Contraindicação
Este medicamento (sulfato de hidroxicloroquina) é contraindicado em pacientes com alergia conhecida aos componentes da
fórmula, aos derivados da 4-aminoquinolina e pacientes que apresentam maculopatias pré-existentes (distúrbios visuais). Só o
médico pode decidir sobre o uso de sulfato de hidroxicloroquina durante a gravidez e amamentação.
Este medicamento é contraindicado para menores de 6 anos.
Instruções de Uso
Este medicamento deve ser tomado durante uma refeição, ou com um copo de leite.
Doenças reumáticas (doença caracterizada por dor muscular e na articulação)
A ação deste medicamento é cumulativa e exigirá várias semanas para exercer seus efeitos terapêuticos benéficos, enquanto
efeitos colaterais de baixa gravidade podem ocorrer relativamente cedo. Alguns meses de terapia podem ser necessários antes
que os efeitos máximos possam ser obtidos. Caso uma melhora objetiva (redução do inchaço da articulação, aumento da
mobilidade) não ocorra em 6 meses, este medicamento deverá ser descontinuado.
• Lúpus eritematoso sistêmico e discoide Dose inicial para adultos: 400 a 800 mg diários. Dose de manutenção: 200 a 400
mg diários.
• Artrite reumatoide
Dose inicial para adultos: 400 a 600 mg diários. Dose de manutenção: 200 a 400 mg diários.
• Artrite crônica juvenil
A posologia não deve exceder 6,5mg/kg de peso/dia, até uma dose máxima diária de 400mg.
• Doenças fotossensíveis (condições na pele provocadas ou agravadas pela luz)
O tratamento com este medicamento deve ser de 400 mg/dia no momento inicial e depois reduzido para 200 mg/dia. Se possível,
o tratamento deve ser iniciado alguns dias antes à exposição solar.
• Malária (doença causada por protozoários)
Tratamento supressivo
Uso adulto: 1 comprimido de 400 mg deste medicamento a intervalossemanais.
Uso em crianças: a dose supressiva é de 6,5 mg/kg de peso semanalmente. Não deverá ser ultrapassada a dose para adultos,
a despeito do peso.
Caso as circunstâncias permitam, o tratamento supressivo deverá ser iniciado 2 semanas antes da exposição. Entretanto, se isso
não for possível, uma dose dupla inicial de 800 mg para adultos ou de 12,9 mg/kg para crianças pode ser recomendada,
dividida em duas tomadas com 6 horas de intervalo. A terapêutica supressiva deverá ser continuada por 8 semanas após deixar
à área endêmica (área geográfica reconhecida pela transmissão de uma determinadadoença).
Tratamento da crise aguda
Uso adulto: dose inicial de 800 mg seguida de 400 mg após 6 a 8 horas e 400 mg diários em 2 dias consecutivos (total de 2 g
de sulfato de hidroxicloroquina). Um método alternativo, empregando uma única dose de 800 mg (620 mg base) provou ser
também eficaz. A dose para adultos também pode ser calculada na base do peso corporal. Esse método é o preferível para uso
em pediatria (em crianças).
Uso em crianças: administrar dose total de 32 mg/kg (não superior a 2 g) dividida em 3 dias, como se segue: primeira dose
12,9 mg/kg (não exceder 800 mg); segunda dose 6,5 mg/kg (não exceder 400 mg) seis horas após a primeira dose; terceira dose
6,5 mg/kg 18 horas após a segunda dose; quarta dose 6,5 mg/kg 24 horas após a terceira dose.
Não há estudos dos efeitos deste medicamento administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir
a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo médico.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o
tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser aberto ou mastigado.
Reações Adversa
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento); Reação comum (ocorre entre 1%
e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento); Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este
medicamento); Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento); Reação muito rara (ocorre
em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam estemedicamento); Frequência desconhecida (não pode ser estimada pelos dados
disponíveis).
