Contraindicação
A dipirona não deve ser utilizada caso você tenha:
– Reações alérgicas, tais como reações cutâneas graves com este medicamento;
– Alergia ou intolerância a dipirona ou a qualquer um dos componentes da formulação, a outras pirazolonas ou a pirazolidinas (exemplo: fenazona, propifenazona, isopropilaminofenazona, fenilbutazona, oxifembutazona) incluindo, por exemplo, experiência prévia de agranulocitose (diminuição acentuada na contagem de glóbulos brancos do sangue) com uma destas substâncias;
– Função da medula óssea prejudicada (exemplo: após tratamento citostático) ou doenças do sistema hematopoiético (responsável pela produção das células sanguíneas);
– Desenvolvido broncoespasmo (contração dos brônquios levando a chiado no peito) ou outras reações anafilactoides, como urticária (erupção na pele que causa coceira), rinite (irritação e inflamação na mucosa do nariz), angioedema (inchaço em região subcutânea ou em mucosas) depois do uso de medicamentos para dor (exemplo: salicilatos, paracetamol, diclofenaco, ibuprofeno, indometacina e naproxeno);
– Porfiria hepática aguda intermitente (doença metabólica que se manifesta através de problemas na pele e/ou com complicações neurológicas), pelo risco de indução de crises de porfiria;
– Deficiência congênita da glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD), pelo risco de hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos, o que pode levar à anemia);
– Gravidez e amamentação (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Instruções de Uso
Recomenda-se que, para a administração da solução oral, seja utilizado o copo dosador que acompanha o frasco na embalagem.
Não é necessário agitar o produto.
Posologia
O tratamento pode ser interrompido a qualquer instante sem provocar danos ao paciente, inerentes à retirada da medicação.
Adultos e adolescentes acima de 15 anos: 10 a 20 mL em administração única ou até o máximo de 20 mL, 4 vezes ao dia.
As crianças devem receber este medicamento conforme seu peso, seguindo a orientação deste esquema:
Peso (média de idade) Dose Solução oral (em mL) mg
5 a 8 kg (3 a 11 meses) Dose única 1,25 a 2,5 62,5 a 125
Dose máxima diária 10 (4 tomadas x 2,5 mL) 500
9 a 15 kg (1 a 3 anos) Dose única 2,5 a 5 125 a 250
Dose máxima diária 20 (4 tomadas x 5 mL) 1000
16 a 23 kg (4 a 6 anos) Dose única 3,75 a 7,5 187,5 a 375
Dose máxima diária 30 (4 tomadas x 7,5 mL) 1500
24 a 30 kg (7 a 9 anos) Dose única 5 a 10 250 a 500
Dose máxima diária 40 (4 tomadas x 10 mL) 2000
31 a 45 kg (10 a 12 anos) Dose única 7,5 a 15 375 a 750
Dose máxima diária 60 (4 tomadas x 15 mL) 3000
46 a 53 kg (13 a 14 anos) Dose única 8,75 a 17,5 437,5 a 875
Dose máxima diária 70 (4 tomadas x 17,5 mL) 3500
Crianças menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5 kg não devem ser tratadas com dipirona.
Se o efeito de uma única dose for insuficiente ou após o efeito analgésico ter diminuído, a dose pode ser repetida, respeitando-se o modo de usar e a dose máxima diária, conforme descrito anteriormente.
Não há estudos dos efeitos de dipirona administrada por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral.
Em pacientes com insuficiência nos rins ou no fígado, recomenda-se que o uso de altas doses de dipirona seja evitado, uma vez que a taxa de eliminação é reduzida nestes pacientes. Entretanto, para tratamento a curto prazo não é necessária redução da dose.
Não existe experiência com o uso de dipirona a longo prazo em pacientes com insuficiência dos rins ou do fígado.
Em pacientes idosos e pacientes debilitados, deve-se considerar a possibilidade das funções do fígado e dos rins estarem prejudicadas.
Para pacientes diabéticos, recomenda-se a administração de comprimidos ou gotas em vez de solução oral. Os carboidratos contidos em 5 mL de solução oral correspondem a 3,5 g de sacarose.
Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou do cirurgião-dentista.
Reações Adversa
As frequências das reações adversas estão listadas a seguir de acordo com a seguinte convenção:
Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reações desconhecidas (não podem ser estimadas a partir dos dados disponíveis).
Distúrbios cardíacos
Síndrome de Kounis (aparecimento simultâneo de eventos coronarianos agudos e reações alérgicas ou anafilactoides. Engloba conceitos como infarto alérgico e angina alérgica).
Distúrbios do sistema imunológico
A dipirona pode causar choque anafilático, reações anafiláticas/anafilactoides que podem se tornar graves com risco à vida e, em alguns casos, serem fatais. Estas reações podem ocorrer mesmo após dipirona ter sido utilizada previamente em muitas ocasiões sem complicações.
Estas reações medicamentosas podem desenvolver-se imediatamente após a administração de dipirona ou horas mais tarde; contudo, a tendência normal é que estes eventos ocorram na primeira hora após a administração.
Normalmente, reações anafiláticas/anafilactoides leves manifestam-se na forma de sintomas cutâneos ou nas mucosas (tais como coceira, ardor, vermelhidão, urticária e inchaço), falta de ar e, menos frequentemente, doenças/queixas gastrintestinais.
Estas reações leves podem progredir para formas graves com coceira generalizada, angioedema grave (inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica até mesmo envolvendo a laringe), broncoespasmo grave, arritmias cardíacas (descompasso dos batimentos do coração), queda da pressão sanguínea (algumas vezes precedida por aumento da pressão sanguínea) e choque circulatório (colapso circulatório em que existe um fluxo sanguíneo inadequado para os tecidos e células do corpo).
Em pacientes com síndrome da asma analgésica, reações de intolerância aparecem tipicamente na forma de crises asmáticas (falta de ar).
Distúrbios na pele e tecido subcutâneo
Além das manifestações da pele e mucosas, de reações anafiláticas/anafilactoides mencionadas anteriormente, podem ocorrer ocasionalmente erupções medicamentosas fixas; raramente exantema (rash – erupções na pele) e, em casos isolados, síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) – forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo – ou síndrome de Lyell (NET) – doença bolhosa grave que causa morte da camada superficial da pele e mucosas, deixando um aspecto de queimaduras de grande extensão.
Pare de usar dipirona e imediatamente contate um médico se você vivenciar algum dos sintomas a seguir:
Manchas avermelhadas não elevadas, semelhantes a alvos ou circulares no tronco, muitas vezes com bolhas centrais, descamação da pele, úlceras na boca, garganta, no nariz, genitais e nos olhos, estas erupções cutâneas graves podem ser precedidas por febre e sintomas semelhantes aos da gripe (síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica), erupção cutânea disseminada, temperatura corporal elevada (febre > 38ºC) e linfonodos aumentados (reação cutânea associada à eosinofilia e sintomas sistêmicos ou síndrome de hipersensibilidade medicamentosa) – vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”.
Distúrbios do sangue e sistema linfático
Anemia aplástica (doença onde a medula óssea produz em quantidade insuficiente os glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas), agranulocitose (diminuição do número de granulócitos – tipos de glóbulos brancos – no sangue, em consequência de um distúrbio na medula óssea) e pancitopenia (redução de glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas), incluindo casos fatais, leucopenia (redução dos glóbulos brancos) e trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas).
Estas reações podem ocorrer mesmo após a dipirona ter sido utilizada previamente em muitas ocasiões, sem complicações.
Os sinais típicos de agranulocitose incluem lesões inflamatórias na mucosa (exemplo: orofaríngea, anorretal, genital), inflamação na garganta, febre (mesmo inesperadamente persistente ou recorrente). Entretanto, em pacientes recebendo tratamento com antibiótico, os sinais típicos de agranulocitose podem ser mínimos. A taxa de sedimentação eritrocitária é extensivamente aumentada, enquanto o aumento de nódulos linfáticos é tipicamente leve ou ausente.
