Contraindicação
Você não deve usar ARPEJO® se for hipersensível ao aripiprazol (substância ativa deste medicamento) ou qualquer um
dos seus excipientes.
Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano: Este medicamento é contraindicado durante o
aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu
médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.
Instruções de Uso
ARPEJO® deve ser utilizado exclusivamente por via oral.
Esquizofrenia
A dose de início e a dose alvo recomendadas para ARPEJO® é de 10 gotas uma vez ao dia (equivalente a 10 mg/dia),
ou 15 gotas uma vez ao dia (equivalente à 15 mg/dia), independente das refeições. Em geral, os aumentos na dosagem
não devem ser feitos antes de duas semanas, o tempo necessário para se atingir o estado de equilíbrio.
- Tratamento de Manutenção
Seu médico deverá reavaliá-lo periodicamente, para determinar a necessidade de continuar com o tratamento de
manutenção.
- Troca de outros antipsicóticos
A descontinuação imediata do tratamento antipsicótico anterior pode ser aceitável para alguns pacientes com
esquizofrenia, a descontinuação mais gradual pode ser mais adequada para os demais pacientes. Em todos os casos, o
período de sobreposição da administração dos antipsicóticos deve ser minimizado.
Transtorno Bipolar
A dose de início e a dose alvo recomendada é de 15 mg uma vez ao dia como monoterapia ou como terapia adjuntiva
com lítio ou valproato. A dose pode ser elevada para 30 mg/dia com base na resposta clínica. A segurança das doses
superiores a 30 mg/dia não foi avaliada em estudos clínicos.
- Tratamento de Manutenção
Seu médico deverá reavaliá-lo periodicamente para determinar a necessidade de continuar com o tratamento de
manutenção.
- Ajuste da Dosagem
Ajustes da dosagem em adultos não são habitualmente indicados de acordo com a idade, sexo, raça ou estado da
insuficiência renal ou hepática.
Seu médico poderá ajustar a dose de ARPEJO® se você estiver utilizando concomitantemente outros medicamentos
que alterem a concentração de ARPEJO® no seu organismo ou caso ele identifique a necessidade de ajuste de dose
devido outros fatores relacionados ao seu metabolismo.
Atenção: Não há estudos sobre os efeitos de ARPEJO® suspensão gotas administrados por vias não recomendadas.
Dessa forma, para a segurança e eficácia da apresentação, a administração deve ser feita apenas por via oral.
ARPEJO® (aripiprazol) é uma suspensão, portanto, agite bem antes de usar por no mínimo 15 (quinze)
segundos.
Caso o medicamento permaneça em repouso por 24 horas, poderá ocorrer formação de leve sedimentação.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não
interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?
Se você esqueceu de tomar ARPEJO®, você deve tomá-lo assim que lembrar, mas não tome duas doses no mesmo dia.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
As reações adversas, listadas abaixo, foram consideradas possivelmente associadas ao uso de aripiprazol durante os
estudos realizados com o medicamento.
As frequências da ocorrência das reações adversas fornecem uma estimativa à incidência com que elas possam ocorrer
e, representam a proporção de pacientes do estudo que apresentaram o evento adverso no mínimo uma vez.
As reações adversas mais comuns em pacientes adultos em estudos clínicos (= 10%) foram náusea, vômito, constipação,
cefaleia, vertigem (sensação de perda de equilíbrio), acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de
inquietude interna, irritabilidade, desassossego ou incapacidade de ficar parado), ansiedade, insônia e inquietação.
Experiência de estudos clínicos
Esquizofrenia
- Reações adversas comumente observadas
A única reação adversa mais frequentemente observada associada ao uso de aripiprazol em pacientes com esquizofrenia
foi acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de inquietude interna, irritabilidade, desassossego ou
incapacidade de ficar parado).
Mania Bipolar
- Monoterapia
- Reações adversas comumente observadas
As reações adversas mais frequentemente observadas associadas ao uso de aripiprazol em pacientes com mania bipolar
foram: acatisia, sedação, inquietação, tremores e distúrbio extrapiramidal.
- Reações adversas menos comuns
Reações adversas menos comuns que ocorreram durante a terapia aguda (até seis semanas em esquizofrenia e até três
semanas em mania bipolar) foram:
Distúrbios oculares: visão embaçada.
Distúrbios gastrintestinais: náusea, constipação, vômito, dispepsia (indigestão), boca seca, dor de dente, desconforto
abdominal e desconforto estomacal.
Distúrbios gerais: fadiga e dor.
Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: rigidez musculoesquelética (imobilidade dos músculos), dor
nas extremidades, mialgia (dor muscular) e espasmos musculares (contrações musculares involuntárias).
Distúrbios do sistema nervoso: cefaleia, vertigem (sensação de perda de equilíbrio), acatisia, sedação, distúrbio
extrapiramidal, tremores (movimento muscular involuntário) e sonolência.
Transtornos psiquiátricos: agitação, insônia, ansiedade e inquietação.
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: dor faringolaríngea (dor nas regiões da faringe e laringe) e tosse.
Um exame dos subgrupos de população não revelou nenhuma evidência clara de incidência diferencial de reação
adversa com relação à idade, sexo ou raça.
- Terapia adjuntiva com mania bipolar
As reações medicamentosas adversas mais comuns associadas à descontinuação em pacientes tratados com aripiprazol
em terapia adjuntiva, em comparação a pacientes tratados com placebo em terapia adjuntiva, foram acatisia e tremores.
- Reações adversas comumente observadas
As reações adversas mais frequentemente observadas associadas ao aripiprazol em terapia adjuntiva e lítio ou valproato
em pacientes com mania bipolar foram: acatisia, insônia e distúrbio extrapiramidal.
- Reações adversas menos comuns
As reações adversas que ocorreram durante a terapia aguda (até seis semanas), incluindo apenas aquelas reações que
ocorreram em, no mínimo, 2% dos pacientes tratados com aripiprazol em terapia adjuntiva e lítio ou valproato foram:
Distúrbios gastrintestinais: náusea, vômito, hipersecreção salivar e boca seca.
Infecções e infestações: nasofaringite
Investigações: aumento de peso.
Distúrbios do sistema nervoso: acatisia, tremores, distúrbio extrapiramidal, vertigem (sensação de perda de equilíbrio)
e sedação.
Transtornos psiquiátricos: insônia, ansiedade e inquietação.
Reações adversas relacionadas à dose
- Esquizofrenia
A única reação adversa possivelmente relacionada à dose, e mais notável apenas com 30 mg, foi sonolência (incluindo
sedação).
- Sintomas extrapiramidais
Esquizofrenia
Em estudos de esquizofrenia em adultos foram relatados eventos relacionados à síndrome extrapiramidal e eventos
relacionados à acatisia para pacientes tratados com aripiprazol.
Mania Bipolar
Em estudos de mania bipolar em adultos foram relatados eventos relacionados à síndrome extrapiramidal e eventos
relacionados à acatisia para pacientes tratados com aripiprazol, tanto na monoterapia quanto na terapia adjuntiva.
- Distonia
Sintomas de distonia (contrações anormais prolongadas de conjuntos de músculos) podem ocorrer em indivíduos
susceptíveis durante os primeiros dias de tratamento. Os sintomas da distonia incluem: espasmos nos músculos do
pescoço, algumas vezes progredindo para compressão da garganta, dificuldade em engolir, dificuldade em respirar e/ou
protrusão da língua (língua se projeta ativamente através dos dentes anteriores). Embora estes sintomas possam ocorrer
em doses baixas, eles ocorrem mais frequentemente e com maior gravidade em concentrações maiores e doses mais
altas de drogas antipsicóticas de primeira geração. Um risco elevado de distonia aguda é observado em grupos de
homens e indivíduos mais jovens.
- Ganho de Peso
Em estudos em adultos com esquizofrenia, houve uma leve diferença no ganho de peso médio entre pacientes
recebendo aripiprazol. Também foi observada diferença na proporção de pacientes que atendiam ao critério de ganho de
peso. Em estudos de três semanas de monoterapia de aripiprazol em adultos com mania, o ganho de peso médio para
pacientes recebendo aripiprazol foi de 0,1 kg.
No estudo de seis semanas em mania com aripiprazol como terapia adjuntiva com lítio ou valproato, o ganho de peso
médio para os pacientes recebendo aripiprazol foi de 0,6 kg.
Achados adicionais observados em estudos clínicos
- Reações adversas em estudo de longo prazo
Casos de tremores tiveram intensidade leve, ocorreu no início da terapia e apresentou duração limitada. Em casos raros,
os tremores levaram à descontinuação de aripiprazol. Um perfil semelhante foi observado em um estudo de longo prazo
com transtorno bipolar.
