Contraindicação
Não tome VIMPAT caso tenha alergia (hipersensibilidade) à lacosamida ou a qualquer outro componente deste medicamento. Se não tiver certeza sobre a possibilidade de alergia, consulte o seu médico.
No caso de existência de bloqueio atrioventricular (AV) de segundo ou terceiro grau (alteração dos batimentos cardíacos).
Instruções de Uso
Crianças ou adolescentes com peso igual ou superior a 50 kg e adultos
Monoterapia (no tratamento de crises focais/parciais)
A dose inicial recomendada é de 50 mg duas vezes por dia (100 mg/dia), a qual deve ser aumentada para uma dose terapêutica inicial de 100 mg duas vezes por dia (200 mg/dia) após uma semana.
O tratamento com lacosamida também pode ser iniciado com uma dose de 100 mg duas vezes por dia (200mg/dia) com base na avaliação médica da necessidade de redução das crises em relação as potenciaisreações adversas.
Dependendo da resposta e tolerabilidade, a dose pode ser aumentada em 50 mg duas vezes ao dia (100mg/dia) em intervalos semanais, até uma máxima dose de manutenção recomendada de 300 mg duas vezes ao dia (600 mg/dia).
Para pacientes que alcançaram uma dose superior a 200 mg duas vezes ao dia (400 mg/dia) e que precisam de medicamentos antiepilépticos adicionais, a posologia recomendada a ser seguida é a da terapia adjuvante descrita a seguir.
Terapia adjuvante (no tratamento de crises focais/parciais ou no tratamento de crises tônico-clônicas de início generalizado)
A dose inicial recomendada é de 50 mg duas vezes por dia (100 mg/dia), a qual deverá ser aumentada para uma dose terapêutica inicial de 100 mg duas vezes por dia (200 mg/dia) após uma semana.
Dependendo da resposta clínica e tolerabilidade, a dose de manutenção pode ser aumentada em 50 mg, duas vezes por dia (100 mg/dia), a cada semana, até uma dose diária máxima de 200 mg duas vezes por dia (400mg/dia).
Para pacientes que fazem uso da terapia adjuvante que serão convertidos para a monoterapia, uma vez que a dose de manutenção tenha sido administrada por pelo menos 3 dias, recomenda-se a retirada gradual das drogas antiepiléticas concomitantes durante pelo menos 6 semanas.
Se o paciente estiver fazendo uso de mais de uma droga antiepilética, as drogas antiepiléticas devem ser retiradas de maneira sequencial. A eficácia e segurança da lacosamida não foram estabelecidas para conversão simultânea para monoterapia de duas ou mais drogas antiepiléticas.
Início do tratamento com lacosamida utilizando uma dose de ataque
O tratamento com lacosamida (monoterapia inicial ou terapia adjuvante no tratamento de crises focais/parciais ou terapia adjuvante no tratamento de crises tônico-clônicas de início generalizado) também pode ser iniciado com uma dose de ataque de 200 mg, seguida por uma dose de regime de manutenção, após aproximadamente 12 horas, de 100 mg duas vezes ao dia (200 mg/dia). Ajuste de doses subsequentes devem ser realizados de acordo com a resposta individual e tolerabilidade do paciente. A dose de ataque deve ser administrada sob supervisão médica levando em consideração o potencial de aumento da incidência de arritmia cardíaca grave e reações adversas do Sistema Nervoso Central. administração da dose de ataque não foi estudada em condições agudas em estados epilépticos.
População pediátrica
Crianças a partir de 4 anos de idade ou adolescentes com peso inferior a 50 kg
A posologia em crianças e adolescentes baseia-se em modelos farmacocinéticos visando concentrações plasmáticas no mesmo intervalo que nos adultos.
A dose é determinada com base no peso corporal. Por isso, recomenda-se iniciar o tratamento com a solução oral, com posterior mudança para os comprimidos revestidos, se desejado. Ao prescrever a solução oral, a dose deve ser expressa em volume (mL) e não em peso (mg).
Monoterapia (no tratamento de crises focais/parciais)
A dose inicial recomendada é de 1 mg/kg duas vezes por dia (2 mg/kg/dia), que deve ser aumentada para uma dose terapêutica inicial de 2 mg/kg duas vezes por dia (4 mg/kg/dia) após uma semana.
Dependendo da resposta e tolerabilidade, a dose de manutenção pode ser aumentada em 1 mg/kg duas vezes por dia (2 mg/kg/dia) a cada semana. A dose deve ser aumentada gradualmente até que a resposta ideal seja obtida. Deve ser utilizada a dose eficaz mais baixa. Em crianças com peso entre 10 kg e inferior a 40 kg, recomenda-se uma dose máxima de até 6 mg/kg duas vezes por dia (12 mg/kg/dia). Em crianças com peso
entre 40 e inferior a 50 kg, recomenda-se uma dose máxima de 5 mg/kg duas vezes por dia (10 mg/kg/dia).
A posologia em adolescentes ou crianças com peso igual ou superior a 50 kg é a mesma que em adultos (ver acima).