Os sinais típicos de trombocitopenia incluem uma maior tendência para sangramento e aparecimento de pontos vermelhos na pele e membranas mucosas.
Distúrbios vasculares
Reações hipotensivas isoladas podem ocorrer ocasionalmente após a administração, reações hipotensivas transitórias isoladas; em casos raros, estas reações apresentam-se sob a forma de queda crítica da pressão sanguínea.
Distúrbios renais e urinários
Em casos muito raros, especialmente em pacientes com histórico de doença nos rins, pode ocorrer piora súbita ou recente da função dos rins (insuficiência renal aguda), em alguns casos com diminuição da produção de urina, redução muito acentuada da produção de urina ou perda aumentada de proteínas através da urina. Em casos isolados, pode ocorrer nefrite intersticial aguda (um tipo de inflamação nos rins).
Uma coloração avermelhada pode ser observada algumas vezes na urina.
Distúrbios gastrintestinais
Foram reportados casos de sangramento gastrintestinal.
Distúrbios hepatobiliares
Lesão hepática (lesão no fígado) induzida por medicamentos, incluindo hepatite aguda (inflamação no fígado), icterícia (cor amarelada na pele e nos olhos), aumento das enzimas hepáticas (enzimas do fígado), pode ocorrer com frequência desconhecida (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Pare de usar dipirona e imediatamente contate um médico se você vivenciar algum dos sintomas a seguir: náusea ou vômito, febre, sensação de cansaço, perda de apetite, urina de cor escura, fezes de cor clara, aparecimento de cor amarelada na pele ou na parte branca dos olhos, coceira, erupção na pele ou dor na parte superior do estômago. Esses sintomas podem ser sinais de lesão hepática (do fígado) – vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Composição
Cada mL de solução de dipirona monoidratada contém:
dipirona monoidratada...................................................................................................................................................................50 mg
Excipientes: sacarose, benzoato de sódio, edetato dissódico di-hidratado, metabissulfito de sódio, sorbato de potássio, hidróxido
de sódio, aroma de framboesa, vermelho de eritrosina, água purificada e ácido cítrico.
Especificações
Gênero:Unissex
Origem:Nacional
Título Marketplace:Dipirona Monoidratada 50mg 100ml Solução Oral + Dosador
Descrição Marketplace:<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Para que serve o medicamento Dipirona Monoidratada 50mg/ml Biosintética Sabor Framboesa Solução Oral 100ml + Copo Medidor? </H2>
<P></P>
<P>Este medicamento é indicado para o alívio de dores e para a redução da febre, atuando como analgésico e antitérmico. Auxilia no controle de diferentes tipos de dor e no combate aos estados febris, contribuindo para o bem-estar e o conforto no dia a dia.</P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Como funciona o medicamento Dipirona Monoidratada 50mg/ml Biosintética Sabor Framboesa? </H2>
<P></P>
<P>Este é um medicamento à base de dipirona, indicado para o tratamento de dores e da febre. Após a administração, seu efeito tem início, em média, entre 30 e 60 minutos, proporcionando alívio eficaz e contínuo, com duração aproximada de até 4 horas. <BR>
<H2 style="DISPLAY: inline">Como devo tomar o Dipirona Monoidratada 50mg/ml Biosintética Sabor Framboesa? </H2>
<P></P>
<P><STRONG>Posologia:<BR></STRONG>Utilize o copo dosador que acompanha o frasco para administrar a solução oral, sem necessidade de agitar. A dose varia conforme a idade e o peso: adultos e adolescentes acima de 15 anos podem tomar de 10 a 20 mL por dose, até 4 vezes ao dia. Em crianças, a posologia deve seguir o peso corporal. A administração é exclusivamente por via oral e não deve ultrapassar a dose máxima diária recomendada.<BR><BR>
<H2 style="DISPLAY: inline">Quais são as reações adversas do Dipirona Monoidratada 50mg/ml Biosintética Sabor Framboesa? </H2><BR><BR>As reações adversas podem variar de leves a graves e incluem manifestações alérgicas como coceira, vermelhidão, urticária, inchaço, falta de ar e desconfortos gastrointestinais. Em casos raros, podem ocorrer reações graves, como choque anafilático, alterações no sangue, lesões na pele, nos rins ou no fígado. Ao surgirem sintomas intensos ou inesperados, interrompa o uso e procure orientação médica imediatamente.
