Ontruzant é contraindicado a pacientes com alergia conhecida ao trastuzumabe ou a qualquer outro excipiente da fórmula.
Ontruzant 440mg com trastuzumabe para tumores HER2-positivos. Uso hospitalar, ação direcionada e suporte ao tratamento oncológico. Ideal para protocolos avançados.Ver mais
91% OFF
Descrição do Produto
O Ontruzant 440mg Pó Liofilizado para Solução Injetável é um medicamento antineoplásico que contém trastuzumabe, um anticorpo monoclonal que atua especificamente sobre a proteína HER2, encontrada em maior quantidade em algumas células tumorais. É indicado para determinados casos de câncer de mama HER2-positivo, incluindo câncer de mama inicial e metastático, e para adenocarcinoma gástrico ou da junção gastroesofágica HER2-positivo, conforme indicação médica. A escolha do tratamento depende do tipo e estágio da doença, do status HER2 e da avaliação da equipe de saúde. A apresentação de 440mg deve ser reconstituída e diluída antes da administração por infusão intravenosa.
O Ontruzant contém trastuzumabe, que atua sobre a proteína HER2 presente na superfície de algumas células tumorais. Ao se ligar ao receptor HER2, o medicamento ajuda a bloquear sinais envolvidos na multiplicação dessas células. O trastuzumabe também pode estimular mecanismos do sistema imunológico que contribuem para a destruição de células tumorais que apresentam alta expressão de HER2. Por isso, o Ontruzant é utilizado em determinados casos de câncer de mama e adenocarcinoma gástrico ou da junção gastroesofágica HER2-positivo, conforme indicação médica.
O Ontruzant 440mg possui como princípio ativo o trastuzumabe, um anticorpo monoclonal utilizado no tratamento de determinados tumores que apresentam superexpressão da proteína HER2.
- Trastuzumabe: é um anticorpo monoclonal que atua especificamente sobre a proteína HER2, presente em maior quantidade na superfície de algumas células tumorais.
Cada frasco-ampola de dose única contém 440mg de trastuzumabe. Após a reconstituição, o concentrado apresenta 21mg/mL de trastuzumabe.
Importante: O Ontruzant 440mg é um medicamento de venda sob prescrição médica e deve ser utilizado somente conforme orientação do profissional de saúde. Antes de usar, leia a bula.
O Ontruzant 440mg é um medicamento de uso hospitalar, cuja preparação, diluição e administração devem ser realizadas por profissionais de saúde treinados.
Após o preparo, o medicamento é diluído em solução apropriada e administrado por infusão intravenosa, não sendo indicado para aplicação intravenosa rápida ou em bolus.
A dose, a frequência das infusões e a duração do tratamento variam de acordo com o tipo de câncer, o protocolo terapêutico e a avaliação médica.
Dependendo da indicação, podem ser utilizados esquemas de administração semanal ou a cada três semanas.
Durante a infusão, o paciente deve ser acompanhado pela equipe de saúde para identificação de possíveis reações relacionadas à administração. O tratamento deve seguir rigorosamente a prescrição médica, a bula e o protocolo estabelecido pela equipe responsável.
Como todo medicamento antitumoral, o Ontruzant 440mg, que contém trastuzumabe, pode causar efeitos indesejáveis, embora nem todos os pacientes apresentem essas reações. A ocorrência dos eventos adversos pode variar conforme a condição tratada e a utilização do trastuzumabe isoladamente ou em combinação com quimioterapia ou radioterapia. Durante o tratamento, é importante informar ao médico ou à equipe de saúde qualquer reação apresentada.
- Reações mais comuns: podem ocorrer reações relacionadas à infusão, incluindo calafrios, febre, falta de ar, queda da pressão arterial, chiado no peito, broncoespasmo, aumento da frequência cardíaca e redução da saturação de oxigênio.
- Reações mais raras: podem ocorrer reações de hipersensibilidade e reações anafilactoides, além de insuficiência respiratória associada a reações relacionadas à infusão.
A primeira infusão pode durar cerca de 90 minutos. Se for bem tolerada, as próximas podem ser realizadas em aproximadamente 30 minutos, conforme orientação médica.
A duração do tratamento depende do tipo de câncer, da resposta ao medicamento e da avaliação médica. O médico definirá o tempo adequado para cada paciente.
Sim. Podem ocorrer reações como febre, calafrios, falta de ar ou queda da pressão durante ou após a infusão. Por isso, a administração deve ser acompanhada por profissionais de saúde.
Sim. Dependendo da indicação, o Ontruzant pode ser utilizado sozinho ou combinado com outros medicamentos. A combinação e o esquema de tratamento devem ser definidos pelo médico.
O Ontruzant 440mg contém trastuzumabe e é utilizado no tratamento de determinados cânceres HER2-positivos. Sua administração ocorre por infusão intravenosa, conforme protocolo médico e acompanhamento da equipe de saúde. Ao buscar o medicamento em farmácias de confiança, como a Drogal, você garante mais segurança e qualidade.
Contraindicação
Ontruzant é contraindicado a pacientes com alergia conhecida ao trastuzumabe ou a qualquer outro excipiente da fórmula.
Instruções de Uso
O profissional de saúde saberá como preparar o medicamento.
Este medicamento é de uso hospitalar e, depois de preparado, deve ser diluído em solução salina para infusão intravenosa antes de ser administrado.
Este medicamento só poderá ser aplicado por profissionais treinados e qualificados. Seu médico conhece os detalhes da administração e pode fornecer todas as informações necessárias.
Dosagem
Câncer de mama
Uso semanal
As seguintes doses, inicial (de ataque) e de manutenção, são recomendadas em monoterapia ou em combinação com paclitaxel ou docetaxel.
A dose inicial recomendada de Ontruzant é de 4 mg/kg de peso corpóreo; para as doses seguintes, recomendada-se 2 mg/kg de peso corpóreo, uma vez por semana por infusão intravenosa.
Uso a cada três semanas
A dose de ataque inicial é de 8 mg/kg de peso corpóreo, seguida por 6 mg/kg de peso corpóreo 3 semanas antes e depois de 6 mg/kg repetidas em intervalos de 3 semanas, em infusões com duração de aproximadamente 90 minutos. Se a dose anterior foi bem tolerada, o tempo de infusão pode ser reduzido para 30 minutos.
