Você não deve utilizar Keppra se você tem alergia ao levetiracetam ou a outros derivados de pirrolidona (ex., piracetam), ou a qualquer outro componente deste medicamento.
Descrição do Produto
O Keppra 250mg 30 comprimidos revestidos é um medicamento anticonvulsivante indicado para o tratamento de diferentes tipos de crises epilépticas em adultos, adolescentes e crianças (conforme orientação médica). Seu uso regular auxilia no controle das convulsões e na melhora da qualidade de vida do paciente com epilepsia.
O Keppra 250mg é indicado para o tratamento de crises focais (parciais), com ou sem generalização secundária, crises mioclônicas, crises tônico-clônicas primárias generalizadas. Pode ser utilizado como monoterapia (em casos específicos) ou como terapia adjuvante, associado a outros medicamentos antiepiléticos.
O princípio ativo do Keppra é o levetiracetam 250mg, substância com ação anticonvulsivante eficaz no controle das crises epilépticas.
O levetiracetam atua no sistema nervoso central, ligando-se à proteína SV2A das vesículas sinápticas. Esse mecanismo ajuda a estabilizar a atividade elétrica cerebral, reduzindo a propagação das descargas anormais que causam as convulsões. Dessa forma, o medicamento contribui para diminuir a frequência e a intensidade das crises epilépticas.
A dose deve ser sempre determinada pelo médico, de acordo com idade, peso, tipo de crise e resposta ao tratamento. Os comprimidos devem ser ingeridos com água, com ou sem alimentos, sempre nos horários orientados pelo médico.
Monoterapia (a partir de 16 anos):
Dose inicial: 250mg duas vezes ao dia.
Pode ser aumentada para 500mg duas vezes ao dia após duas semanas.
Ajustes podem ser feitos gradualmente até a dose máxima de 1500mg duas vezes ao dia.
Terapia adjuvante (associado a outros anticonvulsivantes):
Dose inicial usual: 500mg duas vezes ao dia.
Pode ser ajustada até 1500mg duas vezes ao dia, conforme necessidade clínica.
O medicamento é contraindicado para pacientes com alergia ao levetiracetam ou a qualquer componente da fórmula, pessoas com hipersensibilidade a derivados da pirrolidona.
Como todo medicamento, o Keppra 250mg pode causar efeitos colaterais.
Reações comuns: sonolência, tontura, dor de cabeça, fadiga, irritabilidade.
Reações incomuns: ansiedade, depressão, alterações de humor, alterações comportamentais, diminuição do apetite.
O levetiracetam começa a agir após as primeiras doses, mas o controle adequado das crises epilépticas pode levar alguns dias ou semanas, dependendo do organismo e do ajuste da dose pelo médico.
Se esquecer uma dose, tome assim que lembrar. Se estiver próximo do horário da próxima, não dobre a dose. Manter a regularidade do tratamento é fundamental para o controle da epilepsia.
Ambos contêm levetiracetam e possuem a mesma finalidade terapêutica. A diferença está na forma de administração: comprimidos são mais indicados para adultos e adolescentes, enquanto a solução oral facilita o uso em crianças ou pacientes com dificuldade para engolir.
Contraindicação
Você não deve utilizar Keppra se você tem alergia ao levetiracetam ou a outros derivados de pirrolidona (ex., piracetam), ou a qualquer outro componente deste medicamento.
Instruções de Uso
Monoterapia (a partir de 16 anos, diagnóstico recente de epilepsia – crises focais/parciais com ou sem generalização):
A dose inicial recomendada é de 250 mg duas vezes ao dia. Após duas semanas, pode ser aumentada para 500 mg duas vezes ao dia. Se necessário, a dose pode ser ajustada em incrementos de 250 mg duas vezes ao dia, a cada duas semanas, conforme resposta clínica. A dose máxima é de 1500 mg duas vezes ao dia.
Não há estudos clínicos para monoterapia em menores de 16 anos com diagnóstico recente.
Terapia adjuvante (associado a outros antiepilépticos):
Indicada para:
Crises focais/parciais (a partir de 6 anos);
Crises mioclônicas (a partir de 12 anos);
Crises tônico-clônicas primárias generalizadas (a partir de 6 anos).
Adultos e adolescentes (12 a 17 anos) com peso = 50 kg:
Dose inicial de 500 mg duas vezes ao dia, podendo ser iniciada já no primeiro dia de tratamento. A dose pode ser ajustada entre 500 mg e 1500 mg duas vezes ao dia, com aumentos ou reduções de 500 mg a cada 2 a 4 semanas, conforme orientação médica.