Distúrbios do sangue e do sistema linfático
Desconhecida: depressão da medula óssea, anemia (redução no número de células vermelhas do sangue), anemia aplástica (forma
de anemia na qual a medula óssea falha em produzir números adequados de elementos do sangue), agranulocitose
(diminuição de alguns tipos de leucócitos do sangue), leucopenia (redução das células brancas do sangue), trombocitopenia
(diminuição no número de plaquetassanguíneas).
Distúrbios do sistema imune
Desconhecida: urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira), angioedema (inchaço em região
subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica), broncoespasmo (contração dos brônquios, que pode ocasionar
chiado no peito).
Distúrbios de metabolismo e nutrição
Comum: anorexia (perda de apetite).
Desconhecida: hipoglicemia (diminuição da taxa de açúcar no sangue).
A hidroxicloroquina pode exacerbar o quadro de porfiria (grupo de doençasmetabólicas).
Distúrbios psiquiátricos
Comum: labilidade emocional (mudança rápida de humor). Incomum: nervosismo.
Desconhecida: psicose e comportamento suicida, depressão, alucinações, ansiedade, agitação, confusão, delírios, mania e
distúrbios do sono.
Distúrbios renais e urinários
Desconhecido: fosfolipidose renal levando a lesão renal.
Distúrbios do sistema nervoso
Comum: dor de cabeça.
Incomum: tontura.
Desconhecida: convulsões (contração involuntária dos músculos) têm sido reportadas com esta classe de medicamentos.
Distúrbios extrapiramidais (relacionados à coordenação e controle dos movimentos), como distonia (contrações musculares
involuntárias), discinesia (movimentos involuntários anormais do corpo) e tremor (vide item 4. O QUE DEVO SABER
ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?).
Distúrbios oculares
Comum: visão borrada devido a distúrbios de acomodação que é dose dependente e reversível.
Incomum: retinopatia (doença da retina) com alterações na coloração e do campo visual. Na sua forma precoce, elas parecem
ser reversíveis com a descontinuação da hidroxicloroquina. Caso o tratamento não seja suspenso a tempo, existe risco de
progressão da retinopatia, mesmo após a suspensão do mesmo. Pacientes com alterações retinianas podem ser inicialmente
assintomáticos (sem sintomas), ou podem apresentar escotomas (perda total ou parcial da clareza ou nitidez da visão) visuais
paracentral e pericentral do tipo anular, escotomas temporais e visão anormal das cores.
Foram relatadas alterações na córnea incluindo opacificação (perda da transparência) e inchaço. Tais alterações podem ser
assintomáticas, ou podem causar distúrbios tais como halos visão borrada ou fotofobia (sensibilidade à luz). Estes sintomas
podem ser transitórios ou são reversíveis com a suspensão do tratamento.
Desconhecida: casos de maculopatia e degeneração macular foram reportados e podem serirreversíveis.
Distúrbios de audição e labirinto
Incomum: vertigem (tontura) e zumbido.
Desconhecida: perda de audição.
Distúrbios cardíacos
Desconhecida: cardiomiopatia (doença do coração) que pode resultar em insuficiência cardíaca e em alguns casos podendo
ser fatal (vide itens 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? e 9. O QUE FAZER SE ALGUÉM
USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO? –
Sinais e Sintomas).
Toxicidade crônica deve ser considerada quando ocorrerem distúrbios de condução (dificuldade da passagem do estímulo
elétrico) (bloqueio de ramo/bloqueio atrioventricular) bem como hipertrofia biventricular (espessamento da parede dos
ventrículos). A suspensão do tratamento leva à recuperação.
Distúrbios gastrintestinais
Muito comum: dor abdominal e náusea.
Comum: diarreia e vômito.
Esses sintomas geralmente regridem imediatamente com redução da dose ou suspensão do tratamento.
Distúrbios hepatobiliares
Incomum: alterações dos testes de função do fígado.
Desconhecida: lesão hepática induzida por medicamentos (problemas no fígado). incluindo lesão hepatocelular (lesão na célula
do fígado), hepatite aguda (inflamação do fígado) e insuficiência hepática fulminante (redução grave da função do fígado).
