MedicamentosAntidiabéticoEmpagliflozina 10mg EMS 30 Comprimidos Revestidos
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Empagliflozina 10mg EMS 30 Comprimidos Revestidos

EMS
Cód: 35476

Empagliflozina é indicada para o tratamento do diabetes tipo 2, insuficiência cardíaca e doença renal crônica, auxiliando no controle glicêmico e na proteção cardiovascular e renal.Ver mais

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Descrição do Produto

O que é Empagliflozina 10mg EMS e para que serve?

A Empagliflozina 10mg EMS é um medicamento indicado para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2 em adultos. Seu princípio ativo pertence à classe dos inibidores do cotransportador de sódio-glicose tipo 2 (SGLT2), que atua reduzindo os níveis de glicose no sangue ao favorecer a eliminação do excesso de açúcar pela urina. Além de auxiliar no controle da glicemia, a empagliflozina pode ser indicada pelo médico para pacientes com determinadas condições cardiovasculares e renais, conforme as indicações aprovadas em bula. O uso deve ser feito sempre com prescrição médica e associado a hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e prática regular de atividade física.

Como a o medicamento Empagliflozina 10mg EMS funciona?

A Empagliflozina 25mg EMS é um medicamento indicado para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2 em adultos. Seu princípio ativo pertence à classe dos inibidores do cotransportador de sódio-glicose tipo 2 (SGLT2), que atua reduzindo os níveis de glicose no sangue ao favorecer a eliminação do excesso de açúcar pela urina. Além de auxiliar no controle da glicemia, a empagliflozina pode ser indicada pelo médico para pacientes com determinadas condições cardiovasculares e renais, conforme as indicações aprovadas em bula. O uso deve ser feito sempre com prescrição médica e associado a hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e prática regular de atividade física.

Importante: Empagliflozina EMS é um medicamento de venda sob prescrição médica e deve ser utilizado somente conforme orientação do profissional de saúde. Antes de usar, leia a bula.

Como tomar a Empagliflozina 10mg EMS corretamente?

- Uso oral, uma vez ao dia, com ou sem alimentos.
- A dose inicial costuma ser de 10 mg ao dia, podendo ser ajustada pelo médico.
- O comprimido deve ser ingerido inteiro, com água.
- Não interrompa o tratamento sem orientação médica.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.

Quem não deve usar a Empagliflozina?

Você não deve usar empagliflozina se tiver alergia à empagliflozina ou a qualquer um dos componentes da fórmula, ou em caso de doenças hereditárias raras que podem ser incompatíveis com os componentes da fórmula.

Quais são os possíveis efeitos colaterais da Empagliflozina?

Os efeitos mais comuns incluem:
- infecções urinárias;
- infecções genitais por fungos;
- aumento da frequência urinária;
- sede;
- tontura.
Caso surjam sintomas intensos ou inesperados, procure atendimento médico.

Perguntas Frequentes:

1. A Empagliflozina 10mg EMS pode ser tomada junto com outros medicamentos para diabetes?

Sim, a Empagliflozina 10mg EMS pode ser utilizada em associação com outros medicamentos para o tratamento do diabetes tipo 2, quando recomendado pelo médico. A combinação depende da avaliação clínica de cada paciente e do controle da glicemia.

2. É necessário fazer exames durante o tratamento com Empagliflozina 10mg EMS?

O acompanhamento médico é importante durante o uso da Empagliflozina 10mg EMS. O profissional pode solicitar exames periódicos para monitorar os níveis de glicose, a função renal e outros parâmetros necessários para avaliar a resposta ao tratamento.

3. O que fazer se eu esquecer de tomar a Empagliflozina 10mg EMS?

Caso esqueça uma dose da Empagliflozina 10mg EMS, siga as orientações da bula ou do médico. Não tome uma dose dupla para compensar o esquecimento. Em caso de dúvidas, procure orientação do profissional de saúde.

4. A Empagliflozina 10mg EMS ajuda a emagrecer?

Durante o tratamento, algumas pessoas podem apresentar redução de peso, porém a Empagliflozina 10mg EMS não é indicada para emagrecimento. Seu objetivo é auxiliar no controle da glicemia em pacientes com diabetes tipo 2. Qualquer mudança no peso deve ser acompanhada pelo médico.