- Outras reações adversas observadas durante a avaliação pré-comercialização de aripiprazol
Os eventos foram categorizados pela classe de sistemas de órgãos e listados em frequência decrescente de acordo com
as definições abaixo:
Comum (frequente): ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento (apenas aqueles ainda não
listados nos resultados tabelados de estudos controlados por placebo aparecem nessa relação);
Incomum (infrequente): ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento;
Raro: ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento.
Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo: Incomuns – leucopenia (contagem de leucócitos abaixo da normalidade),
neutropenia (contagem de neutrófilos ou glóbulos brancos abaixo da normalidade), trombocitopenia (contagem de
plaquetas no sangue abaixo da normalidade).
Distúrbios cardíacos: Incomuns – bradicardia (frequência cardíaca baixa), palpitações, insuficiência cardiopulmonar,
infarto do miocárdio, parada cardiorrespiratória, bloqueio atrioventricular (dificuldade ou impossibilidade de condução
dos estímulos dos átrios para os ventrículos), extrassístoles (batimentos cardíacos extras anormais), taquicardia sinusal
(frequência cardíaca sinusal anormal), fibrilação atrial (ritmo de batimento rápido e irregular dos átrios do coração),
angina pectoris (tipo de dor no peito causada pela redução do fluxo sanguíneo para o coração), isquemia miocárdica
(diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea do miocárdio); Raros – flutter atrial (contração em frequência muito
rápida do átrio), taquicardia (frequência cardíaca anormal) supraventricular, taquicardia ventricular.
Distúrbios oculares: Incomuns – fotofobia (sensibilidade excessiva à luz), diplopia (visão dupla), edema na pálpebra,
fotopsia (visão de traços luminosos não existentes).
Distúrbios gastrintestinais: Incomuns – diarreia, doença do refluxo gastroesofágico, língua inchada, esofagite; Raro –
pancreatite.
Distúrbios gerais e condições no local de administração: Comuns – astenia (fraqueza), edema periférico, dor no
peito, pirexia (febre), irritabilidade; Incomuns – edema facial, angioedema, sede; Raro – hipotermia (temperatura
corpórea abaixo do normal).
Distúrbios hepatobiliares: Raros – hepatite, icterícia (coloração amarelada de pele e mucosas).
Distúrbios do sistema imunológico: Incomum – hipersensibilidade
Lesões, intoxicação e complicações do procedimento: Comum – queda; Incomum – automutilação (autolesão
provocada intencionalmente); Raro – insolação.
Investigações: Comuns - redução do peso, creatinofosfoquinase elevada; Incomuns – enzima hepática elevada, glicose
sérica elevada, prolactina sérica elevada, ureia sérica elevada, prolongamento do QT no eletrocardiograma, creatinina
sérica elevada, bilirrubina sérica elevada; Raros – lactato desidrogenase sérico elevado, hemoglobina glicosilada
elevada, gama glutamil transferase elevada.
Distúrbios metabólicos e nutricionais: Comum – apetite reduzido; Incomuns – hiperlipidemia (concentração elevada
de lipídeos no sangue), anorexia (disfunção alimentar que se caracteriza pela distorção da autoimagem), diabetes
mellitus (incluindo insulina sérica elevada, tolerância a carboidratos reduzida, diabetes mellitus não dependente de
insulina, tolerância à glicose prejudicada, glicosúria (glicose na urina), hiperglicemia (aumento da glicose no sangue),
hipocalemia (diminuição do potássio no sangue), hiponatremia (diminuição do sódio no sangue), hipoglicemia
(diminuição da glicose no sangue), polidipsia (sede excessiva); Raro – cetoacidose diabética (acúmulo de certos ácidos
no organismo).
Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: Incomuns – rigidez muscular, fraqueza muscular, compressão
muscular (pressão muscular), mobilidade reduzida; Raro – rabdomiólise (destruição muscular).
Distúrbios do sistema nervoso: Comuns – coordenação anormal, discinesia (dificuldade nos movimentos voluntários);
Incomuns – distúrbio na fala, parkinsonismo, comprometimento da memória, rigidez de roda dentada, acidente vascular
cerebral, hipocinesia (lentificação de movimentos involuntários), discinesia tardia (movimentos repetitivos
involuntários), hipotonia (diminuição do tônus muscular), mioclonia (contração muscular brusca, involuntária e de
brevíssima duração), hipertonia (aumento anormal do tônus muscular), acinesia (perda completa dos movimentos
involuntários), bradicinesia (movimentos lentos ou retardados); Raros – convulsão de grande mal, coreoatetose
(associação de movimentos involuntários).
Transtornos psiquiátricos: Comum – ideação suicida; Incomuns – agressividade, perda da libido, tentativa de suicídio,
hostilidade (agressividade), libido elevada (desejo ou impulso sexual elevado), raiva, anorgasmia (inibição recorrente
ou persistente do orgasmo), delírios, automutilação intencional, suicídio concluído, tique, ideação homicida; Raros –
catatonia (perturbação psicomotora que pode envolver sintomas como imobilidade, movimentos rápidos, ausência de
fala ou outro tipo de comportamento incomum), sonambulismo.
Distúrbios renais e urinários: Incomuns – retenção urinária, poliúria (aumento do volume de urina), noctúria
(eliminação excessiva de urina durante a noite).
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: Incomuns – menstruação irregular, disfunção erétil, amenorreia
(ausência de menstruação), dor nas mamas; Raros – ginecomastia (crescimento das mamas nos homens), priapismo
(ereção persistente).
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: Comuns – congestão nasal, dispneia (falta de ar), pneumonia por
aspiração.
Distúrbios cutâneos e subcutâneos: Comuns – rash ou erupção (incluindo rash eritematoso, esfoliativo, generalizado,
macular, maculopapular, papular; dermatite acneiforme, alérgica, de contato, esfoliativa, seborreica, neurodermatite e
erupção medicamentosa), hiperidrose (transpiração anormalmente aumentada); Incomuns – prurido, reação
fotossensível, alopecia (queda dos cabelos), urticária.
Distúrbios vasculares: Comum – hipertensão (aumento da pressão arterial); Incomum – hipotensão (pressão arterial
baixa).
Experiência pós-comercialização
Ocorrências raras de reação alérgica (reação anafilática, angioedema, laringoespasmo, prurido/uticária ou espasmo
orofaríngeo), gripe, crise oculogírica (movimentos involuntários dos olhos), dor testicular, depressão, dor esofágica,
apetite aumentado, tendinite, arrepios, perturbação afetiva, mal estar, doença de Parkinson, leucocitose (aumento da
contagem de leucócitos no sangue), disgeusia (alteração do paladar), eructação (arrotos), irritação na garganta,
comportamento anormal, tromboembolismo venoso, oscilação da glicose sérica e comportamentos compulsivos
(relacionados à jogos, alimentação, compras e sexo). Estes comportamentos são raros e cessaram com a redução da dose
ou interrupção do tratamento com o medicamento. Pacientes e cuidadores devem comunicar o médico prescritor ao
identificar comportamento compulsivo em pacientes em tratamento com aripiprazol. O medicamento não deve ser
descontinuado sem a ciência do médico.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Reações Adversa
As reações adversas, listadas abaixo, foram consideradas possivelmente associadas ao uso de aripiprazol durante os
estudos realizados com o medicamento.
As frequências da ocorrência das reações adversas fornecem uma estimativa à incidência com que elas possam ocorrer
e, representam a proporção de pacientes do estudo que apresentaram o evento adverso no mínimo uma vez.
As reações adversas mais comuns em pacientes adultos em estudos clínicos (= 10%) foram náusea, vômito, constipação,
cefaleia, vertigem (sensação de perda de equilíbrio), acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de
inquietude interna, irritabilidade, desassossego ou incapacidade de ficar parado), ansiedade, insônia e inquietação.
Experiência de estudos clínicos
Esquizofrenia
- Reações adversas comumente observadas
A única reação adversa mais frequentemente observada associada ao uso de aripiprazol em pacientes com esquizofrenia
foi acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de inquietude interna, irritabilidade, desassossego ou
incapacidade de ficar parado).
Mania Bipolar
- Monoterapia
- Reações adversas comumente observadas
As reações adversas mais frequentemente observadas associadas ao uso de aripiprazol em pacientes com mania bipolar
foram: acatisia, sedação, inquietação, tremores e distúrbio extrapiramidal.
