Contraindicação
Você não deve utilizar Vagifem nas seguintes condições:
- se você tem, teve ou suspeita que tem câncer de mama;
- se você tem, teve ou suspeita que tem câncer sensível a estrogênio, tal como câncer na parede interna do útero (endométrio);
- se você tem sangramento vaginal sem causa definida;
- se você tem crescimento excessivo da parede interna do útero (hiperplasia endometrial) não tratada;
- se você tem ou teve um coágulo em algum vaso sanguíneo (trombose), como nas pernas (trombose venosa profunda) ou pulmões (embolia pulmonar);
- se você tem uma desordem trombolítica (ex.: deficiência de proteína C, proteína S ou antitrombina);
- se você tem ou teve recentemente uma doença causada por coágulos nas artérias, tais como angina, derrame ou ataque do coração;
- se você tem ou se teve uma doença do fígado e seus valores de função hepática nos testes ainda não retornaram ao normal;
- se é alérgica (hipersensível) ao componente ativo ou a qualquer um dos excipientes (vide item “Composição”);
- se você tem uma doença rara do sangue chamada “porfiria” que pode ser de origem hereditária.
Gravidez
Vagifem não é indicado durante a gravidez. Caso ocorra a gravidez durante tratamento com Vagifem, o tratamento deve ser retirado imediatamente. Os resultados da maioria dos estudos epidemiológicos até a atualidade relevantes para a exposição fetal inadvertida aos estrogênios não indicam efeitos teratogênicos (malformação fetal) ou fetotóxicos (tóxicos para o feto) Categoria X de risco na gravidez: Em estudos em animais e mulheres grávidas, o fármaco provocou
anomalias fetais, havendo clara evidência de risco para o feto que é maior do que qualquer benefício para a paciente.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.
Lactação
Vagifem não é indicado durante a lactação.
Este medicamento é contraindicado para uso por lactantes.
Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Instruções de Uso
Posologia
Dose inicial: Um comprimido revestido de 10 mcg diariamente por 2 semanas.
Dose de manutenção: Um comprimido revestido duas vezes por semana.
O tratamento pode ser iniciado em qualquer dia, que seja conveniente.
Para o início e continuidade do tratamento de sintomas da pós-menopausa, deve-se utilizar a mínima dose eficaz, pelo período mais curto.
Vagifem® é uma terapia vaginal local e em mulheres com um útero intacto, não é necessário tratamento progestagênico (tratamento com hormônio do tipo progestágeno) adicional.
Vagifem® pode ser utilizado em mulheres com ou sem útero intacto.
Infecções vaginais devem ser tratadas antes do início da terapia com Vagifem®. A experiência no tratamento de mulheres acima de 65 anos é limitada.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
Modo de Usar
Vagifem® é administrado de forma intravaginal, como terapia local de estrogênio com uso de aplicador.
Rasgue uma única embalagem do blister.
Abra a extremidade do êmbolo, como mostrado na figura.
Introduza o aplicador cuidadosamente na vagina.
Pare quando sentir alguma resistência (8 a 10 cm).
Para liberar o comprimido, pressione suavemente o botão até sentir um clique.
O comprimido irá, imediatamente, aderir na parede da vagina. Não cairá se você ficar de pé ou andar.
Retire o aplicador e jogue-o fora
Reações Adversa
Reações adversas
Eventos adversos relacionados ao estrogênio, como dor na mama, edema periférico e sangramentos pósmenopausa foram relatados em taxas muito baixas, semelhantes ao placebo, com Vagifem® 10 microgramas, mas se ocorrerem, estão geralmente presentes apenas no início do tratamento. Os eventos adversos observados com maior frequência em pacientes tratadas com Vagifem® 10 microgramas, em comparação com o placebo, e que possivelmente estão relacionados ao tratamento são apresentados abaixo.