O seu médico irá prescrever a posologia e a concentração mais adequada de acordo com seu peso e a dose.
Terapia adjuvante (no tratamento de crises focais/parciais ou no tratamento de crises tônico-clônicas de início generalizado)
A dose inicial recomendada é de 1 mg/kg duas vezes por dia (2 mg/kg/dia), que deve ser aumentada para uma dose terapêutica inicial de 2 mg/kg duas vezes por dia (4 mg/kg/dia) após uma semana.
Dependendo da resposta e tolerabilidade, a dose de manutenção pode ser aumentada em 1 mg/kg duas vezes por dia (2 mg/kg/dia) a cada semana. A dose deve ser aumentada gradualmente até que a resposta ideal seja obtida. Deve ser utilizada a dose eficaz mais baixa. Devido a uma depuração aumentada em comparação com adultos, em crianças com peso entre 10 kg e inferior a 20 kg, recomenda-se uma dose máxima de até 6 mg/kg duas vezes por dia (12 mg/kg/dia). Em crianças com peso entre 20 kg e inferior a 30 kg, recomendase uma dose máxima de 5 mg/kg duas vezes por dia (10 mg/kg/dia) e em crianças com peso entre 30 kg e inferior a 50 kg, recomenda-se uma dose máxima de 4 mg/kg duas vezes por dia (8 mg/kg/dia), embora em estudos abertos tenha sido utilizada uma dose até 6 mg/kg duas vezes por dia (12 mg/kg/dia) por um pequeno número de crianças deste último grupo.
A posologia em adolescentes ou crianças com peso igual ou superior a 50 kg é a mesma que em adultos (ver acima).
Para pacientes pediátricos que fazem uso da terapia adjuvante que serão convertidos para a monoterapia com lacosamida, uma vez que a dose de manutenção tenha sido administrada por pelo menos 3 dias, recomenda-se a retirada gradual das drogas antiepiléticas concomitantes durante pelo menos 6 semanas. Se o paciente estiver fazendo uso de mais de uma droga antiepilética, as drogas antiepiléticas devem ser retiradas de maneira sequencial.
O seu médico irá prescrever a posologia e a concentração mais adequada de acordo com seu peso e a dose.
Dose de ataque
A dose de ataque não foi estudada em crianças. Não se recomenda a administração de dose de ataque em adolescentes ou crianças com peso inferior a 50 kg.
No entanto, em adolescentes ou crianças com peso igual ou superior a 50 kg, o tratamento com lacosamida também pode ser iniciado com uma única dose de ataque. A posologia é a mesma que em adultos (ver acima). A dose de ataque deve ser administrada sob supervisão médica levando em consideração o potencial de aumento da incidência de arritmia cardíaca grave e reações adversas do Sistema Nervoso Central. A administração de uma dose de ataque não foi estudada em condições agudas, como o estado de mal epiléptico.
VIMPAT não é recomendado em crianças com idade inferior a 4 anos devido à existência limitada de dados de segurança e eficácia.
Descontinuação
Caso seja necessário descontinuar o tratamento com VIMPAT, recomenda-se que a dose seja reduzida de forma gradual, com decréscimos semanais de 4 mg/kg/dia (para pacientes com peso corporal inferior a 50kg) ou 200 mg/dia (para pacientes com peso corporal igual ou superior a 50 kg), para os pacientes que tenham atingido uma dose de lacosamida = 6 mg/kg/dia ou = 300 mg/dia, respectivamente. Uma redução mais lenta, com decréscimos semanais de 2 mg/kg/dia ou 100 mg/dia, pode ser considerada, se clinicamente necessário.
Em pacientes que desenvolvam arritmia cardíaca grave, deve ser realizada uma avaliação clínica benefício/risco e, se necessário, a lacosamida deve ser descontinuada.
Modo de administração
VIMPAT deve ser tomado duas vezes por dia, com intervalo de aproximadamente 12 horas entre as doses.
O tratamento pode ser iniciado por administração oral ou intravenosa. VIMPAT solução para infusão pode também ser uma alternativa para pacientes quando a administração oral está temporariamente inviável.
Se você esquecer de tomar uma dose de VIMPAT, deverá tomá-lo assim que se lembrar; porém, se você perceber a dose esquecida dentro de 6 horas da próxima dose não deverá tomar a dose esquecida e esperar
para tomar a próxima dose no horário habitual. Não se deve tomar uma dose dupla.
VIMPAT pode ser administrado com ou sem alimentos.
Os comprimidos revestidos de VIMPAT não devem ser partidos.
População especial
- Idosos (a partir dos 65 anos)
Não é necessária redução de dose em pacientes idosos.
Deve ser levada em conta a redução da depuração renal associada à idade com aumento dos níveis AUC (área sob a curva) em pacientes idosos. Existem dados clínicos limitados em pacientes idosos com epilepsia utilizando doses maiores do que 400 mg/dia.
- Insuficiência renal
Não é necessário qualquer ajuste de dose em pacientes adultos e pediátricos com insuficiência renal leve a moderada (depuração de creatina >30 mL/min).