- Reações adversas menos comuns
Reações adversas menos comuns que ocorreram durante a terapia aguda (até seis semanas em esquizofrenia e até três
semanas em mania bipolar) foram:
Distúrbios oculares: visão embaçada.
Distúrbios gastrintestinais: náusea, constipação, vômito, dispepsia (indigestão), boca seca, dor de dente, desconforto
abdominal e desconforto estomacal.
Distúrbios gerais: fadiga e dor.
Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: rigidez musculoesquelética (imobilidade dos músculos), dor
nas extremidades, mialgia (dor muscular) e espasmos musculares (contrações musculares involuntárias).
Distúrbios do sistema nervoso: cefaleia, vertigem (sensação de perda de equilíbrio), acatisia, sedação, distúrbio
extrapiramidal, tremores (movimento muscular involuntário) e sonolência.
Transtornos psiquiátricos: agitação, insônia, ansiedade e inquietação.
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: dor faringolaríngea (dor nas regiões da faringe e laringe) e tosse.
Um exame dos subgrupos de população não revelou nenhuma evidência clara de incidência diferencial de reação
adversa com relação à idade, sexo ou raça.
- Terapia adjuntiva com mania bipolar
As reações medicamentosas adversas mais comuns associadas à descontinuação em pacientes tratados com aripiprazol
em terapia adjuntiva, em comparação a pacientes tratados com placebo em terapia adjuntiva, foram acatisia e tremores.
- Reações adversas comumente observadas
As reações adversas mais frequentemente observadas associadas ao aripiprazol em terapia adjuntiva e lítio ou valproato
em pacientes com mania bipolar foram: acatisia, insônia e distúrbio extrapiramidal.
- Reações adversas menos comuns
As reações adversas que ocorreram durante a terapia aguda (até seis semanas), incluindo apenas aquelas reações que
ocorreram em, no mínimo, 2% dos pacientes tratados com aripiprazol em terapia adjuntiva e lítio ou valproato foram:
Distúrbios gastrintestinais: náusea, vômito, hipersecreção salivar e boca seca.
Infecções e infestações: nasofaringite
Investigações: aumento de peso.
Distúrbios do sistema nervoso: acatisia, tremores, distúrbio extrapiramidal, vertigem (sensação de perda de equilíbrio)
e sedação.
Transtornos psiquiátricos: insônia, ansiedade e inquietação.
Reações adversas relacionadas à dose
- Esquizofrenia
A única reação adversa possivelmente relacionada à dose, e mais notável apenas com 30 mg, foi sonolência (incluindo
sedação).
- Sintomas extrapiramidais
Esquizofrenia
Em estudos de esquizofrenia em adultos foram relatados eventos relacionados à síndrome extrapiramidal e eventos
relacionados à acatisia para pacientes tratados com aripiprazol.
Mania Bipolar
Em estudos de mania bipolar em adultos foram relatados eventos relacionados à síndrome extrapiramidal e eventos
relacionados à acatisia para pacientes tratados com aripiprazol, tanto na monoterapia quanto na terapia adjuntiva.
- Distonia
Sintomas de distonia (contrações anormais prolongadas de conjuntos de músculos) podem ocorrer em indivíduos
susceptíveis durante os primeiros dias de tratamento. Os sintomas da distonia incluem: espasmos nos músculos do
pescoço, algumas vezes progredindo para compressão da garganta, dificuldade em engolir, dificuldade em respirar e/ou
protrusão da língua (língua se projeta ativamente através dos dentes anteriores). Embora estes sintomas possam ocorrer
em doses baixas, eles ocorrem mais frequentemente e com maior gravidade em concentrações maiores e doses mais
altas de drogas antipsicóticas de primeira geração. Um risco elevado de distonia aguda é observado em grupos de
homens e indivíduos mais jovens.
- Ganho de Peso
Em estudos em adultos com esquizofrenia, houve uma leve diferença no ganho de peso médio entre pacientes
recebendo aripiprazol. Também foi observada diferença na proporção de pacientes que atendiam ao critério de ganho de
peso. Em estudos de três semanas de monoterapia de aripiprazol em adultos com mania, o ganho de peso médio para
pacientes recebendo aripiprazol foi de 0,1 kg.
No estudo de seis semanas em mania com aripiprazol como terapia adjuntiva com lítio ou valproato, o ganho de peso
médio para os pacientes recebendo aripiprazol foi de 0,6 kg.
Achados adicionais observados em estudos clínicos
- Reações adversas em estudo de longo prazo
Casos de tremores tiveram intensidade leve, ocorreu no início da terapia e apresentou duração limitada. Em casos raros,
os tremores levaram à descontinuação de aripiprazol. Um perfil semelhante foi observado em um estudo de longo prazo
com transtorno bipolar.
- Outras reações adversas observadas durante a avaliação pré-comercialização de aripiprazol
Os eventos foram categorizados pela classe de sistemas de órgãos e listados em frequência decrescente de acordo com
as definições abaixo:
Comum (frequente): ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento (apenas aqueles ainda não
listados nos resultados tabelados de estudos controlados por placebo aparecem nessa relação);
Incomum (infrequente): ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento;
Raro: ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento.
Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo: Incomuns – leucopenia (contagem de leucócitos abaixo da normalidade),
neutropenia (contagem de neutrófilos ou glóbulos brancos abaixo da normalidade), trombocitopenia (contagem de
plaquetas no sangue abaixo da normalidade).
Distúrbios cardíacos: Incomuns – bradicardia (frequência cardíaca baixa), palpitações, insuficiência cardiopulmonar,
infarto do miocárdio, parada cardiorrespiratória, bloqueio atrioventricular (dificuldade ou impossibilidade de condução
dos estímulos dos átrios para os ventrículos), extrassístoles (batimentos cardíacos extras anormais), taquicardia sinusal
(frequência cardíaca sinusal anormal), fibrilação atrial (ritmo de batimento rápido e irregular dos átrios do coração),
angina pectoris (tipo de dor no peito causada pela redução do fluxo sanguíneo para o coração), isquemia miocárdica
(diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea do miocárdio); Raros – flutter atrial (contração em frequência muito
rápida do átrio), taquicardia (frequência cardíaca anormal) supraventricular, taquicardia ventricular.
Distúrbios oculares: Incomuns – fotofobia (sensibilidade excessiva à luz), diplopia (visão dupla), edema na pálpebra,
fotopsia (visão de traços luminosos não existentes).
Distúrbios gastrintestinais: Incomuns – diarreia, doença do refluxo gastroesofágico, língua inchada, esofagite; Raro –
pancreatite.
Distúrbios gerais e condições no local de administração: Comuns – astenia (fraqueza), edema periférico, dor no
peito, pirexia (febre), irritabilidade; Incomuns – edema facial, angioedema, sede; Raro – hipotermia (temperatura
corpórea abaixo do normal).
Distúrbios hepatobiliares: Raros – hepatite, icterícia (coloração amarelada de pele e mucosas).
Distúrbios do sistema imunológico: Incomum – hipersensibilidade
Lesões, intoxicação e complicações do procedimento: Comum – queda; Incomum – automutilação (autolesão
provocada intencionalmente); Raro – insolação.
Investigações: Comuns - redução do peso, creatinofosfoquinase elevada; Incomuns – enzima hepática elevada, glicose
sérica elevada, prolactina sérica elevada, ureia sérica elevada, prolongamento do QT no eletrocardiograma, creatinina
sérica elevada, bilirrubina sérica elevada; Raros – lactato desidrogenase sérico elevado, hemoglobina glicosilada
elevada, gama glutamil transferase elevada.
Distúrbios metabólicos e nutricionais: Comum – apetite reduzido; Incomuns – hiperlipidemia (concentração elevada
de lipídeos no sangue), anorexia (disfunção alimentar que se caracteriza pela distorção da autoimagem), diabetes
mellitus (incluindo insulina sérica elevada, tolerância a carboidratos reduzida, diabetes mellitus não dependente de
insulina, tolerância à glicose prejudicada, glicosúria (glicose na urina), hiperglicemia (aumento da glicose no sangue),
hipocalemia (diminuição do potássio no sangue), hiponatremia (diminuição do sódio no sangue), hipoglicemia
(diminuição da glicose no sangue), polidipsia (sede excessiva); Raro – cetoacidose diabética (acúmulo de certos ácidos
no organismo).
Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: Incomuns – rigidez muscular, fraqueza muscular, compressão
muscular (pressão muscular), mobilidade reduzida; Raro – rabdomiólise (destruição muscular).
