Contraindicação
Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com hipersensibilidade conhecida ao maleato de fluvoxamina ou a qualquer excipiente da fórmula.
Este medicamento é contraindicado para o tratamento de depressão em pacientes com menos de 18 anos.
Este medicamento é contraindicado para o tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo em pacientes com menos de 8 anos.
É contraindicada a administração concomitantemente de maleato de fluvoxamina com tizanidina e inibidores da monoamino-oxidase (iMAOs).
O tratamento com maleato de fluvoxamina pode ser iniciado:
• duas semanas após a descontinuação de iMAO irreversível, ou
• um dia após a descontinuação de iMAO reversível (por exemplo, moclobemida, linezolida).
Deve haver um intervalo de pelo menos uma semana entre o término do tratamento com maleato de fluvoxamina e o início do tratamento com qualquer iMAO.
Este medicamento não deve ser utilizado em combinação com ramelteona e pimozida.
Instruções de Uso
MODO DE USAR
Administrar por via oral.
Os comprimidos de fluvoxamina devem ser ingeridos com água. Os comprimidos podem ser divididos em duas partes iguais.
Os comprimidos de 50 e 100 mg podem ser partidos. A parte não utilizada do comprimido deve ser guardada na embalagem original e administrada no prazo máximo de 1 dia.
POSOLOGIA
Depressão
A dose inicial recomendada é de 50 mg ou 100 mg, dose única, ao anoitecer. Recomenda-se aumentar a dose gradualmente, até atingir a dose eficaz. A dose eficaz diária geralmente é de 100 mg, entretanto esta deve ser ajustada de acordo com a resposta individual do paciente. Têm sido administradas doses de até 300 mg ao dia. Recomenda-se que doses totais diárias acima de 150 mg sejam administradas em doses divididas.
De acordo com as recomendações da OMS, o tratamento com medicamentos antidepressivos deve continuar por pelo menos 6 meses após a recuperação de um episódio depressivo.
É recomendada uma dose única diária de 100 mg de fluvoxamina para prevenção de recorrência da depressão.
Transtorno obsessivo-compulsivo
A dose inicial recomendada é de 50 mg ao dia por 3-4 dias. A dose eficaz diária geralmente varia entre 100 mg e 300 mg ao dia. A dose deve ser aumentada gradualmente até se atingir a dose eficaz, sendo a dose máxima diária recomendada de 300 mg para adultos e 200 mg para crianças a partir de 8 anos e/ou adolescentes.
Doses até 150 mg podem ser administradas como dose única, de preferência ao anoitecer. Recomenda-se que doses totais diárias acima de 150 mg sejam administradas divididas em 2 a 3 doses.
Se for obtida uma boa resposta terapêutica, o tratamento pode continuar na dose ajustada para o paciente. Se não houver melhora dentro de 10 semanas, o tratamento com fluvoxamina deve ser reavaliado. Embora ainda não haja estudos sistemáticos determinando por quanto tempo deve-se continuar o tratamento com fluvoxamina, o transtorno obsessivo-compulsivo é uma condição crônica e é razoável considerar a continuidade do tratamento por mais de 10 semanas em pacientes responsivos. O ajuste da dose deve ser cuidadoso e individualizado para cada paciente, a fim de manter o paciente com a menor dose eficaz. A necessidade do tratamento deve ser reavaliada periodicamente. Alguns médicos sugerem psicoterapia comportamental concomitante para os pacientes responsivos à farmacoterapia.
Sintomas de abstinência observados na descontinuação de fluvoxamina
A descontinuação abrupta deve ser evitada. Quando parar o tratamento com fluvoxamina, a dose deve ser gradualmente reduzida por um período de, no mínimo, uma ou duas semanas para reduzir o risco de reações de abstinência. Caso ocorram sintomas intoleráveis devido à diminuição da dose ou após a descontinuação do tratamento, retornar a dose para a anteriormente prescrita pode ser considerada. Subsequentemente, o médico pode continuar a diminuição da dose, mas de forma mais gradual.
Insuficiência Hepática ou Renal: Pacientes com insuficiência hepática ou renal devem iniciar o tratamento com doses baixas e ser cuidadosamente monitorados.
