ControladosAntipsicóticoArpejo 10mg 30 Comprimidos

Arpejo 10mg 30 Comprimidos

Arpejo
Cód: 28406

Saiba quais são os principais efeitos colaterais do Arpejo 10mg, como náusea, insônia, ansiedade, sonolência, inquietação, tremores e alterações no peso durante o tratamento.Ver mais

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Descrição do Produto

O que é o Arpejo 10mg 30 comprimidos e para que serve?

O Arpejo 10 mg Ems 30 comprimidos é um medicamento que contém aripiprazol, um antipsicótico utilizado no tratamento da esquizofrenia e do transtorno bipolar tipo I. Na esquizofrenia, o Arpejo 10 mg é indicado para o tratamento da doença. No transtorno bipolar tipo I, pode ser utilizado para tratar episódios de mania e episódios mistos, tanto sozinho quanto como tratamento complementar ao lítio ou valproato, conforme avaliação médica.

Como o medicamento Arpejo 10mg funciona?

O princípio ativo do Arpejo, o aripiprazol, atua no sistema nervoso central, influenciando a atividade de determinados receptores relacionados aos neurotransmissores do cérebro. Embora o mecanismo completo de ação do aripiprazol ainda não seja totalmente conhecido, sua atuação nesses receptores está relacionada aos efeitos terapêuticos observados no tratamento da esquizofrenia e do transtorno bipolar.

Importante: Arpejo 10mg é um medicamento de venda sob prescrição médica com retenção de receita e deve ser utilizado somente conforme orientação de um profissional de saúde. Antes de usar, leia a bula.

Qual é o princípio ativo do Arpejo 10mg?

O Arpejo 10 mg contém um princípio ativo que atua no sistema nervoso central e pertence à classe dos antipsicóticos atípicos:

- Aripiprazol: pertence à classe dos antipsicóticos atípicos e atua em determinados receptores do sistema nervoso central, principalmente nos sistemas de dopamina e serotonina. Sua ação contribui para a modulação da atividade desses neurotransmissores.

Como usar o Arpejo 10mg?

O Arpejo 10 mg deve ser utilizado por via oral, uma vez ao dia, podendo ser tomado com ou sem alimentos. A dose varia de acordo com a condição tratada e a resposta de cada paciente. Para esquizofrenia, as doses inicial e de manutenção recomendadas podem ser de 10 mg ou 15 mg uma vez ao dia. Para transtorno bipolar tipo I, a dose inicial e recomendada é geralmente de 15mg uma vez ao dia, podendo chegar a 30 mg ao dia de acordo com a resposta clínica. A dose e a forma de tratamento devem ser determinadas pelo médico. Não aumente, reduza ou interrompa o Arpejo por conta própria, especialmente ao trocar de outro medicamento antipsicótico.

Quem não deve usar o Arpejo 10mg?

Pessoas com alergia ao aripiprazol: quem apresenta hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer componente da fórmula não deve usar o Arpejo 10 mg. As reações podem incluir coceira, urticária e, em casos graves, anafilaxia.
Pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose: o medicamento é contraindicado para quem apresenta essa condição.
Durante o aleitamento: o Arpejo 10 mg é contraindicado durante a amamentação, pois o aripiprazol é eliminado no leite materno e pode causar efeitos indesejáveis no bebê.

Quais são os possíveis efeitos colaterais do Arpejo 10mg ?

Reações comuns:

- Ansiedade, inquietação e insônia.
- Sonolência, sedação e fadiga.
- Dor de cabeça.
- Náusea, vômitos e constipação.
- Tremores e alterações nos movimentos.
- Agitação.
- Alterações no peso e aumento do apetite.
- Irritação na pele.
- Congestão nasal e falta de ar.
- Suor excessivo.

Perguntas Frequentes:

1. Qual é o princípio ativo do Arpejo 10mg?

O princípio ativo do Arpejo 10mg é o aripiprazol. Cada comprimido contém 10 mg da substância ativa.

2. Para que serve o Arpejo 10mg?

Arpejo 10mg é indicado para o tratamento da esquizofrenia e, conforme avaliação médica, para episódios de mania ou mistos associados ao transtorno bipolar tipo I.

3. Arpejo 10mg é antipsicótico?

Sim. O aripiprazol, princípio ativo do Arpejo, pertence à classe dos antipsicóticos atípicos.

4. Arpejo 10mg é usado para esquizofrenia?

Sim. O medicamento é indicado para o tratamento da esquizofrenia, conforme prescrição e acompanhamento médico.

5. Arpejo 10mg é indicado para transtorno bipolar?

Sim. A bula prevê seu uso em episódios de mania e mistos associados ao transtorno bipolar tipo I, inclusive em determinadas terapias complementares.

