ControladosAntidepressivoVelija 60mg 30 Cápsulas de Liberação Retardada

Velija 60mg 30 Cápsulas de Liberação Retardada

Velija
Cód: 800016

Velija para o tratamento da depressão, eficaz na manutenção da melhora clínica durante o tratamento contínuo, por até seis meses em pacientes que apresentaram resposta ao tratamento inicial.Ver mais

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Descrição do Produto

Velija 60mg: Cloridrato de Duloxetina 30 Cápsulas de Liberação Retardada



Velija é indicado para o tratamento da depressão, auxiliando na melhora do humor, da ansiedade e do bem-estar emocional durante o tratamento contínuo.

Para que serve o Velija 60mg 30 Cápsulas de Liberação Retardada?

Velija é indicado para o tratamento da depressão e do transtorno de ansiedade generalizada, auxiliando na melhora do humor, da ansiedade e do bem-estar emocional. Também é utilizado no tratamento da dor neuropática periférica diabética, fibromialgia e estados de dor crônica, como dor lombar crônica e dor associada à osteoartrite de joelho em pacientes acima de 40 anos.

Qual é o princípio ativo de Velija 60mg?

Velija tem como princípio ativo o cloridrato de duloxetina, substância que atua no sistema nervoso central auxiliando no tratamento da depressão, ansiedade e dores crônicas.

Como Velija 60mg age no organismo?

Velija atua no sistema nervoso central por meio do cloridrato de duloxetina, substância da classe dos inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina. Sua ação ajuda a equilibrar neurotransmissores relacionados ao humor, ansiedade e percepção da dor, contribuindo para a melhora dos sintomas da depressão, transtorno de ansiedade generalizada e dores crônicas, como fibromialgia, neuropatia diabética, dor lombar crônica e osteoartrite de joelho. Após a administração oral, o medicamento é absorvido pelo organismo e começa a agir gradualmente.

Como tomar o Velija 60mg?

Posologia: Velija deve ser utilizado por via oral, com ou sem alimentos, sempre conforme orientação médica. As cápsulas devem ser ingeridas inteiras, sem abrir, partir ou mastigar. A dose inicial e a duração do tratamento variam de acordo com a doença tratada e a necessidade de cada paciente, podendo ser ajustadas pelo médico ao longo do uso. Em alguns casos, o tratamento pode começar com doses menores para facilitar a adaptação ao medicamento. É importante utilizar Velija® diariamente, nos horários recomendados, e não interromper o tratamento sem orientação médica, pois a suspensão repentina pode causar sintomas indesejados.

Quais são as reações adversas do Velija 60mg?

Velija pode causar efeitos colaterais em algumas pessoas, principalmente no início do tratamento. Na maioria dos casos, as reações são leves a moderadas e tendem a diminuir com o uso contínuo do medicamento. Os sintomas podem variar conforme a condição tratada e a resposta individual de cada paciente.
Reações mais comuns: os efeitos adversos mais frequentes incluem boca seca, náusea, dor de cabeça, tontura, sonolência, insônia, cansaço, diminuição do apetite, constipação, diarreia, dor abdominal e suor excessivo. Também podem ocorrer tremores, ansiedade, agitação, alterações do sono, visão borrada, aumento da pressão arterial, dores musculares, alterações urinárias e diminuição da libido.
Reações mais raras: em casos menos frequentes, podem surgir taquicardia, vertigem, alterações do fígado, retenção urinária, dificuldade para engolir, desorientação, alterações menstruais, reações de fotossensibilidade, hipotensão ao levantar, aumento do colesterol, movimentos involuntários, alterações da tireoide, desidratação e problemas de coordenação motora. Também foram relatados casos raros de reações alérgicas, alterações importantes de humor, distúrbios sexuais e sintomas neurológicos mais intensos.

Perguntas frequentes

1. Para que serve o Velija?

Velija é indicado para o tratamento da depressão, transtorno de ansiedade generalizada e diferentes tipos de dores crônicas, como fibromialgia, dor neuropática diabética, dor lombar crônica e dor causada pela osteoartrite de joelho. O medicamento atua no sistema nervoso central ajudando a melhorar o humor, reduzir a ansiedade e aliviar sintomas dolorosos.

2. Quanto tempo os efeitos colaterais do Velija duram?

Os efeitos colaterais de Velija costumam aparecer no início do tratamento e, na maioria dos casos, diminuem gradualmente após alguns dias ou semanas de uso. Sintomas como náusea, tontura, boca seca e sonolência geralmente melhoram conforme o organismo se adapta ao medicamento. Caso os efeitos persistam ou se tornem intensos, é importante procurar orientação médica.

3. Velija é um antidepressivo forte?

Velija é considerado um antidepressivo eficaz que atua na recaptação de serotonina e noradrenalina, substâncias relacionadas ao humor e à percepção da dor. Sua intensidade e resposta podem variar de pessoa para pessoa, dependendo do quadro clínico e da sensibilidade ao tratamento. Além da depressão, também é utilizado para ansiedade e dores crônicas.

