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Empagliflozina 25mg Medquímica 30 Comprimidos Revestidos

Medquímica
Cód: 35241

Empagliflozina 25mg Medquímica com 30 comprimidos revestidos para o tratamento do diabetes tipo 2, auxiliando no controle glicêmico e na saúde cardiovascular.Ver mais

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Descrição do Produto

Empagliflozina 25mg Medquímica 30 Comprimidos: Tratamento do Diabetes Mellitus Tipo 2

A Empagliflozina 25mg Medquímica é indicada para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2, auxiliando no controle dos níveis de glicose no sangue quando associada à alimentação equilibrada e à prática de exercícios físicos. Além do controle glicêmico, a empagliflozina também possui indicações aprovadas para redução do risco de hospitalização por insuficiência cardíaca e auxílio na proteção da função renal em pacientes elegíveis, conforme avaliação médica.

Como a Empagliflozina funciona?

A Empagliflozina 25mg atua nos rins bloqueando a proteína SGLT2, responsável pela reabsorção da glicose para a corrente sanguínea. Dessa forma, o excesso de açúcar é eliminado pela urina, contribuindo para o controle da glicemia em pacientes com diabetes tipo 2.

Como usar e posologia:

A Empagliflozina 25mg deve ser administrada por via oral, com ou sem alimentos. O comprimido deve ser ingerido inteiro, sem partir ou mastigar.
Posologia: A dose deve ser utilizada conforme orientação médica. A dose inicial geralmente é de 10mg uma vez ao dia, podendo ser ajustada para 25mg ao dia de acordo com a necessidade terapêutica e avaliação do médico.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Quem não deve tomar Empagliflozina?

A Empagliflozina é contraindicada para pessoas com alergia à empagliflozina ou a qualquer componente da fórmula, pacientes com diabetes mellitus tipo 1, pessoas com determinadas doenças hereditárias raras incompatíveis com os excipientes do medicamento.
O uso deve ocorrer apenas sob orientação médica, especialmente em pacientes com alterações renais, histórico de cetoacidose diabética ou outras condições clínicas relevantes

Quais são as reações adversas da Empagliflozina?

Como todo medicamento, o Empagliflozina pode causar efeitos adversos, embora nem todas as pessoas os apresentem.
Reações comuns: infecção urinária, aumento da frequência urinária, sede excessiva, coceira (prurido), candidíase vaginal, vulvovaginite, balanite, reações alérgicas na pele, aumento dos níveis de lipídios no sangue, hipoglicemia (principalmente quando associada à insulina ou sulfonilureias).
Reações incomuns: hipovolemia (redução do volume de líquidos corporais), dor ao urinar (disúria), aumento da creatinina sérica, diminuição da função renal, cetoacidose diabética, aumento do hematócrito.

Perguntas frequentes:

1. Quanto tempo demora para a Empagliflozina fazer efeito?

A ação na eliminação de glicose pela urina inicia após a administração do medicamento, mas os resultados clínicos no controle glicêmico podem variar de acordo com cada paciente e com a regularidade do tratamento.

2. Posso consumir bebidas alcoólicas durante o tratamento com Empagliflozina?

O consumo excessivo de álcool não é recomendado, pois pode interferir no controle glicêmico e aumentar o risco de algumas complicações associadas ao diabetes.

3. Empagliflozina pode ser utilizada por idosos?

Sim. Pacientes idosos podem utilizar a empagliflozina quando prescrita pelo médico. No entanto, o acompanhamento deve ser mais cuidadoso devido ao maior risco de desidratação e alterações da função renal.

4. Posso interromper o tratamento quando minha glicemia estiver controlada?

Não. A interrupção do tratamento sem orientação médica pode levar ao descontrole dos níveis de glicose e aumentar o risco de complicações do diabetes.

Empagliflozina 25mg Medquímica é um medicamento indicada para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2. Ao buscar o medicamento em farmácias de confiança, como a Drogal, você garante mais segurança e qualidade.

Contraindicação

Você não deve usar empagliflozina se tiver alergia à empagliflozina ou a qualquer um dos componentes da
fórmula, ou em caso de doenças hereditárias raras que podem ser incompatíveis com os componentes da
fórmula.