Composição:<P>Cada mL de solução de dipirona monoidratada contém:<BR>dipirona monoidratada...................................................................................................................................................................50 mg<BR>Excipientes: sacarose, benzoato de sódio, edetato dissódico di-hidratado, metabissulfito de sódio, sorbato de potássio, hidróxido<BR>de sódio, aroma de framboesa, vermelho de eritrosina, água purificada e ácido cítrico.</P>
Indicação:<P>Este medicamento é indicado como analgésico (para dor) e antitérmico (para febre).</P>
Classificação:Sem tarja
BloqueioVenda:Não
Contraindicação:<P>A dipirona não deve ser utilizada caso você tenha:<BR>– Reações alérgicas, tais como reações cutâneas graves com este medicamento;<BR>– Alergia ou intolerância a dipirona ou a qualquer um dos componentes da formulação, a outras pirazolonas ou a pirazolidinas (exemplo: fenazona, propifenazona, isopropilaminofenazona, fenilbutazona, oxifembutazona) incluindo, por exemplo, experiência prévia de agranulocitose (diminuição acentuada na contagem de glóbulos brancos do sangue) com uma destas substâncias;<BR>– Função da medula óssea prejudicada (exemplo: após tratamento citostático) ou doenças do sistema hematopoiético (responsável pela produção das células sanguíneas);<BR>– Desenvolvido broncoespasmo (contração dos brônquios levando a chiado no peito) ou outras reações anafilactoides, como urticária (erupção na pele que causa coceira), rinite (irritação e inflamação na mucosa do nariz), angioedema (inchaço em região subcutânea ou em mucosas) depois do uso de medicamentos para dor (exemplo: salicilatos, paracetamol, diclofenaco, ibuprofeno, indometacina e naproxeno);<BR>– Porfiria hepática aguda intermitente (doença metabólica que se manifesta através de problemas na pele e/ou com complicações neurológicas), pelo risco de indução de crises de porfiria;<BR>– Deficiência congênita da glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD), pelo risco de hemólise (destruição dos glóbulos vermelhos, o que pode levar à anemia);<BR>– Gravidez e amamentação (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”). </P>
Reações Adversas:<P>As frequências das reações adversas estão listadas a seguir de acordo com a seguinte convenção:<BR>Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).<BR>Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).<BR>Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).<BR>Reações raras (ocorrem entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).<BR>Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).<BR>Reações desconhecidas (não podem ser estimadas a partir dos dados disponíveis).<BR>Distúrbios cardíacos<BR>Síndrome de Kounis (aparecimento simultâneo de eventos coronarianos agudos e reações alérgicas ou anafilactoides. Engloba conceitos como infarto alérgico e angina alérgica).<BR>Distúrbios do sistema imunológico<BR>A dipirona pode causar choque anafilático, reações anafiláticas/anafilactoides que podem se tornar graves com risco à vida e, em alguns casos, serem fatais. Estas reações podem ocorrer mesmo após dipirona ter sido utilizada previamente em muitas ocasiões sem complicações.<BR>Estas reações medicamentosas podem desenvolver-se imediatamente após a administração de dipirona ou horas mais tarde; contudo, a tendência normal é que estes eventos ocorram na primeira hora após a administração.<BR>Normalmente, reações anafiláticas/anafilactoides leves manifestam-se na forma de sintomas cutâneos ou nas mucosas (tais como coceira, ardor, vermelhidão, urticária e inchaço), falta de ar e, menos frequentemente, doenças/queixas gastrintestinais.