 mg duas vezes ao dia durante a primeira semana. Alguns pacientes podem se beneficiar de doses de até 1000 mg ao dia. A faixa eficaz costuma variar entre 500 e 1000 mg/dia. O tratamento deve ser iniciado por especialista e indicado apenas quando outras opções não forem eficazes ou toleradas, com reavaliação periódica dos riscos e benefícios. O uso é contraindicado durante a gravidez e em mulheres com potencial para engravidar sem cumprimento das medidas de prevenção.
O paciente deve seguir rigorosamente as orientações médicas quanto a horários, doses e duração do tratamento, não interrompendo o uso sem orientação profissional.
Reações Adversa
As reações adversas são classificadas conforme a frequência: muito comuns (=10%), comuns (=1% e <10%), incomuns (=0,1% e <1%), raras (=0,01% e <0,1%), muito raras (<0,01%) e desconhecidas (quando não podem ser estimadas).
O uso de divalproato de sódio pode causar reações em diversos sistemas do organismo, com intensidades variáveis.
Reações muito comuns:
Sonolência, tremor, náusea e astenia (fraqueza).
Reações comuns:
Trombocitopenia (redução de plaquetas), aumento ou perda de peso, dor abdominal, diarreia, vômitos, constipação, dispepsia, cefaleia, tontura, ataxia, alterações da fala, amnésia, alterações visuais (ambliopia, diplopia), alopecia (queda de cabelo, geralmente reversível), rash cutâneo, prurido, edema periférico, alterações emocionais (depressão, confusão, insônia, nervosismo), sonhos anormais e infecções.
Reações incomuns:
Anemia, leucopenia, alterações hepáticas laboratoriais, pancreatite (incluindo casos graves e fatais), alterações auditivas (como surdez e vertigem), distúrbios urinários, distúrbios menstruais (amenorreia, menorragia), disfunção erétil, alterações metabólicas (hipo ou hiperglicemia, alterações de sódio e potássio), espasmos musculares, fraqueza, alterações comportamentais (agitação, ansiedade, alucinação), alterações cardíacas (bradicardia, taquicardia), problemas oculares diversos e hipotensão ortostática.
Reações de frequência desconhecida (algumas potencialmente graves):
Hepatotoxicidade (lesão hepática grave).
Pancreatite aguda (inclusive com risco de morte).
Distúrbios graves do sangue, como agranulocitose, anemia aplástica, falência da medula óssea e pancitopenia.
Reações cutâneas graves, como Síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica e Síndrome DRESS.
Encefalopatia (com ou sem aumento de amônia), podendo evoluir para coma.
Alterações cognitivas, parkinsonismo e distúrbios extrapiramidais.
Osteopenia, osteoporose e redução da densidade óssea.
Alterações hormonais, como hiperandrogenismo, hipotireoidismo e síndrome dos ovários policísticos.
Alterações reprodutivas masculinas, incluindo redução da qualidade do esperma e infertilidade.
Reações anafiláticas e hipersensibilidade.
Síndrome mielodisplásica e alterações morfológicas sanguíneas (como pseudoanomalia de Pelger-Huët).
Também podem ocorrer alterações laboratoriais, como aumento de enzimas hepáticas, bilirrubina e alterações nos testes de função da tireoide.
População pediátrica:
O perfil de segurança é semelhante ao dos adultos, porém alguns efeitos podem ser mais graves ou mais frequentes em crianças. Há risco aumentado de lesão hepática grave, especialmente em menores de 3 anos, e maior risco de pancreatite. Distúrbios psiquiátricos, como agressividade, agitação, déficit de atenção e hiperatividade psicomotora, são observados com maior frequência em crianças.
Diante do aparecimento de qualquer reação adversa, o médico deve ser informado imediatamente. A identificação precoce de eventos graves é essencial para avaliação da continuidade ou suspensão do tratamento.