Câncer gástrico
Uso a cada três semanas
A dose de ataque inicial é de 8 mg/kg de peso corpóreo, seguida por 6 mg/kg de peso corpóreo 3 semanas antes e depois de 6 mg/kg repetidas em intervalos de 3 semanas, em infusões com duração de aproximadamente 90 minutos. Se a dose anterior foi bem tolerada, o tempo de infusão pode ser reduzido para 30 minutos.
Será necessária uma observação contínua durante a infusão de Ontruzant para verificar o aparecimento de febre e calafrios ou outros sintomas associados à infusão. A interrupção da infusão pode ajudar a controlar esses sintomas. A infusão pode ser continuada quando os sintomas diminuírem.
Duração do tratamento
• Os pacientes com câncer de mama metastático ou com câncer gástrico avançado devem ser tratados com Ontruzant até à progressão da doença.
• Os pacientes com câncer de mama inicial devem ser tratados com Ontruzant durante 1 ano ou até à recorrência da doença, o que acontecer primeiro. Não é recomendada a extensão do tratamento além de 1 ano no câncer da mama em estágios precoces.
Via de administração: infusão via intravenosa. Não deve ser administrado como injeção intravenosa rápida ou em bolus.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações Adversa
Assim como os medicamentos antitumorais de modo geral, o trastuzumabe pode causar reações indesejáveis.
A Tabela 1 a seguir mostra as reações adversas que foram relatadas em associação com o uso de trastuzumabe isolado ou em combinação com quimioterapia nos estudos clínicos. Todos os termos incluídos são baseados na maior porcentagem observada nos estudos clínicos.
Considerando que o trastuzumabe é comumente utilizado com outros agentes de quimioterapia e radioterapia, geralmente é difícil confirmar a relação causal dos eventos adversos para um determinado medicamento/radioterapia.
A categoria de frequência correspondente a cada reação adversa tem como base a seguinte convenção: muito comum (= 1/10), comum (= 1/100 a < 1/10), incomum (= 1/1.000 a < 1/100), rara (= 1/10.000 a < 1/1.000), muito rara (< 1/10.000), não conhecida (não pode ser estimada com base nos dados disponíveis). Dentro de cada grupo de frequência, as reações adversas são apresentadas em ordem decrescente de gravidade.
Tabela 1 Resumo das reações adversas ao medicamento que ocorreram em pacientes tratados com trastuzumabe em estudos clínicos
As reações adversas ao medicamento são identificadas como eventos que ocorreram com, pelo menos, 2% de diferença, quando comparado ao braço controle em, pelo menos, um dos maiores estudos clínicos randomizados. As reações adversas ao medicamento foram adicionadas à categoria apropriada da classe do sistema orgânico e apresentadas em uma única tabela de acordo com a maior incidência observada em qualquer um dos maiores estudos clínicos.
+ Denota as reações adversas que foram relatadas em associação com resultado fatal.
1 Denota as reações adversas que são relatadas amplamente em associação com reações relacionadas com a infusão.
Porcentagens específicas para esses eventos não estão disponíveis.
Imunogenicidade
No estudo clínico de câncer de mama inicial na neoadjuvância-adjuvância, com mediana de acompanhamento excedendo 70 meses, 10,1% (30/296) dos pacientes do braço tratado com trastuzumabe IV desenvolveram anticorpos contra trastuzumabe. Os anticorpos anti-trastuzumabe foram detectados em amostras pós nível basal em 2 de 30 pacientes do braço tratado com trastuzumabe IV.
A relevância clínica desses anticorpos é desconhecida. A farmacocinética, eficácia [determinada pela resposta patológica completa (RpC)] e sobrevida livre de doença (SLD) e segurança (determinada pela ocorrência de reações relacionadas à infusão, RRAs) do trastuzumabe IV.
Informações adicionais sobre reações adversas selecionadas
Reações relacionadas à infusão e hipersensibilidade
As reações relacionadas à infusão, tais como calafrios e/ou febre, dispneia, hipotensão, sibilância, broncoespasmo, taquicardia, redução na saturação de oxigênio e insuficiência respiratória foram observadas em todos os estudos clínicos com trastuzumabe (vide item “Advertências e Precauções”).
Pode ser difícil diferenciar, clinicamente, as reações relacionadas à infusão de reações de hipersensibilidade.
O índice de todas as reações relacionadas à infusão de todos os níveis variou entre os estudos dependendo da indicação, se trastuzumabe foi administrado em combinação com quimioterapia ou como monoterapia e a metodologia de coleta de dados.
No câncer de mama metastático, o índice das reações relacionadas à infusão variou de 49% a 54% no braço com trastuzumabe, em comparação com 36% a 58% no braço comparador (o qual deve incluir outra quimioterapia). Reações graves (nível 3 ou superior) variaram de 5% a 7% no braço com trastuzumabe, em comparação com 5% a 6% no braço comparador.
No câncer de mama inicial, o índice das reações relacionadas à infusão variou de 18% a 54% no braço com trastuzumabe, em comparação com 6% a 50% no braço comparador (o qual deve incluir uma outra quimioterapia). Reações graves (nível 3 ou superior) variaram de 0,5% a 6% no braço com trastuzumabe, em comparação com 0,3% a 5% no braço comparador.
No tratamento do câncer de mama inicial na neoadjuvância-adjuvância (BO22227), os índices de reações relacionadas à infusão estiveram de acordo com o descrito acima e foi de 37,2% no braço tratado com trastuzumabe IV. Reações graves do nível 3 relacionadas à infusão foi de 2,0% no mesmo braço durante o período de tratamento. Não houve reações relacionadas à infusão de nível 4 ou 5.
Reações anafilactoides foram observadas em casos isolados.
Disfunção cardíaca
Insuficiência cardíaca congestiva (NYHA Classe II-IV) é uma reação adversa comum a trastuzumabe e associada com resultados fatais. Sinais e sintomas de disfunção cardíaca, tais como falta de ar, ortopneia (dificuldade respiratória quando está na posição deitada), exacerbação da tosse, edema pulmonar, galope S3 (quando o médico na ausculta percebe três batimentos cardíacos em vez de dois, como seria o normal) ou redução na fração de ejeção ventricular (quantidade de sangue que o coração consegue enviar para a circulação), foram observados em pacientes tratados com trastuzumabe.
