Contraindicação
Não tome Osamy 50mg caso tenha alergia (hipersensibilidade) à lacosamida ou a qualquer outro componente deste medicamento. Se não tiver certeza sobre a possibilidade de alergia, consulte o seu médico.
No caso de existência de bloqueio atrioventricular (AV) de segundo ou terceiro grau (alteração dos batimentos cardíacos).
Instruções de Uso
Monoterapia (no tratamento de crises focais/parciais)
A dose inicial recomendada é 100 mg, duas vezes ao dia (200 mg/dia).
Dependendo da resposta e tolerabilidade, a dose pode ser aumentada em 50 mg, duas vezes ao dia (100 mg/dia) em intervalos semanais, até uma máxima dose de manutenção recomendada de 200 mg, duas vezes ao dia (400 mg/dia).
Para pacientes que alcançaram uma dose superior a 400 mg/dia e que precisam de medicamentos antiepilépticos adicionais, a posologia recomendada a ser seguida é a da terapia adjuvante descrita a seguir
Terapia adjuvante (no tratamento de crises focais/parciais ou no tratamento de crises tônico-clônicas de início generalizado)
A dose inicial recomendada é de 50 mg, duas vezes por dia, a qual deverá ser aumentada para uma dose terapêutica inicial de 100 mg duas vezes por dia após uma semana.
Dependendo da resposta clínica e tolerabilidade, a dose de manutenção pode ser aumentada em 50 mg, duas vezes por dia, a cada semana, até uma dose diária máxima de 400 mg (200 mg duas vezes por dia).
Para pacientes que fazem uso da terapia adjuvante que serão convertidos para a monoterapia, uma vez que a dose de manutenção tenha sido administrada por pelo menos 3 dias, recomenda-se a retirada gradual das drogas antiepiléticas concomitantes durante pelo menos 6 semanas.
Se o paciente estiver fazendo uso de mais de uma droga antiepilética, as drogas antiepiléticas devem ser retiradas de maneira sequencial. A eficácia e segurança da lacosamida não foram estabelecidas para conversão simultânea para monoterapia de duas ou mais drogas antiepiléticas.
Início do tratamento com lacosamida utilizando uma dose de ataque
O tratamento com lacosamida também pode ser iniciado com uma dose de ataque de 200 mg, seguida por uma dose de regime de manutenção, após aproximadamente 12 horas, de 100 mg, duas vezes ao dia (200 mg/dia).
Ajustes de doses subsequentes devem ser realizados de acordo com a resposta individual e tolerabilidade do paciente. A dose de ataque deve ser administrada sob supervisão médica considerando sua farmacocinética (ver item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”) e o potencial para o aumento de incidência de reações adversas relacionadas ao sistema nervoso central. A administração da dose de ataque não foi estudada em condições agudas em estados epilépticos.
Descontinuação De acordo com a prática clínica corrente, caso seja necessário suspender o tratamento com Osamy, recomenda-se que este seja retirado de forma gradual (ex: reduzir a dose diária em 200 mg/semana).
Método de administração
Osamy 150mg 150mgdeve ser tomado duas vezes por dia. O tratamento pode ser iniciado por administração oral ou intravenosa. Osamy 150mg 150mgsolução para infusão pode também ser uma alternativa para pacientes quando a administração oral está temporariamente inviável.
Se você esquecer de tomar uma dose de lacosamida, deverá tomá-la assim que se lembrar; porém, se você perceber a dose esquecida dentro de 6 horas da próxima dose, não deverá tomar a dose esquecida e esperar para tomar a próxima dose no horário habitual. Não se deve tomar uma dose dupla.
Osamy 150mg 150mgpode ser administrado com ou sem alimentos.
Os comprimidos revestidos de Osamy 150mg 150mgnão devem ser partidos.
No primeiro dia de tratamento o paciente deve começar com comprimidos de Osamy 150mg 150mg50 mg, duas vezes ao dia.
Durante a segunda semana, o paciente deve tomar comprimidos de Osamy 150mg 150mg100 mg, duas vezes ao dia.
Dependendo da resposta e da tolerabilidade, Osamy 150mg 150mg150 mg pode ser tomado duas vezes ao dia, durante a terceira semana e Osamy 150mg 150mg200 mg, duas vezes ao dia, durante a quarta semana.