Reações Adversas Medicamentosas de fontes de pós-comercialização
Além das reações adversas medicamentosas mencionadas acima, aquelas apresentadas a seguir têm sido relatadas espontaneamente para pacientes tratadas com Vagifem® 10 microgramas e são consideradas como possivelmente relacionadas ao tratamento. As frequências das reações adversas medicamentosas mencionadas abaixo não podem ser classificadas porque essas reações foram relatadas voluntariamente por uma população de tamanho incerto:
- Neoplasias benignas e malignas (incluindo cistos e pólipos): câncer de mama, câncer de endométrio;
- Distúrbios do sistema imunológico: reações de hipersensibilidade generalizada (por exemplo, reação/choque anafilático);
- Distúrbios do metabolismo e nutrição: retenção de líquidos;
- Transtornos psiquiátricos: insônia;
- Distúrbios do sistema nervoso: enxaqueca agravada;
- Distúrbios vasculares: trombose venosa profunda;
- Distúrbios gastrointestinais: diarreia;
- Distúrbios de pele e do tecido subcutâneo: urticária (pele irritada), erupção cutânea eritematosa (lesão vermelha na pele), erupção cutânea pruriginosa (lesão na pele que coça);
- Distúrbios do sistema reprodutivo e da mama: hiperplasia endometrial (crescimento excessivo da parede interna do útero), irritação vaginal, dor vaginal, vaginismo, ulceração vaginal, dor vulvovaginal1, prurido genital (coceira na vagina);
- Distúrbios gerais e condições do local de administração: reação no local da aplicação2, ineficácia terapêutica, lesão associada ao dispositivo;
- Investigações: aumento de peso, aumento do estrógeno sanguíneo.
Incluindo sensação de queimação vulvovaginal.
Reações alérgicas locais incluindo eritema (vermelhidão) vulvovaginal, eritema (vermelhidão) vaginal, erupção vulvovaginal, erupção avermelhada genital.
Pequeno trauma local causado pelo aplicador intravaginal.
Outras reações adversas foram relatadas em associação com o tratamento de estrogênio. As estimativas de risco foram delineadas a partir da exposição sistêmica e não se sabe como estas se aplicam aos tratamentos locais:
- Infarto do miocárdio, doença cardíaca congestiva;
- Acidente vascular cerebral;
- Doença da vesícula biliar;
- Distúrbios de pele e subcutâneos: cloasma (manchas descoloridas na pele, em especial na face), eritema multiforme ou nodoso (manchas avermelhadas doloridas ou castanhas na pele), púrpura vascular (manchas arroxeadas na pele);
- Aumento no tamanho de miomas;
- Epilepsia;
- Desordens da libido;
- Deterioração da asma;
- Provável demência acima dos 65 anos.
Risco de câncer de mama
As estimativas de risco foram delineadas a partir da exposição sistêmica e não se sabe como estas se aplicam aos tratamentoslocais.
Relata-se aumentado em até 2 vezes o risco de ter câncer de mama diagnosticado em mulheres que utilizam a terapia combinada de estrogênio e progestágeno por mais de 5 anos.
Qualquer risco aumentado em usuárias de terapia de estrogênio isolado é substancialmente mais baixo do que a observada em usuárias de terapia combinada de estrogênio e progestágeno.
O nível de risco é dependente da duração do uso.
São apresentados os resultados do maior ensaio aleatorizado controlado por placebo (estudo WHI) e maior estudo epidemiológico (MWS).
Estudo de um Milhão de Mulheres – Risco adicional estimado de câncer de mama após 5 anos de uso
Estudos de WHI nos EUA – risco adicional de câncer de mama após uso de 5 anos
* Estudo de WHI em mulheres sem útero, que não mostraram um aumento no risco de câncer de mama.
‡Quando a análise se restringiu à mulheres que não haviam utilizado TRH anteriormente ao estudo não houve risco aumentado aparente durante os primeiros 5 anos de tratamento: após 5 anos o risco era maior do que em não usuárias.
Risco de câncer endometrial
Mulheres na pós-menopausa com útero
O risco de câncer endometrial é de cerca de 5 em cada 1.000 mulheres com útero não utilizando TRH.
Em mulheres com útero, o uso de TRH sistêmica com estrogênio isolado não é recomendado, porque aumenta o risco de câncer endometrial.
Dependendo da duração do uso de terapia sistêmica de estrogênio isolado e da dosagem de estrogênio, o aumento no risco de câncer endometrial em estudos epidemiológicos variou entre 5 e 55 casos extras diagnosticados em cada 1.000 mulheres entre idades de 50 e 65 anos.
A adição de um progestágeno à terapia sistêmica de estrogênio isolado durante pelo menos 12 dias por ciclo pode evitar este risco aumentado. No Estudo de um Milhão de Mulheres, a utilização de cinco anos da TRH combinada (sequencial ou contínua) não aumentou o risco de câncer endometrial (RR de 1,0 (0,8-1,2)).