4. Quais os benefícios de Velija?

Velija pode ajudar na melhora do humor, redução da ansiedade e alívio de dores crônicas associadas a condições como fibromialgia e neuropatia diabética. O medicamento também auxilia na melhora do sono, disposição e qualidade de vida de pacientes que apresentam sintomas emocionais e dolorosos ao mesmo tempo.

5. Velija emagrece?

Velija não é indicado para emagrecimento, mas algumas pessoas podem apresentar diminuição do apetite e perda de peso durante o tratamento. Em outros casos, o peso pode permanecer estável ou variar conforme a resposta individual do organismo. Qualquer alteração significativa no peso deve ser acompanhada pelo médico.

Velija é um medicamento utilizado no tratamento da depressão, ansiedade e dores crônicas, contribuindo para a melhora dos sintomas emocionais e físicos ao longo do tratamento. Ao buscar o medicamento em farmácias de confiança, como a Drogal, você garante mais segurança e qualidade.

Contraindicação

Velija não deve ser tomado por pacientes que sejam alérgicos ao cloridrato de duloxetina ou a qualquer excipiente do medicamento. Velija não deve ser tomado por pacientes que estejam utilizando algum medicamento inibidor da monoaminoxidase (IMAO), como sulfato de tranilcipromina e moclobemida ou tiverem parado de tomar um IMAO nos últimos 14 dias. O uso de Velija com um IMAO pode causar efeitos colaterais graves ou provocar risco à vida. Não tomar um IMAO por, pelo menos, 5 dias após a interrupção do tratamento com Velija. Pergunte ao seu médico se algum
medicamento que você usa é desta classe.

Instruções de Uso

Como usar: Velija deve ser administrado por via oral, independentemente das refeições. Não administrar mais do que a quantidade total de Velija recomendada pelo médico para períodos de 24 horas.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
- Tratamento inicial
Transtorno depressivo maior: o tratamento com Velija deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia. Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes de aumentar a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia. Alguns pacientes podem se beneficiar de doses acima da dose recomendada de 60 mg, uma vez ao dia, até uma dose máxima de 120 mg por dia, administrada em duas tomadas diárias. Não há evidências de que doses acima de 60 mg confiram benefícios adicionais. A segurança de doses acima de 120 mg não foi adequadamente avaliada.
Dor neuropática periférica diabética: o tratamento com Velija deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia. Não há evidência de que doses acima de 60 mg confiram benefícios adicionais significativos e a dose mais alta é claramente menos bem tolerada. Para pacientes cuja tolerabilidade seja uma preocupação, uma dose inicial mais baixa pode ser considerada.
Fibromialgia: o tratamento com Velija® deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia. Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes de aumentar a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia. Não há evidência que doses maiores que 60 mg/dia confiram benefícios adicionais, mesmo em pacientes que não respondem a uma dose de 60 mg e doses mais altas estão associadas a uma taxa maior de reações adversas.
Estados de dor crônica associados à dor lombar crônica e à dor devido à osteoartrite de joelho: o tratamento com Velija deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia. Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes de aumentar a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia. Alguns pacientes podem se beneficiar de doses acima da dose recomendada de 60 mg, uma vez ao dia, até uma dose máxima de 120 mg ao dia.
Transtorno de ansiedade generalizada: o tratamento com Velija® deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia. Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes de aumentar a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia. Embora tenha sido mostrado que uma dose diária de 120 mg é eficaz, não há evidências de que doses superiores a 60 mg/dia confiram benefícios adicionais. No entanto, nos casos em que a decisão tomada seja de aumentar a dose acima de 60 mg, uma vez ao dia, deve-se fazer aumento gradual da dose em 30 mg, uma vez ao dia. A
segurança de doses acima de 120 mg, uma vez ao dia, não foi adequadamente avaliada.