5. Quem não deve usar a Empagliflozina 10mg EMS?

A Empagliflozina 10mg EMS possui contraindicações e não é indicada para todas as pessoas. Pacientes com determinadas condições clínicas, como alergia aos componentes da fórmula ou outras situações descritas na bula, devem consultar um médico antes de iniciar o tratamento. A avaliação profissional é essencial para um uso seguro.

A Empagliflozina EMS é um medicamento indicado para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2. Seu uso deve ser realizado sempre com acompanhamento profissional para garantir maior segurança e eficácia durante o tratamento. Ao buscar o medicamento em farmácias de confiança, como a Drogal, você garante mais segurança e qualidade para o seu tratamento.

Contraindicação

Você não deve usar empagliflozina se tiver alergia à empagliflozina ou a qualquer um dos componentes da fórmula, ou em caso de doenças hereditárias raras que podem ser incompatíveis com os componentes da fórmula.

Instruções de Uso

O comprimido revestido de empagliflozina deve ser ingerido por via oral, com ou sem alimentos.
Diabetes mellitus tipo 2 (DM2):
A dose inicial recomendada para o tratamento do DM2 é de 10 mg uma vez ao dia. O tratamento da hiperglicemia (níveis elevados de açúcar no sangue) em pacientes com DM2 deve ser individualizado com base na eficácia e tolerabilidade. Em pacientes que toleram empagliflozina 10 mg uma vez ao dia, sem comprometimento renal grave (TFGe ? 30 ml/min/1,73 m²) e que requerem controle da glicemia mais rigoroso, a dose pode ser aumentada para 25 mg uma vez ao dia. A dose máxima diária para o tratamento de DM2 é 25 mg e não deve ser excedida.
A eficácia da empagliflozina para reduzir a glicemia depende do funcionamento dos rins e pode ser reduzida em pacientes com problema grave nos rins (TFGe < 30 mL/min/1,73m2
); a dose recomendada da empagliflozina para esses pacientes é de até 10 mg. Seu médico deverá considerar um tratamento adicional para redução da glicose no sangue.
Insuficiência cardíaca:
A dose recomendada para o tratamento da insuficiência cardíaca é de 10 mg uma vez ao dia.
Doença renal crônica:
A dose recomendada para o tratamento da doença renal crônica é de 10 mg uma vez ao dia.
Não se recomenda ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática (problemas no funcionamento do fígado) e em idosos.
Não se recomenda iniciar o uso da empagliflozina em pacientes recebendo diálise, devido à experiência limitada.
Pacientes pediátricos:
A dose inicial recomendada para o tratamento da diabetes mellitus tipo 2 é de 10 mg uma vez ao dia. Em pacientes que toleram 10 mg uma vez ao dia e que requerem controle glicêmico adicional, a dose pode ser aumentada para 25 mg uma vez ao dia. Não há dados disponíveis em crianças com TFGe <60ml/min/1,73 m2 e em crianças abaixo de 10 anos.
Não foram estabelecidas a segurança e eficácia da empagliflozina para tratamento de insuficiência cardíaca e doença renal crônica em crianças abaixo de 18 anos.
Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações Adversa