Distúrbios do sistema nervoso: Comuns – coordenação anormal, discinesia (dificuldade nos movimentos voluntários);
Incomuns – distúrbio na fala, parkinsonismo, comprometimento da memória, rigidez de roda dentada, acidente vascular
cerebral, hipocinesia (lentificação de movimentos involuntários), discinesia tardia (movimentos repetitivos
involuntários), hipotonia (diminuição do tônus muscular), mioclonia (contração muscular brusca, involuntária e de
brevíssima duração), hipertonia (aumento anormal do tônus muscular), acinesia (perda completa dos movimentos
involuntários), bradicinesia (movimentos lentos ou retardados); Raros – convulsão de grande mal, coreoatetose
(associação de movimentos involuntários).
Transtornos psiquiátricos: Comum – ideação suicida; Incomuns – agressividade, perda da libido, tentativa de suicídio,
hostilidade (agressividade), libido elevada (desejo ou impulso sexual elevado), raiva, anorgasmia (inibição recorrente
ou persistente do orgasmo), delírios, automutilação intencional, suicídio concluído, tique, ideação homicida; Raros –
catatonia (perturbação psicomotora que pode envolver sintomas como imobilidade, movimentos rápidos, ausência de
fala ou outro tipo de comportamento incomum), sonambulismo.
Distúrbios renais e urinários: Incomuns – retenção urinária, poliúria (aumento do volume de urina), noctúria
(eliminação excessiva de urina durante a noite).
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: Incomuns – menstruação irregular, disfunção erétil, amenorreia
(ausência de menstruação), dor nas mamas; Raros – ginecomastia (crescimento das mamas nos homens), priapismo
(ereção persistente).
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: Comuns – congestão nasal, dispneia (falta de ar), pneumonia por
aspiração.
Distúrbios cutâneos e subcutâneos: Comuns – rash ou erupção (incluindo rash eritematoso, esfoliativo, generalizado,
macular, maculopapular, papular; dermatite acneiforme, alérgica, de contato, esfoliativa, seborreica, neurodermatite e
erupção medicamentosa), hiperidrose (transpiração anormalmente aumentada); Incomuns – prurido, reação
fotossensível, alopecia (queda dos cabelos), urticária.
Distúrbios vasculares: Comum – hipertensão (aumento da pressão arterial); Incomum – hipotensão (pressão arterial
baixa).
Experiência pós-comercialização
Ocorrências raras de reação alérgica (reação anafilática, angioedema, laringoespasmo, prurido/uticária ou espasmo
orofaríngeo), gripe, crise oculogírica (movimentos involuntários dos olhos), dor testicular, depressão, dor esofágica,
apetite aumentado, tendinite, arrepios, perturbação afetiva, mal estar, doença de Parkinson, leucocitose (aumento da
contagem de leucócitos no sangue), disgeusia (alteração do paladar), eructação (arrotos), irritação na garganta,
comportamento anormal, tromboembolismo venoso, oscilação da glicose sérica e comportamentos compulsivos
(relacionados à jogos, alimentação, compras e sexo). Estes comportamentos são raros e cessaram com a redução da dose
ou interrupção do tratamento com o medicamento. Pacientes e cuidadores devem comunicar o médico prescritor ao
identificar comportamento compulsivo em pacientes em tratamento com aripiprazol. O medicamento não deve ser
descontinuado sem a ciência do médico.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Composição
Cada 1 mL da suspensão gotas contém:
aripiprazol.....................................................................................................................................................................20 mg
veículo* q.s.p.................................................................................................................................................................1 mL
*dióxido de silício, lecitina de soja, acetato de racealfatocoferol, di-hidrochalcona neoesperidina, essência de caramelo,
aroma de melaço, triglicerídeos de cadeia média.
Cada 20 gotas da suspensão equivalem a 1 mL.
Especificações
Gênero:Unissex
Origem:Nacional
Título Marketplace:Arpejo 20mg/ml Suspensão Gotas 15ml
Descrição Marketplace:<H2 style="DISPLAY: inline">O que é Arpejo 20mg/ml Suspensão Gotas 15ml e para que serve?</H2>
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<H2 style="DISPLAY: inline"></H2>O Arpejo 20 mg <STRONG>Ems</STRONG> Gotas 15ml é um medicamento que contém aripiprazol, um <STRONG>antipsicótico</STRONG> que atua no sistema nervoso central. Ele é indicado principalmente para o tratamento da esquizofrenia e do transtorno bipolar tipo I. No transtorno bipolar, pode ser utilizado para tratar episódios de mania e episódios mistos, tanto na fase aguda quanto na manutenção do tratamento. Em algumas situações, também pode ser usado como terapia complementar junto ao lítio ou valproato, conforme avaliação médica. Em termos simples, o Arpejo ajuda a controlar alterações importantes relacionadas ao pensamento, comportamento e humor.<BR><BR>
<H2 style="DISPLAY: inline">Como o medicamento Arpejo 20mg Suspensão Gotas funciona?</H2>
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<P>O Arpejo 20mg contém <STRONG>aripiprazol</STRONG>, uma substância que atua em determinados receptores do sistema nervoso central, especialmente os relacionados aos neurotransmissores dopamina e serotonina. O mecanismo exato pelo qual o aripiprazol produz seus efeitos no tratamento da esquizofrenia e do transtorno bipolar ainda não é completamente conhecido. Sua ação ocorre principalmente por meio do aripiprazol, enquanto seu principal metabólito, o dehidro-aripiprazol, também contribui para os efeitos do medicamento. De forma simples, o aripiprazol ajuda a regular a atividade de determinados neurotransmissores no cérebro, contribuindo para o controle dos sintomas das condições para as quais o <STRONG>medicamento</STRONG> é indicado.</P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Qual é o princípio ativo do Arpejo 20mg/ml Suspensão Gotas?</H2>
<P>O Arpejo 20mg/ml gotas contém um princípio ativo que atua no sistema nervoso central e pertence à classe dos antipsicóticos atípicos:</P>
<P><STRONG>- Aripiprazol:</STRONG> pertence à classe dos antipsicóticos atípicos e atua em determinados receptores do sistema nervoso central, principalmente nos sistemas de dopamina e serotonina. Sua ação contribui para a modulação da atividade desses neurotransmissores.</P>
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<H3 style="DISPLAY: inline">Como usar o Arpejo 20mg?<BR></H3><BR>A dose e o horário devem ser definidos pelo médico, de acordo com a condição tratada e a resposta ao medicamento.<BR><STRONG>- Na esquizofrenia: </STRONG>A dose inicial e a dose-alvo recomendadas podem ser de 10 gotas (10 mg) ou 15 gotas (15 mg), uma vez ao dia.<BR><STRONG>- No transtorno bipolar tipo I: </STRONG>A dose inicial e a dose-alvo recomendada é de 15 gotas (15 mg), uma vez ao dia, podendo ser ajustada pelo médico conforme a resposta ao tratamento.<BR>Não aumente, reduza ou interrompa a dose por conta própria.<BR><BR><STRONG>Importante: </STRONG>O <STRONG>Arpejo 20mg </STRONG> é um medicamento de venda <STRONG>sob prescrição médica com retenção de receita</STRONG> e deve ser utilizado somente conforme orientação de um profissional de saúde. Antes de usar, leia a bula.