Instruções de Uso

O comprimido de empagliflozina deve ser ingerido por via oral, com ou sem alimentos.
Diabetes mellitus tipo 2(DM2):
A dose inicial recomendada para o tratamento do DM2 é de 10 mg uma vez ao dia. O tratamento da hiperglicemia (níveis elevados de açúcar no sangue) em pacientes com DM2 deve ser individualizado com base na eficácia e tolerabilidade. Em pacientes que toleram empagliflozina 10 mg uma vez ao dia, sem comprometimento renal grave (TFGe = 30 ml/min/1,73 m²) e que requerem controle da glicemia mais rigoroso, a dose pode ser aumentada para 25 mg uma vez ao dia. A dose máxima diária para o tratamento do DM2 é 25 mg e não deve ser excedida.
A eficácia de empagliflozina para reduzir a glicemia depende do funcionamento dos rins e pode ser reduzida em pacientes com problema grave nos rins (TFGe < 30 mL/min/1,73m²); a dose recomendada de empagliflozina para esses pacientes é de até 10 mg. Seu médico deverá considerar um tratamento adicional para redução da glicose no sangue.
Insuficiência cardíaca:
A dose recomendada para o tratamento da insuficiência cardíaca é de 10 mg uma vez ao dia.
Doença renal crônica:
A dose recomendada para o tratamento da doença renal crônica é de 10 mg uma vez ao dia.
Não se recomenda ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática (problemas no funcionamento do fígado) e em idosos.
Não se recomenda iniciar o uso de empagliflozina em pacientes recebendo diálise, devido à experiência limitada.
Pacientes pediátricos:
A dose inicial recomendada para o tratamento da diabetes mellitus tipo 2 é de 10 mg uma vez ao dia. Em pacientes que toleram 10 mg uma vez ao dia e que requerem controle glicêmico adicional, a dose pode ser aumentada para 25 mg uma vez ao dia. Não há dados disponíveis em crianças com TFGe <60ml/min/1,73 m2 e em crianças abaixo de 10 anos.
Não foram estabelecidas a segurança e eficácia de empagliflozina para tratamento de insuficiência cardíaca e doença renal crônica em crianças abaixo de 18 anos.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações Adversa

A empagliflozina foi avaliada em estudos clínicos para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2, insuficiência cardíaca e doença renal crônica, sendo utilizada isoladamente ou em associação com outros medicamentos antidiabéticos. De modo geral, apresentou perfil de segurança favorável e consistente entre as diferentes indicações.

Reação Muito Comum
Hipoglicemia (queda dos níveis de açúcar no sangue), principalmente quando utilizada em combinação com insulina ou medicamentos da classe das sulfonilureias.
Reações Comuns

As reações mais frequentemente observadas incluem:

Infecções genitais por fungos, como candidíase vaginal (monilíase), vulvovaginite e balanite.
Outras infecções genitais, incluindo casos associados à fimose ou fimose adquirida.
Infecções do trato urinário, podendo evoluir para pielonefrite (infecção renal) ou urosepse em casos mais graves.
Aumento da frequência e do volume urinário.
Sede excessiva.
Coceira (prurido).
Reações alérgicas na pele, como vermelhidão (rash) e urticária.
Aumento dos níveis de lipídios no sangue.
Constipação intestinal.
Reações Incomuns

Alguns pacientes podem apresentar:

Hipovolemia (redução do volume de líquidos no organismo).
Dor ou desconforto ao urinar (disúria).
Aumento da creatinina sanguínea.
Redução da função renal, evidenciada pela diminuição da taxa de filtração glomerular.
Cetoacidose diabética, uma complicação grave que requer atendimento médico imediato.
Aumento do hematócrito, indicando maior concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
Reações Raras
Aumento significativo do hematócrito em alguns pacientes.
Reações de Frequência Desconhecida

Embora menos frequentes, também foram relatados:

Angioedema, reação alérgica caracterizada por inchaço localizado.
Fasciíte necrosante do períneo (Gangrena de Fournier), uma infecção grave e rara que acomete a região genital, glútea, anal e inguinal.
Casos de cetoacidose diabética e redução da função renal.
Reações em Crianças e Adolescentes Acima de 10 Anos

O perfil de segurança observado em pacientes pediátricos foi semelhante ao dos adultos com diabetes tipo 2. As reações mais comuns incluem hipoglicemia (quando associada à insulina ou sulfonilureias), infecções urinárias, infecções genitais, aumento da frequência urinária, sede, alterações nos níveis de lipídios sanguíneos e reações cutâneas alérgicas.

Reações em Pacientes com Insuficiência Cardíaca

Nos estudos realizados com pacientes portadores de insuficiência cardíaca, as reações adversas mais observadas foram:

Hipovolemia.
Infecções genitais e urinárias.
Coceira e reações alérgicas na pele.
Aumento dos níveis de lipídios no sangue.
Hipoglicemia quando associada a outros medicamentos para diabetes.
Constipação intestinal.