A empagliflozina foi estudada para o tratamento de pacientes com diabetes tipo 2 tanto sozinha quanto em combinação a outros antidiabéticos. As reações adversas abaixo relatadas são apresentadas de acordo
com a frequência:
Adultos:
Reação muito comum: queda dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia), observada quando a empagliflozina foi utilizada em associação com sulfonilureia ou em associação com insulina.
Reações comuns: monilíase vaginal (infecção na vagina provocada por fungo), vulvovaginite (inflamação na vulva e vagina), balanite (inflamação ou infecção da glande peniana) e outras infecções genitais*, micção aumentada (frequência e volume de urina aumentados), prurido (coceira), reações alérgicas de pele (exemplo: rash (vermelhidão na pele), urticária (placas elevadas, geralmente com coceira)), infecções do trato urinário (incluindo pielonefrite (infecção nos rins) e urosepse (infecção generalizada de origem renal)), sede, aumento de lipídeos (um tipo de gordura) no sangue e constipação intestinal (empagliflozina 10 mg).
Reações incomuns: hipovolemia (diminuição do volume sanguíneo), disúria (dor para urinar), aumento da creatinina no sangue, cetoacidose, taxa de filtração glomerular diminuída (diminuição da filtração realizada pelos rins (empagliflozina 10 mg)), aumento do hematócrito (aumento da concentração dos glóbulos vermelhos do sangue; empagliflozina 25 mg) e constipação intestinal (empagliflozina 25 mg).
Reação rara: aumento do hematócrito (aumento da concentração dos glóbulos vermelhos do sangue; empagliflozina 10 mg).
Reação com frequência desconhecida: angioedema (tipo de reação alérgica caracterizada por inchaço localizado), fasciíte necrosante do períneo (também conhecida como gangrena de Fournier, que é uma infecção grave na região genital, glúteos, virilha e ânus, com lesão na pele), cetoacidose (empagliflozina 25 mg), taxa de filtração glomerular diminuída (diminuição da filtração realizada pelos rins; empagliflozina 25 mg). *foram reportados casos de fimose/fimose adquirida concomitantemente com infecções genitais.
Crianças a partir de 10 anos: de forma geral, o perfil de segurança em crianças foi semelhante ao perfil de segurança em adultos com DM2.
Reação muito comum: queda dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia), observada quando a empagliflozina foi utilizada em associação com sulfonilureia ou em associação com insulina.
Reações comuns: monilíase vaginal (infecção na vagina provocada por fungo), vulvovaginite (inflamação na vulva e vagina), balanite (inflamação ou infecção da glande peniana) e outras infecções genitais*, infecções do trato urinário (incluindo pielonefrite (infecção nos rins) e urosepse (infecção generalizada de origem renal)), reações alérgicas de pele (exemplo: rash (vermelhidão na pele), urticária (placas elevadas, geralmente com coceira)), micção aumentada (frequência e volume de urina aumentados), sede, aumento de lipídeos (um tipo de gordura) no sangue.
Reação com frequência desconhecida: fasciíte necrosante do períneo (também conhecida como gangrena de Fournier, que é uma infecção grave na região genital, glúteos, virilha e ânus, com lesão na pele), cetoacidose, constipação intestinal, prurido (coceira), angioedema (tipo de reação alérgica caracterizada por inchaço localizado), hipovolemia (diminuição do volume sanguíneo), disúria (dor para urinar), aumento da creatinina no sangue, taxa de filtração glomerular diminuída (diminuição da filtração realizada pelos rins), aumento do hematócrito (aumento da concentração dos glóbulos vermelhos do sangue). *foram reportados casos de fimose/fimose adquirida concomitantemente com infecções genitais.
Para a indicação de insuficiência cardíaca, a empagliflozina foi estudada somente com a apresentação de 10 mg (veja 6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?). As seguintes reações adversas foram observadas durante o estudo:
- Reação muito comum: hipovolemia (diminuição do volume sanguíneo);
- Reações comuns: monilíase/candidíase vaginal (infecção provocada por fungo na vagina), vulvovaginite (inflamação na vulva e vagina), balanite (inflamação ou infecção da glande peniana) e outras infecções genitais, prurido (coceira), reações alérgicas de pele (ex. vermelhidão na pele (rash), placas elevadas, geralmente com coceira (urticária)), infecções do trato urinário (incluindo pielonefrite (infecção nos rins) e urosepse (infecção generalizada de origem renal)), aumento de um tipo de gordura (lipídeos) no sangue, queda dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia) observada quando a empagliflozina foi utilizada em associação com sulfonilureia ou em associação com insulina e
constipação intestinal;
- Reações incomuns: micção aumentada (frequência e volume de urina aumentados), sede, angioedema (tipo de reação alérgica caracterizada por inchaço localizado), disúria (dor para urinar), aumento da creatinina no sangue, taxa de filtração glomerular diminuída (diminuição da filtração realizada pelos rins), aumento da concentração dos glóbulos vermelhos do sangue (aumento do hematócrito) e cetoacidose;
- Reação rara: fasciíte necrosante do períneo (também conhecida como gangrena de Fournier, que é uma infecção grave na região genital, glúteos, virilha e ânus com lesão na pele);
Para a indicação de doença renal crônica, a empagliflozina foi estudada somente com a apresentação de 10 mg (veja 6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?). Não foram identificadas novas reações adversas neste estudo.
A empagliflozina se mostrou segura em todas as indicações estudadas.
Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.