- Tratamento prolongado/manutenção/continuação
Transtorno depressivo maior: é consenso que os episódios agudos do transtorno depressivo maior necessitam de uma terapia farmacológica de manutenção, geralmente por vários meses ou mais longa. Velija deve ser administrado em uma dose total de 60 mg, uma vez ao dia. Os pacientes devem ser periodicamente reavaliados para determinar a necessidade da manutenção do tratamento com Velija e da dosagem apropriada para tal.
Dor neuropática periférica diabética: a eficácia de Velija deve ser avaliada individualmente, já que a progressão da dor neuropática periférica diabética é bastante variável e o controle da dor é empírico. A eficácia de Velija não foi avaliada sistematicamente em estudos clínicos por períodos superiores a 12 semanas.
Fibromialgia: a fibromialgia é reconhecida como uma condição crônica. A eficácia da duloxetina no tratamento da fibromialgia foi demonstrada em estudos clínicos por até três meses. A eficácia da duloxetina não foi demonstrada em estudos mais longos; entretanto, o tratamento contínuo deve ser baseado na resposta individual do paciente.
Estados de dor crônica associada à dor lombar crônica e à dor devido à osteoartrite de joelho: a eficácia da duloxetina não foi estabelecida em estudos clínicos além de 13 semanas.
Transtorno de ansiedade generalizada (TAG): é comumente aceito que o transtorno de ansiedade generalizada requer terapias farmacológicas por vários meses ou até tratamentos mais longos. A manutenção da eficácia do tratamento do TAG foi estabelecida com o uso da duloxetina como monoterapia (sem nenhum outro medicamento). Velija deve ser administrado numa dose de 60-120 mg, uma vez ao dia. Os pacientes devem ter acompanhamento médico periódico, para assim avaliar se a terapia deve continuar e em qual dosagem.
Interrupção do tratamento: foram relatados sintomas associados à interrupção do tratamento com Velija, tais como náusea (vontade de vomitar), tontura, dor de cabeça, fadiga (cansaço), parestesia (adormecimento ou formigamento de partes do corpo), vômito, irritabilidade, pesadelos, insônia, diarreia, ansiedade, hiperidrose (suor em excesso), vertigem (falsa sensação de movimentos), sonolência e mialgia (dor muscular). Os pacientes devem ser monitorados em relação a estes sintomas quando se optar pela interrupção do tratamento. Quando o tratamento com Velija precisar ser interrompido é recomendável que se faça uma redução gradual de sua dose (devendo ser reduzida pela metade ou administrada em dias alternados) por um período de, no mínimo, duas semanas antes da interrupção completa do tratamento. O regime ideal a ser seguido deverá levar em consideração as características individuais, tais como a duração do tratamento, dose no momento da interrupção, dentre outros. Se após a diminuição da dose de Velija, ou sua suspensão, surgirem sintomas intoleráveis, deve-se considerar retornar à dose de Velija usada antes dos sintomas serem descritos. Posteriormente, a
interrupção poderá ser novamente instituída, mas com uma diminuição mais gradual da dose.
- Populações especiais
Pacientes com comprometimento renal: quando o tratamento com Velija justificar os potenciais riscos para pacientes com doença renal em estágio avançado (clearance de creatinina < 30 mL/min ou necessitando de diálise), recomenda-se uma dose inicial de 30 mg, uma vez ao dia (ver “Advertências e Precauções”).
Pacientes com comprometimento hepático: quando o tratamento com Velija justificar os potenciais riscos para pacientes com doença hepática, principalmente aqueles com cirrose, uma dose mais baixa e menos frequente de Velija deverá ser considerada (ver “Advertências e Precauções”).
Idade: para transtorno da ansiedade generalizada em pacientes idosos, o tratamento com Velija deve iniciar com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante duas semanas, antes de aumentar a dose para 60 mg. Consequentemente, pacientes podem se beneficiar de doses acima de 60 mg, uma vez ao dia. A dose máxima estudada é de 120 mg por dia. Para todas as outras indicações, nenhum ajuste de dose é recomendado para pacientes idosos. Velija® não é indicado para uso em pacientes menores de 18 anos.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações Adversa