Distúrbios hepáticos
Os sintomas podem incluir uma sensação geral de mal-estar, com ou sem icterícia (pele e olhos amarelados), urina escura,
náuseas (enjoos), vômitos e/ou dor abdominal. Foram observados casos raros de insuficiência hepática (incluindo casos fatais).
Desconhecido: problemas renais devido ao acúmulo de fosfolipídios.
Distúrbios de pele e tecido subcutâneo
Comum: erupção cutânea (da pele) e prurido (coceira).
Incomum: alterações da cor na pele e nas membranas mucosas, descoloração do cabelo e alopecia (perda de cabelo). Estes
sintomas geralmente regridem rapidamente com a suspensão do tratamento.
Desconhecida: erupções bolhosas incluindo eritema multiforme (manchas vermelhas planas ou elevadas, bolhas, ulcerações que
podem acometer todo o corpo), síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em
mucosas e grandes áreas do corpo) e necrólise epidérmica tóxica (quadro grave, caracterizado por erupção generalizada, com
bolhas rasas extensas e áreas de necrose epidérmica, à semelhança de grande queimadura, resultante principalmente de uma
reação tóxica a vários medicamentos), rash medicamentoso com eosinofilia e sintomas sistêmicos (erupção cutânea com aumento
de eosinófilos no sangue), fotossensibilidade, dermatite esfoliativa (alteração da pele acompanhada de descamação), pustulose
exantemática generalizada aguda (PEGA) (doença da pele geralmente induzida por droga, acompanhada de febre). PEGA deve
ser diferenciada de psoríase (doença inflamatória da pele), embora a hidroxicloroquina possa precipitar crises de psoríase.
Pode estar associada com febre e hiperleucocitose (contagem elevada de células brancas no sangue). A evolução do quadro
é geralmente favorável após a suspensão do tratamento.
Distúrbios musculoesquelético e do tecido conjuntivo
Incomum: distúrbios motoressensoriais.
Desconhecida: miopatia (problema no sistema muscular) dos músculos esqueléticos ou neuromiopatia (problema que ataca
ao mesmo tempo o sistema nervoso e os músculos) levando à fraqueza progressiva e atrofia (diminuição no tamanho) do
grupo de músculos proximais.
A miopatia pode ser reversível com a suspensão do tratamento, mas a recuperação pode durar alguns meses. Estudos de
diminuição dos reflexos tendinosos (movimentos reflexos desencadeados pela percussão de um tendão muscular) e
anormalidade na condução nervosa.
Pare de tomar hidroxicloroquina e contacte um médico imediatamente se notar algum dos seguintes efeitos colaterais graves -
pode necessitar de tratamento médico urgente:
ter pensamentos de automutilação ou suicídio (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Informe imediatamente o seu médico se algum dos seguintes efeitos colaterais se agravar ou durar mais do que alguns dias:
Sentir-se deprimido, nervoso ou ansioso, sentir-se confuso, agitado, dificuldade em dormir, delírios, alucinações, mudanças de
humor, sentir-se exultante ou superexcitado (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Efeitos colaterais
Desconhecida (frequência não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis): ritmo cardíaco anormal, ritmo cardíaco
irregular com risco à vida (observado no ECG) (vide item 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE
MEDICAMENTO?).
Desconhecida (frequência não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis): reações cutâneas graves, tais como (vide “O
que devo saber antes de usar este medicamento?”):
• erupções cutâneas acompanhadas por febre e sintomas semelhantes à gripe, e aumento dos gânglios linfáticos. Esta pode
ser uma condição chamada reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS).
• bolhas, descamação generalizada, manchas cheias de pus juntamente com febre. Esta pode ser uma condição chamada
pustulose exantemática aguda generalizada (GAPE).
• bolhas ou descamação da pele ao redor dos lábios, olhos, boca, nariz, órgãos genitais, mãos ou pés, sintomas parecidos
com gripe e febre. Esta pode ser uma condição chamada síndrome de Stevens-Johnson (SSJ).
• múltiplas lesões cutâneas, coceira na pele, dores nas articulações, febre e uma sensação de mal-estar geral. Esta pode
ser uma circunstância chamada necrólise epidérmica tóxica (NET).