Reações Adversa
As reações adversas, observadas nos estudos clínicos, nas frequências relacionadas abaixo, são geralmente associadas à própria patologia tratada, não sendo necessariamente relacionadas ao medicamento.
As frequências estão classificadas conforme o seguinte parâmetro:
Comum: entre 1% e 10%
Incomum: entre 0,1% e 1%
Rara: entre 0,01% e 0,1%
Não conhecida: não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis.
Distúrbios endócrinos
Não conhecida: hiperprolactinemia, secreção inapropriada do hormônio antidiurético.
Distúrbios nutricionais e do metabolismo
Comum: anorexia.
Não conhecida: hiponatremia, ganho ou perda de peso.
Distúrbios psiquiátricos
Incomum: alucinação, confusão, agressão.
Rara: mania.
Não conhecida: casos de ideação e comportamentos suicidas têm sido reportados durante tratamento com fluvoxamina ou logo após
descontinuação do tratamento.
Distúrbios do sistema nervoso
Comum: agitação, nervosismo, ansiedade, insônia, sonolência, tremor, cefaleia e vertigem. Incomum: distúrbios extrapiramidais, ataxia.
Rara: convulsão.
Não conhecida: síndrome serotoninérgica, sintomas da síndrome neuroléptica maligna, acatisia/inquietação psicomotora, parestesia, disgeusia.
Distúrbios visuais
Não conhecida: glaucoma, midríase.
Distúrbios cardiovasculares
Comum: palpitação/taquicardia.
Distúrbios vasculares
Incomum: hipotensão (ortostática).
Não conhecida: hemorragia (por exemplo, hemorragia gastrointestinal, ginecológica, equimose e púrpura).
Distúrbios gastrointestinais
Comum: dor abdominal, constipação, diarreia, boca seca, dispepsia, náusea e vômito.
Distúrbios hepáticos
Raro: função hepática anormal.
Distúrbios cutâneos e subcutâneos
Comum: hiperidrose.
Incomum: reações de hipersensibilidade cutânea (incluindo edema angioneurótico, erupção cutânea e prurido).
Raro: reações de fotossensibilidade.
Distúrbios musculoesqueléticos, do tecido conectivo ou alterações ósseas
Incomum: artralgia e mialgia.
Não conhecida: fratura óssea (estudos epidemiológicos, principalmente conduzidos em pacientes que usam ISRSs e TCAs com 50
anos ou mais, mostram um risco aumentado de fraturas ósseas. O principal mecanismo do risco é desconhecido).
Distúrbios renais e urinários
Não conhecida: alteração na micção (incluindo: retenção urinária, incontinência urinária, polaciúria, noctúria e enurese).
Distúrbios do sistema reprodutivo
Incomum: ejaculação anormal (retardada).
Rara: galactorreia.
Não conhecida: anorgasmia, alterações menstruais (amenorreia, hipomenorreia, metrorragia, menorragia), hemorragia pós-parto1.
Distúrbios gerais e das condições de administração
Comum: astenia e mal-estar.
Não conhecida: síndrome de descontinuação do tratamento, incluindo síndrome neonatal de descontinuação do medicamento.1
Este evento foi relatado para a classe terapêutica dos ISRSs.
Sintomas observados na descontinuação do tratamento com maleato de fluvoxamina: a descontinuação da fluvoxamina (particularmente quando abrupta) comumente leva a sintomas da descontinuação. Portanto, é aconselhável que quando o tratamento com fluvoxamina não é mais necessitado, a descontinuação gradual da dose deve ser realizada.
Composição
maleato de fluvoxamina*...................................................................................... 100 mg
Excipientes** q.s.p....................................................................................1 comprimido
* Cada 100 mg de maleato de fluvoxamina equivalem a 73,27 mg de fluvoxamina.
**Excipientes: manitol, celulose microcristalina, talco, hipromelose, estearato de magnésio, dióxido de titânio, macrogol.