Câncer de mama metastático
Dependendo dos critérios utilizados para definir a insuficiência cardíaca, a incidência de sintomas nos estudos clínicos principais, realizados em pacientes com doença metastática, variou entre 9% e 12% no grupo de pacientes tratados com trastuzumabe + paclitaxel, comparado com 1% - 4% no grupo de pacientes tratados com paclitaxel isolando. Para a monoterapia com trastuzumabe, o índice foi de 6% - 9%. O índice mais elevado de disfunção cardíaca foi observado em pacientes tratados concomitantemente com trastuzumabe + antraciclina/ciclofosfamida (27%) e foi significativamente mais elevado que o do grupo tratado somente com antraciclina/ciclofosfamida (7% - 10%). Em outro estudo com monitoramento prospectivo da função cardíaca, a incidência de insuficiência cardíaca sintomática foi de 2,2% em pacientes recebendo trastuzumabe e docetaxel, comparado com 0% nos pacientes recebendo docetaxel isoladamente. A maioria dos pacientes (79%) que desenvolveram disfunção cardíaca nesses estudos apresentou melhora após receber o tratamento padrão para insuficiência cardíaca.
Câncer de mama inicial (adjuvância)
Nos três estudos clínicos principais na adjuvância com a administração de trastuzumabe em combinação com quimioterapia, a incidência de disfunção cardíaca de nível 3/4 (insuficiência cardíaca congestiva sintomática) foi similar em pacientes que estavam recebendo somente quimioterapia e em pacientes que estavam recebendo trastuzumabe sequencialmente após um taxano (0,3 a 0,4%). O índice foi maior em pacientes que estavam recebendo trastuzumabe concomitantemente a um taxano (2,0%). Em 3 anos, o índice de eventos cardíacos em pacientes recebendo AC ? P (doxorrubicina mais ciclofosfamida seguidos por paclitaxel) + H (trastuzumabe) foi estimado em 3,2%, comparado com 0,8% em pacientes tratados com AC ? P. Nenhum aumento na incidência cumulativa de eventos cardíacos foi observado em 5 anos de acompanhamento adicionais.
Em 5,5 anos, os índices de eventos cardíacos sintomáticos ou FEVE foram 1,0%, 2,3% e 1,1%, respectivamente, nos braços de tratamento com AC ? D (doxorrubicina mais ciclofosfamida seguidos por docetaxel), AC ? DH (doxorrubicina mais ciclofosfamida seguidos por docetaxel mais trastuzumabe), e DCarbH (docetaxel, carboplatina e trastuzumabe). Para insuficiência cardíaca congestiva sintomática (NCI-CTC Nível 3-4), os índices de 5 anos foram 0,6%, 1,9% e 0,4%, respectivamente, nos braços de tratamento AC ? D, AC ? DH e DCarbH. O risco global de desenvolvimento de eventos cardíacos sintomáticos foi baixo e similar para pacientes nos braços de tratamento com AC ? D e DCarbH. Com relação aos braços de tratamento AC ? D e DCarbH, houve aumento do risco de desenvolvimento de eventos cardíacos sintomáticos para pacientes do braço de tratamento AC ? DH, sendo discernível por aumento contínuo no índice cumulativo de eventos cardíacos sintomáticos ou FEVE de até 2,3% em comparação com aproximadamente 1% nos dois braços comparadores (AC ? D e DCarbH).
Quando o trastuzumabe foi administrado após a conclusão da quimioterapia adjuvante, insuficiência cardíaca NYHA Classe III-IV foi observada 0,6% dos pacientes no braço que receberam trastuzumabe por um ano após mediana acompanhamento de 12 meses. Após a mediana de 3,6 anos de acompanhamento, a incidência de insuficiência cardíaca congestiva grave e disfunção ventricular esquerda após a terapia com trastuzumabe permaneceu abaixo de 0,8% e 9,8%, respectivamente.
No estudo BO16348, após uma mediana de acompanhamento de 8 anos, a incidência de insuficiência cardíaca congestiva grave (NYHA Classe III-IV) no braço tratado com trastuzumabe por ano, foi de 0,8%, e o índice de disfunção ventricular esquerda assintomática e sintomática leve foi de 4,6%.
A reversibilidade da insuficiência cardíaca congestiva grave (definida como uma sequência de pelo menos dois valores consecutivos de FEVE = 50% após o evento) foi evidente em 71,4% dos pacientes tratados com trastuzumabe. A reversibilidade da disfunção ventricular esquerda assintomática e sintomática leve foi demonstrada em 79,5% dos pacientes. Aproximadamente 17% dos eventos relacionados à disfunção cardíaca ocorreram após a conclusão do tratamento com trastuzumabe.
Na análise conjunta dos estudos NSAPB-B31 e NCCTG N9831, com uma mediana de acompanhamento de 8,1 anos para o grupo AC?PH (doxorrubicina mais ciclofosfamida, seguido de paclitaxel mais trastuzumabe), a incidência por paciente de um novo iníciao de função cardíaca, determinada pela FEVE, permaneceu inalterada em comparação com a análise feita no grupo AC?PH sob mediana de acompanhamento de 2,0 anos: 18,5% dos pacientes no grupo AC?PH com uma redução de FEVE de = 10% a até menos que 50%. A reversibilidade da disfunção ventricular esquerda foi reportada em 64,5% dos pacientes que apresentaram ICC sintomática no grupo AC?PH, sendo assintomática no último acompanhamento, e 90,3% tento uma recuperação completa ou parcial da FEVE.
Câncer de mama inicial (neoadjuvância-adjuvância)
No estudo clínico central MO16432, o trastuzumabe foi administrado concomitantemente com quimioterapia neoadjuvante incluindo três ciclos de doxorrubicina (dose cumulativa de 180 mg/m2). A incidência de disfunção cardíaca sintomática foi de até 1,7% no braço com trastuzumabe.
No estudo clínico central BO22227, trastuzumabe foi administrado concomitantemente com quimioterapia neoadjuvante incluindo quatro ciclos de epirrubicina (dose cumulativa de 300 mg/m2); na mediana de acompanhamento excendendo 70 meses, a incidência de insuficiência cardíaca / insuficiência cardíaca congestiva foi de 0,3% no braço tratado com trastuzumabe IV.
Câncer gástrico avançado
A maioria das reduções na fração de ejeção do ventrículo esquerdo – quantidade de sangue que sai do ventrículo esquerdo (FEVE) observadas no estudo BO18255 foi assintomática, com exceção de um paciente no braço contendo trastuzumabe, cuja queda da FEVE coincidiu com insuficiência cardíaca.