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<H3 style="DISPLAY: inline">Quem não deve usar o Arpejo 20mg?<BR></H3><BR><STRONG>- Pessoas com alergia ao aripiprazol:</STRONG> o Arpejo 20mg é contraindicado para quem apresenta hipersensibilidade ao aripiprazol ou a qualquer componente da fórmula.<BR><STRONG>- Durante o aleitamento: </STRONG>o medicamento é contraindicado durante a amamentação, pois o aripiprazol é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê.<BR><STRONG>- Doação de leite humano:</STRONG> quem estiver utilizando Arpejo não deve realizar doação de leite humano durante o tratamento.<BR><BR>
<H3 style="DISPLAY: inline">Quais são os possíveis efeitos colaterais do Arpejo 10mg?</H3>
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<P><STRONG>Reações adversas comuns:<BR></STRONG>- Acatisia, inquietação e ansiedade.<BR>- Insônia.<BR>- Náusea, vômito e constipação.<BR>- Dor de cabeça e tontura.<BR>- Tremores.<BR>- Sonolência ou sedação.<BR>- Cansaço ou fraqueza.<BR>- Alterações nos movimentos e na coordenação.<BR>- Aumento da transpiração.<BR>- Congestão nasal e falta de ar.<BR>- Alterações na pele.<BR>- Irritabilidade e febre.<BR>- Alterações do apetite e do peso.</P>
<P>O <STRONG>Arpejo</STRONG> 20 mg Gotas é um medicamento à base de aripiprazol utilizado no tratamento da esquizofrenia e do transtorno bipolar tipo I. Seu uso deve seguir a prescrição e as orientações do profissional de saúde. </P>
Composição:<P>Cada 1 mL da suspensão gotas contém:<BR>aripiprazol.....................................................................................................................................................................20 mg<BR>veículo* q.s.p.................................................................................................................................................................1 mL<BR>*dióxido de silício, lecitina de soja, acetato de racealfatocoferol, di-hidrochalcona neoesperidina, essência de caramelo,<BR>aroma de melaço, triglicerídeos de cadeia média.<BR>Cada 20 gotas da suspensão equivalem a 1 mL.</P>
Indicação:<P>Esquizofrenia<BR>ARPEJO® é indicado para o tratamento de esquizofrenia.<BR>Transtorno Bipolar<BR>- Monoterapia<BR>ARPEJO® é indicado para o tratamento agudo e de manutenção de episódios de mania e mistos associados ao<BR>transtorno bipolar do tipo I.<BR>- Terapia Adjuntiva (terapia complementar à terapia principal)<BR>ARPEJO® é indicado como terapia complementar à terapia com lítio ou valproato para o tratamento agudo de<BR>episódios de mania ou mistos associados ao transtorno bipolar do tipo I, com ou sem traços psicóticos.</P>
Classificação:Tarja vermelha
BloqueioVenda:Não
Tipo Modalidade:Controlados
Contraindicação:<P>Você não deve usar ARPEJO® se for hipersensível ao aripiprazol (substância ativa deste medicamento) ou qualquer um<BR>dos seus excipientes.<BR>Uso contraindicado no aleitamento ou na doação de leite humano: Este medicamento é contraindicado durante o<BR>aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu<BR>médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu tratamento ou para a alimentação do bebê.</P>
Reações Adversas:<P>As reações adversas, listadas abaixo, foram consideradas possivelmente associadas ao uso de aripiprazol durante os<BR>estudos realizados com o medicamento.<BR>As frequências da ocorrência das reações adversas fornecem uma estimativa à incidência com que elas possam ocorrer<BR>e, representam a proporção de pacientes do estudo que apresentaram o evento adverso no mínimo uma vez.<BR>As reações adversas mais comuns em pacientes adultos em estudos clínicos (= 10%) foram náusea, vômito, constipação,<BR>cefaleia, vertigem (sensação de perda de equilíbrio), acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de<BR>inquietude interna, irritabilidade, desassossego ou incapacidade de ficar parado), ansiedade, insônia e inquietação.<BR>Experiência de estudos clínicos<BR>Esquizofrenia<BR>- Reações adversas comumente observadas<BR>A única reação adversa mais frequentemente observada associada ao uso de aripiprazol em pacientes com esquizofrenia<BR>foi acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de inquietude interna, irritabilidade, desassossego ou<BR>incapacidade de ficar parado).<BR>Mania Bipolar<BR>- Monoterapia<BR>- Reações adversas comumente observadas<BR>As reações adversas mais frequentemente observadas associadas ao uso de aripiprazol em pacientes com mania bipolar<BR>foram: acatisia, sedação, inquietação, tremores e distúrbio extrapiramidal.<BR>- Reações adversas menos comuns<BR>Reações adversas menos comuns que ocorreram durante a terapia aguda (até seis semanas em esquizofrenia e até três<BR>semanas em mania bipolar) foram:<BR>Distúrbios oculares: visão embaçada.<BR>Distúrbios gastrintestinais: náusea, constipação, vômito, dispepsia (indigestão), boca seca, dor de dente, desconforto<BR>abdominal e desconforto estomacal.<BR>Distúrbios gerais: fadiga e dor.<BR>Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: rigidez musculoesquelética (imobilidade dos músculos), dor<BR>nas extremidades, mialgia (dor muscular) e espasmos musculares (contrações musculares involuntárias).<BR>Distúrbios do sistema nervoso: cefaleia, vertigem (sensação de perda de equilíbrio), acatisia, sedação, distúrbio<BR>extrapiramidal, tremores (movimento muscular involuntário) e sonolência.<BR>Transtornos psiquiátricos: agitação, insônia, ansiedade e inquietação.<BR>Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: dor faringolaríngea (dor nas regiões da faringe e laringe) e tosse.<BR>Um exame dos subgrupos de população não revelou nenhuma evidência clara de incidência diferencial de reação<BR>adversa com relação à idade, sexo ou raça.<BR>- Terapia adjuntiva com mania bipolar<BR>As reações medicamentosas adversas mais comuns associadas à descontinuação em pacientes tratados com aripiprazol<BR>em terapia adjuntiva, em comparação a pacientes tratados com placebo em terapia adjuntiva, foram acatisia e tremores.<BR>- Reações adversas comumente observadas<BR>As reações adversas mais frequentemente observadas associadas ao aripiprazol em terapia adjuntiva e lítio ou valproato<BR>em pacientes com mania bipolar foram: acatisia, insônia e distúrbio extrapiramidal.<BR>- Reações adversas menos comuns<BR>As reações adversas que ocorreram durante a terapia aguda (até seis semanas), incluindo apenas aquelas reações que<BR>ocorreram em, no mínimo, 2% dos pacientes tratados com aripiprazol em terapia adjuntiva e lítio ou valproato foram:<BR>Distúrbios gastrintestinais: náusea, vômito, hipersecreção salivar e boca seca.<BR>Infecções e infestações: nasofaringite<BR>Investigações: aumento de peso.<BR>Distúrbios do sistema nervoso: acatisia, tremores, distúrbio extrapiramidal, vertigem (sensação de perda de equilíbrio)<BR>e sedação.<BR>Transtornos psiquiátricos: insônia, ansiedade e inquietação.<BR>Reações adversas relacionadas à dose<BR>- Esquizofrenia<BR>A única reação adversa possivelmente relacionada à dose, e mais notável apenas com 30 mg, foi sonolência (incluindo<BR>sedação).<BR>- Sintomas extrapiramidais<BR>Esquizofrenia<BR>Em estudos de esquizofrenia em adultos foram relatados eventos relacionados à síndrome extrapiramidal e eventos<BR>relacionados à acatisia para pacientes tratados com aripiprazol.<BR>Mania Bipolar<BR>Em estudos de mania bipolar em adultos foram relatados eventos relacionados à síndrome extrapiramidal e eventos<BR>relacionados à acatisia para pacientes tratados com aripiprazol, tanto na monoterapia quanto na terapia adjuntiva.<BR>- Distonia<BR>Sintomas de distonia (contrações anormais prolongadas de conjuntos de músculos) podem ocorrer em indivíduos<BR>susceptíveis durante os primeiros dias de tratamento. Os sintomas da distonia incluem: espasmos nos músculos do<BR>pescoço, algumas vezes progredindo para compressão da garganta, dificuldade em engolir, dificuldade em respirar e/ou<BR>protrusão da língua (língua se projeta ativamente através dos dentes anteriores). Embora estes sintomas possam ocorrer<BR>em doses baixas, eles ocorrem mais frequentemente e com maior gravidade em concentrações maiores e doses mais<BR>altas de drogas antipsicóticas de primeira geração. Um risco elevado de distonia aguda é observado em grupos de<BR>homens e indivíduos mais jovens.