Câncer de ovário
As estimativas de risco foram delineadas a partir da exposição sistêmica e não se sabe como estas se aplicam aos tratamentoslocais.
O uso prolongado de TRH com estrogênio isolado ou associado ao progestágeno por via sistêmica tem sido associado a um risco ligeiramente aumentado de ter diagnóstico de câncer de ovário.
Uma metanálise de 52 estudos epidemiológicos relatou um risco aumentado de câncer de ovário em mulheres em uso de TRH, em comparação com mulheres que nunca usaram TRH (RR 1,43; IC de 95%; 1,31-1,56). Para mulheres de 50 a 54 anos em uso de TRH há 5 anos foi demonstrado próximo a 1 caso extra a cada 2.000 usuárias. Nas mulheres de 50 a 54 anos que não fazem terapia de reposição hormonal, cerca de 2 mulheres em 2.000 serão diagnosticadas com câncer de ovário após um período de 5 anos.
Os dados desta metanálise sugerem que 5 anos de uso de terapia hormonal a partir dos 50 anos de idade resultam em cerca de 1 morte adicional por câncer de ovário a cada 1700 usuárias e que 10 anos de terapia hormonal a partir dos 50 anos resultam em 1 morte adicional por câncer de ovário a cada 800 usuárias.
Risco de tromboembolismo venoso (coágulos sanguíneos na veia)
As estimativas de risco foram delineadas a partir da exposição sistêmica e não se sabe como estas se aplicam aos tratamentoslocais.
A TRH está associada a um risco relativo aumentado de 1,3 a 3 vezes de desenvolver tromboembolismo venoso (TEV), ou seja, trombose venosa profunda ou embolia pulmonar. A ocorrência de tal evento é mais provável no primeiro ano do uso de TRH. Os resultados dos estudos de WHI são apresentados:
Estudos de WHI – Risco adicional de TEV com uso por mais de 5 anos
Risco de doença arterial coronariana
As estimativas de risco foram delineadas a partir da exposição sistêmica e não se sabe como estas se aplicam aos tratamentoslocais.
O risco de doença arterial coronariana é ligeiramente aumentado em usuárias de TRH combinada de estrogênio e progestágeno em idade superior a 60 anos.
Risco de AVC isquêmico (derrame cerebral)
As estimativas de risco foram delineadas a partir da exposição sistêmica e não se sabe como estas se aplicam aos tratamentoslocais.
O uso de terapia de estrogênio isolado e de estrogênio e progestágeno está associado com um aumento de risco relativo de até 1,5 vezes de acidente vascular cerebral isquêmico. O risco de AVC hemorrágico não é aumentado durante o uso da TRH.
Este risco relativo não é dependente da idade ou duração do uso, mas como o risco basal é fortemente dependente da idade, o risco geral de acidente vascular cerebral em mulheres que usam TRH irá aumentar com a idade.
Estudos combinados de WHI – Risco adicional de AVC isquêmico* com uso por mais de 5 anos
Não há dados clínicos sobre uso em crianças.
Atenção: este produto é um medicamento que possui nova forma farmacêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.
Composição
Cada comprimido revestido contém:
estradiolhemi-hidratado (equivalente a 10 mcg de estradiol).................................................................... 10,3mcg
Excipientes: Interior do comprimido: hipromelose, lactose monoidratada, amido, estearato de magnésio.
Película de revestimento: hipromelose, macrogol.