6. Arpejo 10mg e aripiprazol 10mg são a mesma coisa?

O Arpejo 10mg contém aripiprazol 10mg como princípio ativo. Entretanto, medicamentos com o mesmo princípio ativo podem ter diferentes nomes comerciais e apresentações.

O Arpejo 10 mg Ems pode causar diferentes reações adversas, sendo algumas mais frequentes, como náusea, dor de cabeça, insônia, ansiedade, inquietação, sonolência e fadiga. Ao buscar medicamentos em farmácias de confiança, como a Drogal, você garante mais segurança e qualidade.

Contraindicação

Você não deve usar ARPEJO® se for hipersensível ao aripiprazol (substância ativa deste medicamento) ou
qualquer um dos seus excipientes. As reações podem variar de prurido/urticária à anafilaxia.
Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano: Este medicamento é contraindicado
durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis
no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a
alimentação do bebê.

Instruções de Uso

ARPEJO® deve ser utilizado exclusivamente por via oral.
Esquizofrenia: a dose de início e a dose alvo recomendadas para ARPEJO® é de 10 mg/dia ou 15 mg/dia uma vez
ao dia, independente das refeições. Em geral, os aumentos na dosagem não devem ser feitos antes de duas semanas,
o tempo necessário para se atingir o estado de equilíbrio.
- Tratamento de Manutenção: seu médico deverá reavaliá-lo periodicamente, para determinar a necessidade de
continuar com o tratamento de manutenção.
- Troca de Outros Antipsicóticos: a descontinuação imediata do tratamento antipsicótico anterior pode ser
aceitável para alguns pacientes com esquizofrenia, a descontinuação mais gradual pode ser mais adequada para os
demais pacientes. Em todos os casos, a forma de retirada deve ser avaliada individualmente pelo médico.
Transtorno Bipolar: a dose de início e a dose alvo recomendada é de 15 mg uma vez ao dia como monoterapia ou
como terapia adjuntiva com lítio ou valproato. A dose pode ser elevada para 30 mg/dia com base na resposta
clínica. A segurança das doses superiores a 30 mg/dia não foi avaliada em estudos clínicos.
- Tratamento de Manutenção: seu médico deverá reavaliá-lo periodicamente, para determinar a necessidade de
continuar com o tratamento de manutenção.
Ajuste da Dosagem: ajustes da dosagem em adultos não são habitualmente indicados de acordo com a idade, sexo,
raça ou estado da insuficiência renal ou hepática.
Seu médico poderá ajustar a dose de ARPEJO® se você estiver utilizando concomitantemente outros medicamentos
que alterem a concentração do aripiprazol no seu organismo ou caso ele identifique a necessidade de ajuste de dose
devido a outros fatores relacionados ao seu metabolismo.
Atenção: não há estudos sobre os efeitos dos comprimidos de aripiprazol administrados por vias não
recomendadas. Dessa forma, para a segurança e eficácia da apresentação, a administração deve ser feita apenas por
via oral.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

 

Reações Adversa

As reações adversas, listadas a seguir, foram consideradas possivelmente associadas ao uso de aripiprazol durante
os estudos realizados com o medicamento.
As frequências da ocorrência das reações adversas fornecem uma estimativa à incidência com que elas possam
ocorrer e, representam a proporção de pacientes do estudo que apresentaram o evento adverso no mínimo uma vez.
As reações adversas mais comuns em pacientes adultos (= 10%) foram náusea, vômito, constipação, cefaleia, ,
acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de inquietude interna, irritabilidade, desassossego ou
incapacidade de ficar parado), ansiedade, insônia, inquietação, redução dos níveis de HDL, redução de peso,
aumento >7% do peso corpóreo, agitação, irritações de pele, eventos extrapiramidais, sonolência, sedação, tremor e
fadiga.
Os eventos adversos presentes na literatura e suas frequências estão descritos a seguir: Muito comuns: ocorreram
em = 10% dos pacientes;
Comuns (frequentes): ocorreram em = 1% e < 10% dos pacientes; Incomuns (infrequentes): ocorreram em = 0,1% e
< 1% dos pacientes; Raros: ocorreram em = 0,01% e < 0,1% dos pacientes.
Cardiovasculares: angina pectoris: 0,1% – 1%; bloqueio atrioventricular: 0,1% – 1%; bradiarritmia: <0,1%;
parada cardiorrespiratória: 0,1% – 1%; insuficiência cardiorrespiratória: 0,1% – 1%; infarto do miocárdio: 0,1% –
1%; hipotensão ortostática: 0,2% - 4%; prolongamento do intervalo QT: 0,1% – 1%; taquicardia: <2%.
Dermatológicos: rash cutâneo: <2%; irritação de pele: 12,4%.
Endócrinos: redução dos níveis de HDL: 3,7% - 13,5%; redução dos níveis de prolactina: <0,1%; diabetes: 0,1% –
1% (incluindo aumento da insulina no sangue, diminuição da tolerância a carboidratos, diabetes mellitus não
dependente de insulina, tolerância à glicose diminuída e glicosúria); cetoacidose diabética: <0,1%; hiperglicemia:
0,8% – 8%; hiponatremia: 0,1% – 1%; aumento dos níveis de prolactina: 0,1% – 1%; aumento dos níveis de LDL:
2,2% - 9,6%; aumento dos níveis de colesterol sérico: 1,1% - 3,6%; aumento dos níveis de triglicerídeos séricos:
1% - 9,7%; redução de peso: 4% - 15,4%; aumento de >7% do peso corpóreo: 2,5% - 21,5%.
Gastrintestinais: desconforto abdominal: 2% - 3%; constipação: 5% - 11%; diarreia: 3%; salivação excessiva:
3,1% - 8,1%; aumento de apetite: 3% - 7%; indigestão: 9%; náusea: 8% - 15%; dor de dente: 4%; vômitos: 3% -
11%; xerostomia: 2% - 5%.
Hematológicos: leucopenia: <1%; neutropenia: <1%; trombocitopenia: >1%.
Hepáticos: doença hepática induzida por drogas: <1%.
Imunológicos: reação de hipersensibilidade: > 0,1%.
Musculoesqueléticos: artralgia: 2% - 4%; dores nas costas: 4%; rigidez muscular: 4%; dores musculoesqueléticas: 3%;
mialgia: 2% - 3%; dores nos membros: 4%; rabdomiólise: > 0,1%; espasmos: 2%; trismo: 0,1% - 1%.
Neurológicos: acatisia: 2% - 25%; confusão: 4% - 10%; distonia: 2% - 4,8%; eventos extrapiramidais: 2% - 27,3%;