Toxicidade hematológica (relacionada ao sangue) Câncer de mama
A toxicidade hematológica é infrequente após a administração de trastuzumabe IV em monoterapia nos pacientes sob tratamento da doença metastática.
Houve aumento na toxicidade hematológica em pacientes tratados com a combinação de trastuzumabe com paclitaxel, comparados com pacientes que receberam paclitaxel isoladamente.
A toxicidade hematológica foi também aumentada em pacientes que receberam trastuzumabe e docetaxel, em comparação com docetaxel isolado. A incidência de neutropenia febril/septicemia neutropênica (diminuição de glóbulos brancos com febre/infecção generalizada com) também foi aumentada em pacientes tratados com trastuzumabe mais docetaxel.
Câncer gástrico avançado
Os eventos adversos mais frequentemente relatados de nível = 3 que ocorreram com taxa de incidência de, pelo menos, 1% por tratamento clínico, os quais foram classificados sob a classe do sistema de órgânico relacionada aos distúrbios do sistema linfático e sangue, são mostrados abaixo:
Tabela 2 Eventos adversos de nível = 3 frequentemente reportados nos distúrbios do sangue e do sistema linfático
A porcentagem total de pacientes que tiveram uma reação adversa (de nível = 3 NCI-CTCAE versão 3.0) que tenha sido classificada nesta classe de sistema de órgãos foi de 38% no braço FP e 40% no braço FP+H.
Em geral, não houve diferenças significativas na hematotoxicidade entre o braço de tratamento e o braço comparador.
Toxidade hepática (relacionado ao fígado) e renal
Câncer de mama
Toxicidade hepática de nível 3 ou 4, segundo os critérios da OMS, foi observada em 12% dos pacientes após a administração de trastuzumabe IV como agente único, em pacientes que receberam tratamento para a doença metastática. Essa toxicidade foi associada com a progressão da doença no fígado em 60% dos pacientes.
Toxicidade hepática de nível 3 ou 4, de acordo com os critérios da OMS, foi menos frequentemente observada em pacientes que receberam trastuzumabe IV e paclitaxel do que nos pacientes que receberam paclitaxel isoladamente (7% em comparação a 15%).
Não foi observada nenhuma toxicidade renal de nível 3 ou 4, segundo os critérios da OMS.
Câncer gástrico avançado
No estudo BO18255, não houve diferenças significativas na toxicidade hepática e renal observada entre os dois braços de tratamento.
Diarréia
Câncer de mama
Dos pacientes tratados com trastuzumabe como monoterapia para o tratamento da doença metastática, 27% apresentaram diarreia. Aumento na incidência de diarreia, especialmente de gravidade leve a moderada, também foi observado em pacientes que receberam trastuzumabe em associação com paclitaxel, em comparação com pacientes que receberam paclitaxel isoladamente.
No estudo BO16348, 8% dos pacientes tratados com trastuzumabe apresentaram diarreia durante o primeiro ano de tratamento.
Câncer gástrico avançado
No estudo BO18255, 109 pacientes (37%) que participaram do braço de tratamento contendo trastuzumabe versus 80 pacientes (28%) no braço comparador tiveram algum grau de diarreia. Com base no critério de gravidade usando NCI-CTCAE v3.0, a porcentagem de pacientes que apresentaram nível de diarreia = 3 foi de 4% no braço FP versus 9% no braço de FP+H.
Infecção
Aumento na incidência de infecções, especialmente infecções leves do trato respiratório superior de pouca importância clínica, ou infecção de cateter, foi observado em pacientes tratados com trastuzumabe.
Experiência pós-comercialização
As seguintes reações adversas foram identificadas na experiência pós-comercialização com trastuzumabe.
Tabela 3 Reações adversas relatadas durante a pós-comercialização
Eventos adversos
A Tabela 4 indica os eventos adversos que foram historicamente relatados em pacientes que receberam trastuzumabe. Considerando que não há evidência da relação causal entre trastuzumabe e esses eventos, eles são considerados inesperados para fins de relatórios de segurança de Farmacovigilância.
Tabela 4 Eventos adversos
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Composição
Ontruzant pó liofilizado para solução para infusão 440 mg: cada embalagem contém um frascoampola multidose com 440 mg de pó liofilizado de trastuzumabe para ser reconstituído e, posteriormente, diluído para infusão via intravenosa. O frasco-ampola é acompanhado de um frasco com 20 mL de solução para reconstituição (água bacteriostática para injeção).
Ontruzant 440 mg: cada frasco-ampola multidose contém 440 mg de pó liofilizado de trastuzumabe para solução para infusão via intravenosa. O concentrado de Ontruzant 440mg reconstituído contém 21 mg/mL* de trastuzumabe.
O volume da solução reconstituída (diluente adicionado ao pó liofilizado) é de, aproximadamente, 20,6 mL, portanto, a concentração final do produto é de, aproximadamente, 21 mg/ mL (440 mg/ 20,6mL).
Excipientes:
Frasco-ampola de Ontruzant® 150 mg e 440mg: cloridrato de histidina monoidratado, histidina, trealose di-hidratada e polissorbato 20.
Frasco de solução para reconstituição de Ontruzant 440 mg: água bacteriostática para injeção (solução estéril aquosa com 1,1% de álcool benzílico).