Especificações
Gênero:Feminino
Origem:Nacional
Título Marketplace:Vagifem 10mcg 18 Comprimidos Vaginais + Aplicadores
Descrição Marketplace:<H2 style="DISPLAY: inline">Oque é o medicamento Vagifem 10mcg 18 Comprimidos Vaginais + Aplicadores Individuais e para que é indicado?</H2>
<P>O <STRONG>Vagifem</STRONG> 10mcg 18 Comprimidos Vaginais + Aplicadores Individuais é um <STRONG>medicamento</STRONG> de terapia estrogênica local à base de estradiol, indicado para o tratamento de sintomas vaginais associados à deficiência de estrogênio após a menopausa, como ressecamento, irritação e desconforto. Administrado diretamente na vagina, atua localmente para auxiliar na reposição de estrogênio e na manutenção das condições da mucosa vaginal. Seu uso deve seguir a dose e a duração recomendadas pelo médico.</P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Qual é o princípio ativo do Vagifem 10mcg 18 Comprimidos Vaginais + Aplicadores Individuais?</H2>
<P>O Vagifem 10mcg 18 Comprimidos Vaginais + Aplicadores Individuais possui como princípio ativo:</P>
<P>- <STRONG>Estradiol:</STRONG> 10 mcg por comprimido vaginal.</P>
<P>O estradiol é um hormônio estrogênico quimicamente idêntico ao estradiol produzido naturalmente pelo organismo. No Vagifem, é administrado diretamente na vagina para atuar localmente no tratamento dos sintomas associados à deficiência de estrogênio após a menopausa.</P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Como o medicamento Vagifem 10mcg 18 Comprimidos Vaginais + Aplicadores Individuais funciona?</H2>
<P>O Vagifem 10mcg contém estradiol, um <STRONG>hormônio</STRONG> idêntico ao estradiol produzido naturalmente pelos ovários. Pertencente ao grupo da terapia de reposição hormonal local, é utilizado por via vaginal para repor o estrogênio e aliviar sintomas da menopausa, como ressecamento e irritação vaginal, associados à atrofia vaginal causada pela redução dos níveis de estrogênio após a menopausa. O medicamento atua diretamente na região vaginal, onde o hormônio é necessário, ajudando a reduzir o desconforto.</P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Como usar o medicamento Vagifem 10mcg 18 Comprimidos Vaginais + Aplicadores Individuais corretamente?</H2>
<P>Posologia: O Vagifem 10mcg deve ser utilizado exclusivamente por via vaginal, com auxílio do aplicador. O tratamento geralmente começa com 1 comprimido vaginal de 10mcg por dia durante 2 semanas, seguido de uma dose de manutenção de 1 comprimido duas vezes por semana, conforme orientação médica. O tratamento deve utilizar a menor dose eficaz pelo menor período necessário. Para aplicar, introduza cuidadosamente o aplicador na vagina e pressione suavemente o botão até liberar o comprimido. Em seguida, retire e descarte o aplicador. Infecções vaginais devem ser tratadas antes do início do tratamento. Não interrompa o uso ou altere a dose sem orientação médica. O comprimido não deve ser partido, aberto ou mastigado.</P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Quais são as reações adversas do medicamento Vagifem 10mcg 18 Comprimidos Vaginais + Aplicadores Individuais?</H2>
<P>Como todo medicamento, o Vagifem 10mcg pode causar reações adversas, embora nem todas as pessoas apresentem efeitos indesejáveis. Por se tratar de uma terapia estrogênica de aplicação local, algumas manifestações podem ocorrer principalmente no início do tratamento. </P>
<P>- Reações mais comuns: Podem ocorrer dor ou sensibilidade nas mamas, inchaço, sangramento vaginal após a menopausa, irritação ou desconforto vaginal e outras reações locais. Em geral, eventos relacionados ao estrogênio foram relatados em taxas muito baixas e semelhantes às observadas com placebo.<BR>- Reações mais raras: Foram relatadas espontaneamente reações alérgicas, retenção de líquidos, insônia, piora da enxaqueca, trombose venosa profunda, diarreia, urticária, erupções cutâneas, irritação ou dor vaginal, coceira genital, vaginismo e pequenas lesões associadas ao uso do aplicador. Também foram relatados eventos graves associados à terapia estrogênica, como alterações cardiovasculares e trombose. A bula ressalta que as estimativas desses riscos foram baseadas principalmente na exposição sistêmica ao estrogênio e não se sabe como se aplicam especificamente ao tratamento vaginal local com Vagifem.</P>