Especificações
Gênero:Unissex
Origem:Nacional
Título Marketplace:Maleato de Fluvoxamina 100mg Althaia 60 Comprimidos
Descrição Marketplace:<H2 style="DISPLAY: inline">Maleato de Fluvoxamina 100mg Althaia 60 Comprimidos - Controle da Ansiedade e TOC</H2>
<P>Fluvoxamina é um antidepressivo indicado para tratar depressão maior e transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), ajudando a equilibrar a serotonina e melhorar o humor e os sintomas de ansiedade.</P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Para que serve o Maleato de Fluvoxamina 100mg Althaia 60 Comprimidos Revestidos? </H2>
<P></P>
<P>Este medicamento é indicado para o <STRONG>tratamento da depressão maior</STRONG>, <STRONG>ajudando a reduzir</STRONG> os <STRONG>sintomas</STRONG> associados ao<STRONG> transtorno depressivo</STRONG> e contribuindo para a <STRONG>melhora do humor</STRONG>, da <STRONG>disposição </STRONG>e do <STRONG>bem-estar emocional</STRONG>. Também é utilizado no tratamento do <STRONG>transtorno obsessivo</STRONG>-<STRONG>compulsivo</STRONG> (<STRONG>TOC</STRONG>),<STRONG> auxiliando</STRONG> no controle de<STRONG> pensamentos obsessivos</STRONG> e <STRONG>comportamentos compulsivos</STRONG>, promovendo maior <STRONG>equilíbrio psicológico</STRONG> e <STRONG>qualidade de vida</STRONG> ao longo do tratamento.</P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Como o tratamento age no corpo? </H2>
<P></P>
<P>Fluvoxamina é um antidepressivo ISRS que atua no cérebro aumentando a serotonina, ajudando a melhorar o humor, reduzir a ansiedade e controlar os sintomas do TOC.</P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Como tomar o Maleato de Fluvoxamina 100mg? </H2>
<P></P>
<P><STRONG>Posologia:</STRONG> Fluvoxamina deve ser administrada por via oral, com água, conforme orientação médica. Os comprimidos podem ser partidos ao meio, e a parte não utilizada deve ser armazenada corretamente e utilizada em até 1 dia. A dose é ajustada pelo médico, geralmente iniciando de forma gradual até atingir o efeito desejado, podendo ser tomada em dose única ou dividida conforme a necessidade. O tratamento não deve ser interrompido de forma abrupta, sendo necessária redução gradual para evitar sintomas de abstinência.</P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Quais são as reações adversas do Maleato de Fluvoxamina 100mg? </H2>
<P></P>
<P>Fluvoxamina pode causar reações adversas que variam de acordo com o organismo, sendo geralmente leves a moderadas e, em muitos casos, relacionadas à própria condição tratada.<BR><STRONG>Reações mais comuns:</STRONG> Náusea, vômito, dor abdominal, diarreia, boca seca, dor de cabeça, tontura, sonolência, insônia, ansiedade, tremores, aumento do suor, palpitações, cansaço e mal-estar.<BR><STRONG>Reações mais raras:</STRONG> Alucinações, confusão, mania, convulsões, síndrome serotoninérgica, alterações hepáticas, reações alérgicas na pele, alterações urinárias e sexuais, hemorragias, alterações menstruais e risco aumentado de fraturas ósseas.</P>
<P>
<P><STRONG> Maleato de Fluvoxamina 100mg</STRONG> é um antidepressivo indicado para o tratamento da depressão e do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), ajudando no equilíbrio da serotonina e na melhora do bem-estar emocional. </P>
Composição:<P>maleato de fluvoxamina*...................................................................................... 100 mg<BR>Excipientes** q.s.p....................................................................................1 comprimido<BR>* Cada 100 mg de maleato de fluvoxamina equivalem a 73,27 mg de fluvoxamina.<BR>**Excipientes: manitol, celulose microcristalina, talco, hipromelose, estearato de magnésio, dióxido de titânio, macrogol.</P>
Indicação:<P>Este medicamento é indicado para o tratamento da depressão maior, dos sintomas do transtorno depressivo e dos sintomas do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).</P>
Classificação:Tarja vermelha
BloqueioVenda:Não
Tipo Modalidade:Controlados