População especial
- Idosos (a partir dos 65 anos de idade)
Não é necessária redução de dose em pacientes idosos.
Deve ser levada em conta a redução da depuração renal associada à idade com aumento dos níveis ASC (área sob a curva) em pacientes idosos. Existem dados clínicos limitados em pacientes idosos com epilepsia utilizando doses maiores do que 400 mg/dia.
- Insuficiência renal
Não é necessário qualquer ajuste de dose em pacientes com insuficiência renal d e leve a moderada (depuração de creatina >30 ml/min). Recomenda-se uma dose máxima de 300 mg/dia em pacientes com insuficiência renal grave (depuração de creatina ? 30 ml/min) e em pacientes com insuficiência renal terminal.
Em pacientes em hemodiálise recomenda-se um suplemento de até 50% da dose diária dividida imediatamente após cada tratamento de hemodiálise.
O tratamento de pacientes com doença renal terminal deve ser feito com cautela dada à limitada experiência clínica e ao acúmulo de metabólito (sem atividade farmacológica conhecida).
A titulação da dose deve ser efetuada com cuidado em todos os pacientes com insuficiência renal.
- Insuficiência hepática
Uma dose máxima de 300 mg/dia é recomendada para pacientes com insuficiência hepática de leve a moderada.
A titulação da dose deve ser efetuada com cuidado considerando a coexistência de insuficiência renal. A farmacocinética da lacosamida não foi estudada em pacientes com insuficiência hepática grave. A lacosamida deve ser administrada a pacientes portadores de insuficiência hepática grave apenas quando os benefícios terapêuticos esperados superarem possíveis riscos. A posologia e administração devem ser ajustadas e os sintomas do paciente observados cuidadosamente.
- População pediátrica
A lacosamida não é recomendadaem crianças e adolescentes com idade inferior a 16 anos devido à ausência de dados de segurança e eficácia.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado
Reações Adversa
QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?
Como todos os medicamentos, este medicamento pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas.
As reações adversas do sistema nervoso tais como tonturas, podem ser maiores após a dose de ataque.
Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- Tonturas e dor de cabeça.
Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):
- Depressão, estado de confusão e insônia;
- Nistagmo (movimento involuntário dos olhos), distúrbio de equilíbrio, falha de memória, tremor, sonolência, disartria (problemas na fala), hipoestesia (perda/diminuição da sensibilidade) e parestesia (formigamento);
- Visão embaçada;
- Diplopia (visão dupla);
- Vertigem (tontura) e tinido (zumbido no ouvido);
- Náuseas (sentir-se enjoado);
- Vômitos, constipação, flatulência (acúmulo excessivo de gases), dispepsia (indigestão), boca seca e diarreia;
- Prurido (coceira por todo o corpo);
- Rash (vermelhidão da pele, erupção cutânea);
- Distúrbio ao andar, astenia (fraqueza), fadiga (cansaço fora do comum) e irritabilidade;
- Quedas, laceração da pele e contusão.
Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):
-Reações de hipersensibilidade (alergia) ao medicamento;
-Tentativa de suicídio;
-Ideação suicida (pensamentos relacionados com suicídio ou em machucar a si mesmo);
-Distúrbio psicótico (pensamentos anômalos e/ou perda de sentido da realidade);
-Alucinação (ver e/ou ouvir coisas que não são reais);
-Agressividade;
-Agitação;
-Euforia (sensação exagerada de bem-estar);
-Síncope (desmaio);
-Distúrbio cognitivo (lentificação do raciocínio);
-Coordenação anormal;
-Distúrbio de atenção;
-Bloqueio atrioventricular (alteração dos batimentos cardíacos);
-Bradicardia (diminuição do número de batimentos cardíacos);
-Testes da função do fígado anormal (alterado);
-Urticária (coceira);
-Espasmos musculares;
-Sensação de embriaguez.
Frequência desconhecida: não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis
- Agranulocitose (redução acentuada de glóbulos brancos no sangue);
- Reações de hipersensibilidade ao medicamento: também conhecidas como reações medicamentosas com eosinofilia (quantidade anormalmente alta de eosinófilos no sangue) e sintomas sistêmicos (DRESS);
- Fibrilação atrial (alteração dos batimentos cardíacos observada no exame de eletrocardiografia);
- Flutter atrial (ritmo cardíaco anormal que ocorre nos átrios do coração);
- Aumento de enzimas hepáticas (maior que 2 vezes o limite superior normal);
- Necrólise epidérmica tóxica (reação alérgica grave na pele);
- Síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave na pele).