cefaleia: 10% - 27%; insônia: 8% - 18%; sedação: 3% - 21%; convulsões: > 0,3%; sonolência: 6% - 26,3%; tremor:
2% - 11,8%..
Oftálmicos: visão embaçada: 3% - 8%; crise oculógira: 0,1% - 1%.
Psiquiátricos: agitação: 19%; ansiedade: 4% - 17%; inquietação: 2% - 12%; sensação de nervosismo: 3%.
Reprodutivos: ejaculação tardia: 0,1% - 1%.
Respiratórios: tosse: 3%; congestão nasal: 2%; nasofaringite: 9%; dor de garganta: 3%; infecções respiratórias
superiores: 4% - 6%.
Outros: angioedema: 0,1% - 1%; fadiga: 2% - 17%; dor: 3%.
Outros eventos com incidência desconhecida: taquicardia supraventricular paroxística; torsades de pointes;
erupção medicamentosa acneiforme; galactorreia; hiperprolactinemia; síndrome metabólica; síndrome de secreção
inadequada de hormônio antidiurético; desmotilidade e aspiração esofágica; pancreatite; agranulocitose; acidente
vascular cerebral (AVC); discinesia tardia; acidente isquêmico transitório; aumento do risco de suicídio;
comportamentos compulsivos; impulsividade; comportamentos suicidas; soluço; pneumonite de hipersensibilidade
crônica; morte; aumento da temperatura corporal; síndrome neuroléptica maligna (SNM); prolongamento do
intervalo QT; dispepsia; desconforto estomacal; vertigem; distonia, contrações anormais prolongadas de conjuntos
de músculos.
Reações adversas observadas durante a avaliação pré-comercialização de aripiprazol
Os eventos são, ainda, categorizados pela classe de sistemas de órgãos e listados em frequência decrescente de
acordo com as definições abaixo:
Comuns (frequentes): ocorreram em =1/100 e < 1/10 dos pacientes (apenas aqueles ainda não listados nos
resultados tabelados de estudos controlados por placebo aparecem nessa relação);
Incomuns (infrequentes): ocorreram em =1/1000 e < 1/100 dos pacientes
Raros: ocorreram em = 1/10000 e <1/1000 dos pacientes
Distúrbios cardíacos: incomuns – palpitações, extrassístoles, taquicardia sinusal, fibrilação atrial e isquemia
miocárdica. Raros – flutter atrial, taquicardia supraventricular e taquicardia ventricular.
Distúrbios oculares: Incomuns - fotofobia diplopia), edema na pálpebrae fotopsia.
Distúrbios gastrintestinais: Incomuns - doença do refluxo gastroesofágico, edema delíngua e esofagite; Raro -
pancreatite.
Distúrbios gerais e condições no local de administração: Comuns - astenia , edema periférico, dor no peito,
pirexia e irritabilidade; Incomuns – edema facial, angioedema, sede; Raro - hipotermia
Distúrbios hepatobiliares: Raros - hepatite, icterícia.
Lesões, intoxicação e complicações do procedimento: Comum - queda; Incomum - automutilação ; Raro -
insolação.
Investigações: Comuns - creatinofosfoquinase elevada; Incomuns - enzima hepática elevada, ureia sérica elevada,
creatinina sérica elevadae bilirrubina sérica elevada; Raros - lactato desidrogenase sérico elevada, gamaglutamil
transferase elevada.
Distúrbios metabólicos e nutricionais: Comuns - anorexia hipocalemia , hiponatremia , polidipsia ; Raro -
cetoacidose diabética
Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: Incomuns -, fraqueza muscular, compressão muscular e
mobilidade reduzida;
Distúrbios do sistema nervoso: Comuns - coordenação anormal e discinesia; Incomuns - distúrbio na fala,
parkinsonismo, comprometimento da memória, rigidez de roda dentada, acidente vascular cerebral,hipocinesia,
discinesia tardia, hipotonia, mioclonia, hipertonia, acinesia , e bradicinesia ; Raros - convulsão de grande mal e
coreoatetose.
Transtornos psiquiátricos: Comum - ideação suicida; Incomuns - agressividade, perda da libido, tentativa de
suicídio, hostilidade, libido elevada raiva, anorgasmia delírios, automutilação intencional, suicídio concluído, tique
e ideação homicida; Raros - catatonia e sonambulismo.
Distúrbios renais e urinários: Incomuns - retenção urinária, poliúria e noctúria.
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: Incomuns - menstruação irregular, disfunção erétil, amenorreia e
dor nas mamas; Raros – ginecomastia priapismo.
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: Comuns - congestão nasal, dispneia e pneumonia por
aspiração.
Distúrbios cutâneos e subcutâneos: Comum- hiperidrose. - Incomuns - prurido, reação fotossensível, alopecia e
urticária.
Distúrbios vasculares: Comum – hipertensão.
Experiência pós-comercialização
As reações adversas a seguir foram identificadas durante o uso após a aprovação de aripiprazol. Em razão de essas
reações serem relatadas voluntariamente por uma população de tamanho indeterminado, nem sempre é possível
estabelecer uma relação causal com a exposição à droga: ocorrências raras de reação alérgica (reação anafilática,
angioedema, laringoespasmo, prurido/urticária ou espasmo orofaríngeo), gripe, crise oculogírica (movimentos
involuntários dos olhos), dor testicular, depressão, dor esofágica, aumento do apetite, tendinite, arrepios,
perturbação afetiva, mal estar, doença de Parkinson, leucocitose (aumento da contagem de leucócitos no sangue),
disgeusia (alteração do paladar), eructação (arrotos), irritação na garganta, comportamento anormal,
tromboembolismo venoso, oscilação da glicose sérica e comportamentos compulsivos (relacionados a jogos,
alimentação, compras e sexo). Estes comportamentos são raros e cessaram com a redução da dose ou interrupção do
tratamento com o medicamento.
Pacientes e cuidadores devem comunicar o médico prescritor ao identificar comportamento compulsivo em
pacientes em tratamento com aripiprazol. O medicamento não deve ser descontinuado sem a ciência do médico.
Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso
do medicamento.
Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.