Também foram relatados, com menor frequência, aumento da micção, sede, alterações da função renal, angioedema, aumento do hematócrito e cetoacidose.

Composição

Cada comprimido revestido contém 10 mg ou 25 mg de empagliflozina.
Excipientes: lactose monoidratada, croscarmelose sódica, hidroxipropilcelulose, celulose microcristalina, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio, hipromelose, dióxido de titânio, macrogol, óxido de ferro amarelo.

Especificações

Gênero:Unissex

Origem:Nacional

Título Marketplace:Empagliflozina 25mg Medquímica 30 Comprimidos Revestidos

Descrição Marketplace:<P> <H2 style="DISPLAY: inline">Empagliflozina 25mg Medquímica 30 Comprimidos: Tratamento do Diabetes Mellitus Tipo 2</H2> <P></P> <P> <P></P> <P>A Empagliflozina 25mg <STRONG>Medquímica</STRONG> é indicada para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2, auxiliando no controle dos níveis de glicose no sangue quando associada à alimentação equilibrada e à prática de exercícios físicos. Além do <STRONG>controle glicêmico,</STRONG> a empagliflozina também possui indicações aprovadas para redução do risco de hospitalização por insuficiência cardíaca e auxílio na proteção da função renal em pacientes elegíveis, conforme avaliação médica.</P> <H2 style="DISPLAY: inline">Como a Empagliflozina funciona?</H2> <P>A Empagliflozina 25mg atua nos rins bloqueando a proteína SGLT2, responsável pela reabsorção da glicose para a corrente sanguínea. Dessa forma, o excesso de açúcar é eliminado pela urina, contribuindo para o controle da glicemia em pacientes com diabetes tipo 2.</P> <H2 style="DISPLAY: inline">Como usar e posologia:</H2> <P>A Empagliflozina 25mg deve ser administrada por via oral, com ou sem alimentos. O comprimido deve ser ingerido inteiro, sem partir ou mastigar.<BR><STRONG>Posologia: </STRONG>A&nbsp;dose deve ser utilizada conforme orientação médica. A dose inicial geralmente é de 10mg uma vez ao dia, podendo ser ajustada para 25mg ao dia de acordo com a necessidade terapêutica e avaliação do médico.<BR>Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.</P> <H2 style="DISPLAY: inline">Quem não deve tomar Empagliflozina?</H2> <P>A Empagliflozina é contraindicada para pessoas com alergia à empagliflozina ou a qualquer componente da fórmula, pacientes com diabetes mellitus tipo 1, pessoas com determinadas doenças hereditárias raras incompatíveis com os excipientes do medicamento.<BR>O uso deve ocorrer apenas sob orientação médica, especialmente em pacientes com alterações renais, histórico de cetoacidose diabética ou outras condições clínicas relevantes</P> <H2 style="DISPLAY: inline">Quais são as reações adversas da Empagliflozina?</H2> <P>Como todo medicamento, o Empagliflozina pode causar efeitos adversos, embora nem todas as pessoas os apresentem.<BR><STRONG>Reações comuns</STRONG>: infecção urinária, aumento da frequência urinária, sede excessiva, coceira (prurido), candidíase vaginal, vulvovaginite, balanite, reações alérgicas na pele, aumento dos níveis de lipídios no sangue, hipoglicemia (principalmente quando associada à insulina ou sulfonilureias).<BR><STRONG>Reações incomuns</STRONG>: hipovolemia (redução do volume de líquidos corporais), dor ao urinar (disúria), aumento da creatinina sérica, diminuição da função renal, cetoacidose diabética, aumento do hematócrito.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">Perguntas frequentes:</H3> <P> <H3 style="DISPLAY: inline">1. Quanto tempo demora para a Empagliflozina fazer efeito?</H3> <P></P> <P>A ação na eliminação de glicose pela urina inicia após a administração do medicamento, mas os resultados clínicos no controle glicêmico podem variar de acordo com cada paciente e com a regularidade do tratamento.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">2. Posso consumir bebidas alcoólicas durante o tratamento com Empagliflozina?</H3> <P>O consumo excessivo de álcool não é recomendado, pois pode interferir no controle glicêmico e aumentar o risco de algumas complicações associadas ao diabetes.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">3. Empagliflozina pode ser utilizada por idosos?</H3> <P>Sim. Pacientes idosos podem utilizar a empagliflozina quando prescrita pelo médico. No entanto, o acompanhamento deve ser mais cuidadoso devido ao maior risco de desidratação e alterações da função renal.</P> <H3 style="DISPLAY: inline">4. Posso interromper o tratamento quando minha glicemia estiver controlada?</H3> <P>Não. A interrupção do tratamento sem orientação médica pode levar ao descontrole dos níveis de glicose e aumentar o risco de complicações do diabetes.</P> <P>Empagliflozina 25mg Medquímica é um <STRONG>medicamento</STRONG>&nbsp;indicada para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2. </P>