Se tiver quaisquer efeitos secundários, incluindo possíveis efeitos secundários não indicados nesta bula, fale com o seu médico ou farmacêutico.
Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.
Composição
Cada comprimido revestido de Osamyg contém:
lacosamida ................................................................................................................................……………..50 mg
Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, hidroxipropilcelulose, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio hipromelose, dióxido de titânio, polietilenoglicol e talco.
Especificações
Gênero:Unissex
Origem:Nacional
Título Marketplace:Osamy 50mg 60 Comprimidos Revestidos
Descrição Marketplace:<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Para que o medicamento Osamy 50mg é indicado?</H2>
<P></P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline"></H2>O <STRONG>Osamy</STRONG> 50mg é indicado <STRONG>para o tratamento de determinados tipos de crises convulsivas</STRONG> em pacientes com epilepsia a partir de 16 anos, podendo ser usado sozinho ou em associação com outros antiepilépticos.
<P></P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Qual é o principal ativo do medicamento Osamy 50mg?</H2>
<P></P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline"></H2>Osamy 50mg contém um princípio ativo que atua no sistema nervoso central:
<P></P>
<P><STRONG>Lacosamida</STRONG>: pertence à classe dos medicamentos antiepilépticos e é utilizada no tratamento de determinados tipos de crises convulsivas em pacientes com epilepsia.</P>
<P><STRONG>Importante</STRONG>: Osamy 50mg é um medicamento que deve ser utilizado somente conforme orientação do profissional de saúde. Não altere a dose ou interrompa o tratamento por conta própria. Antes de usar, leia a bula.</P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Como o medicamento Osamy 50mg funciona?</H2>
<P>O Osamy 50mg atua no tratamento de determinados tipos de epilepsia. Seu mecanismo exato de ação antiepiléptica ainda não está totalmente esclarecido. </P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Como tomar Osamy 50mg?</H2>
<P>O Osamy 50mg deve ser utilizado conforme a prescrição médica. De modo geral, a lacosamida é administrada em duas doses ao dia, aproximadamente nos mesmos horários, podendo ser tomada com ou sem alimentos. Os comprimidos devem ser ingeridos com líquido e não devem ser partidos, mastigados ou abertos, salvo orientação específica do profissional de saúde. A dose pode variar de acordo com a indicação, resposta ao tratamento, idade e condições clínicas do paciente. Não ajuste a dose por conta própria.</P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Quais são os efeitos colaterais do Osamy 50mg?</H2>
<P>Assim como outros medicamentos, o Osamy 50mg pode causar reações adversas. Entre as possíveis reações estão:</P>
<P>- Tontura;<BR>- Dor de cabeça;<BR>- Náusea;<BR>- Sonolência;<BR>- Cansaço;<BR>- Tremores;<BR>- Alterações visuais;<BR>- Alterações relacionadas ao equilíbrio e à coordenação.</P>
<P>A frequência e a intensidade das reações podem variar entre os pacientes. Caso apresente algum efeito indesejável durante o tratamento, informe o médico ou farmacêutico. Em caso de sintomas intensos ou sinais de reação grave, procure atendimento médico.</P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">
<H3 style="DISPLAY: inline">Perguntas frequentes e dúvidas comuns de Osamy 50mg:</H3></H2>
<P></P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">
<H3 style="DISPLAY: inline"></H3></H2>
<H2 style="DISPLAY: inline">
<H3 style="DISPLAY: inline">1. Quantas vezes por dia devo tomar Osamy 50mg?</H3></H2>
<P></P>
<P>A lacosamida é geralmente administrada duas vezes ao dia, com intervalos regulares, conforme a prescrição médica. Não altere os horários ou a dose sem orientação profissional.</P>
<H3 style="DISPLAY: inline">2. Osamy 50mg pode ser usado junto com outro antiepiléptico?</H3>
<P>Sim. Dependendo da avaliação médica, o Osamy 50mg pode ser utilizado em associação com outros medicamentos antiepilépticos. A combinação deve ser definida pelo médico.</P>