 

Composição

Cada comprimido de aripiprazol 10 mg contém:
aripiprazol...........................................................................................................................................................10 mg
excipientes* q.s.p................................................................................................................................................1 com
*celulose microcristalina, lactose monoidratada, amido, hiprolose, dióxido de silício, óxido de ferro vermelho e
estearato de magnésio.

Especificações

Gênero:Unissex

Origem:Nacional

Título Marketplace:Arpejo 10mg 30 Comprimidos

Descrição Marketplace:<H2 style="DISPLAY: inline">O que é o Arpejo 10mg 30 comprimidos e para que serve?</H2> <P>O Arpejo 10 mg Ems 30 comprimidos&nbsp;é um medicamento que contém aripiprazol, um <STRONG>antipsicótico</STRONG> utilizado no tratamento da esquizofrenia e do transtorno bipolar tipo I. Na esquizofrenia, o Arpejo 10 mg é indicado para o tratamento da doença. No transtorno bipolar tipo I, pode ser utilizado para tratar episódios de mania e episódios mistos, tanto sozinho quanto como tratamento complementar ao lítio ou valproato, conforme avaliação médica.</P> <H2 style="DISPLAY: inline">Como o medicamento Arpejo 10mg funciona?</H2> <P>O princípio ativo do Arpejo, o aripiprazol, atua no sistema nervoso central, influenciando a atividade de determinados receptores relacionados aos neurotransmissores do cérebro. Embora o mecanismo completo de ação do aripiprazol ainda não seja totalmente conhecido, sua atuação nesses receptores está relacionada aos efeitos terapêuticos observados no tratamento da esquizofrenia e do transtorno bipolar.</P> <P><STRONG>Importante:</STRONG> Arpejo 10mg é um medicamento de venda sob prescrição médica com retenção de receita e deve ser utilizado somente conforme orientação de um profissional de saúde. Antes de usar, leia a bula.</P> <H2 style="DISPLAY: inline">Qual é o princípio ativo do Arpejo 10mg?</H2> <P>O Arpejo 10 mg contém um princípio ativo que atua no sistema nervoso central e pertence à classe dos antipsicóticos atípicos:</P> <P><STRONG>- Aripiprazol:</STRONG> pertence à classe dos antipsicóticos atípicos e atua em determinados receptores do sistema nervoso central, principalmente nos sistemas de dopamina e serotonina. Sua ação contribui para a modulação da atividade desses neurotransmissores.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">Como usar o Arpejo 10mg?</H3> <P>O Arpejo 10 mg deve ser utilizado por via oral, uma vez ao dia, podendo ser tomado com ou sem alimentos. A dose varia de acordo com a condição tratada e a resposta de cada paciente. Para esquizofrenia, as doses inicial e de manutenção recomendadas podem ser de 10 mg ou 15 mg uma vez ao dia. Para transtorno bipolar tipo I, a dose inicial e recomendada é geralmente de 15mg uma vez ao dia, podendo chegar a 30 mg ao dia de acordo com a resposta clínica. A dose e a forma de tratamento devem ser determinadas pelo médico. Não aumente, reduza ou interrompa o Arpejo por conta própria, especialmente ao trocar de outro <STRONG>medicamento</STRONG> antipsicótico.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">Quem não deve usar o Arpejo 10mg?