Crianças (6 a 11 anos) e adolescentes (12 a 17 anos) com peso < 50 kg:
Dose inicial de 10 mg/kg duas vezes ao dia. Pode ser aumentada até 30 mg/kg duas vezes ao dia, com ajustes máximos de 10 mg/kg duas vezes ao dia a cada duas semanas. Deve-se utilizar a menor dose eficaz.
Crianças com peso = 50 kg seguem a posologia de adultos.
Uso em crianças menores de 6 anos:
Keppra comprimidos não é indicado para bebês e crianças menores de 6 anos. Nesses casos, a solução oral é mais apropriada.
Os comprimidos também não são indicados para crianças com menos de 25 kg no início do tratamento, para pacientes que não conseguem engolir comprimidos ou para doses menores que 250 mg — nesses casos, deve-se utilizar a solução oral.
Populações especiais:
Idosos: Pode ser necessário ajuste de dose em caso de função renal reduzida.
Insuficiência renal: Como o levetiracetam é eliminado pelos rins, a dose deve ser individualizada conforme a função renal.
Insuficiência hepática: Não é necessário ajuste em casos leves a moderados. Em insuficiência hepática grave, pode ser necessário ajuste.
Duração do tratamento:
O tratamento deve ser mantido pelo período indicado pelo médico. É fundamental respeitar horários, doses e duração.
Interrupção:
A suspensão do Keppra deve ser feita de forma gradual, conforme orientação médica, para evitar aumento do risco de crises.
Observação:
O comprimido pode ser partido apenas para facilitar a deglutição, não para divisão de doses.
Reações Adversa
O uso de levetiracetam pode causar reações adversas com diferentes frequências e níveis de gravidade.
Reações muito comuns (mais de 10%)
Dor de cabeça
Sonolência
Nasofaringite (inflamação da mucosa nasal e da garganta)
Reações comuns (1% a 10%)
Fraqueza (astenia) e fadiga
Perda de apetite (anorexia), com risco maior quando associado ao topiramato
Alterações de humor: depressão, irritabilidade, agressividade, nervosismo, insônia
Tontura, tremor, convulsões, distúrbios do equilíbrio, vertigem
Tosse
Náusea, vômito, dor abdominal, diarreia e indigestão
Erupções cutâneas (rash)
Reações incomuns (0,1% a 1%)
Redução de plaquetas (trombocitopenia)
Aumento de peso
Agitação e instabilidade emocional
Alterações cognitivas: perda de memória, dificuldade de concentração, ataxia (falta de coordenação)
Visão dupla ou borrada
Coceira, eczema
Dor muscular
Ferimentos acidentais
Reações raras (0,01% a 0,1%)
Infecções
Alterações de personalidade e pensamento
Hiperatividade (hipercinesia)
Frequência desconhecida (relatos pós-comercialização)
Podem ocorrer eventos mais graves e raros, como:
Alterações hematológicas importantes: pancitopenia, agranulocitose, leucopenia e neutropenia
Prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma
Reações alérgicas graves, incluindo anafilaxia e DRESS (reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos)
Hiponatremia (baixo sódio no sangue)
Alterações psiquiátricas graves: ideação suicida, tentativa de suicídio, psicose, alucinações, delírio, ansiedade intensa e pânico
Distúrbios neurológicos: formigamento (parestesia), movimentos involuntários (discinesia, coreoatetose), letargia, alteração na marcha, piora das crises
Alterações hepáticas: aumento de enzimas, hepatite e raramente falência hepática
Reações cutâneas graves: síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, eritema multiforme e angioedema
Rabdomiólise (destruição muscular) e aumento de creatinafosfoquinase, com maior prevalência em pacientes japoneses
Pancreatite
Lesão renal aguda
Casos raros de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) em pacientes predispostos
Reações de hipersensibilidade podem incluir febre, erupção cutânea e comprometimento de órgãos internos. Na suspeita de reação grave, o medicamento deve ser suspenso e o médico imediatamente comunicado.
Embora o medicamento apresente eficácia e segurança comprovadas, eventos adversos imprevisíveis podem ocorrer. Qualquer sintoma diferente ou intenso deve ser informado ao profissional de saúde.
Composição
Cada comprimido revestido contém 250 mg de levetiracetam.