Composição

Cada comprimido revestido de 10 mg contém:
empagliflozina......................................................................................................................................10 mg
excipiente* q.s.p............................................................................................................................1 com rev
*lactose monoidratada, croscarmelose sódica, celulose microcristalina, amido, dióxido de silício, estearato de magnésio, álcool polivinílico, talco, dióxido de titânio, monocaprilocaprato de glicerila, copolímero de álcool polivinílico macrogol, amarelo de tartrazina laca de alumínio, azul de indigotina 132 laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Especificações

Gênero:Unissex

Origem:Nacional

Título Marketplace:Empagliflozina 10mg EMS 30 Comprimidos Revestidos

Descrição Marketplace:<H2 style="DISPLAY: inline">O que é Empagliflozina 10mg EMS&nbsp;e para que serve?</H2> <P>A <STRONG>Empagliflozina 10mg EMS</STRONG> é um medicamento indicado para o tratamento do <STRONG>diabetes mellitus tipo 2</STRONG> em adultos. Seu princípio ativo pertence à classe dos inibidores do cotransportador de sódio-glicose tipo 2 (SGLT2), que atua reduzindo os níveis de glicose no sangue ao favorecer a eliminação do excesso de açúcar pela urina. Além de auxiliar no controle da glicemia, a empagliflozina pode ser indicada pelo médico para pacientes com determinadas condições cardiovasculares e renais, conforme as indicações aprovadas em bula. O uso deve ser feito sempre com prescrição médica e associado a hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e prática regular de atividade física.</P> <H2 style="DISPLAY: inline">Como a o medicamento Empagliflozina 10mg EMS&nbsp;funciona?</H2> <P>A empagliflozina reduz a reabsorção da glicose pelos rins, favorecendo sua eliminação pela urina. Além de controlar a glicemia, também pode oferecer benefícios para a saúde cardiovascular e renal.</P> <P><STRONG>Importante:</STRONG> Empagliflozina EMS é um medicamento de venda sob prescrição médica com retenção de receita e deve ser utilizado somente conforme orientação do profissional de saúde. Antes de usar, leia a bula.</P> <H2 style="DISPLAY: inline">Como tomar a Empagliflozina 10mg EMS corretamente?</H2> <P>- Uso oral, uma vez ao dia, com ou sem alimentos.<BR>- A dose inicial costuma ser de 10 mg ao dia, podendo ser ajustada pelo médico.<BR>- O comprimido deve ser ingerido inteiro, com água.<BR>- Não interrompa o tratamento sem orientação médica. <BR>Este medicamento não deve ser partido ou mastigado. </P> <H2 style="DISPLAY: inline">Quem não deve usar a Empagliflozina?</H2> <P>Você não deve usar empagliflozina se tiver alergia à empagliflozina ou a qualquer um dos componentes da fórmula, ou em caso de doenças hereditárias raras que podem ser incompatíveis com os componentes da fórmula.</P> <H2 style="DISPLAY: inline">Quais são os possíveis efeitos colaterais da Empagliflozina?</H2> <P><STRONG>Os efeitos mais comuns incluem:<BR></STRONG>- infecções urinárias;<BR>- infecções genitais por fungos;<BR>- aumento da frequência urinária;<BR>- sede;<BR>- tontura.<BR>Caso surjam sintomas intensos ou inesperados, procure atendimento médico.</P> <P> <P> <H3 style="DISPLAY: inline">Perguntas Frequentes:</H3> <P></P> <P> <H3 style="DISPLAY: inline"></H3> <H3 style="DISPLAY: inline">1. A Empagliflozina 10mg EMS pode ser tomada junto com outros medicamentos para diabetes?</H3> <P></P> <P>Sim, a Empagliflozina 10mg EMS pode ser utilizada em associação com outros medicamentos para o tratamento do diabetes tipo 2, quando recomendado pelo médico. A combinação depende da avaliação clínica de cada paciente e do controle da glicemia.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">2. É necessário fazer exames durante o tratamento com Empagliflozina 10mg EMS?</H3> <P>O acompanhamento médico é importante durante o uso da Empagliflozina 10mg EMS. O profissional pode solicitar exames periódicos para monitorar os níveis de glicose, a função renal e outros parâmetros necessários para avaliar a resposta ao tratamento.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">3. O que fazer se eu esquecer de tomar a Empagliflozina 10mg EMS?</H3> <P>Caso esqueça uma dose da Empagliflozina 10mg EMS, siga as orientações da bula ou do médico. Não tome uma dose dupla para compensar o esquecimento. Em caso de dúvidas, procure orientação do profissional de saúde.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">4. A Empagliflozina 10mg EMS ajuda a emagrecer?</H3> <P>Durante o tratamento, algumas pessoas podem apresentar redução de peso, porém a Empagliflozina 10mg EMS não é indicada para emagrecimento. Seu objetivo é auxiliar no controle da glicemia em pacientes com diabetes tipo 2. Qualquer mudança no peso deve ser acompanhada pelo médico.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">5. Quem não deve usar a Empagliflozina 10mg EMS?</H3> <P>A Empagliflozina 10mg EMS possui contraindicações e não é indicada para todas as pessoas. Pacientes com determinadas condições clínicas, como alergia aos componentes da fórmula ou outras situações descritas na bula, devem consultar um médico antes de iniciar o tratamento. A avaliação profissional é essencial para um uso seguro.</P> <P>A Empagliflozina <STRONG>EMS</STRONG>&nbsp;é um medicamento indicado para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2. Seu uso deve ser realizado sempre com acompanhamento profissional para garantir maior segurança e eficácia durante o tratamento. </P>