Composição
Cada comprimido revestido de DEPAKOTE? 500 mg contém:
divalproato de sódio........................................................................................................... 538,10 mg
(equivalente a 500 mg de ácido valproico)
Excipientes: povidona, amilopectina pré-gelatinizada, sílica gel, talco,a azul de indigotina e vanilina
Especificações
Gênero:Unissex
Origem:Nacional
Título Marketplace:Depakote ER 500mg 60 Comprimidos Revestidos
Descrição Marketplace:<H2 style="DISPLAY: inline">Depakote ER 500mg 60 Comprimidos - Divalproato de sódio</H2>
<P>O Depakote ER 500mg é um medicamento indicado para o <STRONG>tratamento de epilepsia</STRONG>, <STRONG>transtorno bipolar</STRONG> (fase maníaca) e para a <STRONG>prevenção de enxaquecas</STRONG>. Sua formulação de liberação prolongada permite um controle mais estável dos sintomas, ajudando a <STRONG>reduzir</STRONG> crises convulsivas, oscilações de humor e episódios de dor intensa de cabeça.</P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Qual o princípio ativo do Depakote ER?</H2>
<P>O princípio ativo do Depakote ER é o divalproato de sódio, um composto relacionado ao ácido valproico, amplamente utilizado em terapias neurológicas e psiquiátricas.</P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Como funciona o Depakote ER 500mg?</H2>
<P>O divalproato de sódio atua no sistema nervoso central aumentando a disponibilidade do neurotransmissor GABA, que possui ação inibitória sobre a atividade cerebral excessiva. Dessa forma, o medicamento ajuda a estabilizar a atividade elétrica do cérebro, reduzindo convulsões, controlando episódios de mania e auxiliando na prevenção de crises de enxaqueca.</P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Como tomar Depakote ER 500mg?</H2>
<P>Geralmente, os comprimidos são ingeridos uma vez ao dia, por via oral, com água, sem partir ou mastigar.<BR>A dose varia conforme idade, peso, condição clínica e resposta ao tratamento.<BR>O uso deve ser feito exatamente conforme orientação médica. Nunca altere a dose ou interrompa o tratamento sem orientação profissional.</P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Quem não deve tomar Depakote ER 500mg?</H2>
<P>Pessoas com doença hepática ativa ou histórico grave de problemas no fígado, pacientes com distúrbios do ciclo da ureia, gestantes ou mulheres que possam engravidar sem orientação médica rigorosa, pessoas com alergia ao divalproato, ácido valproico ou a qualquer componente da fórmula.</P>
<P><STRONG>Reações comuns</STRONG>: náuseas e vômitos, sonolência, tontura, tremores, ganho de peso, dor abdominal.<BR><STRONG>Reações incomuns</STRONG>: alterações no fígado, queda de cabelo, alterações hematológicas, pancreatite, mudanças de humor ou comportamento.<BR>Caso ocorram sintomas persistentes ou graves, procure atendimento médico.</P>
<P>
<H3 style="DISPLAY: inline">Perguntas frequentes:</H3>
<P></P>
<P>
<H3 style="DISPLAY: inline"></H3>
<H3 style="DISPLAY: inline">1. Qual a diferença entre Depakote ER e outras apresentações?</H3>
<P></P>
<P>O Depakote ER possui liberação prolongada, proporcionando níveis mais constantes do medicamento no organismo e maior comodidade posológica.</P>
<H3 style="DISPLAY: inline">2. Em quanto tempo Depakote ER começa a fazer efeito?</H3>
<P>O efeito pode ser observado gradualmente, variando conforme a condição tratada e a resposta individual.</P>
<H3 style="DISPLAY: inline">3. O Depakote ER 500mg pode afetar o apetite?</H3>
<P>Pode causar aumento ou diminuição do apetite, variando de pessoa para pessoa.</P>
<H3 style="DISPLAY: inline">4. Quanto tempo dura um tratamento com Depakote ER 500mg?</H3>
<P>Depende da condição tratada. Pode ser por meses ou anos, conforme resposta clínica e orientação médica.</P>
Composição:<P>Cada comprimido revestido de DEPAKOTE? 500 mg contém:<BR>divalproato de sódio........................................................................................................... 538,10 mg<BR>(equivalente a 500 mg de ácido valproico)<BR>Excipientes: povidona, amilopectina pré-gelatinizada, sílica gel, talco,a azul de indigotina e vanilina</P>