Composição:<P>Cada comprimido revestido contém:<BR>estradiolhemi-hidratado (equivalente a 10 mcg de estradiol).................................................................... 10,3mcg<BR>Excipientes: Interior do comprimido: hipromelose, lactose monoidratada, amido, estearato de magnésio.<BR>Película de revestimento: hipromelose, macrogol.</P>
Indicação:<P>Vagifem é destinado ao tratamento de atrofia vaginal devido à deficiência de estrogênio em mulheres na pós-menopausa.</P>
Classificação:Tarja vermelha
BloqueioVenda:Não
Contraindicação:<P>Você não deve utilizar Vagifem nas seguintes condições:<BR>- se você tem, teve ou suspeita que tem câncer de mama;<BR>- se você tem, teve ou suspeita que tem câncer sensível a estrogênio, tal como câncer na parede interna do útero (endométrio);<BR>- se você tem sangramento vaginal sem causa definida;<BR>- se você tem crescimento excessivo da parede interna do útero (hiperplasia endometrial) não tratada;<BR>- se você tem ou teve um coágulo em algum vaso sanguíneo (trombose), como nas pernas (trombose venosa profunda) ou pulmões (embolia pulmonar);<BR>- se você tem uma desordem trombolítica (ex.: deficiência de proteína C, proteína S ou antitrombina);<BR>- se você tem ou teve recentemente uma doença causada por coágulos nas artérias, tais como angina, derrame ou ataque do coração;<BR>- se você tem ou se teve uma doença do fígado e seus valores de função hepática nos testes ainda não retornaram ao normal;<BR>- se é alérgica (hipersensível) ao componente ativo ou a qualquer um dos excipientes (vide item “Composição”);<BR>- se você tem uma doença rara do sangue chamada “porfiria” que pode ser de origem hereditária.<BR>Gravidez<BR>Vagifem não é indicado durante a gravidez. Caso ocorra a gravidez durante tratamento com Vagifem, o tratamento deve ser retirado imediatamente. Os resultados da maioria dos estudos epidemiológicos até a atualidade relevantes para a exposição fetal inadvertida aos estrogênios não indicam efeitos teratogênicos (malformação fetal) ou fetotóxicos (tóxicos para o feto) Categoria X de risco na gravidez: Em estudos em animais e mulheres grávidas, o fármaco provocou<BR>anomalias fetais, havendo clara evidência de risco para o feto que é maior do que qualquer benefício para a paciente.<BR>Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.<BR>Lactação<BR>Vagifem não é indicado durante a lactação.<BR>Este medicamento é contraindicado para uso por lactantes.<BR>Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.</P>
Reações Adversas:<P>Reações adversas<BR>Eventos adversos relacionados ao estrogênio, como dor na mama, edema periférico e sangramentos pósmenopausa foram relatados em taxas muito baixas, semelhantes ao placebo, com Vagifem® 10 microgramas, mas se ocorrerem, estão geralmente presentes apenas no início do tratamento. Os eventos adversos observados com maior frequência em pacientes tratadas com Vagifem® 10 microgramas, em comparação com o placebo, e que possivelmente estão relacionados ao tratamento são apresentados abaixo.<BR>Reações Adversas Medicamentosas de fontes de pós-comercialização<BR>Além das reações adversas medicamentosas mencionadas acima, aquelas apresentadas a seguir têm sido relatadas espontaneamente para pacientes tratadas com Vagifem® 10 microgramas e são consideradas como possivelmente relacionadas ao tratamento. As frequências das reações adversas medicamentosas mencionadas abaixo não podem ser classificadas porque essas reações foram relatadas voluntariamente por uma população de tamanho incerto:<BR>- Neoplasias benignas e malignas (incluindo cistos e pólipos): câncer de mama, câncer de endométrio;<BR>- Distúrbios do sistema imunológico: reações de hipersensibilidade generalizada (por exemplo, reação/choque anafilático);<BR>- Distúrbios do metabolismo e nutrição: retenção de líquidos;<BR>- Transtornos psiquiátricos: insônia;<BR>- Distúrbios do sistema nervoso: enxaqueca agravada;<BR>- Distúrbios vasculares: trombose venosa profunda;<BR>- Distúrbios gastrointestinais: diarreia;<BR>- Distúrbios de pele e do tecido subcutâneo: urticária (pele irritada), erupção cutânea eritematosa (lesão vermelha na pele), erupção cutânea pruriginosa (lesão na pele que coça);<BR>- Distúrbios do sistema reprodutivo e da mama: hiperplasia endometrial (crescimento excessivo da parede interna do útero), irritação vaginal, dor vaginal, vaginismo, ulceração vaginal, dor vulvovaginal1, prurido genital (coceira na vagina);<BR>- Distúrbios gerais e condições do local de administração: reação no local da aplicação2, ineficácia terapêutica, lesão associada ao dispositivo;<BR>- Investigações: aumento de peso, aumento do estrógeno sanguíneo.