Composição:<P>Cada comprimido revestido de 10 mg contém:<BR>empagliflozina......................................................................................................................................10 mg<BR>excipiente* q.s.p............................................................................................................................1 com rev<BR>*lactose monoidratada, croscarmelose sódica, celulose microcristalina, amido, dióxido de silício, estearato de magnésio, álcool polivinílico, talco, dióxido de titânio, monocaprilocaprato de glicerila, copolímero de álcool polivinílico macrogol, amarelo de tartrazina laca de alumínio, azul de indigotina 132 laca de alumínio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.<BR></P>

Indicação:<P>Controle glicêmico<BR>A empagliflozina é indicada para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2 (DM2) em adultos e crianças a partir de 10 anos de idade para melhorar o controle glicêmico em conjunto com dieta e exercícios.<BR>• Em adultos, pode ser utilizado como monoterapia ou em associação com metformina, tiazolidinedionas, metformina mais sulfonilureia, ou insulina com ou sem metformina com ou sem sulfonilureia.<BR>• Em crianças a partir de 10 anos de idade, pode ser utilizado como monoterapia ou em associação com metformina, insulina ou ambas. <BR>Prevenção de eventos cardiovasculares:<BR>A empagliflozina é indicada para pacientes adultos com diabetes mellitus tipo 2 e doenças do coração e vasos sanguíneos (doença cardiovascular) estabelecidas para reduzir o risco de:<BR>Morte por qualquer causa (reduzindo a morte por causa do coração ou dos vasos sanguíneos).<BR>Morte por causa do coração ou dos vasos sanguíneos ou internação por função inadequada do coração em bombear o sangue para o corpo.<BR>Insuficiência Cardíaca:<BR>A empagliflozina é indicada para pacientes adultos com insuficiência cardíaca independente da fração de ejeção do ventrículo esquerdo, com ou sem diabetes mellitus tipo 2 para:<BR>Reduzir o risco de morte cardiovascular e hospitalizações por insuficiência cardíaca;<BR>Retardar a perda da função renal.<BR>Doença renal crônica:<BR>A empagliflozina é indicada em adultos para o tratamento de doença crônica nos rins (doença renal crônica).</P>

Classificação:Tarja vermelha

BloqueioVenda:Não

Contraindicação:<P>Você não deve usar empagliflozina se tiver alergia à empagliflozina ou a qualquer um dos componentes da fórmula, ou em caso de doenças hereditárias raras que podem ser incompatíveis com os componentes da fórmula.<BR></P>