Todos os medicamentos podem causar efeitos adversos em alguns pacientes. Os efeitos adversos mais comuns geralmente foram leves e desapareceram após algumas semanas.
Para transtorno depressivo maior, os seguintes eventos adversos foram descritos durante os estudos clínicos com o uso da duloxetina:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): boca seca, náusea (vontade de vomitar) e dor de cabeça.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): palpitação, zumbido no ouvido, visão borrada, constipação (intestino preso), diarreia, vômito, dispepsia (indigestão), dor abdominal, flatulência (gases), fadiga (cansaço), queda, diminuição de peso, aumento da pressão sanguínea, diminuição do apetite, rigidez muscular, dor musculoesquelética, espasmo muscular (contração involuntária do músculo), tontura, sonolência (incluindo sedação e excesso de sono), tremor, parestesia (adormecimento ou formigamento de partes do corpo), insônia, alteração do orgasmo, diminuição da libido (diminuição do desejo sexual), ansiedade, agitação, sonhos anormais, alteração da frequência urinária, distúrbio da ejaculação, disfunção erétil, retardo na ejaculação, dor orofaríngea (dor de garganta), bocejo, hiperidrose (suor em excesso), suores noturnos, prurido (coceira) e rubor (vermelhidão da pele).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), vertigem (falsa sensação de movimentos), dor de ouvido, midríase (dilatação da pupila), distúrbio visual, ressecamento dos olhos, eructação (arroto), gastroenterite (inflamação das paredes do estômago e do intestino), gastrite (inflamação do estômago), hemorragia gastrointestinal, disfagia (dificuldade para engolir), sensação de anormalidade, sensação de frio, sensação de calor, mal-estar, sede, calafrio, laringite (irritação ou inflamação da laringe), achados laboratoriais relacionados à alterações de enzimas do fígado, aumento de peso, contração muscular, distúrbio de atenção, letargia (sensação de lentidão de movimentos e raciocínio), disgeusia (alteração do paladar), mioclonia (movimentos involuntários muito bruscos dos braços ou das pernas durante o sono), baixa qualidade do sono, distúrbios do sono, bruxismo (ranger os dentes), desorientação, apatia, noctúria (aumento da frequência urinária noturna), hesitação urinária, retenção urinária, disúria (dor ao urinar), diminuição do fluxo urinário, dor testicular, disfunção sexual, distúrbio menstrual, reação de fotossensibilidade, suor frio, dermatite de contato (inflamação na pele causada pelo contato com substâncias externas), maior tendência à contusão, extremidades frias e hipotensão ortostática (redução da pressão arterial ao levantar).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hipotireoidismo (diminuição do funcionamento da glândula tireoide), estomatite (feridas na boca), halitose (mau hálito), distúrbio da marcha (dificuldade para andar), aumento do colesterol sanguíneo, desidratação, discinesia (movimentos involuntários), odor urinário anormal, poliúria (aumento do volume urinário), sintomas da menopausa e constrição da orofaringe (dificuldade de engolir, engasgar).
Para dor neuropática periférica diabética, os seguintes eventos adversos foram relatados durante os estudos clínicos com o uso de duloxetina:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): náusea (vontade de vomitar), fadiga (cansaço), diminuição do apetite, tontura, dor de cabeça e sonolência.
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): palpitações, vertigem (falsa sensação de movimentos), visão borrada, constipação (intestino preso), boca seca, diarreia, vômito, dispepsia (indigestão), dor abdominal, quedas, diminuição de peso, aumento da pressão sanguínea, achados laboratoriais relacionados à alterações de enzimas do fígado, dor musculoesquelética, espasmo muscular (contração involuntária do músculo), letargia (sensação de lentidão de movimento e raciocínio), tremor, disgeusia (alteração do paladar), parestesia (adormecimento ou formigamento de partes do corpo), insônia, agitação, disúria (dor ao urinar), alteração da frequência urinária, distúrbios da ejaculação, disfunção erétil, dor orofaríngea (dor de garganta), hiperidrose (suor em excesso), prurido (coceira), rubor (vermelhidão da pele).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), dor de ouvido, zumbido no ouvido, distúrbio visual, flatulência (gases), eructação (arroto), gastroenterite (inflamação das paredes do estômago e intestino), gastrite (inflamação do estômago), hemorragia gastrointestinal, estomatite (feridas na boca), disfagia (dificuldade para engolir), sensação de anormalidade, sensação de calor, sensação de frio, mal-estar, sede, calafrio, distúrbio da marcha (dificuldade para andar), laringite (irritação ou inflamação da laringe), aumento de peso, aumento do colesterol sanguíneo, desidratação, rigidez muscular, contração muscular, distúrbio de atenção, discinesia (movimentos involuntários), baixa qualidade do sono, alteração do orgasmo, diminuição da libido (diminuição do desejo sexual), ansiedade, distúrbio do sono, desorientação, sonhos anormais, noctúria (aumento da frequência urinária noturna), hesitação urinária, retenção urinária, poliúria (aumento do volume urinário), diminuição do fluxo urinário, retardo na ejaculação, dor testicular, disfunção sexual, bocejo, constrição da orofaringe (dificuldade de engolir, engasgar), suores noturnos, reação de fotossensibilidade, suor frio, maior tendência à contusão e
extremidades frias.
Eventos não relatados: hipotireoidismo (diminuição do funcionamento da glândula tireoide), midríase (dilatação da pupila), ressecamento ocular, halitose (mau hálito), mioclonia (movimentos involuntários muito bruscos dos braços ou das
pernas durante o sono), bruxismo (ranger os dentes), apatia, odor urinário anormal, sintomas da menopausa, distúrbio menstrual, dermatite de contato (inflamação na pele causada pelo contato com substâncias externas) e hipotensão
ortostática (redução da pressão arterial ao levantar).
Para fibromialgia, os seguintes eventos adversos foram relatados durante os estudos clínicos com o uso de duloxetina:
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): constipação (intestino preso), boca seca, náusea (vontade de vomitar), diarreia, fadiga (cansaço), tontura, dor de cabeça, sonolência e insônia.