<H3 style="DISPLAY: inline">3. Quem tem problemas nos rins pode tomar Osamy 50mg?</H3>
<P>Pacientes com alterações na função renal podem precisar de avaliação e ajustes específicos da dose. Informe ao médico se você possui doença ou alteração nos rins antes de iniciar o tratamento.</P>
<H3 style="DISPLAY: inline">4. Quem tem problemas no fígado pode usar Osamy 50mg?</H3>
<P>Pacientes com alterações na função hepática devem informar essa condição ao médico. Dependendo da gravidade, pode ser necessário ajustar a dose ou avaliar cuidadosamente o uso da lacosamida.</P>
<H3 style="DISPLAY: inline">5. Posso parar de tomar Osamy 50mg quando as crises melhorarem?</H3>
<P>Não. O tratamento com Osamy 50mg não deve ser interrompido por conta própria. A suspensão deve ser realizada conforme orientação médica, geralmente com redução gradual da dose quando indicada.</P>
<H3 style="DISPLAY: inline">6. O Osamy 50mg causa sono ou tontura?</H3>
<P>Sonolência e tontura estão entre as possíveis reações adversas da lacosamida. Caso esses sintomas ocorram, tenha cuidado ao dirigir, operar máquinas ou realizar atividades que exijam atenção.</P>
<P>O Osamy 50mg é um medicamento à base de lacosamida, indicado para determinados tipos de crises convulsivas em pacientes com epilepsia a partir de 16 anos. Seu uso deve seguir orientação médica.</P>
Composição:<P>Cada comprimido revestido de Osamyg contém:<BR>lacosamida ................................................................................................................................……………..50 mg<BR>Excipientes: celulose microcristalina, crospovidona, hidroxipropilcelulose, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio hipromelose, dióxido de titânio, polietilenoglicol e talco.</P>
Indicação:<P>Este medicamento está indicado para:<BR>Monoterapia no tratamento de convulsões de início parcial em pacientes com epilepsia a partir de 16 anos de idade;Terapia adjuvante (em conjunto com outro medicamento antiepiléptico) no tratamento de:<BR>- crises focais/parciais com ou sem generalização secundária em pacientes a partir de 16 anos de idade com epilepsia;<BR>- crises tônico-clônicas de início generalizado em pacientes a partir de 16 anos de idade com epilepsia idiopática generalizada.</P>
Classificação:Tarja vermelha
BloqueioVenda:Não
Tipo Modalidade:Controlados
Contraindicação:<P>Não tome Osamy 50mg caso tenha alergia (hipersensibilidade) à lacosamida ou a qualquer outro componente deste medicamento. Se não tiver certeza sobre a possibilidade de alergia, consulte o seu médico.<BR>No caso de existência de bloqueio atrioventricular (AV) de segundo ou terceiro grau (alteração dos batimentos cardíacos).</P>
Reações Adversas:<P>QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?<BR>Como todos os medicamentos, este medicamento pode causar efeitos secundários, embora estes não se manifestem em todas as pessoas.<BR>As reações adversas do sistema nervoso tais como tonturas, podem ser maiores após a dose de ataque.<BR>Reações muito comuns (ocorrem em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):<BR>- Tonturas e dor de cabeça.<BR>Reações comuns (ocorrem entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento):<BR>- Depressão, estado de confusão e insônia;<BR>- Nistagmo (movimento involuntário dos olhos), distúrbio de equilíbrio, falha de memória, tremor, sonolência, disartria (problemas na fala), hipoestesia (perda/diminuição da sensibilidade) e parestesia (formigamento);<BR>- Visão embaçada;<BR>- Diplopia (visão dupla);<BR>- Vertigem (tontura) e tinido (zumbido no ouvido);<BR>- Náuseas (sentir-se enjoado);<BR>- Vômitos, constipação, flatulência (acúmulo excessivo de gases), dispepsia (indigestão), boca seca e diarreia;<BR>- Prurido (coceira por todo o corpo);<BR>- Rash (vermelhidão da pele, erupção cutânea);<BR>- Distúrbio ao andar, astenia (fraqueza), fadiga (cansaço fora do comum) e irritabilidade;<BR>- Quedas, laceração da pele e contusão.