<BR>Estas reações leves podem progredir para formas graves com coceira generalizada, angioedema grave (inchaço em região subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica até mesmo envolvendo a laringe), broncoespasmo grave, arritmias cardíacas (descompasso dos batimentos do coração), queda da pressão sanguínea (algumas vezes precedida por aumento da pressão sanguínea) e choque circulatório (colapso circulatório em que existe um fluxo sanguíneo inadequado para os tecidos e células do corpo).<BR>Em pacientes com síndrome da asma analgésica, reações de intolerância aparecem tipicamente na forma de crises asmáticas (falta de ar).<BR>Distúrbios na pele e tecido subcutâneo<BR>Além das manifestações da pele e mucosas, de reações anafiláticas/anafilactoides mencionadas anteriormente, podem ocorrer ocasionalmente erupções medicamentosas fixas; raramente exantema (rash – erupções na pele) e, em casos isolados, síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) – forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e em grandes áreas do corpo – ou síndrome de Lyell (NET) – doença bolhosa grave que causa morte da camada superficial da pele e mucosas, deixando um aspecto de queimaduras de grande extensão.<BR>Pare de usar dipirona e imediatamente contate um médico se você vivenciar algum dos sintomas a seguir:<BR>Manchas avermelhadas não elevadas, semelhantes a alvos ou circulares no tronco, muitas vezes com bolhas centrais, descamação da pele, úlceras na boca, garganta, no nariz, genitais e nos olhos, estas erupções cutâneas graves podem ser precedidas por febre e sintomas semelhantes aos da gripe (síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica), erupção cutânea disseminada, temperatura corporal elevada (febre > 38ºC) e linfonodos aumentados (reação cutânea associada à eosinofilia e sintomas sistêmicos ou síndrome de hipersensibilidade medicamentosa) – vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”.<BR>Distúrbios do sangue e sistema linfático<BR>Anemia aplástica (doença onde a medula óssea produz em quantidade insuficiente os glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas), agranulocitose (diminuição do número de granulócitos – tipos de glóbulos brancos – no sangue, em consequência de um distúrbio na medula óssea) e pancitopenia (redução de glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas), incluindo casos fatais, leucopenia (redução dos glóbulos brancos) e trombocitopenia (diminuição no número de plaquetas).<BR>Estas reações podem ocorrer mesmo após a dipirona ter sido utilizada previamente em muitas ocasiões, sem complicações.<BR>Os sinais típicos de agranulocitose incluem lesões inflamatórias na mucosa (exemplo: orofaríngea, anorretal, genital), inflamação na garganta, febre (mesmo inesperadamente persistente ou recorrente). Entretanto, em pacientes recebendo tratamento com antibiótico, os sinais típicos de agranulocitose podem ser mínimos. A taxa de sedimentação eritrocitária é extensivamente aumentada, enquanto o aumento de nódulos linfáticos é tipicamente leve ou ausente.<BR>Os sinais típicos de trombocitopenia incluem uma maior tendência para sangramento e aparecimento de pontos vermelhos na pele e membranas mucosas.<BR>Distúrbios vasculares<BR>Reações hipotensivas isoladas podem ocorrer ocasionalmente após a administração, reações hipotensivas transitórias isoladas; em casos raros, estas reações apresentam-se sob a forma de queda crítica da pressão sanguínea.<BR>Distúrbios renais e urinários<BR>Em casos muito raros, especialmente em pacientes com histórico de doença nos rins, pode ocorrer piora súbita ou recente da função dos rins (insuficiência renal aguda), em alguns casos com diminuição da produção de urina, redução muito acentuada da produção de urina ou perda aumentada de proteínas através da urina. Em casos isolados, pode ocorrer nefrite intersticial aguda (um tipo de inflamação nos rins).<BR>Uma coloração avermelhada pode ser observada algumas vezes na urina.<BR>Distúrbios gastrintestinais<BR>Foram reportados casos de sangramento gastrintestinal.