Especificações
Gênero:Unissex
Origem:Nacional
Título Marketplace:Ontruzant 440mg Pó Liofilizado Solução Injetável 1 Frasco
Descrição Marketplace:<H2 style="DISPLAY: inline">Oque é o medicamento Ontruzant 440mg Pó Liofilizado Solução Injetável e para que é indicado?</H2> <P>O <STRONG>Ontruzant</STRONG> 440mg Pó Liofilizado para Solução Injetável é um medicamento antineoplásico que contém trastuzumabe, um anticorpo monoclonal direcionado à proteína HER2. A apresentação de 440mg deve ser reconstituída e administrada por infusão intravenosa, conforme orientação médica. É indicado para determinados casos de câncer de mama HER2-positivo, incluindo câncer de mama inicial e metastático, e para adenocarcinoma gástrico ou da junção gastroesofágica HER2-positivo em situações específicas. A escolha do tratamento depende do tipo e estágio da doença, do status HER2 e da avaliação da equipe médica.<BR><BR> <H2 style="DISPLAY: inline">Como o medicamento Ontruzant 440mg Pó Liofilizado Solução Injetável funciona?</H2> <P></P> <P>O Ontruzant 440mg Pó Liofilizado para Solução Injetável contém trastuzumabe, um anticorpo monoclonal que atua especificamente sobre a proteína HER2, encontrada em maior quantidade na superfície de algumas células tumorais. Ao se ligar ao receptor HER2, o trastuzumabe ajuda a bloquear sinais envolvidos na multiplicação das células tumorais e pode estimular mecanismos do sistema imunológico, como a citotoxicidade celular dependente de anticorpos (ADCC), favorecendo a destruição de células cancerígenas que apresentam alta expressão de HER2. Dessa forma, o Ontruzant é utilizado no tratamento de determinados cânceres HER2-positivos, incluindo situações específicas de câncer de mama e adenocarcinoma gástrico ou da junção gastroesofágica, conforme indicação médica.</P> <H2 style="DISPLAY: inline">Como usar o medicamento Ontruzant 440mg Pó Liofilizado Solução Injetável corretamente?</H2> <P>Posologia: O Ontruzant 440mg é um medicamento de uso hospitalar, cuja preparação, diluição e administração devem ser realizadas por profissionais de saúde treinados e qualificados. Após o preparo, deve ser diluído em solução salina e administrado por infusão intravenosa, não sendo indicado para aplicação intravenosa rápida ou em bolus. A dose, a frequência das infusões e a duração do tratamento variam de acordo com o tipo de câncer, o protocolo terapêutico e a avaliação médica. Nos casos de câncer de mama, podem ser utilizados esquemas de administração semanal ou a cada três semanas; para câncer gástrico, o esquema descrito é realizado a cada três semanas. Durante a infusão, o paciente deve ser acompanhado pela equipe de saúde para observação de possíveis sinais ou sintomas relacionados à administração.<BR><BR> <H2 style="DISPLAY: inline">Quais são as reações adversas do medicamento Ontruzant 440mg Pó Liofilizado Solução Injetável?</H2> <P></P> <P>Como todo medicamento antitumoral, o Ontruzant 440mg, que contém trastuzumabe, pode causar efeitos indesejáveis, embora nem todos os pacientes apresentem essas reações. A ocorrência dos eventos adversos pode variar conforme a condição tratada e a utilização do trastuzumabe isoladamente ou em combinação com quimioterapia ou radioterapia.</P> <P>- Reações mais comuns: podem ocorrer reações relacionadas à infusão, incluindo calafrios, febre, falta de ar, queda da pressão arterial, chiado no peito, broncoespasmo, aumento da frequência cardíaca e redução da saturação de oxigênio. Também podem ocorrer diarreia, infecções, especialmente infecções leves do trato respiratório superior, e alterações na função cardíaca, incluindo insuficiência cardíaca congestiva, falta de ar, dificuldade para respirar quando deitado, piora da tosse, edema pulmonar e redução da fração de ejeção ventricular.<BR>- Reações mais raras: podem ocorrer reações de hipersensibilidade e reações anafilactoides, além de insuficiência respiratória associada a reações relacionadas à infusão. Também podem ocorrer alterações importantes da função cardíaca e insuficiência cardíaca congestiva, que pode apresentar evolução grave. Foram ainda relatadas alterações relacionadas ao sangue, como aumento da toxicidade hematológica e neutropenia febril, especialmente quando o trastuzumabe é utilizado em combinação com determinados quimioterápicos.</P>
Composição:<P>Ontruzant pó liofilizado para solução para infusão 440 mg: cada embalagem contém um frascoampola multidose com 440 mg de pó liofilizado de trastuzumabe para ser reconstituído e, posteriormente, diluído para infusão via intravenosa. O frasco-ampola é acompanhado de um frasco com 20 mL de solução para reconstituição (água bacteriostática para injeção).<BR>Ontruzant 440 mg: cada frasco-ampola multidose contém 440 mg de pó liofilizado de trastuzumabe para solução para infusão via intravenosa. O concentrado de Ontruzant 440mg reconstituído contém 21 mg/mL* de trastuzumabe.<BR>O volume da solução reconstituída (diluente adicionado ao pó liofilizado) é de, aproximadamente, 20,6 mL, portanto, a concentração final do produto é de, aproximadamente, 21 mg/ mL (440 mg/ 20,6mL).<BR>Excipientes:<BR>Frasco-ampola de Ontruzant® 150 mg e 440mg: cloridrato de histidina monoidratado, histidina, trealose di-hidratada e polissorbato 20.<BR>Frasco de solução para reconstituição de Ontruzant 440 mg: água bacteriostática para injeção (solução estéril aquosa com 1,1% de álcool benzílico).</P>
Indicação:<P>Câncer de mama metastático Ontruzant está indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama metastático que apresentam tumores HER2- positivo:<BR>• em monoterapia (sem outros agentes antitumorais) para o tratamento de pacientes que já tenham recebido um ou mais tratamentos quimioterápicos para suas doenças metastáticas;<BR>• em combinação com paclitaxel ou docetaxel para o tratamento de pacientes que ainda não tenham recebido quimioterapia para suas doenças metastáticas.<BR>Câncer de mama inicial Ontruzant é indicado para o tratamento de pacientes com câncer de mama inicial HER2-positivo:<BR>• após cirurgia, quimioterapia (neoadjuvante ou adjuvante) e radioterapia (quando aplicável);<BR>• após quimioterapia adjuvante com doxorrubicina e ciclofosfamida, em combinação com paclitaxel ou docetaxel;<BR>• em combinação com quimioterapia adjuvante de docetaxel e carboplatina;<BR>• em combinação com quimioterapia neoadjuvante seguida por terapia adjuvante com Ontruzant para câncer de mama localmente avançado (inclusive inflamatório) ou tumores > 2 cm de diâmetro.<BR>Câncer gástrico avançado Ontruzant em associação com capecitabina ou 5-fluorouracil (5-FU) intravenoso e um agente de platina é indicado para o tratamento de pacientes com adenocarcinoma inoperável, localmente avançado, recorrente ou metastático do estômago ou da junção gastroesofágica, HER2-positivo, que não receberam tratamento prévio contra o câncer para sua doença metastática.</P>