Em pacientes pediátricos com peso igual ou superior a 50 kg e adultos com insuficiência renal leve a moderada, pode ser considerada uma dose de ataque de 200 mg, mas a titulação adicional da dose (> 200 mg/dia) deve ser feita com cautela.
Em pacientes pediátricos com peso igual ou superior a 50 kg e adultos com insuficiência renal grave (CLcr = 30 mL/min) ou com doença renal terminal, recomenda-se uma dose máxima de 250 mg/dia e a titulação da dose deve ser feita com cautela. Se uma dose de ataque for indicada, deve ser utilizada uma dose terapêutica inicial de 100 mg, seguida de um esquema de 50 mg duas vezes ao dia durante a primeira semana.
Em pacientes pediátricos com peso inferior a 50 kg com insuficiência renal grave (CLcr = 30 mL/min) ou com doença renal terminal, recomenda-se uma redução de 25% da dose máxima.
Em pacientes em hemodiálise recomenda-se um suplemento de até 50% da dose diária dividida imediatamente após cada tratamento de hemodiálise.
O tratamento de pacientes com doença renal terminal deve ser feito com cautela dada à limitada experiência clínica e ao acúmulo de metabólito (sem atividade farmacológica conhecida).
A titulação da dose deve ser efetuada com cuidado em todos os pacientes com insuficiência renal.
- Insuficiência hepática
Uma dose máxima de 300 mg/dia é recomendada para pacientes pediátricos com peso igual ou superior a 50 kg e adultos com insuficiência hepática leve a moderada.
A titulação da dose deve ser efetuada com cuidado, considerando a coexistência de insuficiência renal. Em adolescentes e adultos com peso igual ou superior a 50 kg, pode ser considerada uma dose de ataque de 200mg, mas a titulação adicional da dose (> 200 mg/dia) deve ser feita com cautela. Com base em dados em adultos, em pacientes pediátricos com peso inferior a 50 kg com insuficiência hepática leve a moderada, deve ser aplicada uma redução de 25% da dose máxima.
A farmacocinética da lacosamida não foi estudada em pacientes com insuficiência hepática grave. A lacosamida deve ser administrada a pacientes portadores de insuficiência hepática grave apenas quando os benefícios terapêuticos esperados superarem possíveis riscos. A posologia e administração devem ser ajustadas e os sintomas do paciente observados cuidadosamente.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações Adversa
Como todos os medicamentos, este medicamento pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas.
As reações adversas do Sistema Nervoso tais como tonturas podem ser maiores após a dose de ataque.
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- Tonturas, dor de cabeça;
- Diplopia (visão dupla);
- Náuseas (sentir-se enjoado).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- Depressão, estado de confusão, insônia;
- Crise mioclônica, ataxia (falta de coordenação dos movimentos), nistagmo (movimento involuntário dos olhos), distúrbio de equilíbrio, comprometimento (falha) da memória, tremor, sonolência, disartria (problemas na fala), hipoestesia (perda/diminuição da sensibilidade), parestesia (formigamento), distúrbio cognitivo (lentificação do raciocínio), distúrbio de atenção;
- Visão turva (embaçada);
- Vertigem (tontura), zumbido no ouvido;
- Vômitos, constipação, flatulência (acúmulo excessivo de gases), dispepsia (indigestão), boca seca, diarreia;
- Prurido (coceira por todo o corpo);
- Erupção cutânea;
- Espasmos musculares;
- Distúrbio da marcha (ao andar), astenia (fraqueza), fadiga (cansaço fora do comum), irritabilidade, sensação de embriaguez;
- Quedas, laceração da pele, contusão.
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- Reações de hipersensibilidade (alergia) ao medicamento;
- Tentativa de suicídio;
- Ideação suicida (pensamentos relacionados com suicídio ou em machucar a si mesmo);
- Distúrbio psicótico (pensamentos anômalos e/ou perda de sentido da realidade);
- Alucinação (ver e/ou ouvir coisas que não são reais);
- Agressividade;
- Agitação;
- Euforia (sensação exagerada de bem-estar);
- Síncope (desmaio);
- Coordenação anormal;
- Discinesia (movimentos involuntários anormais);
- Bloqueio atrioventricular (alteração dos batimentos cardíacos);
- Bradicardia (diminuição do número de batimentos cardíacos);
- Fibrilação atrial (alteração dos batimentos cardíacos observada no exame de eletrocardiografia);
- Flutter atrial (ritmo cardíaco anormal que ocorre nos átrios do coração);
- Testes da função do fígado anormal (alterado);
- Aumento de enzimas hepáticas (maior que 2 vezes o limite superior normal);
- Angioedema (inchaço na pele);
- Urticária (coceira).