Composição

Cada cápsula contém: 33,7 mg de cloridrato de duloxetina (equivalente a 30 mg de duloxetina) ou 67,3 mg de cloridrato de duloxetina (equivalente a 60 mg de duloxetina), ambos em microgrânulos de cobertura entérica, com a finalidade de
evitar a degradação da droga no meio ácido do estômago.
Excipientes: manitol, sacarose, amido, laurilsulfato de sódio, hipromelose, ftalato de hipromelose, álcool cetílico e dióxido de titânio.
Componentes das cápsulas: gelatina, amarelo de quinolina, amarelo crepúsculo, azul brilhante e dióxido de titânio.

Especificações

Gênero:Unissex

Origem:Nacional

Título Marketplace:Velija 60mg 30 Cápsulas de Liberação Retardada

Descrição Marketplace:<P> <H2 style="DISPLAY: inline">Velija 60mg: Cloridrato de Duloxetina 30 Cápsulas de Liberação Retardada </H2><BR><BR><STRONG>Velija </STRONG>é indicado para o<STRONG> tratamento da depressão</STRONG>,<STRONG> auxiliando</STRONG> na <STRONG>melhora do humor</STRONG>, da<STRONG> ansiedade</STRONG> e do <STRONG>bem-estar emocional</STRONG> durante o<STRONG> tratamento contínuo</STRONG>. <P></P> <P> <H2 style="DISPLAY: inline">Para que serve o Velija 60mg 30 Cápsulas de Liberação Retardada? </H2> <P></P> <P>Velija é indicado para o tratamento da depressão e do transtorno de ansiedade generalizada, auxiliando na melhora do humor, da ansiedade e do bem-estar emocional. Também é utilizado no tratamento da dor neuropática periférica diabética, fibromialgia e estados de dor crônica, como dor lombar crônica e dor associada à osteoartrite de joelho em pacientes acima de 40 anos.</P> <P> <H2 style="DISPLAY: inline">Qual é o princípio ativo de Velija 60mg? </H2> <P></P> <P>Velija tem como princípio ativo o <STRONG>cloridrato de duloxetina</STRONG>, substância que atua no sistema nervoso central auxiliando no tratamento da depressão, ansiedade e dores crônicas.</P> <P> <H2 style="DISPLAY: inline">Como Velija 60mg age no organismo? </H2> <P></P> <P>Velija atua no sistema nervoso central por meio do cloridrato de duloxetina, substância da classe dos inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina. Sua ação ajuda a equilibrar neurotransmissores relacionados ao humor, ansiedade e percepção da dor, contribuindo para a melhora dos sintomas da depressão, transtorno de ansiedade generalizada e dores crônicas, como fibromialgia, neuropatia diabética, dor lombar crônica e osteoartrite de joelho. Após a administração oral, o medicamento é absorvido pelo organismo e começa a agir gradualmente.</P> <P> <H2 style="DISPLAY: inline">Como tomar o Velija 60mg? </H2> <P></P> <P><STRONG>Posologia: </STRONG>Velija deve ser utilizado por via oral, com ou sem alimentos, sempre conforme orientação médica. As cápsulas devem ser ingeridas inteiras, sem abrir, partir ou mastigar. A dose inicial e a duração do tratamento variam de acordo com a doença tratada e a necessidade de cada paciente, podendo ser ajustadas pelo médico ao longo do uso. Em alguns casos, o tratamento pode começar com doses menores para facilitar a adaptação ao medicamento. É importante utilizar Velija® diariamente, nos horários recomendados, e não interromper o tratamento sem orientação médica, pois a suspensão repentina pode causar sintomas indesejados.</P> <P> <H2 style="DISPLAY: inline">Quais são as reações adversas do Velija 60mg? </H2> <P></P> <P>Velija pode causar efeitos colaterais em algumas pessoas, principalmente no início do tratamento. Na maioria dos casos, as reações são leves a moderadas e tendem a diminuir com o uso contínuo do medicamento. Os sintomas podem variar conforme a condição tratada e a resposta individual de cada paciente.<BR><STRONG>Reações mais comuns:</STRONG> os efeitos adversos mais frequentes incluem boca seca, náusea, dor de cabeça, tontura, sonolência, insônia, cansaço, diminuição do apetite, constipação, diarreia, dor abdominal e suor excessivo. Também podem ocorrer tremores, ansiedade, agitação, alterações do sono, visão borrada, aumento da pressão arterial, dores musculares, alterações urinárias e diminuição da libido.<BR><STRONG>Reações mais raras:</STRONG> em casos menos frequentes, podem surgir taquicardia, vertigem, alterações do fígado, retenção urinária, dificuldade para engolir, desorientação, alterações menstruais, reações de fotossensibilidade, hipotensão ao levantar, aumento do colesterol, movimentos involuntários, alterações da tireoide, desidratação e problemas de coordenação motora. Também foram relatados casos raros de reações alérgicas, alterações importantes de humor, distúrbios sexuais e sintomas neurológicos mais intensos.</P>

Composição:<P>Cada cápsula contém: 33,7 mg de cloridrato de duloxetina (equivalente a 30 mg de duloxetina) ou 67,3 mg de cloridrato de duloxetina (equivalente a 60 mg de duloxetina), ambos em microgrânulos de cobertura entérica, com a finalidade de<BR>evitar a degradação da droga no meio ácido do estômago.<BR>Excipientes: manitol, sacarose, amido, laurilsulfato de sódio, hipromelose, ftalato de hipromelose, álcool cetílico e dióxido de titânio.<BR>Componentes das cápsulas: gelatina, amarelo de quinolina, amarelo crepúsculo, azul brilhante e dióxido de titânio.</P>