</H3> <P><STRONG>Pessoas com alergia ao aripiprazol:</STRONG> quem apresenta hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer componente da fórmula não deve usar o Arpejo 10 mg. As reações podem incluir coceira, urticária e, em casos graves, anafilaxia.<BR><STRONG>Pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose</STRONG>: o medicamento é contraindicado para quem apresenta essa condição.<BR><STRONG>Durante o aleitamento:</STRONG> o Arpejo 10 mg é contraindicado durante a amamentação, pois o aripiprazol é eliminado no leite materno e pode causar efeitos indesejáveis no bebê.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">Quais são os possíveis efeitos colaterais do Arpejo 10mg ?</H3> <P><STRONG>Reações comuns:</STRONG></P> <P>- Ansiedade, inquietação e insônia.<BR>- Sonolência, sedação e fadiga.<BR>- Dor de cabeça.<BR>- Náusea, vômitos e constipação.<BR>- Tremores e alterações nos movimentos.<BR>- Agitação.<BR>- Alterações no peso e aumento do apetite.<BR>- Irritação na pele.<BR>- Congestão nasal e falta de ar.<BR>- Suor excessivo.</P> <P> <H3 style="DISPLAY: inline">Perguntas Frequentes:</H3> <P></P> <P> <H3 style="DISPLAY: inline"></H3> <H3 style="DISPLAY: inline">1. Qual é o princípio ativo do Arpejo 10mg?</H3> <P></P> <P>O princípio ativo do Arpejo 10mg é o aripiprazol. Cada comprimido contém 10 mg da substância ativa.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">2. Para que serve o Arpejo 10mg?</H3> <P>Arpejo 10mg é indicado para o tratamento da esquizofrenia e, conforme avaliação médica, para episódios de mania ou mistos associados ao transtorno bipolar tipo I.</P> <P> <H3 style="DISPLAY: inline">3. Arpejo 10mg é antipsicótico?</H3> <P></P> <P>Sim. O aripiprazol, princípio ativo do Arpejo, pertence à classe dos antipsicóticos atípicos.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">4. Arpejo 10mg é usado para esquizofrenia?</H3> <P>Sim. O medicamento é indicado para o tratamento da esquizofrenia, conforme prescrição e acompanhamento médico.</P> <P>O <STRONG>Arpejo</STRONG> 10 mg&nbsp;Ems pode causar diferentes reações adversas, sendo algumas mais frequentes, como náusea, dor de cabeça, insônia, ansiedade, inquietação, sonolência e fadiga. </P>

Composição:<P>Cada comprimido de aripiprazol 10 mg contém:<BR>aripiprazol...........................................................................................................................................................10 mg<BR>excipientes* q.s.p................................................................................................................................................1 com<BR>*celulose microcristalina, lactose monoidratada, amido, hiprolose, dióxido de silício, óxido de ferro vermelho e<BR>estearato de magnésio.</P>

Indicação:<P>Esquizofrenia:<BR>ARPEJO® é indicado para o tratamento de esquizofrenia.<BR>Transtorno bipolar:<BR>- Monoterapia: ARPEJO® é indicado para tratamento agudo e de manutenção de episódios de mania e mistos<BR>associados ao transtorno bipolar do tipo I.<BR>- Terapia Adjuntiva (terapia complementar à terapia principal): ARPEJO® é indicado como terapia<BR>complementar à terapia com lítio ou valproato para o tratamento agudo de episódios de mania ou mistos associados<BR>ao transtorno bipolar do tipo I.</P>