Frequência desconhecida: não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis
- Agranulocitose (redução acentuada de glóbulos brancos no sangue);
- Reações de hipersensibilidade ao medicamento: também conhecidas como Reações Medicamentosas com eosinofilia (quantidade anormalmente alta de eosinófilos no sangue) e sintomas sistêmicos (DRESS);
- Convulsão;
- Taquiarritmia ventricular (ritmo cardíaco anormal rápido que ocorre nos ventrículos do coração);
- Necrólise epidérmica tóxica (reação alérgica grave na pele);
- Síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave na pele).
Reações adversas adicionais em crianças
As reações adversas adicionais observadas em crianças foram pirexia (febre), nasofaringite (coriza), faringite (garganta inflamada), diminuição do apetite (comer menos do que o habitual), comportamento anormal (agir de forma fora do normal) e letargia (falta de energia). Sentir-se com sono (sonolência) é uma reação adversa muito frequente em crianças e pode afetar mais de 1 em cada 10 crianças.
Se tiver quaisquer efeitos secundários, incluindo possíveis efeitos secundários não indicados nesta bula, fale com o seu médico ou farmacêutico.
Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.
Composição
Cada comprimido revestido contém 100 mg de lacosamida.
Excipientes: celulose microcristalina, celulose microcristalina silicificada, hidroxipropilcelulose, hidroxipropilcelulose (pouco substituída), crospovidona, estearato de magnésio, álcool polivinílico, talco, macrogol 3350, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro preto, azul de indigotina 132 laca de alumínio e água purificada.
Especificações
Gênero:Unissex
Entrega:Sim
Receita digital:Sim
Tipo de receita:Branca - PSICO
Imagem da receita:Não
Origem:Nacional
Título Marketplace:Vimpat 100mg 28 Comprimidos Revestidos
Descrição Marketplace:<H2 style="DISPLAY: inline">Vimpat 100mg - Lacosamida 28 Comprimidos Revestidos: Tratamento da Epilepsia</H2>
<P><STRONG>Vimpat</STRONG> (<STRONG>lacosamida</STRONG>) é um medicamento indicado para tratar <STRONG>crises</STRONG> <STRONG>epilépticas</STRONG>, podendo ser usado <STRONG>sozinho</STRONG> ou <STRONG>junto</STRONG> a outros <STRONG>antiepilépticos</STRONG> em <STRONG>pacientes</STRONG> a partir de <STRONG>4 anos</STRONG>.</P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Para que serve o medicamento Vimpat 100mg 28 Comprimidos Revestidos?</H2>
<P>Vimpat (lacosamida) é indicado para o tratamento da epilepsia em pacientes a partir de 4 anos de idade. Pode ser utilizado como único medicamento (monoterapia) para tratar crises de início focal ou parcial, que podem ou não evoluir para uma generalização secundária, quando a atividade da crise se estende para outras áreas do cérebro. Também pode ser usado em conjunto com outro medicamento antiepiléptico (terapia adjuvante) para o tratamento dessas mesmas crises focais ou parciais e das crises tônico-clônicas de início generalizado em pacientes com epilepsia idiopática generalizada.</P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Qual é o princípio ativo do Vimpat 100mg?</H2>
<P>O princípio ativo do <STRONG>Vimpat</STRONG> é a <STRONG>lacosamida</STRONG>, uma substância com ação antiepiléptica. Ela atua no sistema nervoso central, ajudando a controlar a atividade elétrica excessiva das células nervosas que pode estar relacionada ao surgimento de crises epilépticas. O mecanismo exato pelo qual a lacosamida exerce seu efeito antiepiléptico ainda não é totalmente esclarecido.</P>
<P><STRONG>Importante:</STRONG> Vimpat é um medicamento de venda sob prescrição médica com retenção de receita e deve ser utilizado somente conforme orientação do profissional de saúde. Antes de iniciar o tratamento, consulte a bula e as orientações médicas.</P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Como o Vimpat 100mg funciona?</H2>
<P>O Vimpat (lacosamida) atua no cérebro ajudando a controlar a atividade elétrica das células nervosas envolvidas nas crises epilépticas. É utilizado especialmente em crises que começam em uma área do cérebro e podem se espalhar para outras regiões. O mecanismo exato de ação da lacosamida ainda não é totalmente conhecido. </P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Como tomar o Vimpat 100mg?</H2>
<P>O Vimpat (lacosamida) deve ser tomado duas vezes ao dia, com intervalo de aproximadamente 12 horas, com ou sem alimentos. A dose varia conforme idade e peso e deve ser definida pelo médico. Não parta os comprimidos nem interrompa o tratamento sem orientação médica. Em caso de esquecimento, siga as orientações da bula ou do profissional de saúde e não tome uma dose dupla para compensar.</P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Quais são as reações adversas do Vimpat 100mg?</H2>