Indicação:<P>Mania: DEPAKOTE (divalproato de sódio) é indicado para o tratamento de episódios de mania agudos ou mistos<BR>associados ao Transtorno Afetivo Bipolar (TAB), com ou sem características psicóticas, em pacientes adultos.<BR>Os sintomas típicos de um episódio de mania (período no qual o paciente pode apresentar humor anormalmente e<BR>persistentemente elevado, expansivo ou irritável) incluem: agitação, diminuição da necessidade de sono,<BR>pensamentos acelerados, aceleração do ritmo da fala, hiperatividade motora, fuga de ideias, grandiosidade, prejuízo<BR>da crítica, agressividade e possível hostilidade.</P>
<P>Epilepsia: DEPAKOTE é indicado isoladamente ou em combinação a outros medicamentos, no tratamento de<BR>pacientes adultos e crianças acima de 10 anos com crises parciais complexas, que ocorrem tanto de forma isolada<BR>ou em associação com outros tipos de crises. Também é indicado isoladamente ou em combinação a outros<BR>medicamentos no tratamento de quadros de ausência simples e complexa em pacientes adultos e crianças acima de<BR>10 anos, e como terapia adjuvante em adultos e crianças acima de 10 anos com crises de múltiplos tipos, que inclui<BR>crises de ausência.</P>
<P>Prevenção da Enxaqueca: DEPAKOTE é indicado para a prevenção da enxaqueca em pacientes adultos. Não<BR>há evidências de que seja útil no tratamento agudo de enxaquecas.<BR></P>
Classificação:Tarja vermelha
SimilarComprimidos:13717
BloqueioVenda:Não
Tipo Modalidade:Controlados
Contraindicação:<P>DEPAKOTE é contraindicado para menores de 10 anos de idade.<BR>DEPAKOTE é contraindicado para uso por pacientes com:<BR>Conhecida hipersensibilidade ao divalproato de sódio ou demais componentes da fórmula;<BR>Doença ou disfunção no fígado significativas;<BR>Conhecida Síndrome de Alpers-Huttenlocher e crianças com menos de 2 anos com suspeita de possuir a Síndrome;<BR>Distúrbio do ciclo da ureia (DCU) – desordem genética rara que pode resultar em acúmulo de amônia no sangue;<BR>Porfiria – distúrbio genético raro que afeta parte da hemoglobina do sangue.<BR>Deficiência de carnitina primária sistêmica conhecida com hipocarnitinemia não corrigida.<BR>DEPAKOTE é contraindicado na prevenção da enxaqueca em mulheres grávidas e mulheres em idade fértil que não utilizam métodos contraceptivos eficazes durante o tratamento.<BR>Quando este medicamento é utilizado para prevenção da enxaqueca o risco de utilização em mulheres grávidas supera claramente qualquer possível benefício da droga.<BR>Categoria de risco: X<BR>Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.<BR>A possibilidade de gravidez deve ser excluída antes de iniciar o tratamento com DEPAKOTE.<BR></P>
Reações Adversas:<P>As reações adversas são classificadas conforme a frequência: muito comuns (=10%), comuns (=1% e <10%), incomuns (=0,1% e <1%), raras (=0,01% e <0,1%), muito raras (<0,01%) e desconhecidas (quando não podem ser estimadas).</P>
<P>O uso de divalproato de sódio pode causar reações em diversos sistemas do organismo, com intensidades variáveis.</P>
<P>Reações muito comuns:<BR>Sonolência, tremor, náusea e astenia (fraqueza).</P>
<P>Reações comuns:<BR>Trombocitopenia (redução de plaquetas), aumento ou perda de peso, dor abdominal, diarreia, vômitos, constipação, dispepsia, cefaleia, tontura, ataxia, alterações da fala, amnésia, alterações visuais (ambliopia, diplopia), alopecia (queda de cabelo, geralmente reversível), rash cutâneo, prurido, edema periférico, alterações emocionais (depressão, confusão, insônia, nervosismo), sonhos anormais e infecções.</P>
<P>Reações incomuns:<BR>Anemia, leucopenia, alterações hepáticas laboratoriais, pancreatite (incluindo casos graves e fatais), alterações auditivas (como surdez e vertigem), distúrbios urinários, distúrbios menstruais (amenorreia, menorragia), disfunção erétil, alterações metabólicas (hipo ou hiperglicemia, alterações de sódio e potássio), espasmos musculares, fraqueza, alterações comportamentais (agitação, ansiedade, alucinação), alterações cardíacas (bradicardia, taquicardia), problemas oculares diversos e hipotensão ortostática.</P>
<P>Reações de frequência desconhecida (algumas potencialmente graves):</P>
<P>Hepatotoxicidade (lesão hepática grave).</P>
<P>Pancreatite aguda (inclusive com risco de morte).</P>
<P>Distúrbios graves do sangue, como agranulocitose, anemia aplástica, falência da medula óssea e pancitopenia.</P>
<P>Reações cutâneas graves, como Síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica e Síndrome DRESS.</P>
<P>Encefalopatia (com ou sem aumento de amônia), podendo evoluir para coma.</P>
<P>Alterações cognitivas, parkinsonismo e distúrbios extrapiramidais.</P>