Classificação:Tarja vermelha
BloqueioVenda:Não
Contraindicação:<P>Ontruzant é contraindicado a pacientes com alergia conhecida ao trastuzumabe ou a qualquer outro excipiente da fórmula.</P>
Reações Adversas:<P>Assim como os medicamentos antitumorais de modo geral, o trastuzumabe pode causar reações indesejáveis.<BR>A Tabela 1 a seguir mostra as reações adversas que foram relatadas em associação com o uso de trastuzumabe isolado ou em combinação com quimioterapia nos estudos clínicos. Todos os termos incluídos são baseados na maior porcentagem observada nos estudos clínicos.<BR>Considerando que o trastuzumabe é comumente utilizado com outros agentes de quimioterapia e radioterapia, geralmente é difícil confirmar a relação causal dos eventos adversos para um determinado medicamento/radioterapia.<BR>A categoria de frequência correspondente a cada reação adversa tem como base a seguinte convenção: muito comum (= 1/10), comum (= 1/100 a < 1/10), incomum (= 1/1.000 a < 1/100), rara (= 1/10.000 a < 1/1.000), muito rara (< 1/10.000), não conhecida (não pode ser estimada com base nos dados disponíveis). Dentro de cada grupo de frequência, as reações adversas são apresentadas em ordem decrescente de gravidade.<BR>Tabela 1 Resumo das reações adversas ao medicamento que ocorreram em pacientes tratados com trastuzumabe em estudos clínicos<BR>As reações adversas ao medicamento são identificadas como eventos que ocorreram com, pelo menos, 2% de diferença, quando comparado ao braço controle em, pelo menos, um dos maiores estudos clínicos randomizados. As reações adversas ao medicamento foram adicionadas à categoria apropriada da classe do sistema orgânico e apresentadas em uma única tabela de acordo com a maior incidência observada em qualquer um dos maiores estudos clínicos.<BR>+ Denota as reações adversas que foram relatadas em associação com resultado fatal.<BR>1 Denota as reações adversas que são relatadas amplamente em associação com reações relacionadas com a infusão.<BR>Porcentagens específicas para esses eventos não estão disponíveis.<BR>Imunogenicidade<BR>No estudo clínico de câncer de mama inicial na neoadjuvância-adjuvância, com mediana de acompanhamento excedendo 70 meses, 10,1% (30/296) dos pacientes do braço tratado com trastuzumabe IV desenvolveram anticorpos contra trastuzumabe. Os anticorpos anti-trastuzumabe foram detectados em amostras pós nível basal em 2 de 30 pacientes do braço tratado com trastuzumabe IV.<BR>A relevância clínica desses anticorpos é desconhecida. A farmacocinética, eficácia [determinada pela resposta patológica completa (RpC)] e sobrevida livre de doença (SLD) e segurança (determinada pela ocorrência de reações relacionadas à infusão, RRAs) do trastuzumabe IV.<BR>Informações adicionais sobre reações adversas selecionadas<BR>Reações relacionadas à infusão e hipersensibilidade<BR>As reações relacionadas à infusão, tais como calafrios e/ou febre, dispneia, hipotensão, sibilância, broncoespasmo, taquicardia, redução na saturação de oxigênio e insuficiência respiratória foram observadas em todos os estudos clínicos com trastuzumabe (vide item “Advertências e Precauções”).<BR>Pode ser difícil diferenciar, clinicamente, as reações relacionadas à infusão de reações de hipersensibilidade.<BR>O índice de todas as reações relacionadas à infusão de todos os níveis variou entre os estudos dependendo da indicação, se trastuzumabe foi administrado em combinação com quimioterapia ou como monoterapia e a metodologia de coleta de dados.<BR>No câncer de mama metastático, o índice das reações relacionadas à infusão variou de 49% a 54% no braço com trastuzumabe, em comparação com 36% a 58% no braço comparador (o qual deve incluir outra quimioterapia). Reações graves (nível 3 ou superior) variaram de 5% a 7% no braço com trastuzumabe, em comparação com 5% a 6% no braço comparador.<BR>No câncer de mama inicial, o índice das reações relacionadas à infusão variou de 18% a 54% no braço com trastuzumabe, em comparação com 6% a 50% no braço comparador (o qual deve incluir uma outra quimioterapia). Reações graves (nível 3 ou superior) variaram de 0,5% a 6% no braço com trastuzumabe, em comparação com 0,3% a 5% no braço comparador.<BR>No tratamento do câncer de mama inicial na neoadjuvância-adjuvância (BO22227), os índices de reações relacionadas à infusão estiveram de acordo com o descrito acima e foi de 37,2% no braço tratado com trastuzumabe IV. Reações graves do nível 3 relacionadas à infusão foi de 2,0% no mesmo braço durante o período de tratamento. Não houve reações relacionadas à infusão de nível 4 ou 5.<BR>Reações anafilactoides foram observadas em casos isolados.<BR>Disfunção cardíaca<BR>Insuficiência cardíaca congestiva (NYHA Classe II-IV) é uma reação adversa comum a trastuzumabe e associada com resultados fatais. Sinais e sintomas de disfunção cardíaca, tais como falta de ar, ortopneia (dificuldade respiratória quando está na posição deitada), exacerbação da tosse, edema pulmonar, galope S3 (quando o médico na ausculta percebe três batimentos cardíacos em vez de dois, como seria o normal) ou redução na fração de ejeção ventricular (quantidade de sangue que o coração consegue enviar para a circulação), foram observados em pacientes tratados com trastuzumabe.