Composição:<P>Cada comprimido revestido contém 10 mg ou 25 mg de empagliflozina.<BR>Excipientes: lactose monoidratada, croscarmelose sódica, hidroxipropilcelulose, celulose microcristalina, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio, hipromelose, dióxido de titânio, macrogol, óxido de ferro amarelo.<BR></P>

Indicação:<P>Controle glicêmico: empagliflozina é indicado para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2 (DM2) em adultos e crianças a partir de 10 anos de idade para melhorar o controle glicêmico em conjunto com dieta e exercícios. <BR>• Em adultos, pode ser utilizado como monoterapia ou em associação com tiazolidinedionas, metformina mais sulfonilureia, ou insulina com ou sem metformina com ou sem sulfonilureia.<BR>• Em crianças a partir de 10 anos de idade, pode ser utilizado como monoterapia ou em associação com insulina.<BR>Prevenção de eventos cardiovasculares: empagliflozina é indicado para pacientes adultos com diabetes mellitus tipo 2 e doenças do coração e vasos sanguíneos (doença cardiovascular) estabelecidas para reduzir o risco de:<BR>- Morte por qualquer causa (reduzindo a morte por causa do coração ou dos vasos sanguíneos).<BR>- Morte por causa do coração ou dos vasos sanguíneos ou internação por função inadequada do coração em bombear o sangue para o corpo. <BR>Insuficiência Cardíaca: empagliflozina é indicado para pacientes adultos com insuficiência cardíaca independente da fração de ejeção do ventrículo esquerdo, com ou sem diabetes mellitus tipo 2 para:<BR>- Reduzir o risco de morte cardiovascular e hospitalizações por insuficiência cardíaca;<BR>- Retardar a perda da função renal.<BR>Doença renal crônica: empagliflozina é indicado em adultos para o tratamento de doença crônica nos rins (doença renal crônica).<BR></P>

Classificação:Tarja vermelha

BloqueioVenda:Não

Contraindicação:<P>Você não deve usar empagliflozina se tiver alergia à empagliflozina ou a qualquer um dos componentes da<BR>fórmula, ou em caso de doenças hereditárias raras que podem ser incompatíveis com os componentes da<BR>fórmula.<BR></P>

Reações Adversas:<P>A empagliflozina foi avaliada em estudos clínicos para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2, insuficiência cardíaca e doença renal crônica, sendo utilizada isoladamente ou em associação com outros medicamentos antidiabéticos. De modo geral, apresentou perfil de segurança favorável e consistente entre as diferentes indicações.</P> <P>Reação Muito Comum<BR>Hipoglicemia (queda dos níveis de açúcar no sangue), principalmente quando utilizada em combinação com insulina ou medicamentos da classe das sulfonilureias.<BR>Reações Comuns</P> <P>As reações mais frequentemente observadas incluem:</P> <P>Infecções genitais por fungos, como candidíase vaginal (monilíase), vulvovaginite e balanite.<BR>Outras infecções genitais, incluindo casos associados à fimose ou fimose adquirida.<BR>Infecções do trato urinário, podendo evoluir para pielonefrite (infecção renal) ou urosepse em casos mais graves.<BR>Aumento da frequência e do volume urinário.<BR>Sede excessiva.<BR>Coceira (prurido).<BR>Reações alérgicas na pele, como vermelhidão (rash) e urticária.<BR>Aumento dos níveis de lipídios no sangue.<BR>Constipação intestinal.<BR>Reações Incomuns</P> <P>Alguns pacientes podem apresentar:</P> <P>Hipovolemia (redução do volume de líquidos no organismo).<BR>Dor ou desconforto ao urinar (disúria).<BR>Aumento da creatinina sanguínea.<BR>Redução da função renal, evidenciada pela diminuição da taxa de filtração glomerular.<BR>Cetoacidose diabética, uma complicação grave que requer atendimento médico imediato.<BR>Aumento do hematócrito, indicando maior concentração de glóbulos vermelhos no sangue.<BR>Reações Raras<BR>Aumento significativo do hematócrito em alguns pacientes.<BR>Reações de Frequência Desconhecida</P> <P>Embora menos frequentes, também foram relatados:</P> <P>Angioedema, reação alérgica caracterizada por inchaço localizado.<BR>Fasciíte necrosante do períneo (Gangrena de Fournier), uma infecção grave e rara que acomete a região genital, glútea, anal e inguinal.<BR>Casos de cetoacidose diabética e redução da função renal.<BR>Reações em Crianças e Adolescentes Acima de 10 Anos</P> <P>O perfil de segurança observado em pacientes pediátricos foi semelhante ao dos adultos com diabetes tipo 2. As reações mais comuns incluem hipoglicemia (quando associada à insulina ou sulfonilureias), infecções urinárias, infecções genitais, aumento da frequência urinária, sede, alterações nos níveis de lipídios sanguíneos e reações cutâneas alérgicas.</P> <P>Reações em Pacientes com Insuficiência Cardíaca</P> <P>Nos estudos realizados com pacientes portadores de insuficiência cardíaca, as reações adversas mais observadas foram:</P> <P>Hipovolemia.<BR>Infecções genitais e urinárias.<BR>Coceira e reações alérgicas na pele.<BR>Aumento dos níveis de lipídios no sangue.<BR>Hipoglicemia quando associada a outros medicamentos para diabetes.<BR>Constipação intestinal.</P> <P>Também foram relatados, com menor frequência, aumento da micção, sede, alterações da função renal, angioedema, aumento do hematócrito e cetoacidose.<BR></P>