Classificação:Tarja vermelha

BloqueioVenda:Não

Tipo Modalidade:Controlados

Contraindicação:<P>Você não deve usar ARPEJO® se for hipersensível ao aripiprazol (substância ativa deste medicamento) ou<BR>qualquer um dos seus excipientes. As reações podem variar de prurido/urticária à anafilaxia.<BR>Este medicamento não deve ser usado por pessoas com síndrome de má-absorção de glicose-galactose.<BR>Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano: Este medicamento é contraindicado<BR>durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis<BR>no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a<BR>alimentação do bebê.</P>

Reações Adversas:<P>As reações adversas, listadas a seguir, foram consideradas possivelmente associadas ao uso de aripiprazol durante<BR>os estudos realizados com o medicamento.<BR>As frequências da ocorrência das reações adversas fornecem uma estimativa à incidência com que elas possam<BR>ocorrer e, representam a proporção de pacientes do estudo que apresentaram o evento adverso no mínimo uma vez.<BR>As reações adversas mais comuns em pacientes adultos (= 10%) foram náusea, vômito, constipação, cefaleia, ,<BR>acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de inquietude interna, irritabilidade, desassossego ou<BR>incapacidade de ficar parado), ansiedade, insônia, inquietação, redução dos níveis de HDL, redução de peso,<BR>aumento &gt;7% do peso corpóreo, agitação, irritações de pele, eventos extrapiramidais, sonolência, sedação, tremor e<BR>fadiga.<BR>Os eventos adversos presentes na literatura e suas frequências estão descritos a seguir: Muito comuns: ocorreram<BR>em = 10% dos pacientes;<BR>Comuns (frequentes): ocorreram em = 1% e &lt; 10% dos pacientes; Incomuns (infrequentes): ocorreram em = 0,1% e<BR>&lt; 1% dos pacientes; Raros: ocorreram em = 0,01% e &lt; 0,1% dos pacientes.<BR>Cardiovasculares: angina pectoris: 0,1% – 1%; bloqueio atrioventricular: 0,1% – 1%; bradiarritmia: &lt;0,1%;<BR>parada cardiorrespiratória: 0,1% – 1%; insuficiência cardiorrespiratória: 0,1% – 1%; infarto do miocárdio: 0,1% –<BR>1%; hipotensão ortostática: 0,2% - 4%; prolongamento do intervalo QT: 0,1% – 1%; taquicardia: &lt;2%.<BR>Dermatológicos: rash cutâneo: &lt;2%; irritação de pele: 12,4%.<BR>Endócrinos: redução dos níveis de HDL: 3,7% - 13,5%; redução dos níveis de prolactina: &lt;0,1%; diabetes: 0,1% –<BR>1% (incluindo aumento da insulina no sangue, diminuição da tolerância a carboidratos, diabetes mellitus não<BR>dependente de insulina, tolerância à glicose diminuída e glicosúria); cetoacidose diabética: &lt;0,1%; hiperglicemia:<BR>0,8% – 8%; hiponatremia: 0,1% – 1%; aumento dos níveis de prolactina: 0,1% – 1%; aumento dos níveis de LDL:<BR>2,2% - 9,6%; aumento dos níveis de colesterol sérico: 1,1% - 3,6%; aumento dos níveis de triglicerídeos séricos:<BR>1% - 9,7%; redução de peso: 4% - 15,4%; aumento de &gt;7% do peso corpóreo: 2,5% - 21,5%.<BR>Gastrintestinais: desconforto abdominal: 2% - 3%; constipação: 5% - 11%; diarreia: 3%; salivação excessiva:<BR>3,1% - 8,1%; aumento de apetite: 3% - 7%; indigestão: 9%; náusea: 8% - 15%; dor de dente: 4%; vômitos: 3% -<BR>11%; xerostomia: 2% - 5%.<BR>Hematológicos: leucopenia: &lt;1%; neutropenia: &lt;1%; trombocitopenia: &gt;1%.<BR>Hepáticos: doença hepática induzida por drogas: &lt;1%.<BR>Imunológicos: reação de hipersensibilidade: &gt; 0,1%.<BR>Musculoesqueléticos: artralgia: 2% - 4%; dores nas costas: 4%; rigidez muscular: 4%; dores musculoesqueléticas: 3%;<BR>mialgia: 2% - 3%; dores nos membros: 4%; rabdomiólise: &gt; 0,1%; espasmos: 2%; trismo: 0,1% - 1%.<BR>Neurológicos: acatisia: 2% - 25%; confusão: 4% - 10%; distonia: 2% - 4,8%; eventos extrapiramidais: 2% - 27,3%;<BR></P> <P>cefaleia: 10% - 27%; insônia: 8% - 18%; sedação: 3% - 21%; convulsões: &gt; 0,3%; sonolência: 6% - 26,3%; tremor:<BR>2% - 11,8%..<BR>Oftálmicos: visão embaçada: 3% - 8%; crise oculógira: 0,1% - 1%.<BR>Psiquiátricos: agitação: 19%; ansiedade: 4% - 17%; inquietação: 2% - 12%; sensação de nervosismo: 3%.<BR>Reprodutivos: ejaculação tardia: 0,1% - 1%.<BR>Respiratórios: tosse: 3%; congestão nasal: 2%; nasofaringite: 9%; dor de garganta: 3%; infecções respiratórias<BR>superiores: 4% - 6%.<BR>Outros: angioedema: 0,1% - 1%; fadiga: 2% - 17%; dor: 3%.<BR>Outros eventos com incidência desconhecida: taquicardia supraventricular paroxística; torsades de pointes;<BR>erupção medicamentosa acneiforme; galactorreia; hiperprolactinemia; síndrome metabólica; síndrome de secreção<BR>inadequada de hormônio antidiurético; desmotilidade e aspiração esofágica; pancreatite; agranulocitose; acidente<BR>vascular cerebral (AVC); discinesia tardia; acidente isquêmico transitório; aumento do risco de suicídio;<BR>comportamentos compulsivos; impulsividade; comportamentos suicidas; soluço; pneumonite de hipersensibilidade<BR>crônica; morte; aumento da temperatura corporal; síndrome neuroléptica maligna (SNM); prolongamento do<BR>intervalo QT; dispepsia; desconforto estomacal; vertigem; distonia, contrações anormais prolongadas de conjuntos<BR>de músculos.