<BR>- Ganho de Peso<BR>Em estudos em adultos com esquizofrenia, houve uma leve diferença no ganho de peso médio entre pacientes<BR>recebendo aripiprazol. Também foi observada diferença na proporção de pacientes que atendiam ao critério de ganho de<BR>peso. Em estudos de três semanas de monoterapia de aripiprazol em adultos com mania, o ganho de peso médio para<BR>pacientes recebendo aripiprazol foi de 0,1 kg.<BR>No estudo de seis semanas em mania com aripiprazol como terapia adjuntiva com lítio ou valproato, o ganho de peso<BR>médio para os pacientes recebendo aripiprazol foi de 0,6 kg.<BR>Achados adicionais observados em estudos clínicos<BR>- Reações adversas em estudo de longo prazo<BR>Casos de tremores tiveram intensidade leve, ocorreu no início da terapia e apresentou duração limitada. Em casos raros,<BR>os tremores levaram à descontinuação de aripiprazol. Um perfil semelhante foi observado em um estudo de longo prazo<BR>com transtorno bipolar.<BR>- Outras reações adversas observadas durante a avaliação pré-comercialização de aripiprazol<BR>Os eventos foram categorizados pela classe de sistemas de órgãos e listados em frequência decrescente de acordo com<BR>as definições abaixo:<BR>Comum (frequente): ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento (apenas aqueles ainda não<BR>listados nos resultados tabelados de estudos controlados por placebo aparecem nessa relação);<BR>Incomum (infrequente): ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento;<BR>Raro: ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento.<BR>Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo: Incomuns – leucopenia (contagem de leucócitos abaixo da normalidade),<BR>neutropenia (contagem de neutrófilos ou glóbulos brancos abaixo da normalidade), trombocitopenia (contagem de<BR>plaquetas no sangue abaixo da normalidade).<BR>Distúrbios cardíacos: Incomuns – bradicardia (frequência cardíaca baixa), palpitações, insuficiência cardiopulmonar,<BR>infarto do miocárdio, parada cardiorrespiratória, bloqueio atrioventricular (dificuldade ou impossibilidade de condução<BR>dos estímulos dos átrios para os ventrículos), extrassístoles (batimentos cardíacos extras anormais), taquicardia sinusal<BR>(frequência cardíaca sinusal anormal), fibrilação atrial (ritmo de batimento rápido e irregular dos átrios do coração),<BR>angina pectoris (tipo de dor no peito causada pela redução do fluxo sanguíneo para o coração), isquemia miocárdica<BR>(diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea do miocárdio); Raros – flutter atrial (contração em frequência muito<BR>rápida do átrio), taquicardia (frequência cardíaca anormal) supraventricular, taquicardia ventricular.<BR>Distúrbios oculares: Incomuns – fotofobia (sensibilidade excessiva à luz), diplopia (visão dupla), edema na pálpebra,<BR>fotopsia (visão de traços luminosos não existentes).<BR>Distúrbios gastrintestinais: Incomuns – diarreia, doença do refluxo gastroesofágico, língua inchada, esofagite; Raro –<BR>pancreatite.<BR>Distúrbios gerais e condições no local de administração: Comuns – astenia (fraqueza), edema periférico, dor no<BR>peito, pirexia (febre), irritabilidade; Incomuns – edema facial, angioedema, sede; Raro – hipotermia (temperatura<BR>corpórea abaixo do normal).<BR>Distúrbios hepatobiliares: Raros – hepatite, icterícia (coloração amarelada de pele e mucosas).<BR>Distúrbios do sistema imunológico: Incomum – hipersensibilidade<BR>Lesões, intoxicação e complicações do procedimento: Comum – queda; Incomum – automutilação (autolesão<BR>provocada intencionalmente); Raro – insolação.<BR>Investigações: Comuns - redução do peso, creatinofosfoquinase elevada; Incomuns – enzima hepática elevada, glicose<BR>sérica elevada, prolactina sérica elevada, ureia sérica elevada, prolongamento do QT no eletrocardiograma, creatinina<BR>sérica elevada, bilirrubina sérica elevada; Raros – lactato desidrogenase sérico elevado, hemoglobina glicosilada<BR>elevada, gama glutamil transferase elevada.<BR>Distúrbios metabólicos e nutricionais: Comum – apetite reduzido; Incomuns – hiperlipidemia (concentração elevada<BR>de lipídeos no sangue), anorexia (disfunção alimentar que se caracteriza pela distorção da autoimagem), diabetes<BR>mellitus (incluindo insulina sérica elevada, tolerância a carboidratos reduzida, diabetes mellitus não dependente de<BR>insulina, tolerância à glicose prejudicada, glicosúria (glicose na urina), hiperglicemia (aumento da glicose no sangue),<BR>hipocalemia (diminuição do potássio no sangue), hiponatremia (diminuição do sódio no sangue), hipoglicemia<BR>(diminuição da glicose no sangue), polidipsia (sede excessiva); Raro – cetoacidose diabética (acúmulo de certos ácidos<BR>no organismo).<BR>Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: Incomuns – rigidez muscular, fraqueza muscular, compressão<BR>muscular (pressão muscular), mobilidade reduzida; Raro – rabdomiólise (destruição muscular).<BR>Distúrbios do sistema nervoso: Comuns – coordenação anormal, discinesia (dificuldade nos movimentos voluntários);<BR>Incomuns – distúrbio na fala, parkinsonismo, comprometimento da memória, rigidez de roda dentada, acidente vascular<BR>cerebral, hipocinesia (lentificação de movimentos involuntários), discinesia tardia (movimentos repetitivos<BR>involuntários), hipotonia (diminuição do tônus muscular), mioclonia (contração muscular brusca, involuntária e de<BR>brevíssima duração), hipertonia (aumento anormal do tônus muscular), acinesia (perda completa dos movimentos<BR>involuntários), bradicinesia (movimentos lentos ou retardados); Raros – convulsão de grande mal, coreoatetose<BR>(associação de movimentos involuntários).<BR>Transtornos psiquiátricos: Comum – ideação suicida; Incomuns – agressividade, perda da libido, tentativa de suicídio,<BR>hostilidade (agressividade), libido elevada (desejo ou impulso sexual elevado), raiva, anorgasmia (inibição recorrente<BR>ou persistente do orgasmo), delírios, automutilação intencional, suicídio concluído, tique, ideação homicida; Raros –<BR>catatonia (perturbação psicomotora que pode envolver sintomas como imobilidade, movimentos rápidos, ausência de<BR>fala ou outro tipo de comportamento incomum), sonambulismo.<BR>Distúrbios renais e urinários: Incomuns – retenção urinária, poliúria (aumento do volume de urina), noctúria<BR>(eliminação excessiva de urina durante a noite).<BR>Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: Incomuns – menstruação irregular, disfunção erétil, amenorreia<BR>(ausência de menstruação), dor nas mamas; Raros – ginecomastia (crescimento das mamas nos homens), priapismo<BR>(ereção persistente).<BR>Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: Comuns – congestão nasal, dispneia (falta de ar), pneumonia por<BR>aspiração.<BR>Distúrbios cutâneos e subcutâneos: Comuns – rash ou erupção (incluindo rash eritematoso, esfoliativo, generalizado,<BR>macular, maculopapular, papular; dermatite acneiforme, alérgica, de contato, esfoliativa, seborreica, neurodermatite e<BR>erupção medicamentosa), hiperidrose (transpiração anormalmente aumentada); Incomuns – prurido, reação<BR>fotossensível, alopecia (queda dos cabelos), urticária.<BR>Distúrbios vasculares: Comum – hipertensão (aumento da pressão arterial); Incomum – hipotensão (pressão arterial<BR>baixa).<BR>Experiência pós-comercialização<BR>Ocorrências raras de reação alérgica (reação anafilática, angioedema, laringoespasmo, prurido/uticária ou espasmo<BR>orofaríngeo), gripe, crise oculogírica (movimentos involuntários dos olhos), dor testicular, depressão, dor esofágica,<BR>apetite aumentado, tendinite, arrepios, perturbação afetiva, mal estar, doença de Parkinson, leucocitose (aumento da<BR>contagem de leucócitos no sangue), disgeusia (alteração do paladar), eructação (arrotos), irritação na garganta,<BR>comportamento anormal, tromboembolismo venoso, oscilação da glicose sérica e comportamentos compulsivos<BR>(relacionados à jogos, alimentação, compras e sexo). Estes comportamentos são raros e cessaram com a redução da dose<BR>ou interrupção do tratamento com o medicamento. Pacientes e cuidadores devem comunicar o médico prescritor ao<BR>identificar comportamento compulsivo em pacientes em tratamento com aripiprazol. O medicamento não deve ser<BR>descontinuado sem a ciência do médico.<BR>Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do<BR>medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.<BR></P>