<BR>Distúrbios hepatobiliares<BR>Lesão hepática (lesão no fígado) induzida por medicamentos, incluindo hepatite aguda (inflamação no fígado), icterícia (cor amarelada na pele e nos olhos), aumento das enzimas hepáticas (enzimas do fígado), pode ocorrer com frequência desconhecida (vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”).<BR>Pare de usar dipirona e imediatamente contate um médico se você vivenciar algum dos sintomas a seguir: náusea ou vômito, febre, sensação de cansaço, perda de apetite, urina de cor escura, fezes de cor clara, aparecimento de cor amarelada na pele ou na parte branca dos olhos, coceira, erupção na pele ou dor na parte superior do estômago. Esses sintomas podem ser sinais de lesão hepática (do fígado) – vide item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”.<BR>Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.</P>
Como Usar:<P>Recomenda-se que, para a administração da solução oral, seja utilizado o copo dosador que acompanha o frasco na embalagem.<BR>Não é necessário agitar o produto.<BR>Posologia<BR>O tratamento pode ser interrompido a qualquer instante sem provocar danos ao paciente, inerentes à retirada da medicação.<BR>Adultos e adolescentes acima de 15 anos: 10 a 20 mL em administração única ou até o máximo de 20 mL, 4 vezes ao dia.<BR>As crianças devem receber este medicamento conforme seu peso, seguindo a orientação deste esquema:<BR>Peso (média de idade) Dose Solução oral (em mL) mg<BR>5 a 8 kg (3 a 11 meses) Dose única 1,25 a 2,5 62,5 a 125<BR>Dose máxima diária 10 (4 tomadas x 2,5 mL) 500<BR>9 a 15 kg (1 a 3 anos) Dose única 2,5 a 5 125 a 250<BR>Dose máxima diária 20 (4 tomadas x 5 mL) 1000<BR>16 a 23 kg (4 a 6 anos) Dose única 3,75 a 7,5 187,5 a 375<BR>Dose máxima diária 30 (4 tomadas x 7,5 mL) 1500<BR>24 a 30 kg (7 a 9 anos) Dose única 5 a 10 250 a 500<BR>Dose máxima diária 40 (4 tomadas x 10 mL) 2000<BR>31 a 45 kg (10 a 12 anos) Dose única 7,5 a 15 375 a 750<BR>Dose máxima diária 60 (4 tomadas x 15 mL) 3000<BR>46 a 53 kg (13 a 14 anos) Dose única 8,75 a 17,5 437,5 a 875<BR>Dose máxima diária 70 (4 tomadas x 17,5 mL) 3500<BR>Crianças menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5 kg não devem ser tratadas com dipirona.<BR>Se o efeito de uma única dose for insuficiente ou após o efeito analgésico ter diminuído, a dose pode ser repetida, respeitando-se o modo de usar e a dose máxima diária, conforme descrito anteriormente.<BR>Não há estudos dos efeitos de dipirona administrada por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral.<BR>Em pacientes com insuficiência nos rins ou no fígado, recomenda-se que o uso de altas doses de dipirona seja evitado, uma vez que a taxa de eliminação é reduzida nestes pacientes. Entretanto, para tratamento a curto prazo não é necessária redução da dose.<BR>Não existe experiência com o uso de dipirona a longo prazo em pacientes com insuficiência dos rins ou do fígado.<BR>Em pacientes idosos e pacientes debilitados, deve-se considerar a possibilidade das funções do fígado e dos rins estarem prejudicadas.<BR>Para pacientes diabéticos, recomenda-se a administração de comprimidos ou gotas em vez de solução oral. Os carboidratos contidos em 5 mL de solução oral correspondem a 3,5 g de sacarose.<BR>Siga corretamente o modo de usar. Em caso de dúvidas sobre este medicamento, procure orientação do farmacêutico. Não desaparecendo os sintomas, procure orientação de seu médico ou do cirurgião-dentista.</P>
Aviso Legal:Medicamento genérico - Lei N.º 9.787/99.
Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/bula-paciente-dipirona-monoidratada-solucao-oral_822b9117-fa24-44d6-8445-c1ff712dcfac.pdf
Textura:Líquida
Quantidade:100ml
Fases da Vida:Para adulto e infantil
Sabor:Framboesa
Parte do Corpo:Para o corpo
Princípio Ativo:Dipirona monoidratada
Doenças e Complicações:Para dor
Forma de Administração:Uso oral
Classe do Remédio:Analgésicos
Prescrição Médica:Não
Tipo de Medicamento:Genérico