Contraindicação:<P>Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com hipersensibilidade conhecida ao maleato de fluvoxamina ou a qualquer excipiente da fórmula.<BR>Este medicamento é contraindicado para o tratamento de depressão em pacientes com menos de 18 anos.<BR>Este medicamento é contraindicado para o tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo em pacientes com menos de 8 anos.<BR>É contraindicada a administração concomitantemente de maleato de fluvoxamina com tizanidina e inibidores da monoamino-oxidase (iMAOs).<BR>O tratamento com maleato de fluvoxamina pode ser iniciado:<BR>• duas semanas após a descontinuação de iMAO irreversível, ou<BR>• um dia após a descontinuação de iMAO reversível (por exemplo, moclobemida, linezolida).<BR>Deve haver um intervalo de pelo menos uma semana entre o término do tratamento com maleato de fluvoxamina e o início do tratamento com qualquer iMAO.<BR>Este medicamento não deve ser utilizado em combinação com ramelteona e pimozida.</P>
Reações Adversas:<P>As reações adversas, observadas nos estudos clínicos, nas frequências relacionadas abaixo, são geralmente associadas à própria patologia tratada, não sendo necessariamente relacionadas ao medicamento.<BR>As frequências estão classificadas conforme o seguinte parâmetro:<BR>Comum: entre 1% e 10%<BR>Incomum: entre 0,1% e 1%<BR>Rara: entre 0,01% e 0,1%<BR>Não conhecida: não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis.<BR>Distúrbios endócrinos<BR>Não conhecida: hiperprolactinemia, secreção inapropriada do hormônio antidiurético.<BR>Distúrbios nutricionais e do metabolismo<BR>Comum: anorexia.<BR>Não conhecida: hiponatremia, ganho ou perda de peso.<BR>Distúrbios psiquiátricos<BR>Incomum: alucinação, confusão, agressão.<BR>Rara: mania.<BR>Não conhecida: casos de ideação e comportamentos suicidas têm sido reportados durante tratamento com fluvoxamina ou logo após<BR>descontinuação do tratamento.<BR>Distúrbios do sistema nervoso<BR>Comum: agitação, nervosismo, ansiedade, insônia, sonolência, tremor, cefaleia e vertigem. Incomum: distúrbios extrapiramidais, ataxia.<BR>Rara: convulsão.<BR>Não conhecida: síndrome serotoninérgica, sintomas da síndrome neuroléptica maligna, acatisia/inquietação psicomotora, parestesia, disgeusia.<BR>Distúrbios visuais<BR>Não conhecida: glaucoma, midríase.<BR>Distúrbios cardiovasculares<BR>Comum: palpitação/taquicardia.<BR>Distúrbios vasculares<BR>Incomum: hipotensão (ortostática).<BR>Não conhecida: hemorragia (por exemplo, hemorragia gastrointestinal, ginecológica, equimose e púrpura).<BR>Distúrbios gastrointestinais<BR>Comum: dor abdominal, constipação, diarreia, boca seca, dispepsia, náusea e vômito.<BR>Distúrbios hepáticos<BR>Raro: função hepática anormal.<BR>Distúrbios cutâneos e subcutâneos<BR>Comum: hiperidrose.<BR>Incomum: reações de hipersensibilidade cutânea (incluindo edema angioneurótico, erupção cutânea e prurido).<BR>Raro: reações de fotossensibilidade.<BR>Distúrbios musculoesqueléticos, do tecido conectivo ou alterações ósseas<BR>Incomum: artralgia e mialgia.<BR>Não conhecida: fratura óssea (estudos epidemiológicos, principalmente conduzidos em pacientes que usam ISRSs e TCAs com 50<BR>anos ou mais, mostram um risco aumentado de fraturas ósseas. O principal mecanismo do risco é desconhecido).<BR>Distúrbios renais e urinários<BR>Não conhecida: alteração na micção (incluindo: retenção urinária, incontinência urinária, polaciúria, noctúria e enurese).<BR>Distúrbios do sistema reprodutivo<BR>Incomum: ejaculação anormal (retardada).<BR>Rara: galactorreia.<BR>Não conhecida: anorgasmia, alterações menstruais (amenorreia, hipomenorreia, metrorragia, menorragia), hemorragia pós-parto1.<BR>Distúrbios gerais e das condições de administração<BR>Comum: astenia e mal-estar.<BR>Não conhecida: síndrome de descontinuação do tratamento, incluindo síndrome neonatal de descontinuação do medicamento.1<BR>Este evento foi relatado para a classe terapêutica dos ISRSs.<BR>Sintomas observados na descontinuação do tratamento com maleato de fluvoxamina: a descontinuação da fluvoxamina (particularmente quando abrupta) comumente leva a sintomas da descontinuação. Portanto, é aconselhável que quando o tratamento com fluvoxamina não é mais necessitado, a descontinuação gradual da dose deve ser realizada.</P>