Excipientes: croscarmelose sódica, macrogol 6000, dióxido de silício, estearato de magnésio e Opadry
85F20694 Azul.
Composição do Opadry 85F20694 Azul: álcool polivinílico (parcialmente hidrolisado), dióxido de titânio,
macrogol 3350, talco e corante azul de indigotina 132 laca de alumínio.
Especificações
Gênero:Unissex
Origem:Nacional
Título Marketplace:Keppra 250mg 30 Comprimidos Revestidos
Descrição Marketplace:<H2 style="DISPLAY: inline">Keppra 250mg 30 Comprimidos Revestidos – Levetiracetam</H2> <P>O Keppra 250mg 30 comprimidos revestidos é um medicamento <STRONG>anticonvulsivante</STRONG> indicado para o tratamento de diferentes tipos de <STRONG>crises epilépticas</STRONG> em adultos, adolescentes e crianças (conforme orientação médica). Seu uso regular auxilia no controle das convulsões e na melhora da qualidade de vida do paciente com epilepsia.</P> <H2 style="DISPLAY: inline">Para que serve o medicamento Keppra 250mg?</H2> <P>O Keppra 250mg é indicado para o tratamento de crises focais (parciais), com ou sem generalização secundária, crises mioclônicas, crises tônico-clônicas primárias generalizadas. Pode ser utilizado como monoterapia (em casos específicos) ou como terapia adjuvante, associado a outros medicamentos antiepiléticos.</P> <H2 style="DISPLAY: inline">Qual é o princípio ativo de Keppra 250mg?</H2> <P>O princípio ativo do Keppra é o levetiracetam 250mg, substância com ação anticonvulsivante eficaz no controle das crises epilépticas.</P> <H2 style="DISPLAY: inline">Como o Keppra 250mg funciona?</H2> <P>O levetiracetam atua no sistema nervoso central, ligando-se à proteína SV2A das vesículas sinápticas. Esse mecanismo ajuda a estabilizar a atividade elétrica cerebral, reduzindo a propagação das descargas anormais que causam as convulsões. Dessa forma, o medicamento contribui para diminuir a frequência e a intensidade das crises epilépticas.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">Como tomar o Keppra 250mg?</H3> <P>A dose deve ser sempre determinada pelo médico, de acordo com idade, peso, tipo de crise e resposta ao tratamento. Os comprimidos devem ser ingeridos com água, com ou sem alimentos, sempre nos horários orientados pelo médico.</P> <P>Monoterapia (a partir de 16 anos):<BR>Dose inicial: 250mg duas vezes ao dia.<BR>Pode ser aumentada para 500mg duas vezes ao dia após duas semanas.<BR>Ajustes podem ser feitos gradualmente até a dose máxima de 1500mg duas vezes ao dia.</P> <P>Terapia adjuvante (associado a outros anticonvulsivantes):<BR>Dose inicial usual: 500mg duas vezes ao dia.<BR>Pode ser ajustada até 1500mg duas vezes ao dia, conforme necessidade clínica.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">Quem não deve tomar o Keppra 250mg?</H3> <P>O medicamento é contraindicado para pacientes com alergia ao levetiracetam ou a qualquer componente da fórmula, pessoas com hipersensibilidade a derivados da pirrolidona.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">Quais são as reações adversas de Keppra 250mg?</H3> <P>Como todo medicamento, o Keppra 250mg pode causar efeitos colaterais.<BR><STRONG>Reações comuns</STRONG>: sonolência, tontura, dor de cabeça, fadiga, irritabilidade.<BR><STRONG>Reações incomuns</STRONG>: ansiedade, depressão, alterações de humor, alterações comportamentais, diminuição do apetite.</P> <P> <H3 style="DISPLAY: inline">Perguntas frequentes:</H3> <P></P> <P> <H3 style="DISPLAY: inline"></H3> <H3 style="DISPLAY: inline">1. Em quanto tempo o Keppra 250mg começa a fazer efeito?</H3> <P></P> <P>O levetiracetam começa a agir após as primeiras doses, mas o controle adequado das crises epilépticas pode levar alguns dias ou semanas, dependendo do organismo e do ajuste da dose pelo médico.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">2. O que fazer se esquecer uma dose de Keppra 250mg?</H3> <P>Se esquecer uma dose, tome assim que lembrar. Se estiver próximo do horário da próxima, não dobre a dose. Manter a regularidade do tratamento é fundamental para o controle da epilepsia.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">3. Qual a diferença entre Keppra comprimido e Keppra solução oral?</H3> <P>Ambos contêm levetiracetam e possuem a mesma finalidade terapêutica. A diferença está na forma de administração: comprimidos são mais indicados para adultos e adolescentes, enquanto a solução oral facilita o uso em crianças ou pacientes com dificuldade para engolir.</P>