Indicação:<P>Velija é indicado para o tratamento da depressão. É eficaz na manutenção da melhora clínica durante o tratamento contínuo, por até seis meses, em pacientes que apresentaram resposta ao tratamento inicial.<BR>Velija é indicado para o tratamento de:<BR>- Transtorno depressivo maior;<BR>- Dor neuropática periférica diabética;<BR>- Fibromialgia (FM) em pacientes com ou sem transtorno depressivo maior (TDM);<BR>- Estados de dor crônica associados à dor lombar crônica;<BR>- Estados de dor crônica associados à dor devido à osteoartrite de joelho (doença articular degenerativa) em pacientes com idade superior a 40 anos e<BR>- Transtorno de ansiedade generalizada.<BR>O transtorno de ansiedade generalizada é definido como ansiedade e preocupação excessivas, presentes na maioria dos dias, por pelo menos seis meses. A ansiedade e a preocupação excessivas devem ser difíceis de controlar e devem causar prejuízo as suas funções diárias. Deve estar associado a três dos seis sintomas seguintes: inquietação ou sensação de estar com os nervos à flor da pele, ficar facilmente cansado, dificuldade em concentrar-se ou sensações de “branco” na mente, irritabilidade, tensão muscular e perturbação do sono.</P>

Classificação:Tarja vermelha

BloqueioVenda:Não

Tipo Modalidade:Controlados

Contraindicação:<P>Velija não deve ser tomado por pacientes que sejam alérgicos ao cloridrato de duloxetina ou a qualquer excipiente do medicamento. Velija não deve ser tomado por pacientes que estejam utilizando algum medicamento inibidor da monoaminoxidase (IMAO), como sulfato de tranilcipromina e moclobemida ou tiverem parado de tomar um IMAO nos últimos 14 dias. O uso de Velija com um IMAO pode causar efeitos colaterais graves ou provocar risco à vida. Não tomar um IMAO por, pelo menos, 5 dias após a interrupção do tratamento com Velija. Pergunte ao seu médico se algum<BR>medicamento que você usa é desta classe.</P>

Reações Adversas:<P><BR>Todos os medicamentos podem causar efeitos adversos em alguns pacientes. Os efeitos adversos mais comuns geralmente foram leves e desapareceram após algumas semanas.<BR>Para transtorno depressivo maior, os seguintes eventos adversos foram descritos durante os estudos clínicos com o uso da duloxetina:<BR>Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): boca seca, náusea (vontade de vomitar) e dor de cabeça.<BR>Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): palpitação, zumbido no ouvido, visão borrada, constipação (intestino preso), diarreia, vômito, dispepsia (indigestão), dor abdominal, flatulência (gases), fadiga (cansaço), queda, diminuição de peso, aumento da pressão sanguínea, diminuição do apetite, rigidez muscular, dor musculoesquelética, espasmo muscular (contração involuntária do músculo), tontura, sonolência (incluindo sedação e excesso de sono), tremor, parestesia (adormecimento ou formigamento de partes do corpo), insônia, alteração do orgasmo, diminuição da libido (diminuição do desejo sexual), ansiedade, agitação, sonhos anormais, alteração da frequência urinária, distúrbio da ejaculação, disfunção erétil, retardo na ejaculação, dor orofaríngea (dor de garganta), bocejo, hiperidrose (suor em excesso), suores noturnos, prurido (coceira) e rubor (vermelhidão da pele).<BR>Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), vertigem (falsa sensação de movimentos), dor de ouvido, midríase (dilatação da pupila), distúrbio visual, ressecamento dos olhos, eructação (arroto), gastroenterite (inflamação das paredes do estômago e do intestino), gastrite (inflamação do estômago), hemorragia gastrointestinal, disfagia (dificuldade para engolir), sensação de anormalidade, sensação de frio, sensação de calor, mal-estar, sede, calafrio, laringite (irritação ou inflamação da laringe), achados laboratoriais relacionados à alterações de enzimas do fígado, aumento de peso, contração muscular, distúrbio de atenção, letargia (sensação de lentidão de movimentos e raciocínio), disgeusia (alteração do paladar), mioclonia (movimentos involuntários muito bruscos dos braços ou das pernas durante o sono), baixa qualidade do sono, distúrbios do sono, bruxismo (ranger os dentes), desorientação, apatia, noctúria (aumento da frequência urinária noturna), hesitação urinária, retenção urinária, disúria (dor ao urinar), diminuição do fluxo urinário, dor testicular, disfunção sexual, distúrbio menstrual, reação de fotossensibilidade, suor frio, dermatite de contato (inflamação na pele causada pelo contato com substâncias externas), maior tendência à contusão, extremidades frias e hipotensão ortostática (redução da pressão arterial ao levantar).