<BR>Incluindo sensação de queimação vulvovaginal.<BR>Reações alérgicas locais incluindo eritema (vermelhidão) vulvovaginal, eritema (vermelhidão) vaginal, erupção vulvovaginal, erupção avermelhada genital.<BR>Pequeno trauma local causado pelo aplicador intravaginal.<BR>Outras reações adversas foram relatadas em associação com o tratamento de estrogênio. As estimativas de risco foram delineadas a partir da exposição sistêmica e não se sabe como estas se aplicam aos tratamentos locais:<BR>- Infarto do miocárdio, doença cardíaca congestiva;<BR>- Acidente vascular cerebral;<BR>- Doença da vesícula biliar;<BR>- Distúrbios de pele e subcutâneos: cloasma (manchas descoloridas na pele, em especial na face), eritema multiforme ou nodoso (manchas avermelhadas doloridas ou castanhas na pele), púrpura vascular (manchas arroxeadas na pele);<BR>- Aumento no tamanho de miomas;<BR>- Epilepsia;<BR>- Desordens da libido;<BR>- Deterioração da asma;<BR>- Provável demência acima dos 65 anos.<BR>Risco de câncer de mama<BR>As estimativas de risco foram delineadas a partir da exposição sistêmica e não se sabe como estas se aplicam aos tratamentoslocais.<BR>Relata-se aumentado em até 2 vezes o risco de ter câncer de mama diagnosticado em mulheres que utilizam a terapia combinada de estrogênio e progestágeno por mais de 5 anos.<BR>Qualquer risco aumentado em usuárias de terapia de estrogênio isolado é substancialmente mais baixo do que a observada em usuárias de terapia combinada de estrogênio e progestágeno.<BR>O nível de risco é dependente da duração do uso.<BR>São apresentados os resultados do maior ensaio aleatorizado controlado por placebo (estudo WHI) e maior estudo epidemiológico (MWS).<BR>Estudo de um Milhão de Mulheres – Risco adicional estimado de câncer de mama após 5 anos de uso<BR>Estudos de WHI nos EUA – risco adicional de câncer de mama após uso de 5 anos<BR>* Estudo de WHI em mulheres sem útero, que não mostraram um aumento no risco de câncer de mama.<BR>‡Quando a análise se restringiu à mulheres que não haviam utilizado TRH anteriormente ao estudo não houve risco aumentado aparente durante os primeiros 5 anos de tratamento: após 5 anos o risco era maior do que em não usuárias.<BR>Risco de câncer endometrial<BR>Mulheres na pós-menopausa com útero<BR>O risco de câncer endometrial é de cerca de 5 em cada 1.000 mulheres com útero não utilizando TRH.<BR>Em mulheres com útero, o uso de TRH sistêmica com estrogênio isolado não é recomendado, porque aumenta o risco de câncer endometrial.<BR>Dependendo da duração do uso de terapia sistêmica de estrogênio isolado e da dosagem de estrogênio, o aumento no risco de câncer endometrial em estudos epidemiológicos variou entre 5 e 55 casos extras diagnosticados em cada 1.000 mulheres entre idades de 50 e 65 anos.<BR>A adição de um progestágeno à terapia sistêmica de estrogênio isolado durante pelo menos 12 dias por ciclo pode evitar este risco aumentado. No Estudo de um Milhão de Mulheres, a utilização de cinco anos da TRH combinada (sequencial ou contínua) não aumentou o risco de câncer endometrial (RR de 1,0 (0,8-1,2)).<BR>Câncer de ovário<BR>As estimativas de risco foram delineadas a partir da exposição sistêmica e não se sabe como estas se aplicam aos tratamentoslocais.<BR>O uso prolongado de TRH com estrogênio isolado ou associado ao progestágeno por via sistêmica tem sido associado a um risco ligeiramente aumentado de ter diagnóstico de câncer de ovário.<BR>Uma metanálise de 52 estudos epidemiológicos relatou um risco aumentado de câncer de ovário em mulheres em uso de TRH, em comparação com mulheres que nunca usaram TRH (RR 1,43; IC de 95%; 1,31-1,56). Para mulheres de 50 a 54 anos em uso de TRH há 5 anos foi demonstrado próximo a 1 caso extra a cada 2.000 usuárias. Nas mulheres de 50 a 54 anos que não fazem terapia de reposição hormonal, cerca de 2 mulheres em 2.000 serão diagnosticadas com câncer de ovário após um período de 5 anos.