Contraindicação
Eritromax é contraindicado nos casos conhecidos de hipersensibilidade aos componentes da formulação, como por exemplo, à alfaepoetina, à albumina sérica humana ou pacientes com conhecida hipersensibilidade a produtos derivados de células de mamíferos.
Instruções de Uso
Como usar
Para apresentações com frasco ampola: “Necessário adquirir agulhas.”.
Para apresentações com seringa preenchida: Para a administração subcutânea, é recomendada a utilização de agulha que já consta na seringa preenchida, que acompanha o produto.
Figuras de 1 a 7
Frasco-ampola com pó liofilizado para solução injetável
Usando técnicas assépticas e materiais estéreis, acople uma agulha em uma seringa, reconstitua o pó liofilizado com 1 mL de água para injetáveis e aspire a solução para dentro da seringa.
A injeção deve ser aplicada por via subcutânea. Não se devem repetir injeções no mesmo local.
Siga as instruções abaixo para obter a solução reconstituída:
1) Respeitar as regras de higiene habituais.
2) Retirar o lacre de plástico do frasco-ampola do pó liofilizado (fig. 1).
3) Fazer a limpeza da superfície da tampa com algodão umedecido com álcool (fig. 2).
4) Abrir a ampola de diluente, cuidado para não tocar na extremidade aberta da ampola (fig. 3).
5) Com auxílio de uma seringa retirar a água da ampola do diluente (fig. 4).
6) Perfurar a parte central da tampa do frasco-ampola do liofilizado e injetar o diluente vagarosamente (fig. 5).
7) Agitando suavemente, aguardar a completa dissolução do pó liofilizado. O produto reconstituído deve resultar numa solução transparente ou levemente opalescente (fig. 6).
8) Retirar, com o auxílio da seringa, a solução reconstituída e aplicar a injeção (fig. 7).
Frasco-ampola com solução injetável
A injeção deve ser aplicada por via subcutânea. Não se devem repetir injeções no mesmo local. Qualquer solução remanescente deverá ser descartada.
1) Deixar o medicamento fora da geladeira por 15 minutos antes de utilizá-lo. Respeitar as regras de higiene habituais.
2) Retirar o lacre de plástico do frasco-ampola (fig. 1).
3) Fazer a limpeza da superfície da tampa com algodão umedecido com álcool (fig. 2).
4) Retirar, com o auxílio da seringa, a solução e aplicar a injeção (fig. 7).
Seringa preenchida
1) Deixar o medicamento fora da geladeira por 15 minutos antes de utilizá-lo. Respeitar as regras de higiene habituais.
2) A seringa deve ser retirada do blíster segurando pelo corpo.
3) Remova a proteção da agulha puxando-a diretamente para fora da seringa.
4) Se for necessário ajustar a dose, o ajuste da dose deve ser feito antes de injetar a dose prescrita.
5) Injetar usando a técnica padrão, empurrando o êmbolo até o fundo da seringa.
6) Retire a seringa do local da aplicação mantendo o dedo na haste do êmbolo.
7) Orientando a agulha para longe de você e de outras pessoas, ative o dispositivo de segurança empurrando firmemente a haste do êmbolo.
8) Descarte a seringa imediatamente no coletor de objetos cortantes mais próximo.
Posologia
Dose inicial
A dose inicial recomendada é de 25-50 U.I./Kg três vezes por semana, por via subcutânea, com a recomendação de se iniciar o tratamento com a dose menor desta faixa. A dose e a frequência devem ser ajustadas de acordo com a resposta do paciente. A hemoglobina deve ser analisada, no mínimo, 1-2 vezes por semana até que se atinja um valor estável de 10-12 g/dL e se estabeleça uma dose de manutenção para "Tratamentos prolongados". Quando se usa em pacientes sob esquema de diálise, deve-se administrar depois de realizada a sessão de diálise.
Os níveis de ferro devem ser analisados antes e durante o tratamento. Em caso de deficiência de ferro pode-se administrar ferro por via oral ou intravenosa. As reservas de ferro podem abaixar de forma rápida ao iniciar o tratamento e normalmente, o nível de ferro-ferritina deve ser mantido por volta de 100 ng/mL, antes e durante o tratamento.
Se a taxa de hemoglobina do paciente aumentar muito rapidamente (por volta de 2g/dL por semana), o tratamento com alfaepoetina deve ser reduzido ou suspenso e reiniciado com doses menores, quando restabelecidos os níveis desejados.
Antes de iniciar o tratamento, devem ser descartadas outras causas de anemia (deficiência de vitamina B12 ou ácido fólico, intoxicação com alumínio, deficiência de ferro, infecções, etc), caso contrário, a eficiência da alfaepoetina não pode ser garantida. Para o tratamento inicial, quando for necessário, a dose deverá ser aumentada de 15-25 U.I./Kg, três vezes por semana, depois de duas semanas do início do tratamento, a 40-55 U.I./Kg três vezes por semana, e, se necessário, aumentar a dose chegando a 60-75 U.I. /Kg, três vezes por semana, até atingir um nível ótimo de hemoglobina de 10-12 g/dL (hematócrito 30-35%).