Como Usar:<P>MODO DE USAR<BR>Administrar por via oral.<BR>Os comprimidos de fluvoxamina devem ser ingeridos com água. Os comprimidos podem ser divididos em duas partes iguais.<BR>Os comprimidos de 50 e 100 mg podem ser partidos. A parte não utilizada do comprimido deve ser guardada na embalagem original e administrada no prazo máximo de 1 dia.<BR>POSOLOGIA<BR>Depressão<BR>A dose inicial recomendada é de 50 mg ou 100 mg, dose única, ao anoitecer. Recomenda-se aumentar a dose gradualmente, até atingir a dose eficaz. A dose eficaz diária geralmente é de 100 mg, entretanto esta deve ser ajustada de acordo com a resposta individual do paciente. Têm sido administradas doses de até 300 mg ao dia. Recomenda-se que doses totais diárias acima de 150 mg sejam administradas em doses divididas.<BR>De acordo com as recomendações da OMS, o tratamento com medicamentos antidepressivos deve continuar por pelo menos 6 meses após a recuperação de um episódio depressivo.<BR>É recomendada uma dose única diária de 100 mg de fluvoxamina para prevenção de recorrência da depressão.<BR>Transtorno obsessivo-compulsivo<BR>A dose inicial recomendada é de 50 mg ao dia por 3-4 dias. A dose eficaz diária geralmente varia entre 100 mg e 300 mg ao dia. A dose deve ser aumentada gradualmente até se atingir a dose eficaz, sendo a dose máxima diária recomendada de 300 mg para adultos e 200 mg para crianças a partir de 8 anos e/ou adolescentes.<BR>Doses até 150 mg podem ser administradas como dose única, de preferência ao anoitecer. Recomenda-se que doses totais diárias acima de 150 mg sejam administradas divididas em 2 a 3 doses.<BR>Se for obtida uma boa resposta terapêutica, o tratamento pode continuar na dose ajustada para o paciente. Se não houver melhora dentro de 10 semanas, o tratamento com fluvoxamina deve ser reavaliado. Embora ainda não haja estudos sistemáticos determinando por quanto tempo deve-se continuar o tratamento com fluvoxamina, o transtorno obsessivo-compulsivo é uma condição crônica e é razoável considerar a continuidade do tratamento por mais de 10 semanas em pacientes responsivos. O ajuste da dose deve ser cuidadoso e individualizado para cada paciente, a fim de manter o paciente com a menor dose eficaz. A necessidade do tratamento deve ser reavaliada periodicamente. Alguns médicos sugerem psicoterapia comportamental concomitante para os pacientes responsivos à farmacoterapia.<BR>Sintomas de abstinência observados na descontinuação de fluvoxamina<BR>A descontinuação abrupta deve ser evitada. Quando parar o tratamento com fluvoxamina, a dose deve ser gradualmente reduzida por um período de, no mínimo, uma ou duas semanas para reduzir o risco de reações de abstinência. Caso ocorram sintomas intoleráveis devido à diminuição da dose ou após a descontinuação do tratamento, retornar a dose para a anteriormente prescrita pode ser considerada. Subsequentemente, o médico pode continuar a diminuição da dose, mas de forma mais gradual.<BR>Insuficiência Hepática ou Renal: Pacientes com insuficiência hepática ou renal devem iniciar o tratamento com doses baixas e ser cuidadosamente monitorados.<BR></P>
Classe do Medicamento:Antidepressivos
Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Com retenção de receita. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula.
Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico.
Medicamento genérico - Lei N.º 9.787/99.
Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/501959728258252_7574e134-05d0-4e99-aa25-cce71ba06ce4.pdf
Quantidade:60 Comprimidos
Fases da Vida:Para adultos
Parte do Corpo:Para o sistema nervoso
Princípio Ativo:Maleato De Fluvoxamina
Doenças e Complicações:Para depressão
Forma de Administração:Uso oral
Prescrição Médica:Sim
Tipo de Medicamento:Genérico