Como Usar:<P>ARPEJO® deve ser utilizado exclusivamente por via oral.<BR>Esquizofrenia<BR>A dose de início e a dose alvo recomendadas para ARPEJO® é de 10 gotas uma vez ao dia (equivalente a 10 mg/dia),<BR>ou 15 gotas uma vez ao dia (equivalente à 15 mg/dia), independente das refeições. Em geral, os aumentos na dosagem<BR>não devem ser feitos antes de duas semanas, o tempo necessário para se atingir o estado de equilíbrio.<BR>- Tratamento de Manutenção<BR>Seu médico deverá reavaliá-lo periodicamente, para determinar a necessidade de continuar com o tratamento de<BR>manutenção.<BR>- Troca de outros antipsicóticos<BR>A descontinuação imediata do tratamento antipsicótico anterior pode ser aceitável para alguns pacientes com<BR>esquizofrenia, a descontinuação mais gradual pode ser mais adequada para os demais pacientes. Em todos os casos, o<BR>período de sobreposição da administração dos antipsicóticos deve ser minimizado.<BR>Transtorno Bipolar<BR>A dose de início e a dose alvo recomendada é de 15 mg uma vez ao dia como monoterapia ou como terapia adjuntiva<BR>com lítio ou valproato. A dose pode ser elevada para 30 mg/dia com base na resposta clínica. A segurança das doses<BR>superiores a 30 mg/dia não foi avaliada em estudos clínicos.<BR>- Tratamento de Manutenção<BR>Seu médico deverá reavaliá-lo periodicamente para determinar a necessidade de continuar com o tratamento de<BR>manutenção.<BR>- Ajuste da Dosagem<BR>Ajustes da dosagem em adultos não são habitualmente indicados de acordo com a idade, sexo, raça ou estado da<BR>insuficiência renal ou hepática.<BR>Seu médico poderá ajustar a dose de ARPEJO® se você estiver utilizando concomitantemente outros medicamentos<BR>que alterem a concentração de ARPEJO® no seu organismo ou caso ele identifique a necessidade de ajuste de dose<BR>devido outros fatores relacionados ao seu metabolismo.<BR>Atenção: Não há estudos sobre os efeitos de ARPEJO® suspensão gotas administrados por vias não recomendadas.<BR>Dessa forma, para a segurança e eficácia da apresentação, a administração deve ser feita apenas por via oral.<BR>ARPEJO® (aripiprazol) é uma suspensão, portanto, agite bem antes de usar por no mínimo 15 (quinze)<BR>segundos.<BR>Caso o medicamento permaneça em repouso por 24 horas, poderá ocorrer formação de leve sedimentação.<BR>Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não<BR>interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.<BR>7. O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?<BR>Se você esqueceu de tomar ARPEJO®, você deve tomá-lo assim que lembrar, mas não tome duas doses no mesmo dia.<BR>Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.<BR>8. QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?<BR>As reações adversas, listadas abaixo, foram consideradas possivelmente associadas ao uso de aripiprazol durante os<BR>estudos realizados com o medicamento.<BR>As frequências da ocorrência das reações adversas fornecem uma estimativa à incidência com que elas possam ocorrer<BR>e, representam a proporção de pacientes do estudo que apresentaram o evento adverso no mínimo uma vez.<BR>As reações adversas mais comuns em pacientes adultos em estudos clínicos (= 10%) foram náusea, vômito, constipação,<BR>cefaleia, vertigem (sensação de perda de equilíbrio), acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de<BR>inquietude interna, irritabilidade, desassossego ou incapacidade de ficar parado), ansiedade, insônia e inquietação.<BR>Experiência de estudos clínicos<BR>Esquizofrenia<BR>- Reações adversas comumente observadas<BR>A única reação adversa mais frequentemente observada associada ao uso de aripiprazol em pacientes com esquizofrenia<BR>foi acatisia (transtorno do movimento caracterizado pela sensação de inquietude interna, irritabilidade, desassossego ou<BR>incapacidade de ficar parado).<BR>Mania Bipolar<BR>- Monoterapia<BR>- Reações adversas comumente observadas<BR>As reações adversas mais frequentemente observadas associadas ao uso de aripiprazol em pacientes com mania bipolar<BR>foram: acatisia, sedação, inquietação, tremores e distúrbio extrapiramidal.<BR>- Reações adversas menos comuns<BR>Reações adversas menos comuns que ocorreram durante a terapia aguda (até seis semanas em esquizofrenia e até três<BR>semanas em mania bipolar) foram:<BR>Distúrbios oculares: visão embaçada.<BR>Distúrbios gastrintestinais: náusea, constipação, vômito, dispepsia (indigestão), boca seca, dor de dente, desconforto<BR>abdominal e desconforto estomacal.<BR>Distúrbios gerais: fadiga e dor.<BR>Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: rigidez musculoesquelética (imobilidade dos músculos), dor<BR>nas extremidades, mialgia (dor muscular) e espasmos musculares (contrações musculares involuntárias).<BR>Distúrbios do sistema nervoso: cefaleia, vertigem (sensação de perda de equilíbrio), acatisia, sedação, distúrbio<BR>extrapiramidal, tremores (movimento muscular involuntário) e sonolência.<BR>Transtornos psiquiátricos: agitação, insônia, ansiedade e inquietação.<BR>Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: dor faringolaríngea (dor nas regiões da faringe e laringe) e tosse.<BR>Um exame dos subgrupos de população não revelou nenhuma evidência clara de incidência diferencial de reação<BR>adversa com relação à idade, sexo ou raça.<BR>- Terapia adjuntiva com mania bipolar<BR>As reações medicamentosas adversas mais comuns associadas à descontinuação em pacientes tratados com aripiprazol<BR>em terapia adjuntiva, em comparação a pacientes tratados com placebo em terapia adjuntiva, foram acatisia e tremores.<BR>- Reações adversas comumente observadas<BR>As reações adversas mais frequentemente observadas associadas ao aripiprazol em terapia adjuntiva e lítio ou valproato<BR>em pacientes com mania bipolar foram: acatisia, insônia e distúrbio extrapiramidal.<BR>- Reações adversas menos comuns<BR>As reações adversas que ocorreram durante a terapia aguda (até seis semanas), incluindo apenas aquelas reações que<BR>ocorreram em, no mínimo, 2% dos pacientes tratados com aripiprazol em terapia adjuntiva e lítio ou valproato foram:<BR>Distúrbios gastrintestinais: náusea, vômito, hipersecreção salivar e boca seca.<BR>Infecções e infestações: nasofaringite<BR>Investigações: aumento de peso.<BR>Distúrbios do sistema nervoso: acatisia, tremores, distúrbio extrapiramidal, vertigem (sensação de perda de equilíbrio)<BR>e sedação.<BR>Transtornos psiquiátricos: insônia, ansiedade e inquietação.<BR>Reações adversas relacionadas à dose<BR>- Esquizofrenia<BR>A única reação adversa possivelmente relacionada à dose, e mais notável apenas com 30 mg, foi sonolência (incluindo<BR>sedação).<BR>- Sintomas extrapiramidais<BR>Esquizofrenia<BR>Em estudos de esquizofrenia em adultos foram relatados eventos relacionados à síndrome extrapiramidal e eventos<BR>relacionados à acatisia para pacientes tratados com aripiprazol.<BR>Mania Bipolar<BR>Em estudos de mania bipolar em adultos foram relatados eventos relacionados à síndrome extrapiramidal e eventos<BR>relacionados à acatisia para pacientes tratados com aripiprazol, tanto na monoterapia quanto na terapia adjuntiva.<BR>- Distonia<BR>Sintomas de distonia (contrações anormais prolongadas de conjuntos de músculos) podem ocorrer em indivíduos<BR>susceptíveis durante os primeiros dias de tratamento. Os sintomas da distonia incluem: espasmos nos músculos do<BR>pescoço, algumas vezes progredindo para compressão da garganta, dificuldade em engolir, dificuldade em respirar e/ou<BR>protrusão da língua (língua se projeta ativamente através dos dentes anteriores). Embora estes sintomas possam ocorrer<BR>em doses baixas, eles ocorrem mais frequentemente e com maior gravidade em concentrações maiores e doses mais<BR>altas de drogas antipsicóticas de primeira geração. Um risco elevado de distonia aguda é observado em grupos de<BR>homens e indivíduos mais jovens.<BR>- Ganho de Peso<BR>Em estudos em adultos com esquizofrenia, houve uma leve diferença no ganho de peso médio entre pacientes<BR>recebendo aripiprazol. Também foi observada diferença na proporção de pacientes que atendiam ao critério de ganho de<BR>peso. Em estudos de três semanas de monoterapia de aripiprazol em adultos com mania, o ganho de peso médio para<BR>pacientes recebendo aripiprazol foi de 0,1 kg.<BR>No estudo de seis semanas em mania com aripiprazol como terapia adjuntiva com lítio ou valproato, o ganho de peso<BR>médio para os pacientes recebendo aripiprazol foi de 0,6 kg.