Reações Adversas:<P>A empagliflozina foi estudada para o tratamento de pacientes com diabetes tipo 2 tanto sozinha quanto em combinação a outros antidiabéticos. As reações adversas abaixo relatadas são apresentadas de acordo<BR>com a frequência:<BR>Adultos:<BR>Reação muito comum: queda dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia), observada quando a empagliflozina foi utilizada em associação com sulfonilureia ou em associação com insulina.<BR>Reações comuns: monilíase vaginal (infecção na vagina provocada por fungo), vulvovaginite (inflamação na vulva e vagina), balanite (inflamação ou infecção da glande peniana) e outras infecções genitais*, micção aumentada (frequência e volume de urina aumentados), prurido (coceira), reações alérgicas de pele (exemplo: rash (vermelhidão na pele), urticária (placas elevadas, geralmente com coceira)), infecções do trato urinário (incluindo pielonefrite (infecção nos rins) e urosepse (infecção generalizada de origem renal)), sede, aumento de lipídeos (um tipo de gordura) no sangue e constipação intestinal (empagliflozina 10 mg).<BR>Reações incomuns: hipovolemia (diminuição do volume sanguíneo), disúria (dor para urinar), aumento da creatinina no sangue, cetoacidose, taxa de filtração glomerular diminuída (diminuição da filtração realizada pelos rins (empagliflozina 10 mg)), aumento do hematócrito (aumento da concentração dos glóbulos vermelhos do sangue; empagliflozina 25 mg) e constipação intestinal (empagliflozina 25 mg). <BR>Reação rara: aumento do hematócrito (aumento da concentração dos glóbulos vermelhos do sangue; empagliflozina 10 mg).<BR>Reação com frequência desconhecida: angioedema (tipo de reação alérgica caracterizada por inchaço localizado), fasciíte necrosante do períneo (também conhecida como gangrena de Fournier, que é uma infecção grave na região genital, glúteos, virilha e ânus, com lesão na pele), cetoacidose (empagliflozina 25 mg), taxa de filtração glomerular diminuída (diminuição da filtração realizada pelos rins; empagliflozina 25 mg). *foram reportados casos de fimose/fimose adquirida concomitantemente com infecções genitais.<BR>Crianças a partir de 10 anos: de forma geral, o perfil de segurança em crianças foi semelhante ao perfil de segurança em adultos com DM2.<BR>Reação muito comum: queda dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia), observada quando a empagliflozina foi utilizada em associação com sulfonilureia ou em associação com insulina.<BR>Reações comuns: monilíase vaginal (infecção na vagina provocada por fungo), vulvovaginite (inflamação na vulva e vagina), balanite (inflamação ou infecção da glande peniana) e outras infecções genitais*, infecções do trato urinário (incluindo pielonefrite (infecção nos rins) e urosepse (infecção generalizada de origem renal)), reações alérgicas de pele (exemplo: rash (vermelhidão na pele), urticária (placas elevadas, geralmente com coceira)), micção aumentada (frequência e volume de urina aumentados), sede, aumento de lipídeos (um tipo de gordura) no sangue.<BR>Reação com frequência desconhecida: fasciíte necrosante do períneo (também conhecida como gangrena de Fournier, que é uma infecção grave na região genital, glúteos, virilha e ânus, com lesão na pele), cetoacidose, constipação intestinal, prurido (coceira), angioedema (tipo de reação alérgica caracterizada por inchaço localizado), hipovolemia (diminuição do volume sanguíneo), disúria (dor para urinar), aumento da creatinina no sangue, taxa de filtração glomerular diminuída (diminuição da filtração realizada pelos rins), aumento do hematócrito (aumento da concentração dos glóbulos vermelhos do sangue). *foram reportados casos de fimose/fimose adquirida concomitantemente com infecções genitais.<BR>Para a indicação de insuficiência cardíaca, a empagliflozina foi estudada somente com a apresentação de 10 mg (veja 6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?). As seguintes reações adversas foram observadas durante o estudo:<BR>- Reação muito comum: hipovolemia (diminuição do volume sanguíneo);<BR>- Reações comuns: monilíase/candidíase vaginal (infecção provocada por fungo na vagina), vulvovaginite (inflamação na vulva e vagina), balanite (inflamação ou infecção da glande peniana) e outras infecções genitais, prurido (coceira), reações alérgicas de pele (ex. vermelhidão na pele (rash), placas elevadas, geralmente com coceira (urticária)), infecções do trato urinário (incluindo pielonefrite (infecção nos rins) e urosepse (infecção generalizada de origem renal)), aumento de um tipo de gordura (lipídeos) no sangue, queda dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia) observada quando a empagliflozina foi utilizada em associação com sulfonilureia ou em associação com insulina e<BR>constipação intestinal;<BR>- Reações incomuns: micção aumentada (frequência e volume de urina aumentados), sede, angioedema (tipo de reação alérgica caracterizada por inchaço localizado), disúria (dor para urinar), aumento da creatinina no sangue, taxa de filtração glomerular diminuída (diminuição da filtração realizada pelos rins), aumento da concentração dos glóbulos vermelhos do sangue (aumento do hematócrito) e cetoacidose;<BR>- Reação rara: fasciíte necrosante do períneo (também conhecida como gangrena de Fournier, que é uma infecção grave na região genital, glúteos, virilha e ânus com lesão na pele);<BR>Para a indicação de doença renal crônica, a empagliflozina foi estudada somente com a apresentação de 10 mg (veja 6. COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?). Não foram identificadas novas reações adversas neste estudo.<BR>A empagliflozina se mostrou segura em todas as indicações estudadas.<BR>Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico.</P>