<BR>Os dados desta metanálise sugerem que 5 anos de uso de terapia hormonal a partir dos 50 anos de idade resultam em cerca de 1 morte adicional por câncer de ovário a cada 1700 usuárias e que 10 anos de terapia hormonal a partir dos 50 anos resultam em 1 morte adicional por câncer de ovário a cada 800 usuárias.<BR>Risco de tromboembolismo venoso (coágulos sanguíneos na veia)<BR>As estimativas de risco foram delineadas a partir da exposição sistêmica e não se sabe como estas se aplicam aos tratamentoslocais.<BR>A TRH está associada a um risco relativo aumentado de 1,3 a 3 vezes de desenvolver tromboembolismo venoso (TEV), ou seja, trombose venosa profunda ou embolia pulmonar. A ocorrência de tal evento é mais provável no primeiro ano do uso de TRH. Os resultados dos estudos de WHI são apresentados:<BR>Estudos de WHI – Risco adicional de TEV com uso por mais de 5 anos<BR>Risco de doença arterial coronariana<BR>As estimativas de risco foram delineadas a partir da exposição sistêmica e não se sabe como estas se aplicam aos tratamentoslocais.<BR>O risco de doença arterial coronariana é ligeiramente aumentado em usuárias de TRH combinada de estrogênio e progestágeno em idade superior a 60 anos.<BR>Risco de AVC isquêmico (derrame cerebral)<BR>As estimativas de risco foram delineadas a partir da exposição sistêmica e não se sabe como estas se aplicam aos tratamentoslocais.<BR>O uso de terapia de estrogênio isolado e de estrogênio e progestágeno está associado com um aumento de risco relativo de até 1,5 vezes de acidente vascular cerebral isquêmico. O risco de AVC hemorrágico não é aumentado durante o uso da TRH.<BR>Este risco relativo não é dependente da idade ou duração do uso, mas como o risco basal é fortemente dependente da idade, o risco geral de acidente vascular cerebral em mulheres que usam TRH irá aumentar com a idade.<BR>Estudos combinados de WHI – Risco adicional de AVC isquêmico* com uso por mais de 5 anos<BR>Não há dados clínicos sobre uso em crianças.<BR>Atenção: este produto é um medicamento que possui nova forma farmacêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.</P>
Como Usar:<P>Posologia<BR>Dose inicial: Um comprimido revestido de 10 mcg diariamente por 2 semanas.<BR>Dose de manutenção: Um comprimido revestido duas vezes por semana.<BR>O tratamento pode ser iniciado em qualquer dia, que seja conveniente.<BR>Para o início e continuidade do tratamento de sintomas da pós-menopausa, deve-se utilizar a mínima dose eficaz, pelo período mais curto.<BR>Vagifem® é uma terapia vaginal local e em mulheres com um útero intacto, não é necessário tratamento progestagênico (tratamento com hormônio do tipo progestágeno) adicional.<BR>Vagifem® pode ser utilizado em mulheres com ou sem útero intacto.<BR>Infecções vaginais devem ser tratadas antes do início da terapia com Vagifem®. A experiência no tratamento de mulheres acima de 65 anos é limitada.<BR>Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.<BR>Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.<BR>Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.<BR>Modo de Usar<BR>Vagifem® é administrado de forma intravaginal, como terapia local de estrogênio com uso de aplicador.<BR>Rasgue uma única embalagem do blister.<BR>Abra a extremidade do êmbolo, como mostrado na figura.<BR>Introduza o aplicador cuidadosamente na vagina.<BR>Pare quando sentir alguma resistência (8 a 10 cm).<BR>Para liberar o comprimido, pressione suavemente o botão até sentir um clique.<BR>O comprimido irá, imediatamente, aderir na parede da vagina. Não cairá se você ficar de pé ou andar.<BR>Retire o aplicador e jogue-o fora</P>
Classe do Medicamento:Tratamento de distúrbios hormonal
Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula.
Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico.
Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/Vagifem_cec8a7ce-2d8a-4ffb-abf4-0402b3a1bd4b.pdf
Quantidade:18 Comprimidos
Fases da Vida:Para adultos
Parte do Corpo:Para sistema reprodutor
Princípio Ativo:Estradiol Hemi-Hidratado
Doenças e Complicações:Para reposição hormonal
Forma de Administração:Uso vaginal
Apresentação:Comprimido
Prescrição Médica:Sim
Tipo de Medicamento:Referência