<BR>Achados adicionais observados em estudos clínicos<BR>- Reações adversas em estudo de longo prazo<BR>Casos de tremores tiveram intensidade leve, ocorreu no início da terapia e apresentou duração limitada. Em casos raros,<BR>os tremores levaram à descontinuação de aripiprazol. Um perfil semelhante foi observado em um estudo de longo prazo<BR>com transtorno bipolar.<BR>- Outras reações adversas observadas durante a avaliação pré-comercialização de aripiprazol<BR>Os eventos foram categorizados pela classe de sistemas de órgãos e listados em frequência decrescente de acordo com<BR>as definições abaixo:<BR>Comum (frequente): ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento (apenas aqueles ainda não<BR>listados nos resultados tabelados de estudos controlados por placebo aparecem nessa relação);<BR>Incomum (infrequente): ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento;<BR>Raro: ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento.<BR>Distúrbios do sistema linfático e sanguíneo: Incomuns – leucopenia (contagem de leucócitos abaixo da normalidade),<BR>neutropenia (contagem de neutrófilos ou glóbulos brancos abaixo da normalidade), trombocitopenia (contagem de<BR>plaquetas no sangue abaixo da normalidade).<BR>Distúrbios cardíacos: Incomuns – bradicardia (frequência cardíaca baixa), palpitações, insuficiência cardiopulmonar,<BR>infarto do miocárdio, parada cardiorrespiratória, bloqueio atrioventricular (dificuldade ou impossibilidade de condução<BR>dos estímulos dos átrios para os ventrículos), extrassístoles (batimentos cardíacos extras anormais), taquicardia sinusal<BR>(frequência cardíaca sinusal anormal), fibrilação atrial (ritmo de batimento rápido e irregular dos átrios do coração),<BR>angina pectoris (tipo de dor no peito causada pela redução do fluxo sanguíneo para o coração), isquemia miocárdica<BR>(diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea do miocárdio); Raros – flutter atrial (contração em frequência muito<BR>rápida do átrio), taquicardia (frequência cardíaca anormal) supraventricular, taquicardia ventricular.<BR>Distúrbios oculares: Incomuns – fotofobia (sensibilidade excessiva à luz), diplopia (visão dupla), edema na pálpebra,<BR>fotopsia (visão de traços luminosos não existentes).<BR>Distúrbios gastrintestinais: Incomuns – diarreia, doença do refluxo gastroesofágico, língua inchada, esofagite; Raro –<BR>pancreatite.<BR>Distúrbios gerais e condições no local de administração: Comuns – astenia (fraqueza), edema periférico, dor no<BR>peito, pirexia (febre), irritabilidade; Incomuns – edema facial, angioedema, sede; Raro – hipotermia (temperatura<BR>corpórea abaixo do normal).<BR>Distúrbios hepatobiliares: Raros – hepatite, icterícia (coloração amarelada de pele e mucosas).<BR>Distúrbios do sistema imunológico: Incomum – hipersensibilidade<BR>Lesões, intoxicação e complicações do procedimento: Comum – queda; Incomum – automutilação (autolesão<BR>provocada intencionalmente); Raro – insolação.<BR>Investigações: Comuns - redução do peso, creatinofosfoquinase elevada; Incomuns – enzima hepática elevada, glicose<BR>sérica elevada, prolactina sérica elevada, ureia sérica elevada, prolongamento do QT no eletrocardiograma, creatinina<BR>sérica elevada, bilirrubina sérica elevada; Raros – lactato desidrogenase sérico elevado, hemoglobina glicosilada<BR>elevada, gama glutamil transferase elevada.<BR>Distúrbios metabólicos e nutricionais: Comum – apetite reduzido; Incomuns – hiperlipidemia (concentração elevada<BR>de lipídeos no sangue), anorexia (disfunção alimentar que se caracteriza pela distorção da autoimagem), diabetes<BR>mellitus (incluindo insulina sérica elevada, tolerância a carboidratos reduzida, diabetes mellitus não dependente de<BR>insulina, tolerância à glicose prejudicada, glicosúria (glicose na urina), hiperglicemia (aumento da glicose no sangue),<BR>hipocalemia (diminuição do potássio no sangue), hiponatremia (diminuição do sódio no sangue), hipoglicemia<BR>(diminuição da glicose no sangue), polidipsia (sede excessiva); Raro – cetoacidose diabética (acúmulo de certos ácidos<BR>no organismo).<BR>Distúrbio musculoesquelético e do tecido conjuntivo: Incomuns – rigidez muscular, fraqueza muscular, compressão<BR>muscular (pressão muscular), mobilidade reduzida; Raro – rabdomiólise (destruição muscular).<BR>Distúrbios do sistema nervoso: Comuns – coordenação anormal, discinesia (dificuldade nos movimentos voluntários);<BR>Incomuns – distúrbio na fala, parkinsonismo, comprometimento da memória, rigidez de roda dentada, acidente vascular<BR>cerebral, hipocinesia (lentificação de movimentos involuntários), discinesia tardia (movimentos repetitivos<BR>involuntários), hipotonia (diminuição do tônus muscular), mioclonia (contração muscular brusca, involuntária e de<BR>brevíssima duração), hipertonia (aumento anormal do tônus muscular), acinesia (perda completa dos movimentos<BR>involuntários), bradicinesia (movimentos lentos ou retardados); Raros – convulsão de grande mal, coreoatetose<BR>(associação de movimentos involuntários).<BR>Transtornos psiquiátricos: Comum – ideação suicida; Incomuns – agressividade, perda da libido, tentativa de suicídio,<BR>hostilidade (agressividade), libido elevada (desejo ou impulso sexual elevado), raiva, anorgasmia (inibição recorrente<BR>ou persistente do orgasmo), delírios, automutilação intencional, suicídio concluído, tique, ideação homicida; Raros –<BR>catatonia (perturbação psicomotora que pode envolver sintomas como imobilidade, movimentos rápidos, ausência de<BR>fala ou outro tipo de comportamento incomum), sonambulismo.<BR>Distúrbios renais e urinários: Incomuns – retenção urinária, poliúria (aumento do volume de urina), noctúria<BR>(eliminação excessiva de urina durante a noite).<BR>Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: Incomuns – menstruação irregular, disfunção erétil, amenorreia<BR>(ausência de menstruação), dor nas mamas; Raros – ginecomastia (crescimento das mamas nos homens), priapismo<BR>(ereção persistente).<BR>Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais: Comuns – congestão nasal, dispneia (falta de ar), pneumonia por<BR>aspiração.<BR>Distúrbios cutâneos e subcutâneos: Comuns – rash ou erupção (incluindo rash eritematoso, esfoliativo, generalizado,<BR>macular, maculopapular, papular; dermatite acneiforme, alérgica, de contato, esfoliativa, seborreica, neurodermatite e<BR>erupção medicamentosa), hiperidrose (transpiração anormalmente aumentada); Incomuns – prurido, reação<BR>fotossensível, alopecia (queda dos cabelos), urticária.<BR>Distúrbios vasculares: Comum – hipertensão (aumento da pressão arterial); Incomum – hipotensão (pressão arterial<BR>baixa).<BR>Experiência pós-comercialização<BR>Ocorrências raras de reação alérgica (reação anafilática, angioedema, laringoespasmo, prurido/uticária ou espasmo<BR>orofaríngeo), gripe, crise oculogírica (movimentos involuntários dos olhos), dor testicular, depressão, dor esofágica,<BR>apetite aumentado, tendinite, arrepios, perturbação afetiva, mal estar, doença de Parkinson, leucocitose (aumento da<BR>contagem de leucócitos no sangue), disgeusia (alteração do paladar), eructação (arrotos), irritação na garganta,<BR>comportamento anormal, tromboembolismo venoso, oscilação da glicose sérica e comportamentos compulsivos<BR>(relacionados à jogos, alimentação, compras e sexo). Estes comportamentos são raros e cessaram com a redução da dose<BR>ou interrupção do tratamento com o medicamento. Pacientes e cuidadores devem comunicar o médico prescritor ao<BR>identificar comportamento compulsivo em pacientes em tratamento com aripiprazol. O medicamento não deve ser<BR>descontinuado sem a ciência do médico.<BR>Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do<BR>medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.</P>
Classe do Medicamento:Antipsicóticos
Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Com retenção de receita. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula.
Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico.
Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/Arpejo_gotas_6af0677b-fcae-4cbe-aefe-dcd40da81ded.pdf
Quantidade:15ml
Fases da Vida:Para adultos
Parte do Corpo:Para o sistema nervoso
Princípio Ativo:Aripiprazol
Doenças e Complicações:Para esquizofrenia
Forma de Administração:Uso oral
Apresentação:Gotas
Prescrição Médica:Sim
Tipo de Medicamento:Similar
PBM:EMS
VAN:InterPlayers
PBM Descrição:EMS Saúde
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