• reação da pele, incluindo cor avermelhada-roxo, feridas dolorosas, particularmente em seus braços, mãos, dedos, rosto
e pescoço, que também pode ser acompanhado de febre. Pode ser uma doença chamada síndrome de Sweet.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também a empresa, através do seu serviço de atendimento.
Composição
Cada comprimido revestido contém:
sulfato de hidroxicloroquina*.............................................................................................................................400mg
Excipiente**q.s.p.....................................................................................................................................1comprimido
*Cada 400 mg de sulfato de hidroxicloroquina, equivale a 309,6 mg de hidroxicloroquinabase.
**Excipientes: amido, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, álcool polivinílico, estearato de magnésio, dióxido de titânio, macrogol e talco
Especificações
Gênero:Unissex
Origem:Nacional
Descrição Marketplace:<H2 style="DISPLAY: inline">O que é Sulfato de Hidroxicloroquina? </H2><BR><STRONG>Sulfato de Hidroxicloroquina</STRONG> é um <STRONG>medicamento</STRONG> <STRONG>antiartrítico</STRONG>, indicado para o tratamento de doenças reumáticas e <STRONG>dermatológicas</STRONG>, como <STRONG>artrite reumatoide</STRONG>, <STRONG>lúpus eritematoso sistêmico</STRONG> e <STRONG>discoide</STRONG>, além de condições de pele causadas ou agravadas pela exposição solar.
<P></P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Como o Sulfato de Hidroxicloroquina funciona? </H2><BR>O Sulfato de Hidroxicloroquina atua por meio de múltiplos mecanismos, incluindo a inibição de enzimas, interferência na produção de prostaglandinas e na resposta imune, além de bloquear a degradação da cartilagem e a ação de citocinas inflamatórias, contribuindo para o controle de doenças reumáticas e inflamatórias.
<P></P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Como usar o Sulfato de Hidroxicloroquina? </H2><BR><STRONG>Posologia</STRONG><BR><STRONG>Lúpus eritematoso sistêmico e discoide:</STRONG> Dose inicial para adultos: 400 a 800mg diários. Dose de manutenção: 200 a 400mg diários.<BR><STRONG>Artrite reumatoide:</STRONG> Dose inicial para adultos: 400 a 600mg diários. Dose de manutenção: 200 a 400mg diários.<BR><STRONG>Artrite crônica juvenil:</STRONG> A posologia não deve exceder 6,5mg/kg de peso/dia, até uma dose máxima diária de 400mg.<BR><STRONG>Doenças fotossensíveis (condições na pele provocadas ou agravadas pela luz):</STRONG> O tratamento com este medicamento deve ser de 400mg/dia no momento inicial e depois reduzido para 200 mg/dia. Se possível, o tratamento deve ser iniciado alguns dias antes à exposição solar.<BR><STRONG>- Malária:</STRONG><BR><STRONG>Tratamento supressivo</STRONG><BR><STRONG>Uso adulto:</STRONG> 1 comprimido de 400mg deste medicamento a intervalossemanais.<BR><STRONG>Uso em crianças:</STRONG> a dose supressiva é de 6,5 mg/kg de peso semanalmente. Não deverá ser ultrapassada a dose para adultos, a despeito do peso.<BR><STRONG>Tratamento da crise aguda</STRONG><BR><STRONG>- Uso adulto:</STRONG> dose inicial de 800mg seguida de 400mg após 6 a 8 horas e 400mg diários em 2 dias consecutivos (total de 2 g de sulfato de hidroxicloroquina).<BR><STRONG>- Uso em crianças:</STRONG> administrar dose total de 32mg/kg (não superior a 2g) dividida em 3 dias, como se segue: primeira dose 12,9mg/kg (não exceder 800mg); segunda dose 6,5 mg/kg (não exceder 400mg) seis horas após a primeira dose; terceira dose 6,5mg/kg 18 horas após a segunda dose; quarta dose 6,5mg/kg 24 horas após a terceira dose.