<BR>Câncer de mama metastático<BR>Dependendo dos critérios utilizados para definir a insuficiência cardíaca, a incidência de sintomas nos estudos clínicos principais, realizados em pacientes com doença metastática, variou entre 9% e 12% no grupo de pacientes tratados com trastuzumabe + paclitaxel, comparado com 1% - 4% no grupo de pacientes tratados com paclitaxel isolando. Para a monoterapia com trastuzumabe, o índice foi de 6% - 9%. O índice mais elevado de disfunção cardíaca foi observado em pacientes tratados concomitantemente com trastuzumabe + antraciclina/ciclofosfamida (27%) e foi significativamente mais elevado que o do grupo tratado somente com antraciclina/ciclofosfamida (7% - 10%). Em outro estudo com monitoramento prospectivo da função cardíaca, a incidência de insuficiência cardíaca sintomática foi de 2,2% em pacientes recebendo trastuzumabe e docetaxel, comparado com 0% nos pacientes recebendo docetaxel isoladamente. A maioria dos pacientes (79%) que desenvolveram disfunção cardíaca nesses estudos apresentou melhora após receber o tratamento padrão para insuficiência cardíaca.<BR>Câncer de mama inicial (adjuvância)<BR>Nos três estudos clínicos principais na adjuvância com a administração de trastuzumabe em combinação com quimioterapia, a incidência de disfunção cardíaca de nível 3/4 (insuficiência cardíaca congestiva sintomática) foi similar em pacientes que estavam recebendo somente quimioterapia e em pacientes que estavam recebendo trastuzumabe sequencialmente após um taxano (0,3 a 0,4%). O índice foi maior em pacientes que estavam recebendo trastuzumabe concomitantemente a um taxano (2,0%). Em 3 anos, o índice de eventos cardíacos em pacientes recebendo AC ? P (doxorrubicina mais ciclofosfamida seguidos por paclitaxel) + H (trastuzumabe) foi estimado em 3,2%, comparado com 0,8% em pacientes tratados com AC ? P. Nenhum aumento na incidência cumulativa de eventos cardíacos foi observado em 5 anos de acompanhamento adicionais.<BR>Em 5,5 anos, os índices de eventos cardíacos sintomáticos ou FEVE foram 1,0%, 2,3% e 1,1%, respectivamente, nos braços de tratamento com AC ? D (doxorrubicina mais ciclofosfamida seguidos por docetaxel), AC ? DH (doxorrubicina mais ciclofosfamida seguidos por docetaxel mais trastuzumabe), e DCarbH (docetaxel, carboplatina e trastuzumabe). Para insuficiência cardíaca congestiva sintomática (NCI-CTC Nível 3-4), os índices de 5 anos foram 0,6%, 1,9% e 0,4%, respectivamente, nos braços de tratamento AC ? D, AC ? DH e DCarbH. O risco global de desenvolvimento de eventos cardíacos sintomáticos foi baixo e similar para pacientes nos braços de tratamento com AC ? D e DCarbH. Com relação aos braços de tratamento AC ? D e DCarbH, houve aumento do risco de desenvolvimento de eventos cardíacos sintomáticos para pacientes do braço de tratamento AC ? DH, sendo discernível por aumento contínuo no índice cumulativo de eventos cardíacos sintomáticos ou FEVE de até 2,3% em comparação com aproximadamente 1% nos dois braços comparadores (AC ? D e DCarbH).<BR>Quando o trastuzumabe foi administrado após a conclusão da quimioterapia adjuvante, insuficiência cardíaca NYHA Classe III-IV foi observada 0,6% dos pacientes no braço que receberam trastuzumabe por um ano após mediana acompanhamento de 12 meses. Após a mediana de 3,6 anos de acompanhamento, a incidência de insuficiência cardíaca congestiva grave e disfunção ventricular esquerda após a terapia com trastuzumabe permaneceu abaixo de 0,8% e 9,8%, respectivamente.<BR>No estudo BO16348, após uma mediana de acompanhamento de 8 anos, a incidência de insuficiência cardíaca congestiva grave (NYHA Classe III-IV) no braço tratado com trastuzumabe por ano, foi de 0,8%, e o índice de disfunção ventricular esquerda assintomática e sintomática leve foi de 4,6%.<BR>A reversibilidade da insuficiência cardíaca congestiva grave (definida como uma sequência de pelo menos dois valores consecutivos de FEVE = 50% após o evento) foi evidente em 71,4% dos pacientes tratados com trastuzumabe. A reversibilidade da disfunção ventricular esquerda assintomática e sintomática leve foi demonstrada em 79,5% dos pacientes. Aproximadamente 17% dos eventos relacionados à disfunção cardíaca ocorreram após a conclusão do tratamento com trastuzumabe.<BR>Na análise conjunta dos estudos NSAPB-B31 e NCCTG N9831, com uma mediana de acompanhamento de 8,1 anos para o grupo AC?PH (doxorrubicina mais ciclofosfamida, seguido de paclitaxel mais trastuzumabe), a incidência por paciente de um novo iníciao de função cardíaca, determinada pela FEVE, permaneceu inalterada em comparação com a análise feita no grupo AC?PH sob mediana de acompanhamento de 2,0 anos: 18,5% dos pacientes no grupo AC?PH com uma redução de FEVE de = 10% a até menos que 50%. A reversibilidade da disfunção ventricular esquerda foi reportada em 64,5% dos pacientes que apresentaram ICC sintomática no grupo AC?PH, sendo assintomática no último acompanhamento, e 90,3% tento uma recuperação completa ou parcial da FEVE.<BR>Câncer de mama inicial (neoadjuvância-adjuvância)<BR>No estudo clínico central MO16432, o trastuzumabe foi administrado concomitantemente com quimioterapia neoadjuvante incluindo três ciclos de doxorrubicina (dose cumulativa de 180 mg/m2). A incidência de disfunção cardíaca sintomática foi de até 1,7% no braço com trastuzumabe.<BR>No estudo clínico central BO22227, trastuzumabe foi administrado concomitantemente com quimioterapia neoadjuvante incluindo quatro ciclos de epirrubicina (dose cumulativa de 300 mg/m2); na mediana de acompanhamento excendendo 70 meses, a incidência de insuficiência cardíaca / insuficiência cardíaca congestiva foi de 0,3% no braço tratado com trastuzumabe IV.<BR>Câncer gástrico avançado<BR>A maioria das reduções na fração de ejeção do ventrículo esquerdo – quantidade de sangue que sai do ventrículo esquerdo (FEVE) observadas no estudo BO18255 foi assintomática, com exceção de um paciente no braço contendo trastuzumabe, cuja queda da FEVE coincidiu com insuficiência cardíaca.<BR>Toxicidade hematológica (relacionada ao sangue) Câncer de mama<BR>A toxicidade hematológica é infrequente após a administração de trastuzumabe IV em monoterapia nos pacientes sob tratamento da doença metastática.<BR>Houve aumento na toxicidade hematológica em pacientes tratados com a combinação de trastuzumabe com paclitaxel, comparados com pacientes que receberam paclitaxel isoladamente.<BR>A toxicidade hematológica foi também aumentada em pacientes que receberam trastuzumabe e docetaxel, em comparação com docetaxel isolado. A incidência de neutropenia febril/septicemia neutropênica (diminuição de glóbulos brancos com febre/infecção generalizada com) também foi aumentada em pacientes tratados com trastuzumabe mais docetaxel.