<P>Como todo medicamento, o Vimpat (lacosamida) pode causar reações adversas, embora elas não ocorram em todas as pessoas. Os efeitos podem variar conforme o organismo e a dose utilizada.<BR><STRONG>Reações mais comuns:</STRONG> Tontura, dor de cabeça, visão dupla, náusea, sonolência, tremor, alterações no equilíbrio, visão turva, vômitos, diarreia, constipação, boca seca e fadiga.<BR><STRONG>Reações mais raras:</STRONG> Reações alérgicas, desmaio, alterações nos batimentos cardíacos, alterações na função do fígado, alucinações, agitação, agressividade, pensamentos suicidas, coceira ou erupção na pele e reações graves na pele, como síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica. Em crianças, também podem ocorrer febre, coriza, dor de garganta, redução do apetite e sonolência.<BR>
<H3 style="DISPLAY: inline"><BR>Perguntas frequentes sobre o Vimpat:<BR><BR></H3>
<H3 style="DISPLAY: inline">1. Vimpat 100mg pode ser tomado com álcool?</H3>
<P></P>
<P>Não é recomendado consumir álcool durante o tratamento com Vimpat, pois essa combinação pode intensificar efeitos como tontura e cansaço. Siga a orientação médica durante o uso do medicamento.</P>
<H3 style="DISPLAY: inline">2. O que fazer se esquecer de tomar Vimpat 100mg?</H3>
<P>Se esquecer uma dose, a conduta depende do tempo desde o horário habitual. Não tome uma dose dupla para compensar. Consulte a bula ou o médico para saber como proceder de acordo com o seu caso.</P>
<P>O <STRONG>Vimpat</STRONG> 100mg contém lacosamida e apresenta ação no sistema nervoso central, sendo uma opção no tratamento de diferentes tipos de crises epilépticas. Seu uso deve seguir a indicação e a dose prescritas pelo médico.</P>
Composição:<P>Cada comprimido revestido contém 100 mg de lacosamida.<BR>Excipientes: celulose microcristalina, celulose microcristalina silicificada, hidroxipropilcelulose, hidroxipropilcelulose (pouco substituída), crospovidona, estearato de magnésio, álcool polivinílico, talco, macrogol 3350, dióxido de titânio, óxido de ferro amarelo, óxido de ferro vermelho, óxido de ferro preto, azul de indigotina 132 laca de alumínio e água purificada. </P>
Indicação:<P>VIMPAT (lacosamida) é indicado:<BR>- Monoterapia no tratamento de crises de início focal/parcial com ou sem generalização secundária em pacientes com epilepsia a partir de 4 anos de idade.<BR>- Terapia adjuvante (em conjunto com outro medicamento antiepiléptico) no tratamento de:<BR>- crises focais/parciais com ou sem generalização secundária em pacientes a partir de 4 anos de idade com epilepsia.<BR>- crises tônico-clônicas de início generalizado em pacientes a partir de 4 anos de idade com epilepsia idiopática generalizada.</P>
Classificação:Tarja vermelha
BloqueioVenda:Não
Tipo Modalidade:Controlados
Contraindicação:<P>Não tome VIMPAT caso tenha alergia (hipersensibilidade) à lacosamida ou a qualquer outro componente deste medicamento. Se não tiver certeza sobre a possibilidade de alergia, consulte o seu médico.<BR>No caso de existência de bloqueio atrioventricular (AV) de segundo ou terceiro grau (alteração dos batimentos cardíacos).</P>
Reações Adversas:<P>Como todos os medicamentos, este medicamento pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas.<BR>As reações adversas do Sistema Nervoso tais como tonturas podem ser maiores após a dose de ataque.<BR>Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):<BR>- Tonturas, dor de cabeça;<BR>- Diplopia (visão dupla);<BR>- Náuseas (sentir-se enjoado).<BR>Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):<BR>- Depressão, estado de confusão, insônia;<BR>- Crise mioclônica, ataxia (falta de coordenação dos movimentos), nistagmo (movimento involuntário dos olhos), distúrbio de equilíbrio, comprometimento (falha) da memória, tremor, sonolência, disartria (problemas na fala), hipoestesia (perda/diminuição da sensibilidade), parestesia (formigamento), distúrbio cognitivo (lentificação do raciocínio), distúrbio de atenção;<BR>- Visão turva (embaçada);<BR>- Vertigem (tontura), zumbido no ouvido;<BR>- Vômitos, constipação, flatulência (acúmulo excessivo de gases), dispepsia (indigestão), boca seca, diarreia;<BR>- Prurido (coceira por todo o corpo);<BR>- Erupção cutânea;<BR>- Espasmos musculares;<BR>- Distúrbio da marcha (ao andar), astenia (fraqueza), fadiga (cansaço fora do comum), irritabilidade, sensação de embriaguez;<BR>- Quedas, laceração da pele, contusão.