Composição:<FONT size=2 face=Arial> <P>Cada comprimido revestido contém 250 mg de levetiracetam.<BR>Excipientes: croscarmelose sódica, macrogol 6000, dióxido de silício, estearato de magnésio e Opadry<BR>85F20694 Azul.<BR>Composição do Opadry 85F20694 Azul: álcool polivinílico (parcialmente hidrolisado), dióxido de titânio,<BR>macrogol 3350, talco e corante azul de indigotina 132 laca de alumínio.</P></FONT>
Indicação:<P>Keppra é indicado como monoterapia (não combinado com outros medicamentos antiepilépticos) para o tratamento de crises focais/parciais, com ou sem generalização secundária, em pacientes com 16 anos ou mais e diagnóstico recente de epilepsia.<BR>Keppra é indicado como terapia adjuvante (utilizado com outros medicamentos antiepilépticos) para o tratamento de:<BR>- crises focais/parciais, com ou sem generalização, em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 6 anos, com epilepsia;<BR>- crises mioclônicas em adultos, adolescentes e crianças com idade superior a 12 anos, com epilepsia mioclônica juvenil;<BR>- crises tônico-clônicas primárias generalizadas em adultos, adolescentes e crianças com mais de 6 anos de idade com epilepsia idiopática generalizada.<BR>Para bebês e crianças com menos de 20 kg o tratamento deve ser preferencialmente iniciado com Keppra solução oral</P> <P> </P>
Classificação:Tarja vermelha
BloqueioVenda:Não
Tipo Modalidade:Controlados
Contraindicação:<P>Você não deve utilizar Keppra se você tem alergia ao levetiracetam ou a outros derivados de pirrolidona (ex., piracetam), ou a qualquer outro componente deste medicamento.</P>
Reações Adversas:<P>O uso de levetiracetam pode causar reações adversas com diferentes frequências e níveis de gravidade.</P> <P>Reações muito comuns (mais de 10%)</P> <P>Dor de cabeça</P> <P>Sonolência</P> <P>Nasofaringite (inflamação da mucosa nasal e da garganta)</P> <P>Reações comuns (1% a 10%)</P> <P>Fraqueza (astenia) e fadiga</P> <P>Perda de apetite (anorexia), com risco maior quando associado ao topiramato</P> <P>Alterações de humor: depressão, irritabilidade, agressividade, nervosismo, insônia</P> <P>Tontura, tremor, convulsões, distúrbios do equilíbrio, vertigem</P> <P>Tosse</P> <P>Náusea, vômito, dor abdominal, diarreia e indigestão</P> <P>Erupções cutâneas (rash)</P> <P>Reações incomuns (0,1% a 1%)</P> <P>Redução de plaquetas (trombocitopenia)</P> <P>Aumento de peso</P> <P>Agitação e instabilidade emocional</P> <P>Alterações cognitivas: perda de memória, dificuldade de concentração, ataxia (falta de coordenação)</P> <P>Visão dupla ou borrada</P> <P>Coceira, eczema</P> <P>Dor muscular</P> <P>Ferimentos acidentais</P> <P>Reações raras (0,01% a 0,1%)</P> <P>Infecções</P> <P>Alterações de personalidade e pensamento</P> <P>Hiperatividade (hipercinesia)</P> <P>Frequência desconhecida (relatos pós-comercialização)</P> <P>Podem ocorrer eventos mais graves e raros, como:</P> <P>Alterações hematológicas importantes: pancitopenia, agranulocitose, leucopenia e neutropenia</P> <P>Prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma</P> <P>Reações alérgicas graves, incluindo anafilaxia e DRESS (reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos)</P> <P>Hiponatremia (baixo sódio no sangue)</P> <P>Alterações psiquiátricas graves: ideação suicida, tentativa de suicídio, psicose, alucinações, delírio, ansiedade intensa e pânico</P> <P>Distúrbios neurológicos: formigamento (parestesia), movimentos involuntários (discinesia, coreoatetose), letargia, alteração na marcha, piora das crises</P> <P>Alterações hepáticas: aumento de enzimas, hepatite e raramente falência hepática</P> <P>Reações cutâneas graves: síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, eritema multiforme e angioedema</P> <P>Rabdomiólise (destruição muscular) e aumento de creatinafosfoquinase, com maior prevalência em pacientes japoneses</P> <P>Pancreatite</P> <P>Lesão renal aguda</P> <P>Casos raros de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) em pacientes predispostos</P> <P>Reações de hipersensibilidade podem incluir febre, erupção cutânea e comprometimento de órgãos internos. Na suspeita de reação grave, o medicamento deve ser suspenso e o médico imediatamente comunicado.