<P>Osteopenia, osteoporose e redução da densidade óssea.</P>
<P>Alterações hormonais, como hiperandrogenismo, hipotireoidismo e síndrome dos ovários policísticos.</P>
<P>Alterações reprodutivas masculinas, incluindo redução da qualidade do esperma e infertilidade.</P>
<P>Reações anafiláticas e hipersensibilidade.</P>
<P>Síndrome mielodisplásica e alterações morfológicas sanguíneas (como pseudoanomalia de Pelger-Huët).</P>
<P>Também podem ocorrer alterações laboratoriais, como aumento de enzimas hepáticas, bilirrubina e alterações nos testes de função da tireoide.</P>
<P>População pediátrica:<BR>O perfil de segurança é semelhante ao dos adultos, porém alguns efeitos podem ser mais graves ou mais frequentes em crianças. Há risco aumentado de lesão hepática grave, especialmente em menores de 3 anos, e maior risco de pancreatite. Distúrbios psiquiátricos, como agressividade, agitação, déficit de atenção e hiperatividade psicomotora, são observados com maior frequência em crianças.</P>
<P>Diante do aparecimento de qualquer reação adversa, o médico deve ser informado imediatamente. A identificação precoce de eventos graves é essencial para avaliação da continuidade ou suspensão do tratamento.<BR></P>
Como Usar:<P>Os comprimidos de DEPAKOTE® são de uso oral e devem ser ingeridos inteiros, sem mastigar, partir ou triturar. A dose diária deve ser dividida em pelo menos duas administrações, conforme orientação médica.</P>
<P>O tratamento com divalproato de sódio deve ser iniciado e acompanhado por médico especialista, especialmente em crianças e adolescentes do sexo feminino e em mulheres em idade fértil. Nessas pacientes, o medicamento só deve ser utilizado quando outras opções terapêuticas forem ineficazes ou não toleradas, seguindo rigorosamente as medidas de prevenção à gravidez. O uso é contraindicado durante a gravidez, salvo quando não houver alternativa adequada, e também é contraindicado para mulheres com potencial para engravidar que não cumpram o programa de prevenção da gravidez.</P>
<P>Mania:<BR>A dose inicial recomendada é de 750 mg ao dia, dividida em doses fracionadas. O médico pode aumentar a dose rapidamente até atingir o efeito terapêutico desejado. A dose máxima recomendada é de 60 mg/kg/dia. Não há dados suficientes que comprovem benefício no tratamento por períodos superiores a três meses.</P>
<P>Epilepsia:<BR>A dose inicial geralmente varia de 10 a 15 mg/kg/dia (exceto em crises de ausência, em que se recomenda 15 mg/kg/dia). A dose pode ser aumentada semanalmente de 5 a 10 mg/kg até alcançar a resposta clínica adequada. A dose máxima é de 60 mg/kg/dia.<BR>Quando utilizado junto a outros antiepilépticos, o médico pode reduzir gradualmente a dose dos demais medicamentos, geralmente em cerca de 25% a cada duas semanas, com monitoramento rigoroso para evitar aumento das crises.</P>
<P>A interrupção do tratamento não deve ser feita de forma abrupta, pois pode desencadear crises graves, como estado de mal epiléptico, com risco à saúde e à vida. A suspensão repentina também pode comprometer o controle da doença.</P>
<P>Prevenção da enxaqueca:<BR>A dose inicial recomendada é de 250 mg duas vezes ao dia durante a primeira semana. Alguns pacientes podem se beneficiar de doses de até 1000 mg ao dia. A faixa eficaz costuma variar entre 500 e 1000 mg/dia. O tratamento deve ser iniciado por especialista e indicado apenas quando outras opções não forem eficazes ou toleradas, com reavaliação periódica dos riscos e benefícios. O uso é contraindicado durante a gravidez e em mulheres com potencial para engravidar sem cumprimento das medidas de prevenção.</P>
<P>O paciente deve seguir rigorosamente as orientações médicas quanto a horários, doses e duração do tratamento, não interrompendo o uso sem orientação profissional.<BR></P>
Classe do Medicamento:Antipsicóticos
Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Com retenção de receita. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula.
Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico.
Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/bula_depakote_99c9668d-1164-4189-bacc-d11e7a69bb81.pdf
Quantidade:60 Comprimidos
Fases da Vida:Para adulto e infantil
Parte do Corpo:Para o sistema nervoso
Princípio Ativo:Divalproato De Sódio
Doenças e Complicações:Para transtorno bipolar
Forma de Administração:Uso oral
Prescrição Médica:Sim
Tipo de Medicamento:Referência