<BR>Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hipotireoidismo (diminuição do funcionamento da glândula tireoide), estomatite (feridas na boca), halitose (mau hálito), distúrbio da marcha (dificuldade para andar), aumento do colesterol sanguíneo, desidratação, discinesia (movimentos involuntários), odor urinário anormal, poliúria (aumento do volume urinário), sintomas da menopausa e constrição da orofaringe (dificuldade de engolir, engasgar).<BR>Para dor neuropática periférica diabética, os seguintes eventos adversos foram relatados durante os estudos clínicos com o uso de duloxetina:<BR>Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): náusea (vontade de vomitar), fadiga (cansaço), diminuição do apetite, tontura, dor de cabeça e sonolência.<BR>Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): palpitações, vertigem (falsa sensação de movimentos), visão borrada, constipação (intestino preso), boca seca, diarreia, vômito, dispepsia (indigestão), dor abdominal, quedas, diminuição de peso, aumento da pressão sanguínea, achados laboratoriais relacionados à alterações de enzimas do fígado, dor musculoesquelética, espasmo muscular (contração involuntária do músculo), letargia (sensação de lentidão de movimento e raciocínio), tremor, disgeusia (alteração do paladar), parestesia (adormecimento ou formigamento de partes do corpo), insônia, agitação, disúria (dor ao urinar), alteração da frequência urinária, distúrbios da ejaculação, disfunção erétil, dor orofaríngea (dor de garganta), hiperidrose (suor em excesso), prurido (coceira), rubor (vermelhidão da pele).<BR>Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), dor de ouvido, zumbido no ouvido, distúrbio visual, flatulência (gases), eructação (arroto), gastroenterite (inflamação das paredes do estômago e intestino), gastrite (inflamação do estômago), hemorragia gastrointestinal, estomatite (feridas na boca), disfagia (dificuldade para engolir), sensação de anormalidade, sensação de calor, sensação de frio, mal-estar, sede, calafrio, distúrbio da marcha (dificuldade para andar), laringite (irritação ou inflamação da laringe), aumento de peso, aumento do colesterol sanguíneo, desidratação, rigidez muscular, contração muscular, distúrbio de atenção, discinesia (movimentos involuntários), baixa qualidade do sono, alteração do orgasmo, diminuição da libido (diminuição do desejo sexual), ansiedade, distúrbio do sono, desorientação, sonhos anormais, noctúria (aumento da frequência urinária noturna), hesitação urinária, retenção urinária, poliúria (aumento do volume urinário), diminuição do fluxo urinário, retardo na ejaculação, dor testicular, disfunção sexual, bocejo, constrição da orofaringe (dificuldade de engolir, engasgar), suores noturnos, reação de fotossensibilidade, suor frio, maior tendência à contusão e<BR>extremidades frias.<BR>Eventos não relatados: hipotireoidismo (diminuição do funcionamento da glândula tireoide), midríase (dilatação da pupila), ressecamento ocular, halitose (mau hálito), mioclonia (movimentos involuntários muito bruscos dos braços ou das<BR>pernas durante o sono), bruxismo (ranger os dentes), apatia, odor urinário anormal, sintomas da menopausa, distúrbio menstrual, dermatite de contato (inflamação na pele causada pelo contato com substâncias externas) e hipotensão<BR>ortostática (redução da pressão arterial ao levantar).<BR>Para fibromialgia, os seguintes eventos adversos foram relatados durante os estudos clínicos com o uso de duloxetina:<BR>Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): constipação (intestino preso), boca seca, náusea (vontade de vomitar), diarreia, fadiga (cansaço), tontura, dor de cabeça, sonolência e insônia.</P>