<BR>Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):<BR>- Reações de hipersensibilidade (alergia) ao medicamento;<BR>- Tentativa de suicídio;<BR>- Ideação suicida (pensamentos relacionados com suicídio ou em machucar a si mesmo);<BR>- Distúrbio psicótico (pensamentos anômalos e/ou perda de sentido da realidade);<BR>- Alucinação (ver e/ou ouvir coisas que não são reais);<BR>- Agressividade;<BR>- Agitação;<BR>- Euforia (sensação exagerada de bem-estar);<BR>- Síncope (desmaio);<BR>- Coordenação anormal;<BR>- Discinesia (movimentos involuntários anormais);<BR>- Bloqueio atrioventricular (alteração dos batimentos cardíacos);<BR>- Bradicardia (diminuição do número de batimentos cardíacos);<BR>- Fibrilação atrial (alteração dos batimentos cardíacos observada no exame de eletrocardiografia);<BR>- Flutter atrial (ritmo cardíaco anormal que ocorre nos átrios do coração);<BR>- Testes da função do fígado anormal (alterado);<BR>- Aumento de enzimas hepáticas (maior que 2 vezes o limite superior normal);<BR>- Angioedema (inchaço na pele);<BR>- Urticária (coceira).<BR>Frequência desconhecida: não pode ser calculado a partir dos dados disponíveis<BR>- Agranulocitose (redução acentuada de glóbulos brancos no sangue);<BR>- Reações de hipersensibilidade ao medicamento: também conhecidas como Reações Medicamentosas com eosinofilia (quantidade anormalmente alta de eosinófilos no sangue) e sintomas sistêmicos (DRESS);<BR>- Convulsão;<BR>- Taquiarritmia ventricular (ritmo cardíaco anormal rápido que ocorre nos ventrículos do coração);<BR>- Necrólise epidérmica tóxica (reação alérgica grave na pele);<BR>- Síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave na pele).<BR>Reações adversas adicionais em crianças<BR>As reações adversas adicionais observadas em crianças foram pirexia (febre), nasofaringite (coriza), faringite (garganta inflamada), diminuição do apetite (comer menos do que o habitual), comportamento anormal (agir de forma fora do normal) e letargia (falta de energia). Sentir-se com sono (sonolência) é uma reação adversa muito frequente em crianças e pode afetar mais de 1 em cada 10 crianças.<BR>Se tiver quaisquer efeitos secundários, incluindo possíveis efeitos secundários não indicados nesta bula, fale com o seu médico ou farmacêutico.<BR>Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.</P>
Como Usar:<P>Crianças ou adolescentes com peso igual ou superior a 50 kg e adultos<BR>Monoterapia (no tratamento de crises focais/parciais)<BR>A dose inicial recomendada é de 50 mg duas vezes por dia (100 mg/dia), a qual deve ser aumentada para uma dose terapêutica inicial de 100 mg duas vezes por dia (200 mg/dia) após uma semana.<BR>O tratamento com lacosamida também pode ser iniciado com uma dose de 100 mg duas vezes por dia (200mg/dia) com base na avaliação médica da necessidade de redução das crises em relação as potenciaisreações adversas.<BR>Dependendo da resposta e tolerabilidade, a dose pode ser aumentada em 50 mg duas vezes ao dia (100mg/dia) em intervalos semanais, até uma máxima dose de manutenção recomendada de 300 mg duas vezes ao dia (600 mg/dia).<BR>Para pacientes que alcançaram uma dose superior a 200 mg duas vezes ao dia (400 mg/dia) e que precisam de medicamentos antiepilépticos adicionais, a posologia recomendada a ser seguida é a da terapia adjuvante descrita a seguir.<BR>Terapia adjuvante (no tratamento de crises focais/parciais ou no tratamento de crises tônico-clônicas de início generalizado)<BR>A dose inicial recomendada é de 50 mg duas vezes por dia (100 mg/dia), a qual deverá ser aumentada para uma dose terapêutica inicial de 100 mg duas vezes por dia (200 mg/dia) após uma semana.<BR>Dependendo da resposta clínica e tolerabilidade, a dose de manutenção pode ser aumentada em 50 mg, duas vezes por dia (100 mg/dia), a cada semana, até uma dose diária máxima de 200 mg duas vezes por dia (400mg/dia).<BR>Para pacientes que fazem uso da terapia adjuvante que serão convertidos para a monoterapia, uma vez que a dose de manutenção tenha sido administrada por pelo menos 3 dias, recomenda-se a retirada gradual das drogas antiepiléticas concomitantes durante pelo menos 6 semanas.<BR>Se o paciente estiver fazendo uso de mais de uma droga antiepilética, as drogas antiepiléticas devem ser retiradas de maneira sequencial. A eficácia e segurança da lacosamida não foram estabelecidas para conversão simultânea para monoterapia de duas ou mais drogas antiepiléticas.<BR>Início do tratamento com lacosamida utilizando uma dose de ataque<BR>O tratamento com lacosamida (monoterapia inicial ou terapia adjuvante no tratamento de crises focais/parciais ou terapia adjuvante no tratamento de crises tônico-clônicas de início generalizado) também pode ser iniciado com uma dose de ataque de 200 mg, seguida por uma dose de regime de manutenção, após aproximadamente 12 horas, de 100 mg duas vezes ao dia (200 mg/dia). Ajuste de doses subsequentes devem ser realizados de acordo com a resposta individual e tolerabilidade do paciente. A dose de ataque deve ser administrada sob supervisão médica levando em consideração o potencial de aumento da incidência de arritmia cardíaca grave e reações adversas do Sistema Nervoso Central. administração da dose de ataque não foi estudada em condições agudas em estados epilépticos.