<BR>Câncer gástrico avançado<BR>Os eventos adversos mais frequentemente relatados de nível = 3 que ocorreram com taxa de incidência de, pelo menos, 1% por tratamento clínico, os quais foram classificados sob a classe do sistema de órgânico relacionada aos distúrbios do sistema linfático e sangue, são mostrados abaixo:<BR>Tabela 2 Eventos adversos de nível = 3 frequentemente reportados nos distúrbios do sangue e do sistema linfático<BR>A porcentagem total de pacientes que tiveram uma reação adversa (de nível = 3 NCI-CTCAE versão 3.0) que tenha sido classificada nesta classe de sistema de órgãos foi de 38% no braço FP e 40% no braço FP+H.<BR>Em geral, não houve diferenças significativas na hematotoxicidade entre o braço de tratamento e o braço comparador.<BR>Toxidade hepática (relacionado ao fígado) e renal<BR>Câncer de mama<BR>Toxicidade hepática de nível 3 ou 4, segundo os critérios da OMS, foi observada em 12% dos pacientes após a administração de trastuzumabe IV como agente único, em pacientes que receberam tratamento para a doença metastática. Essa toxicidade foi associada com a progressão da doença no fígado em 60% dos pacientes.<BR>Toxicidade hepática de nível 3 ou 4, de acordo com os critérios da OMS, foi menos frequentemente observada em pacientes que receberam trastuzumabe IV e paclitaxel do que nos pacientes que receberam paclitaxel isoladamente (7% em comparação a 15%).<BR>Não foi observada nenhuma toxicidade renal de nível 3 ou 4, segundo os critérios da OMS.<BR>Câncer gástrico avançado<BR>No estudo BO18255, não houve diferenças significativas na toxicidade hepática e renal observada entre os dois braços de tratamento.<BR>Diarréia<BR>Câncer de mama<BR>Dos pacientes tratados com trastuzumabe como monoterapia para o tratamento da doença metastática, 27% apresentaram diarreia. Aumento na incidência de diarreia, especialmente de gravidade leve a moderada, também foi observado em pacientes que receberam trastuzumabe em associação com paclitaxel, em comparação com pacientes que receberam paclitaxel isoladamente.<BR>No estudo BO16348, 8% dos pacientes tratados com trastuzumabe apresentaram diarreia durante o primeiro ano de tratamento.<BR>Câncer gástrico avançado<BR>No estudo BO18255, 109 pacientes (37%) que participaram do braço de tratamento contendo trastuzumabe versus 80 pacientes (28%) no braço comparador tiveram algum grau de diarreia. Com base no critério de gravidade usando NCI-CTCAE v3.0, a porcentagem de pacientes que apresentaram nível de diarreia = 3 foi de 4% no braço FP versus 9% no braço de FP+H.<BR>Infecção<BR>Aumento na incidência de infecções, especialmente infecções leves do trato respiratório superior de pouca importância clínica, ou infecção de cateter, foi observado em pacientes tratados com trastuzumabe.<BR>Experiência pós-comercialização<BR>As seguintes reações adversas foram identificadas na experiência pós-comercialização com trastuzumabe.<BR>Tabela 3 Reações adversas relatadas durante a pós-comercialização<BR>Eventos adversos<BR>A Tabela 4 indica os eventos adversos que foram historicamente relatados em pacientes que receberam trastuzumabe. Considerando que não há evidência da relação causal entre trastuzumabe e esses eventos, eles são considerados inesperados para fins de relatórios de segurança de Farmacovigilância.<BR>Tabela 4 Eventos adversos<BR>Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.</P>
Como Usar:<P>O profissional de saúde saberá como preparar o medicamento.<BR>Este medicamento é de uso hospitalar e, depois de preparado, deve ser diluído em solução salina para infusão intravenosa antes de ser administrado.<BR>Este medicamento só poderá ser aplicado por profissionais treinados e qualificados. Seu médico conhece os detalhes da administração e pode fornecer todas as informações necessárias.<BR>Dosagem<BR>Câncer de mama<BR>Uso semanal<BR>As seguintes doses, inicial (de ataque) e de manutenção, são recomendadas em monoterapia ou em combinação com paclitaxel ou docetaxel.<BR>A dose inicial recomendada de Ontruzant é de 4 mg/kg de peso corpóreo; para as doses seguintes, recomendada-se 2 mg/kg de peso corpóreo, uma vez por semana por infusão intravenosa.<BR>Uso a cada três semanas<BR>A dose de ataque inicial é de 8 mg/kg de peso corpóreo, seguida por 6 mg/kg de peso corpóreo 3 semanas antes e depois de 6 mg/kg repetidas em intervalos de 3 semanas, em infusões com duração de aproximadamente 90 minutos. Se a dose anterior foi bem tolerada, o tempo de infusão pode ser reduzido para 30 minutos.<BR>Câncer gástrico<BR>Uso a cada três semanas<BR>A dose de ataque inicial é de 8 mg/kg de peso corpóreo, seguida por 6 mg/kg de peso corpóreo 3 semanas antes e depois de 6 mg/kg repetidas em intervalos de 3 semanas, em infusões com duração de aproximadamente 90 minutos. Se a dose anterior foi bem tolerada, o tempo de infusão pode ser reduzido para 30 minutos.<BR>Será necessária uma observação contínua durante a infusão de Ontruzant para verificar o aparecimento de febre e calafrios ou outros sintomas associados à infusão. A interrupção da infusão pode ajudar a controlar esses sintomas. A infusão pode ser continuada quando os sintomas diminuírem.<BR>Duração do tratamento<BR>• Os pacientes com câncer de mama metastático ou com câncer gástrico avançado devem ser tratados com Ontruzant até à progressão da doença.<BR>• Os pacientes com câncer de mama inicial devem ser tratados com Ontruzant durante 1 ano ou até à recorrência da doença, o que acontecer primeiro. Não é recomendada a extensão do tratamento além de 1 ano no câncer da mama em estágios precoces.<BR>Via de administração: infusão via intravenosa. Não deve ser administrado como injeção intravenosa rápida ou em bolus.<BR>Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.<BR>Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.</P>
Classe do Medicamento:Antineoplásico
Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula. Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico.
Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/ONTRUZANT_afb27ca3-a737-4697-a3d1-c0fd9c20cf3d.pdf
Quantidade:1 Ampola
Fases da Vida:Para adultos
Parte do Corpo:Para mama
Princípio Ativo:Ácido Maltobiônico
Doenças e Complicações:Para câncer
Forma de Administração:Uso intravenoso
Apresentação:Em pó
Prescrição Médica:Sim
Tipo de Medicamento:Referência

Parece que ainda não há avaliações!
Já conhece esse produto? Que tal nos contar um pouquinho sobre ele.