<P></P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Quais são as reações adversas do Sulfato de Hidroxicloroquina? </H2><BR>Assim como todo e qualquer medicamento, Sulfato de Hidroxicloroquina pode apresentar efeitos colaterais, alguns deles podem ser:<BR><STRONG>- Reações comuns:</STRONG> Anorexia, labilidade emocional, dor de cabeça, dor abdominal e náusea, erupção cutânea (da pele) e prurido (coceira).<BR><STRONG>- Reações incomuns:</STRONG> Tontura, retinopatia, vertigem, zumbido, alterações dos testes de função do fígado.<BR>Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.
Composição:<P align=justify>Cada comprimido revestido contém:<BR>sulfato de hidroxicloroquina*.............................................................................................................................400mg<BR>Excipiente**q.s.p.....................................................................................................................................1comprimido<BR>*Cada 400 mg de sulfato de hidroxicloroquina, equivale a 309,6 mg de hidroxicloroquinabase.<BR>**Excipientes: amido, fosfato de cálcio dibásico di-hidratado, álcool polivinílico, estearato de magnésio, dióxido de titânio, macrogol e talco</P>
Indicação:<P align=justify>O sulfato de hidroxicloroquina é indicado para o tratamento de:<BR>- afecções reumáticas e dermatológicas (reumatismo e problemas de pele);<BR>- artrite reumatoide (inflamação crônica das articulações);<BR>- artrite reumatoide juvenil (em crianças);<BR>- lúpus eritematoso sistêmico (doença multissistêmica);<BR>- lúpus eritematoso discoide (lúpus eritematoso da pele);<BR>- condições dermatológicas (problemas de pele) provocadas ou agravadas pela luz solar.</P>
Classificação:Tarja vermelha
BloqueioVenda:Não
Contraindicação:<P align=justify>Este medicamento (sulfato de hidroxicloroquina) é contraindicado em pacientes com alergia conhecida aos componentes da<BR>fórmula, aos derivados da 4-aminoquinolina e pacientes que apresentam maculopatias pré-existentes (distúrbios visuais). Só o<BR>médico pode decidir sobre o uso de sulfato de hidroxicloroquina durante a gravidez e amamentação.<BR>Este medicamento é contraindicado para menores de 6 anos.</P>
Reações Adversas:<P>Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento); Reação comum (ocorre entre 1%<BR>e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento); Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este<BR>medicamento); Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento); Reação muito rara (ocorre<BR>em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam estemedicamento); Frequência desconhecida (não pode ser estimada pelos dados<BR>disponíveis).<BR>Distúrbios do sangue e do sistema linfático<BR>Desconhecida: depressão da medula óssea, anemia (redução no número de células vermelhas do sangue), anemia aplástica (forma<BR>de anemia na qual a medula óssea falha em produzir números adequados de elementos do sangue), agranulocitose<BR>(diminuição de alguns tipos de leucócitos do sangue), leucopenia (redução das células brancas do sangue), trombocitopenia<BR>(diminuição no número de plaquetassanguíneas).<BR>Distúrbios do sistema imune<BR>Desconhecida: urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira), angioedema (inchaço em região<BR>subcutânea ou em mucosas, geralmente de origem alérgica), broncoespasmo (contração dos brônquios, que pode ocasionar<BR>chiado no peito).<BR>Distúrbios de metabolismo e nutrição<BR>Comum: anorexia (perda de apetite).<BR>Desconhecida: hipoglicemia (diminuição da taxa de açúcar no sangue).<BR>A hidroxicloroquina pode exacerbar o quadro de porfiria (grupo de doençasmetabólicas).<BR>Distúrbios psiquiátricos<BR>Comum: labilidade emocional (mudança rápida de humor). Incomum: nervosismo.<BR>Desconhecida: psicose e comportamento suicida, depressão, alucinações, ansiedade, agitação, confusão, delírios, mania e<BR>distúrbios do sono.