<BR>Reações incomuns (ocorrem entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento):<BR>-Reações de hipersensibilidade (alergia) ao medicamento;<BR>-Tentativa de suicídio;<BR>-Ideação suicida (pensamentos relacionados com suicídio ou em machucar a si mesmo);<BR>-Distúrbio psicótico (pensamentos anômalos e/ou perda de sentido da realidade);<BR>-Alucinação (ver e/ou ouvir coisas que não são reais);<BR>-Agressividade;<BR>-Agitação;<BR>-Euforia (sensação exagerada de bem-estar);<BR>-Síncope (desmaio);<BR>-Distúrbio cognitivo (lentificação do raciocínio);<BR>-Coordenação anormal;<BR>-Distúrbio de atenção;<BR>-Bloqueio atrioventricular (alteração dos batimentos cardíacos);<BR>-Bradicardia (diminuição do número de batimentos cardíacos);<BR>-Testes da função do fígado anormal (alterado);<BR>-Urticária (coceira);<BR>-Espasmos musculares;<BR>-Sensação de embriaguez.<BR>Frequência desconhecida: não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis<BR>- Agranulocitose (redução acentuada de glóbulos brancos no sangue);<BR>- Reações de hipersensibilidade ao medicamento: também conhecidas como reações medicamentosas com eosinofilia (quantidade anormalmente alta de eosinófilos no sangue) e sintomas sistêmicos (DRESS);<BR>- Fibrilação atrial (alteração dos batimentos cardíacos observada no exame de eletrocardiografia);<BR>- Flutter atrial (ritmo cardíaco anormal que ocorre nos átrios do coração);<BR>- Aumento de enzimas hepáticas (maior que 2 vezes o limite superior normal);<BR>- Necrólise epidérmica tóxica (reação alérgica grave na pele);<BR>- Síndrome de Stevens-Johnson (reação alérgica grave na pele).<BR>Se tiver quaisquer efeitos secundários, incluindo possíveis efeitos secundários não indicados nesta bula, fale com o seu médico ou farmacêutico.</P>
<P>Atenção: este produto é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico ou cirurgião-dentista.</P>
Como Usar:<P>Monoterapia (no tratamento de crises focais/parciais)<BR>A dose inicial recomendada é 100 mg, duas vezes ao dia (200 mg/dia).<BR>Dependendo da resposta e tolerabilidade, a dose pode ser aumentada em 50 mg, duas vezes ao dia (100 mg/dia) em intervalos semanais, até uma máxima dose de manutenção recomendada de 200 mg, duas vezes ao dia (400 mg/dia).<BR>Para pacientes que alcançaram uma dose superior a 400 mg/dia e que precisam de medicamentos antiepilépticos adicionais, a posologia recomendada a ser seguida é a da terapia adjuvante descrita a seguir<BR>Terapia adjuvante (no tratamento de crises focais/parciais ou no tratamento de crises tônico-clônicas de início generalizado) <BR>A dose inicial recomendada é de 50 mg, duas vezes por dia, a qual deverá ser aumentada para uma dose terapêutica inicial de 100 mg duas vezes por dia após uma semana.<BR>Dependendo da resposta clínica e tolerabilidade, a dose de manutenção pode ser aumentada em 50 mg, duas vezes por dia, a cada semana, até uma dose diária máxima de 400 mg (200 mg duas vezes por dia).<BR>Para pacientes que fazem uso da terapia adjuvante que serão convertidos para a monoterapia, uma vez que a dose de manutenção tenha sido administrada por pelo menos 3 dias, recomenda-se a retirada gradual das drogas antiepiléticas concomitantes durante pelo menos 6 semanas.<BR>Se o paciente estiver fazendo uso de mais de uma droga antiepilética, as drogas antiepiléticas devem ser retiradas de maneira sequencial. A eficácia e segurança da lacosamida não foram estabelecidas para conversão simultânea para monoterapia de duas ou mais drogas antiepiléticas.<BR>Início do tratamento com lacosamida utilizando uma dose de ataque<BR>O tratamento com lacosamida também pode ser iniciado com uma dose de ataque de 200 mg, seguida por uma dose de regime de manutenção, após aproximadamente 12 horas, de 100 mg, duas vezes ao dia (200 mg/dia).<BR>Ajustes de doses subsequentes devem ser realizados de acordo com a resposta individual e tolerabilidade do paciente. A dose de ataque deve ser administrada sob supervisão médica considerando sua farmacocinética (ver item “4. O que devo saber antes de usar este medicamento?”) e o potencial para o aumento de incidência de reações adversas relacionadas ao sistema nervoso central. A administração da dose de ataque não foi estudada em condições agudas em estados epilépticos.