<BR>População pediátrica<BR>Crianças a partir de 4 anos de idade ou adolescentes com peso inferior a 50 kg<BR>A posologia em crianças e adolescentes baseia-se em modelos farmacocinéticos visando concentrações plasmáticas no mesmo intervalo que nos adultos.<BR>A dose é determinada com base no peso corporal. Por isso, recomenda-se iniciar o tratamento com a solução oral, com posterior mudança para os comprimidos revestidos, se desejado. Ao prescrever a solução oral, a dose deve ser expressa em volume (mL) e não em peso (mg).<BR>Monoterapia (no tratamento de crises focais/parciais)<BR>A dose inicial recomendada é de 1 mg/kg duas vezes por dia (2 mg/kg/dia), que deve ser aumentada para uma dose terapêutica inicial de 2 mg/kg duas vezes por dia (4 mg/kg/dia) após uma semana.<BR>Dependendo da resposta e tolerabilidade, a dose de manutenção pode ser aumentada em 1 mg/kg duas vezes por dia (2 mg/kg/dia) a cada semana. A dose deve ser aumentada gradualmente até que a resposta ideal seja obtida. Deve ser utilizada a dose eficaz mais baixa. Em crianças com peso entre 10 kg e inferior a 40 kg, recomenda-se uma dose máxima de até 6 mg/kg duas vezes por dia (12 mg/kg/dia). Em crianças com peso<BR>entre 40 e inferior a 50 kg, recomenda-se uma dose máxima de 5 mg/kg duas vezes por dia (10 mg/kg/dia).<BR>A posologia em adolescentes ou crianças com peso igual ou superior a 50 kg é a mesma que em adultos (ver acima).<BR>O seu médico irá prescrever a posologia e a concentração mais adequada de acordo com seu peso e a dose.<BR>Terapia adjuvante (no tratamento de crises focais/parciais ou no tratamento de crises tônico-clônicas de início generalizado)<BR>A dose inicial recomendada é de 1 mg/kg duas vezes por dia (2 mg/kg/dia), que deve ser aumentada para uma dose terapêutica inicial de 2 mg/kg duas vezes por dia (4 mg/kg/dia) após uma semana.<BR>Dependendo da resposta e tolerabilidade, a dose de manutenção pode ser aumentada em 1 mg/kg duas vezes por dia (2 mg/kg/dia) a cada semana. A dose deve ser aumentada gradualmente até que a resposta ideal seja obtida. Deve ser utilizada a dose eficaz mais baixa. Devido a uma depuração aumentada em comparação com adultos, em crianças com peso entre 10 kg e inferior a 20 kg, recomenda-se uma dose máxima de até 6 mg/kg duas vezes por dia (12 mg/kg/dia). Em crianças com peso entre 20 kg e inferior a 30 kg, recomendase uma dose máxima de 5 mg/kg duas vezes por dia (10 mg/kg/dia) e em crianças com peso entre 30 kg e inferior a 50 kg, recomenda-se uma dose máxima de 4 mg/kg duas vezes por dia (8 mg/kg/dia), embora em estudos abertos tenha sido utilizada uma dose até 6 mg/kg duas vezes por dia (12 mg/kg/dia) por um pequeno número de crianças deste último grupo.<BR>A posologia em adolescentes ou crianças com peso igual ou superior a 50 kg é a mesma que em adultos (ver acima).<BR>Para pacientes pediátricos que fazem uso da terapia adjuvante que serão convertidos para a monoterapia com lacosamida, uma vez que a dose de manutenção tenha sido administrada por pelo menos 3 dias, recomenda-se a retirada gradual das drogas antiepiléticas concomitantes durante pelo menos 6 semanas. Se o paciente estiver fazendo uso de mais de uma droga antiepilética, as drogas antiepiléticas devem ser retiradas de maneira sequencial.<BR>O seu médico irá prescrever a posologia e a concentração mais adequada de acordo com seu peso e a dose.<BR>Dose de ataque<BR>A dose de ataque não foi estudada em crianças. Não se recomenda a administração de dose de ataque em adolescentes ou crianças com peso inferior a 50 kg.<BR>No entanto, em adolescentes ou crianças com peso igual ou superior a 50 kg, o tratamento com lacosamida também pode ser iniciado com uma única dose de ataque. A posologia é a mesma que em adultos (ver acima). A dose de ataque deve ser administrada sob supervisão médica levando em consideração o potencial de aumento da incidência de arritmia cardíaca grave e reações adversas do Sistema Nervoso Central. A administração de uma dose de ataque não foi estudada em condições agudas, como o estado de mal epiléptico.<BR>VIMPAT não é recomendado em crianças com idade inferior a 4 anos devido à existência limitada de dados de segurança e eficácia.<BR>Descontinuação<BR>Caso seja necessário descontinuar o tratamento com VIMPAT, recomenda-se que a dose seja reduzida de forma gradual, com decréscimos semanais de 4 mg/kg/dia (para pacientes com peso corporal inferior a 50kg) ou 200 mg/dia (para pacientes com peso corporal igual ou superior a 50 kg), para os pacientes que tenham atingido uma dose de lacosamida = 6 mg/kg/dia ou = 300 mg/dia, respectivamente. Uma redução mais lenta, com decréscimos semanais de 2 mg/kg/dia ou 100 mg/dia, pode ser considerada, se clinicamente necessário.