<BR>Distúrbios renais e urinários<BR>Desconhecido: fosfolipidose renal levando a lesão renal.<BR>Distúrbios do sistema nervoso<BR>Comum: dor de cabeça.<BR>Incomum: tontura.<BR>Desconhecida: convulsões (contração involuntária dos músculos) têm sido reportadas com esta classe de medicamentos.<BR>Distúrbios extrapiramidais (relacionados à coordenação e controle dos movimentos), como distonia (contrações musculares<BR>involuntárias), discinesia (movimentos involuntários anormais do corpo) e tremor (vide item 4. O QUE DEVO SABER<BR>ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?).<BR>Distúrbios oculares<BR>Comum: visão borrada devido a distúrbios de acomodação que é dose dependente e reversível.<BR>Incomum: retinopatia (doença da retina) com alterações na coloração e do campo visual. Na sua forma precoce, elas parecem<BR>ser reversíveis com a descontinuação da hidroxicloroquina. Caso o tratamento não seja suspenso a tempo, existe risco de<BR>progressão da retinopatia, mesmo após a suspensão do mesmo. Pacientes com alterações retinianas podem ser inicialmente<BR>assintomáticos (sem sintomas), ou podem apresentar escotomas (perda total ou parcial da clareza ou nitidez da visão) visuais<BR>paracentral e pericentral do tipo anular, escotomas temporais e visão anormal das cores.<BR>Foram relatadas alterações na córnea incluindo opacificação (perda da transparência) e inchaço. Tais alterações podem ser<BR>assintomáticas, ou podem causar distúrbios tais como halos visão borrada ou fotofobia (sensibilidade à luz). Estes sintomas<BR>podem ser transitórios ou são reversíveis com a suspensão do tratamento.<BR>Desconhecida: casos de maculopatia e degeneração macular foram reportados e podem serirreversíveis.<BR>Distúrbios de audição e labirinto<BR>Incomum: vertigem (tontura) e zumbido.<BR>Desconhecida: perda de audição.<BR>Distúrbios cardíacos<BR>Desconhecida: cardiomiopatia (doença do coração) que pode resultar em insuficiência cardíaca e em alguns casos podendo<BR>ser fatal (vide itens 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO? e 9. O QUE FAZER SE ALGUÉM<BR>USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO? –<BR>Sinais e Sintomas).<BR>Toxicidade crônica deve ser considerada quando ocorrerem distúrbios de condução (dificuldade da passagem do estímulo<BR>elétrico) (bloqueio de ramo/bloqueio atrioventricular) bem como hipertrofia biventricular (espessamento da parede dos<BR>ventrículos). A suspensão do tratamento leva à recuperação.<BR>Distúrbios gastrintestinais<BR>Muito comum: dor abdominal e náusea.<BR>Comum: diarreia e vômito.<BR>Esses sintomas geralmente regridem imediatamente com redução da dose ou suspensão do tratamento.<BR>Distúrbios hepatobiliares<BR>Incomum: alterações dos testes de função do fígado.<BR>Desconhecida: lesão hepática induzida por medicamentos (problemas no fígado). incluindo lesão hepatocelular (lesão na célula<BR>do fígado), hepatite aguda (inflamação do fígado) e insuficiência hepática fulminante (redução grave da função do fígado).<BR>Distúrbios hepáticos<BR>Os sintomas podem incluir uma sensação geral de mal-estar, com ou sem icterícia (pele e olhos amarelados), urina escura,<BR>náuseas (enjoos), vômitos e/ou dor abdominal. Foram observados casos raros de insuficiência hepática (incluindo casos fatais).<BR>Desconhecido: problemas renais devido ao acúmulo de fosfolipídios.<BR>Distúrbios de pele e tecido subcutâneo<BR>Comum: erupção cutânea (da pele) e prurido (coceira).<BR>Incomum: alterações da cor na pele e nas membranas mucosas, descoloração do cabelo e alopecia (perda de cabelo). Estes<BR>sintomas geralmente regridem rapidamente com a suspensão do tratamento.