<BR>Descontinuação De acordo com a prática clínica corrente, caso seja necessário suspender o tratamento com Osamy, recomenda-se que este seja retirado de forma gradual (ex: reduzir a dose diária em 200 mg/semana).<BR>Método de administração<BR>Osamy 150mg 150mgdeve ser tomado duas vezes por dia. O tratamento pode ser iniciado por administração oral ou intravenosa. Osamy 150mg 150mgsolução para infusão pode também ser uma alternativa para pacientes quando a administração oral está temporariamente inviável.<BR>Se você esquecer de tomar uma dose de lacosamida, deverá tomá-la assim que se lembrar; porém, se você perceber a dose esquecida dentro de 6 horas da próxima dose, não deverá tomar a dose esquecida e esperar para tomar a próxima dose no horário habitual. Não se deve tomar uma dose dupla.<BR>Osamy 150mg 150mgpode ser administrado com ou sem alimentos.<BR>Os comprimidos revestidos de Osamy 150mg 150mgnão devem ser partidos.<BR>No primeiro dia de tratamento o paciente deve começar com comprimidos de Osamy 150mg 150mg50 mg, duas vezes ao dia.<BR>Durante a segunda semana, o paciente deve tomar comprimidos de Osamy 150mg 150mg100 mg, duas vezes ao dia.<BR>Dependendo da resposta e da tolerabilidade, Osamy 150mg 150mg150 mg pode ser tomado duas vezes ao dia, durante a terceira semana e Osamy 150mg 150mg200 mg, duas vezes ao dia, durante a quarta semana.<BR>População especial<BR>- Idosos (a partir dos 65 anos de idade)<BR>Não é necessária redução de dose em pacientes idosos.<BR>Deve ser levada em conta a redução da depuração renal associada à idade com aumento dos níveis ASC (área sob a curva) em pacientes idosos. Existem dados clínicos limitados em pacientes idosos com epilepsia utilizando doses maiores do que 400 mg/dia.<BR>- Insuficiência renal<BR>Não é necessário qualquer ajuste de dose em pacientes com insuficiência renal d e leve a moderada (depuração de creatina >30 ml/min). Recomenda-se uma dose máxima de 300 mg/dia em pacientes com insuficiência renal grave (depuração de creatina ? 30 ml/min) e em pacientes com insuficiência renal terminal.<BR>Em pacientes em hemodiálise recomenda-se um suplemento de até 50% da dose diária dividida imediatamente após cada tratamento de hemodiálise.<BR>O tratamento de pacientes com doença renal terminal deve ser feito com cautela dada à limitada experiência clínica e ao acúmulo de metabólito (sem atividade farmacológica conhecida).<BR>A titulação da dose deve ser efetuada com cuidado em todos os pacientes com insuficiência renal.<BR>- Insuficiência hepática<BR>Uma dose máxima de 300 mg/dia é recomendada para pacientes com insuficiência hepática de leve a moderada.<BR>A titulação da dose deve ser efetuada com cuidado considerando a coexistência de insuficiência renal. A farmacocinética da lacosamida não foi estudada em pacientes com insuficiência hepática grave. A lacosamida deve ser administrada a pacientes portadores de insuficiência hepática grave apenas quando os benefícios terapêuticos esperados superarem possíveis riscos. A posologia e administração devem ser ajustadas e os sintomas do paciente observados cuidadosamente.<BR>- População pediátrica<BR>A lacosamida não é recomendadaem crianças e adolescentes com idade inferior a 16 anos devido à ausência de dados de segurança e eficácia.<BR>Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.<BR>Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado<BR></P>
Classe do Medicamento:Anticonvulsivantes
Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Com retenção de receita. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula.
Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico.
Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/Osamy_0d1d1670-e866-4025-bcb3-5d6ce795ef90.pdf
Quantidade:60 Comprimidos
Fases da Vida:Para adultos
Parte do Corpo:Para o sistema nervoso
Princípio Ativo:Lacosamida
Doenças e Complicações:Para convulsão
Forma de Administração:Uso oral
Apresentação:Comprimido
Prescrição Médica:Sim
Tipo de Medicamento:Similar Equivalente