<BR>Reações adversas observadas durante a avaliação pré-comercialização de aripiprazol<BR>Os eventos são, ainda, categorizados pela classe de sistemas de órgãos e listados em frequência decrescente de<BR>acordo com as definições abaixo:<BR>Comuns (frequentes): ocorreram em =1/100 e &lt; 1/10 dos pacientes (apenas aqueles ainda não listados nos<BR>resultados tabelados de estudos controlados por placebo aparecem nessa relação);<BR>Incomuns (infrequentes): ocorreram em =1/1000 e &lt; 1/100 dos pacientes<BR>Raros: ocorreram em = 1/10000 e &lt;1/1000 dos pacientes<BR>Distúrbios cardíacos: incomuns – palpitações, extrassístoles, taquicardia sinusal, fibrilação atrial e isquemia<BR>miocárdica. Raros – flutter atrial, taquicardia supraventricular e taquicardia ventricular.<BR>Distúrbios oculares: Incomuns - fotofobia diplopia), edema na pálpebrae fotopsia.<BR>Distúrbios gastrintestinais: Incomuns - doença do refluxo gastroesofágico, edema delíngua e esofagite; Raro -<BR>pancreatite.<BR>Distúrbios gerais e condições no local de administração: Comuns - astenia , edema periférico, dor no peito,<BR>pirexia e irritabilidade; Incomuns – edema facial, angioedema, sede; Raro - hipotermia<BR>Distúrbios hepatobiliares: Raros - hepatite, icterícia.<BR>Lesões, intoxicação e complicações do procedimento: Comum - queda; Incomum - automutilação ; Raro -<BR>insolação.<BR>Investigações: Comuns - creatinofosfoquinase elevada; Incomuns - enzima hepática elevada, ureia sérica elevada,<BR>creatinina sérica elevadae bilirrubina sérica elevada; Raros - lactato desidrogenase sérico elevada, gamaglutamil<BR>transferase elevada.<BR>Distúrbios metabólicos e nutricionais: Comuns - anorexia hipocalemia , hiponatremia , polidipsia ; Raro -<BR>cetoacidose diabética<BR>Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: Incomuns -, fraqueza muscular, compressão muscular e<BR>mobilidade reduzida;<BR>Distúrbios do sistema nervoso: Comuns - coordenação anormal e discinesia; Incomuns - distúrbio na fala,<BR>parkinsonismo, comprometimento da memória, rigidez de roda dentada, acidente vascular cerebral,hipocinesia,<BR>discinesia tardia, hipotonia, mioclonia, hipertonia, acinesia , e bradicinesia ; Raros - convulsão de grande mal e<BR>coreoatetose.<BR>Transtornos psiquiátricos: Comum - ideação suicida; Incomuns - agressividade, perda da libido, tentativa de<BR>suicídio, hostilidade, libido elevada raiva, anorgasmia delírios, automutilação intencional, suicídio concluído, tique<BR>e ideação homicida; Raros - catatonia e sonambulismo.<BR>Distúrbios renais e urinários: Incomuns - retenção urinária, poliúria e noctúria.<BR>Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: Incomuns - menstruação irregular, disfunção erétil, amenorreia e<BR>dor nas mamas; Raros – ginecomastia priapismo.<BR>Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: Comuns - congestão nasal, dispneia e pneumonia por<BR>aspiração.<BR>Distúrbios cutâneos e subcutâneos: Comum- hiperidrose. - Incomuns - prurido, reação fotossensível, alopecia e<BR>urticária.<BR>Distúrbios vasculares: Comum – hipertensão.<BR>Experiência pós-comercialização<BR>As reações adversas a seguir foram identificadas durante o uso após a aprovação de aripiprazol. Em razão de essas<BR>reações serem relatadas voluntariamente por uma população de tamanho indeterminado, nem sempre é possível<BR>estabelecer uma relação causal com a exposição à droga: ocorrências raras de reação alérgica (reação anafilática,<BR>angioedema, laringoespasmo, prurido/urticária ou espasmo orofaríngeo), gripe, crise oculogírica (movimentos<BR>involuntários dos olhos), dor testicular, depressão, dor esofágica, aumento do apetite, tendinite, arrepios,<BR>perturbação afetiva, mal estar, doença de Parkinson, leucocitose (aumento da contagem de leucócitos no sangue),<BR>disgeusia (alteração do paladar), eructação (arrotos), irritação na garganta, comportamento anormal,<BR>tromboembolismo venoso, oscilação da glicose sérica e comportamentos compulsivos (relacionados a jogos,<BR>alimentação, compras e sexo). Estes comportamentos são raros e cessaram com a redução da dose ou interrupção do<BR>tratamento com o medicamento.<BR>Pacientes e cuidadores devem comunicar o médico prescritor ao identificar comportamento compulsivo em<BR>pacientes em tratamento com aripiprazol. O medicamento não deve ser descontinuado sem a ciência do médico.<BR>Informe ao seu médico, cirurgião dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso<BR>do medicamento.<BR>Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.</P> <P><BR>&nbsp;</P>