Como Usar:<P>O comprimido de empagliflozina deve ser ingerido por via oral, com ou sem alimentos.<BR>Diabetes mellitus tipo 2(DM2):<BR>A dose inicial recomendada para o tratamento do DM2 é de 10 mg uma vez ao dia. O tratamento da hiperglicemia (níveis elevados de açúcar no sangue) em pacientes com DM2 deve ser individualizado com base na eficácia e tolerabilidade. Em pacientes que toleram empagliflozina 10 mg uma vez ao dia, sem comprometimento renal grave (TFGe = 30 ml/min/1,73 m²) e que requerem controle da glicemia mais rigoroso, a dose pode ser aumentada para 25 mg uma vez ao dia. A dose máxima diária para o tratamento do DM2 é 25 mg e não deve ser excedida.<BR>A eficácia de empagliflozina para reduzir a glicemia depende do funcionamento dos rins e pode ser reduzida em pacientes com problema grave nos rins (TFGe &lt; 30 mL/min/1,73m²); a dose recomendada de empagliflozina para esses pacientes é de até 10 mg. Seu médico deverá considerar um tratamento adicional para redução da glicose no sangue.<BR>Insuficiência cardíaca:<BR>A dose recomendada para o tratamento da insuficiência cardíaca é de 10 mg uma vez ao dia.<BR>Doença renal crônica:<BR>A dose recomendada para o tratamento da doença renal crônica é de 10 mg uma vez ao dia.<BR>Não se recomenda ajuste de dose em pacientes com insuficiência hepática (problemas no funcionamento do fígado) e em idosos.<BR>Não se recomenda iniciar o uso de empagliflozina em pacientes recebendo diálise, devido à experiência limitada.<BR>Pacientes pediátricos:<BR>A dose inicial recomendada para o tratamento da diabetes mellitus tipo 2 é de 10 mg uma vez ao dia. Em pacientes que toleram 10 mg uma vez ao dia e que requerem controle glicêmico adicional, a dose pode ser aumentada para 25 mg uma vez ao dia. Não há dados disponíveis em crianças com TFGe &lt;60ml/min/1,73 m2 e em crianças abaixo de 10 anos.<BR>Não foram estabelecidas a segurança e eficácia de empagliflozina para tratamento de insuficiência cardíaca e doença renal crônica em crianças abaixo de 18 anos.<BR>Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.<BR>Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.<BR>Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.<BR></P>

Classe do Medicamento:Antidiabéticos

Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula. Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico. Medicamento genérico - Lei N.º 9.787/99.

Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/bula_Empagliflozina_91c606bd-a7b2-47d0-993e-1e84927a2c67.pdf

Quantidade:30 Comprimidos

Fases da Vida:Para adulto e infantil

Parte do Corpo:Para o sistema circulatório

Princípio Ativo:Empagliflozina

Doenças e Complicações:Para diabetes

Forma de Administração:Uso oral

Apresentação:Comprimido

Prescrição Médica:Sim

Tipo de Medicamento:Genérico

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