Como Usar:<P>O comprimido revestido de empagliflozina deve ser ingerido por via oral, com ou sem alimentos.<BR>Diabetes mellitus tipo 2 (DM2):<BR>A dose inicial recomendada para o tratamento do DM2 é de 10 mg uma vez ao dia. O tratamento da hiperglicemia (níveis elevados de açúcar no sangue) em pacientes com DM2 deve ser individualizado com base na eficácia e tolerabilidade. Em pacientes que toleram empagliflozina 10 mg uma vez ao dia, sem comprometimento renal grave (TFGe ? 30 ml/min/1,73 m²) e que requerem controle da glicemia mais rigoroso, a dose pode ser aumentada para 25 mg uma vez ao dia. A dose máxima diária para o tratamento de DM2 é 25 mg e não deve ser excedida.<BR>A eficácia da empagliflozina para reduzir a glicemia depende do funcionamento dos rins e pode ser reduzida em pacientes com problema grave nos rins (TFGe &lt; 30 mL/min/1,73m2<BR>); a dose recomendada da empagliflozina para esses pacientes é de até 10 mg. Seu médico deverá considerar um tratamento adicional para redução da glicose no sangue.<BR>Insuficiência cardíaca:<BR>A dose recomendada para o tratamento da insuficiência cardíaca é de 10 mg uma vez ao dia.<BR>Doença renal crônica:<BR>A dose recomendada para o tratamento da doença renal crônica é de 10 mg uma vez ao dia.<BR>Não se recomenda ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática (problemas no funcionamento do fígado) e em idosos.<BR>Não se recomenda iniciar o uso da empagliflozina em pacientes recebendo diálise, devido à experiência limitada.<BR>Pacientes pediátricos:<BR>A dose inicial recomendada para o tratamento da diabetes mellitus tipo 2 é de 10 mg uma vez ao dia. Em pacientes que toleram 10 mg uma vez ao dia e que requerem controle glicêmico adicional, a dose pode ser aumentada para 25 mg uma vez ao dia. Não há dados disponíveis em crianças com TFGe &lt;60ml/min/1,73 m2 e em crianças abaixo de 10 anos.<BR>Não foram estabelecidas a segurança e eficácia da empagliflozina para tratamento de insuficiência cardíaca e doença renal crônica em crianças abaixo de 18 anos.<BR>Este medicamento não deve ser partido ou mastigado.<BR>Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.</P>

Classe do Medicamento:Antidiabéticos

Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula. Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico. Medicamento genérico - Lei N.º 9.787/99.

Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/empagliflozina_cc241780-15da-49e8-b233-6c6cd8740d3f.pdf

Quantidade:30 Comprimidos

Fases da Vida:Para adultos

Parte do Corpo:Para o sistema endócrino

Princípio Ativo:Empagliflozina

Doenças e Complicações:Para diabetes

Forma de Administração:Uso oral

Apresentação:Comprimido

Prescrição Médica:Sim

Tipo de Medicamento:Genérico

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