<BR>Desconhecida: erupções bolhosas incluindo eritema multiforme (manchas vermelhas planas ou elevadas, bolhas, ulcerações que<BR>podem acometer todo o corpo), síndrome de Stevens-Johnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em<BR>mucosas e grandes áreas do corpo) e necrólise epidérmica tóxica (quadro grave, caracterizado por erupção generalizada, com<BR>bolhas rasas extensas e áreas de necrose epidérmica, à semelhança de grande queimadura, resultante principalmente de uma<BR>reação tóxica a vários medicamentos), rash medicamentoso com eosinofilia e sintomas sistêmicos (erupção cutânea com aumento<BR>de eosinófilos no sangue), fotossensibilidade, dermatite esfoliativa (alteração da pele acompanhada de descamação), pustulose<BR>exantemática generalizada aguda (PEGA) (doença da pele geralmente induzida por droga, acompanhada de febre). PEGA deve<BR>ser diferenciada de psoríase (doença inflamatória da pele), embora a hidroxicloroquina possa precipitar crises de psoríase.<BR>Pode estar associada com febre e hiperleucocitose (contagem elevada de células brancas no sangue). A evolução do quadro<BR>é geralmente favorável após a suspensão do tratamento.<BR>Distúrbios musculoesquelético e do tecido conjuntivo<BR>Incomum: distúrbios motoressensoriais.<BR>Desconhecida: miopatia (problema no sistema muscular) dos músculos esqueléticos ou neuromiopatia (problema que ataca<BR>ao mesmo tempo o sistema nervoso e os músculos) levando à fraqueza progressiva e atrofia (diminuição no tamanho) do<BR>grupo de músculos proximais.<BR>A miopatia pode ser reversível com a suspensão do tratamento, mas a recuperação pode durar alguns meses. Estudos de<BR>diminuição dos reflexos tendinosos (movimentos reflexos desencadeados pela percussão de um tendão muscular) e<BR>anormalidade na condução nervosa.<BR>Pare de tomar hidroxicloroquina e contacte um médico imediatamente se notar algum dos seguintes efeitos colaterais graves -<BR>pode necessitar de tratamento médico urgente:<BR>ter pensamentos de automutilação ou suicídio (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).<BR>Informe imediatamente o seu médico se algum dos seguintes efeitos colaterais se agravar ou durar mais do que alguns dias:<BR>Sentir-se deprimido, nervoso ou ansioso, sentir-se confuso, agitado, dificuldade em dormir, delírios, alucinações, mudanças de<BR>humor, sentir-se exultante ou superexcitado (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).<BR>Efeitos colaterais<BR>Desconhecida (frequência não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis): ritmo cardíaco anormal, ritmo cardíaco<BR>irregular com risco à vida (observado no ECG) (vide item 4. O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE<BR>MEDICAMENTO?).<BR>Desconhecida (frequência não pode ser calculada a partir dos dados disponíveis): reações cutâneas graves, tais como (vide “O<BR>que devo saber antes de usar este medicamento?”):<BR>• erupções cutâneas acompanhadas por febre e sintomas semelhantes à gripe, e aumento dos gânglios linfáticos. Esta pode<BR>ser uma condição chamada reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS).<BR>• bolhas, descamação generalizada, manchas cheias de pus juntamente com febre. Esta pode ser uma condição chamada<BR>pustulose exantemática aguda generalizada (GAPE).<BR>• bolhas ou descamação da pele ao redor dos lábios, olhos, boca, nariz, órgãos genitais, mãos ou pés, sintomas parecidos<BR>com gripe e febre. Esta pode ser uma condição chamada síndrome de Stevens-Johnson (SSJ).<BR>• múltiplas lesões cutâneas, coceira na pele, dores nas articulações, febre e uma sensação de mal-estar geral. Esta pode<BR>ser uma circunstância chamada necrólise epidérmica tóxica (NET).<BR>• reação da pele, incluindo cor avermelhada-roxo, feridas dolorosas, particularmente em seus braços, mãos, dedos, rosto<BR>e pescoço, que também pode ser acompanhado de febre. Pode ser uma doença chamada síndrome de Sweet.<BR>Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do<BR>medicamento. Informe também a empresa, através do seu serviço de atendimento.</P>