</P> <P>Embora o medicamento apresente eficácia e segurança comprovadas, eventos adversos imprevisíveis podem ocorrer. Qualquer sintoma diferente ou intenso deve ser informado ao profissional de saúde.</P>
Como Usar:<P>Monoterapia (a partir de 16 anos, diagnóstico recente de epilepsia – crises focais/parciais com ou sem generalização):<BR>A dose inicial recomendada é de 250 mg duas vezes ao dia. Após duas semanas, pode ser aumentada para 500 mg duas vezes ao dia. Se necessário, a dose pode ser ajustada em incrementos de 250 mg duas vezes ao dia, a cada duas semanas, conforme resposta clínica. A dose máxima é de 1500 mg duas vezes ao dia.<BR>Não há estudos clínicos para monoterapia em menores de 16 anos com diagnóstico recente.</P> <P>Terapia adjuvante (associado a outros antiepilépticos):</P> <P>Indicada para:</P> <P>Crises focais/parciais (a partir de 6 anos);</P> <P>Crises mioclônicas (a partir de 12 anos);</P> <P>Crises tônico-clônicas primárias generalizadas (a partir de 6 anos).</P> <P>Adultos e adolescentes (12 a 17 anos) com peso = 50 kg:<BR>Dose inicial de 500 mg duas vezes ao dia, podendo ser iniciada já no primeiro dia de tratamento. A dose pode ser ajustada entre 500 mg e 1500 mg duas vezes ao dia, com aumentos ou reduções de 500 mg a cada 2 a 4 semanas, conforme orientação médica.</P> <P>Crianças (6 a 11 anos) e adolescentes (12 a 17 anos) com peso < 50 kg:<BR>Dose inicial de 10 mg/kg duas vezes ao dia. Pode ser aumentada até 30 mg/kg duas vezes ao dia, com ajustes máximos de 10 mg/kg duas vezes ao dia a cada duas semanas. Deve-se utilizar a menor dose eficaz.</P> <P>Crianças com peso = 50 kg seguem a posologia de adultos.</P> <P>Uso em crianças menores de 6 anos:<BR>Keppra comprimidos não é indicado para bebês e crianças menores de 6 anos. Nesses casos, a solução oral é mais apropriada.<BR>Os comprimidos também não são indicados para crianças com menos de 25 kg no início do tratamento, para pacientes que não conseguem engolir comprimidos ou para doses menores que 250 mg — nesses casos, deve-se utilizar a solução oral.</P> <P>Populações especiais:</P> <P>Idosos: Pode ser necessário ajuste de dose em caso de função renal reduzida.</P> <P>Insuficiência renal: Como o levetiracetam é eliminado pelos rins, a dose deve ser individualizada conforme a função renal.</P> <P>Insuficiência hepática: Não é necessário ajuste em casos leves a moderados. Em insuficiência hepática grave, pode ser necessário ajuste.</P> <P>Duração do tratamento:<BR>O tratamento deve ser mantido pelo período indicado pelo médico. É fundamental respeitar horários, doses e duração.</P> <P>Interrupção:<BR>A suspensão do Keppra deve ser feita de forma gradual, conforme orientação médica, para evitar aumento do risco de crises.</P> <P>Observação:<BR>O comprimido pode ser partido apenas para facilitar a deglutição, não para divisão de doses.</P>
Classe do Medicamento:Anticonvulsivantes
Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Com retenção de receita. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula. Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico.
Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/bula_keppra_c05d2782-7dad-4e88-8f4b-d1e6b3a6badb.pdf
Quantidade:30 Comprimidos
Fases da Vida:Para adulto e infantil
Parte do Corpo:Para o sistema nervoso
Princípio Ativo:Levetiracetam
Doenças e Complicações:Para epilepsia
Forma de Administração:Uso oral
Prescrição Médica:Sim
Tipo de Medicamento:Referência
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