<BR>Em pacientes que desenvolvam arritmia cardíaca grave, deve ser realizada uma avaliação clínica benefício/risco e, se necessário, a lacosamida deve ser descontinuada.<BR>Modo de administração<BR>VIMPAT deve ser tomado duas vezes por dia, com intervalo de aproximadamente 12 horas entre as doses.<BR>O tratamento pode ser iniciado por administração oral ou intravenosa. VIMPAT solução para infusão pode também ser uma alternativa para pacientes quando a administração oral está temporariamente inviável.<BR>Se você esquecer de tomar uma dose de VIMPAT, deverá tomá-lo assim que se lembrar; porém, se você perceber a dose esquecida dentro de 6 horas da próxima dose não deverá tomar a dose esquecida e esperar<BR>para tomar a próxima dose no horário habitual. Não se deve tomar uma dose dupla.<BR>VIMPAT pode ser administrado com ou sem alimentos.<BR>Os comprimidos revestidos de VIMPAT não devem ser partidos.<BR>População especial<BR>- Idosos (a partir dos 65 anos)<BR>Não é necessária redução de dose em pacientes idosos.<BR>Deve ser levada em conta a redução da depuração renal associada à idade com aumento dos níveis AUC (área sob a curva) em pacientes idosos. Existem dados clínicos limitados em pacientes idosos com epilepsia utilizando doses maiores do que 400 mg/dia.<BR>- Insuficiência renal<BR>Não é necessário qualquer ajuste de dose em pacientes adultos e pediátricos com insuficiência renal leve a moderada (depuração de creatina >30 mL/min).<BR>Em pacientes pediátricos com peso igual ou superior a 50 kg e adultos com insuficiência renal leve a moderada, pode ser considerada uma dose de ataque de 200 mg, mas a titulação adicional da dose (> 200 mg/dia) deve ser feita com cautela.<BR>Em pacientes pediátricos com peso igual ou superior a 50 kg e adultos com insuficiência renal grave (CLcr = 30 mL/min) ou com doença renal terminal, recomenda-se uma dose máxima de 250 mg/dia e a titulação da dose deve ser feita com cautela. Se uma dose de ataque for indicada, deve ser utilizada uma dose terapêutica inicial de 100 mg, seguida de um esquema de 50 mg duas vezes ao dia durante a primeira semana.<BR>Em pacientes pediátricos com peso inferior a 50 kg com insuficiência renal grave (CLcr = 30 mL/min) ou com doença renal terminal, recomenda-se uma redução de 25% da dose máxima.<BR>Em pacientes em hemodiálise recomenda-se um suplemento de até 50% da dose diária dividida imediatamente após cada tratamento de hemodiálise.<BR>O tratamento de pacientes com doença renal terminal deve ser feito com cautela dada à limitada experiência clínica e ao acúmulo de metabólito (sem atividade farmacológica conhecida).<BR>A titulação da dose deve ser efetuada com cuidado em todos os pacientes com insuficiência renal.<BR>- Insuficiência hepática<BR>Uma dose máxima de 300 mg/dia é recomendada para pacientes pediátricos com peso igual ou superior a 50 kg e adultos com insuficiência hepática leve a moderada.<BR>A titulação da dose deve ser efetuada com cuidado, considerando a coexistência de insuficiência renal. Em adolescentes e adultos com peso igual ou superior a 50 kg, pode ser considerada uma dose de ataque de 200mg, mas a titulação adicional da dose (> 200 mg/dia) deve ser feita com cautela. Com base em dados em adultos, em pacientes pediátricos com peso inferior a 50 kg com insuficiência hepática leve a moderada, deve ser aplicada uma redução de 25% da dose máxima.<BR>A farmacocinética da lacosamida não foi estudada em pacientes com insuficiência hepática grave. A lacosamida deve ser administrada a pacientes portadores de insuficiência hepática grave apenas quando os benefícios terapêuticos esperados superarem possíveis riscos. A posologia e administração devem ser ajustadas e os sintomas do paciente observados cuidadosamente.<BR>Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.<BR>Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.</P>
Classe do Medicamento:Anticonvulsivantes
Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Com retenção de receita. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula.
Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico.
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Quantidade:28 Comprimidos
Fases da Vida:Para adultos
Parte do Corpo:Para o sistema nervoso
Princípio Ativo:Lacosamida
Doenças e Complicações:Para epilepsia
Forma de Administração:Uso oral
Prescrição Médica:Sim
Tipo de Medicamento:Referência
PBM:UCB
VAN:InterPlayers
PBM Descrição:Compromisso Saúde
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