Como Usar:<P>ARPEJO® deve ser utilizado exclusivamente por via oral.<BR>Esquizofrenia: a dose de início e a dose alvo recomendadas para ARPEJO® é de 10 mg/dia ou 15 mg/dia uma vez<BR>ao dia, independente das refeições. Em geral, os aumentos na dosagem não devem ser feitos antes de duas semanas,<BR>o tempo necessário para se atingir o estado de equilíbrio.<BR>- Tratamento de Manutenção: seu médico deverá reavaliá-lo periodicamente, para determinar a necessidade de<BR>continuar com o tratamento de manutenção.<BR>- Troca de Outros Antipsicóticos: a descontinuação imediata do tratamento antipsicótico anterior pode ser<BR>aceitável para alguns pacientes com esquizofrenia, a descontinuação mais gradual pode ser mais adequada para os<BR>demais pacientes. Em todos os casos, a forma de retirada deve ser avaliada individualmente pelo médico.<BR>Transtorno Bipolar: a dose de início e a dose alvo recomendada é de 15 mg uma vez ao dia como monoterapia ou<BR>como terapia adjuntiva com lítio ou valproato. A dose pode ser elevada para 30 mg/dia com base na resposta<BR>clínica. A segurança das doses superiores a 30 mg/dia não foi avaliada em estudos clínicos.<BR>- Tratamento de Manutenção: seu médico deverá reavaliá-lo periodicamente, para determinar a necessidade de<BR>continuar com o tratamento de manutenção.<BR>Ajuste da Dosagem: ajustes da dosagem em adultos não são habitualmente indicados de acordo com a idade, sexo,<BR>raça ou estado da insuficiência renal ou hepática.<BR>Seu médico poderá ajustar a dose de ARPEJO® se você estiver utilizando concomitantemente outros medicamentos<BR>que alterem a concentração do aripiprazol no seu organismo ou caso ele identifique a necessidade de ajuste de dose<BR>devido a outros fatores relacionados ao seu metabolismo.<BR>Atenção: não há estudos sobre os efeitos dos comprimidos de aripiprazol administrados por vias não<BR>recomendadas. Dessa forma, para a segurança e eficácia da apresentação, a administração deve ser feita apenas por<BR>via oral.<BR>Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não<BR>interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.<BR>Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.</P> <P>&nbsp;</P>

Classe do Medicamento:Antipsicóticos

Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Com retenção de receita. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula. Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico.

Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/bula_1787229077827_187be96a-9d5b-47ef-bfd2-1783127b0051.pdf

Quantidade:30 Comprimidos

Fases da Vida:Para adultos

Parte do Corpo:Para o sistema nervoso

Princípio Ativo:Aripiprazol

Doenças e Complicações:Para esquizofrenia

Forma de Administração:Uso oral

Apresentação:Comprimido

Prescrição Médica:Sim

Tipo de Medicamento:Similar

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