Como Usar:<P>Como usar: Velija deve ser administrado por via oral, independentemente das refeições. Não administrar mais do que a quantidade total de Velija recomendada pelo médico para períodos de 24 horas.<BR>Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.<BR>- Tratamento inicial<BR>Transtorno depressivo maior: o tratamento com Velija deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia. Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes de aumentar a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia. Alguns pacientes podem se beneficiar de doses acima da dose recomendada de 60 mg, uma vez ao dia, até uma dose máxima de 120 mg por dia, administrada em duas tomadas diárias. Não há evidências de que doses acima de 60 mg confiram benefícios adicionais. A segurança de doses acima de 120 mg não foi adequadamente avaliada.<BR>Dor neuropática periférica diabética: o tratamento com Velija deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia. Não há evidência de que doses acima de 60 mg confiram benefícios adicionais significativos e a dose mais alta é claramente menos bem tolerada. Para pacientes cuja tolerabilidade seja uma preocupação, uma dose inicial mais baixa pode ser considerada.<BR>Fibromialgia: o tratamento com Velija® deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia. Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes de aumentar a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia. Não há evidência que doses maiores que 60 mg/dia confiram benefícios adicionais, mesmo em pacientes que não respondem a uma dose de 60 mg e doses mais altas estão associadas a uma taxa maior de reações adversas.<BR>Estados de dor crônica associados à dor lombar crônica e à dor devido à osteoartrite de joelho: o tratamento com Velija deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia. Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes de aumentar a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia. Alguns pacientes podem se beneficiar de doses acima da dose recomendada de 60 mg, uma vez ao dia, até uma dose máxima de 120 mg ao dia.<BR>Transtorno de ansiedade generalizada: o tratamento com Velija® deve ser iniciado com uma dose de 60 mg, administrada uma vez ao dia. Para alguns pacientes pode ser conveniente iniciar o tratamento com a dose de 30 mg, uma vez ao dia durante uma semana, de forma a permitir que os pacientes adaptem-se à medicação, antes de aumentar a dose para 60 mg, administrada uma vez ao dia. Embora tenha sido mostrado que uma dose diária de 120 mg é eficaz, não há evidências de que doses superiores a 60 mg/dia confiram benefícios adicionais. No entanto, nos casos em que a decisão tomada seja de aumentar a dose acima de 60 mg, uma vez ao dia, deve-se fazer aumento gradual da dose em 30 mg, uma vez ao dia. A<BR>segurança de doses acima de 120 mg, uma vez ao dia, não foi adequadamente avaliada.<BR>- Tratamento prolongado/manutenção/continuação<BR>Transtorno depressivo maior: é consenso que os episódios agudos do transtorno depressivo maior necessitam de uma terapia farmacológica de manutenção, geralmente por vários meses ou mais longa. Velija deve ser administrado em uma dose total de 60 mg, uma vez ao dia. Os pacientes devem ser periodicamente reavaliados para determinar a necessidade da manutenção do tratamento com Velija e da dosagem apropriada para tal.<BR>Dor neuropática periférica diabética: a eficácia de Velija deve ser avaliada individualmente, já que a progressão da dor neuropática periférica diabética é bastante variável e o controle da dor é empírico. A eficácia de Velija não foi avaliada sistematicamente em estudos clínicos por períodos superiores a 12 semanas.<BR>Fibromialgia: a fibromialgia é reconhecida como uma condição crônica. A eficácia da duloxetina no tratamento da fibromialgia foi demonstrada em estudos clínicos por até três meses. A eficácia da duloxetina não foi demonstrada em estudos mais longos; entretanto, o tratamento contínuo deve ser baseado na resposta individual do paciente.<BR>Estados de dor crônica associada à dor lombar crônica e à dor devido à osteoartrite de joelho: a eficácia da duloxetina não foi estabelecida em estudos clínicos além de 13 semanas.<BR>Transtorno de ansiedade generalizada (TAG): é comumente aceito que o transtorno de ansiedade generalizada requer terapias farmacológicas por vários meses ou até tratamentos mais longos. A manutenção da eficácia do tratamento do TAG foi estabelecida com o uso da duloxetina como monoterapia (sem nenhum outro medicamento). Velija deve ser administrado numa dose de 60-120 mg, uma vez ao dia. Os pacientes devem ter acompanhamento médico periódico, para assim avaliar se a terapia deve continuar e em qual dosagem.<BR>Interrupção do tratamento: foram relatados sintomas associados à interrupção do tratamento com Velija, tais como náusea (vontade de vomitar), tontura, dor de cabeça, fadiga (cansaço), parestesia (adormecimento ou formigamento de partes do corpo), vômito, irritabilidade, pesadelos, insônia, diarreia, ansiedade, hiperidrose (suor em excesso), vertigem (falsa sensação de movimentos), sonolência e mialgia (dor muscular). Os pacientes devem ser monitorados em relação a estes sintomas quando se optar pela interrupção do tratamento. Quando o tratamento com Velija precisar ser interrompido é recomendável que se faça uma redução gradual de sua dose (devendo ser reduzida pela metade ou administrada em dias alternados) por um período de, no mínimo, duas semanas antes da interrupção completa do tratamento. O regime ideal a ser seguido deverá levar em consideração as características individuais, tais como a duração do tratamento, dose no momento da interrupção, dentre outros. Se após a diminuição da dose de Velija, ou sua suspensão, surgirem sintomas intoleráveis, deve-se considerar retornar à dose de Velija usada antes dos sintomas serem descritos. Posteriormente, a<BR>interrupção poderá ser novamente instituída, mas com uma diminuição mais gradual da dose.<BR>- Populações especiais<BR>Pacientes com comprometimento renal: quando o tratamento com Velija justificar os potenciais riscos para pacientes com doença renal em estágio avançado (clearance de creatinina &lt; 30 mL/min ou necessitando de diálise), recomenda-se uma dose inicial de 30 mg, uma vez ao dia (ver “Advertências e Precauções”).<BR>Pacientes com comprometimento hepático: quando o tratamento com Velija justificar os potenciais riscos para pacientes com doença hepática, principalmente aqueles com cirrose, uma dose mais baixa e menos frequente de Velija deverá ser considerada (ver “Advertências e Precauções”).<BR>Idade: para transtorno da ansiedade generalizada em pacientes idosos, o tratamento com Velija deve iniciar com a dose de 30 mg, uma vez ao dia, durante duas semanas, antes de aumentar a dose para 60 mg. Consequentemente, pacientes podem se beneficiar de doses acima de 60 mg, uma vez ao dia. A dose máxima estudada é de 120 mg por dia. Para todas as outras indicações, nenhum ajuste de dose é recomendado para pacientes idosos. Velija® não é indicado para uso em pacientes menores de 18 anos.<BR>Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.</P>

Classe do Medicamento:Antidepressivos

Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Com retenção de receita. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula. Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico.

Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/bula_1735569306070_c9cd4fe6-6bea-4aed-a544-6b3b1330144c.pdf

Quantidade:30 Cápsulas

Fases da Vida:Para adultos

Parte do Corpo:Para o sistema nervoso

Princípio Ativo:Cloridrato De Duloxetina

Doenças e Complicações:Para depressão

Forma de Administração:Uso oral

Prescrição Médica:Sim

Tipo de Medicamento:Similar Equivalente

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