Como Usar:<P align=justify>Este medicamento deve ser tomado durante uma refeição, ou com um copo de leite.<BR>Doenças reumáticas (doença caracterizada por dor muscular e na articulação)<BR>A ação deste medicamento é cumulativa e exigirá várias semanas para exercer seus efeitos terapêuticos benéficos, enquanto<BR>efeitos colaterais de baixa gravidade podem ocorrer relativamente cedo. Alguns meses de terapia podem ser necessários antes<BR>que os efeitos máximos possam ser obtidos. Caso uma melhora objetiva (redução do inchaço da articulação, aumento da<BR>mobilidade) não ocorra em 6 meses, este medicamento deverá ser descontinuado.<BR>• Lúpus eritematoso sistêmico e discoide Dose inicial para adultos: 400 a 800 mg diários. Dose de manutenção: 200 a 400<BR>mg diários.<BR>• Artrite reumatoide<BR>Dose inicial para adultos: 400 a 600 mg diários. Dose de manutenção: 200 a 400 mg diários.<BR>• Artrite crônica juvenil<BR>A posologia não deve exceder 6,5mg/kg de peso/dia, até uma dose máxima diária de 400mg.<BR>• Doenças fotossensíveis (condições na pele provocadas ou agravadas pela luz)<BR>O tratamento com este medicamento deve ser de 400 mg/dia no momento inicial e depois reduzido para 200 mg/dia. Se possível,<BR>o tratamento deve ser iniciado alguns dias antes à exposição solar.<BR>• Malária (doença causada por protozoários)<BR>Tratamento supressivo<BR>Uso adulto: 1 comprimido de 400 mg deste medicamento a intervalossemanais.<BR>Uso em crianças: a dose supressiva é de 6,5 mg/kg de peso semanalmente. Não deverá ser ultrapassada a dose para adultos,<BR>a despeito do peso.<BR>Caso as circunstâncias permitam, o tratamento supressivo deverá ser iniciado 2 semanas antes da exposição. Entretanto, se isso<BR>não for possível, uma dose dupla inicial de 800 mg para adultos ou de 12,9 mg/kg para crianças pode ser recomendada,<BR>dividida em duas tomadas com 6 horas de intervalo. A terapêutica supressiva deverá ser continuada por 8 semanas após deixar<BR>à área endêmica (área geográfica reconhecida pela transmissão de uma determinadadoença).<BR>Tratamento da crise aguda<BR>Uso adulto: dose inicial de 800 mg seguida de 400 mg após 6 a 8 horas e 400 mg diários em 2 dias consecutivos (total de 2 g<BR>de sulfato de hidroxicloroquina). Um método alternativo, empregando uma única dose de 800 mg (620 mg base) provou ser<BR>também eficaz. A dose para adultos também pode ser calculada na base do peso corporal. Esse método é o preferível para uso<BR>em pediatria (em crianças).<BR>Uso em crianças: administrar dose total de 32 mg/kg (não superior a 2 g) dividida em 3 dias, como se segue: primeira dose<BR>12,9 mg/kg (não exceder 800 mg); segunda dose 6,5 mg/kg (não exceder 400 mg) seis horas após a primeira dose; terceira dose<BR>6,5 mg/kg 18 horas após a segunda dose; quarta dose 6,5 mg/kg 24 horas após a terceira dose.<BR>Não há estudos dos efeitos deste medicamento administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir<BR>a eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral, conforme recomendado pelo médico.<BR>Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o<BR>tratamento sem o conhecimento do seu médico.<BR>Este medicamento não deve ser aberto ou mastigado.</P>
Classe do Medicamento:Antiartríticos
Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula.
Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico.
Medicamento genérico - Lei N.º 9.787/99.
Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/Bula-Sulfato-de-Hidroxicloroquina-Eurofarma-Paciente-Consulta-Remedios_93ffe92e-0ed7-43df-8a01-a01b1d6ccf7d.pdf
Quantidade:30 Comprimidos
Fases da Vida:Para adultos
Parte do Corpo:Para articulação
Princípio Ativo:Sulfato De Hidroxicloroquina
Doenças e Complicações:Para artrite
Forma de Administração:Uso oral
Prescrição Médica:Sim
Tipo de Medicamento:Genérico