O limite máximo da dose deste medicamento, de 225 U.I./Kg por semana, não deve nunca ser ultrapassado sem serem analisados previamente outros fatores que possam contribuir para a falta de resposta da eritropoiese.
Os pacientes com medula óssea funcional, reservas adequadas de ferro e isentos de infecções, normalmente respondem ao tratamento com 50 U.I./Kg (ou menos), três vezes por semana, e chegam aos níveis esperados em 3-6 semanas.
Tratamento prolongado
Recomenda-se uma dose média de manutenção de 60-100 U.I./Kg por semana, dividida em 2 a 3 doses.
Uma vez que a dose de manutenção for estabelecida, o hematócrito/hemoglobina deve ser analisado semanalmente. Se a resposta hematológica indica a necessidade de uma dose de manutenção que exceda a 100-125 U.I./Kg por semana, deve-se analisar detalhadamente o nível de ferro, perda de sangue, condições inflamatórias, infecções, excesso de alumínio e outras causas de hipoplasia de medula óssea e então somente assim a dose de Eritromax poderá ser aumentada em níveis escalonares de 15-25 U.I./Kg por dose, durante um período de 3-4 semanas, sob a supervisão de um médico. Não se recomenda exceder 200 U.I./Kg, três vezes por semana. Em pacientes com reservas baixas de ferro, ou com infecções, ou com intoxicação por alumínio, o efeito da alfaepoetina pode ser retardado ou reduzido.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações Adversa
As frequências das reações adversas foram definidas como: muito frequentes (=1/10), frequentes (=1/100,<1/10), pouco frequentes (=1/1000, <1/100), raros (=1/10 000, <1/1000) e muito raros (<1/10 000).
Os efeitos indesejáveis são apresentados por ordem decrescente de gravidade dentro de cada classe de frequência, conforme tabela abaixo:
Classe de sistema de órgão Frequência Reação adversa
Doenças do sangue e sistema
linfático
Pouco frequentes trombocitemia (pacientes oncológicos)
Frequência desconhecida aplasia eritróide pura (AEP) mediada por anticorpos1, trombocitemia (pacientes cominsuficiência renal crônica)
Doenças do sistema imune Frequência desconhecida reações anafiláticas, hipersensibilidade
Doenças do sistema nervoso Muito frequentes cefaleia (doentes oncológicos)
Frequentes convulsões, cefaleia (pacientes com insuficiência renal crônica)
Pouco frequentes hemorragia cerebral2, convulsões(pacientes oncológicos)
Frequência desconhecida acidentes vasculares cerebrais, encefalopatia hipertensiva, acidentes isquêmicos transitórios
Alterações oculares Frequência desconhecida tromboses da retina
Vasculopatias Frequentes trombose venosa profunda2 (pacientes oncológicos), hipertensão arterial
Frequência desconhecida trombose venosa profunda2 (pacientes com insuficiência renal crônica), tromboses arteriais,
Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino
Frequentes embolia pulmonar2 (pacientes oncológicos)
Frequência desconhecida embolia pulmonar2 (pacientes com insuficiência renal crônica)
Doenças gastrintestinais Muito frequentes náuseas
Frequentes diarreia (pacientes oncológicos), vômitos
Pouco frequentes diarreia (pacientes com insuficiência renal crônica)
Alterações dos tecidos cutâneos e subcutâneos
Frequentes erupção cutânea
Alterações músculoesqueléticas e do tecido conjuntivo e ossos
Frequência desconhecida edema angioneurótico, urticária
Muito frequentes artralgia (pacientes com insuficiência renal crônica)
Frequentes artralgia (pacientes oncológicos)
Pouco frequentes mialgia (pacientes oncológicos)
Frequência desconhecida mialgia (pacientes com insuficiência renal crônica)
Alterações congênitas, familiares e genéticas
Frequência desconhecida porfiria
Blau Farmacêutica S.A.
Perturbações gerais e alterações no local de administração
Muito frequentes febre (pacientes oncológicos), sintomas de tipo gripal (pacientes com insuficiência renal crônica)
Frequentes sintomas de tipo gripal (pacientes oncológicos)
Frequência desconhecida medicamento sem eficácia, edema periférico, febre (pacientes com insuficiência renal crônica), reação no local da injeção
Exames complementares de diagnóstico
Frequência desconhecida aplasia eritróide pura (AEP) mediada por anticorpos positiva
1 Complicações de Intervenções relacionadas com lesões e intoxicações
Frequentes trombose do “shunt”, incluindo equipamento de diálise (pacientes com insuficiência renal crônica) 1
As frequências não puderam ser calculadas a partir de ensaios clínicos. 2
Incluindo casos com resultado fatal.
Informe seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Especificações
Gênero:Unissex
Título Marketplace:Eritromax 4000 UI Pó Liofilizado para Solução Injetável 1ml
Descrição Marketplace:<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Eritromax 4000 UI Alfaepoetina: Tratamento da Anemia </H2>
<P></P>
<P><STRONG>Eritromax</STRONG> é indicado para tratar <STRONG>anemia</STRONG> em<STRONG> pacientes</STRONG> com<STRONG> insuficiência renal</STRONG> em<STRONG> diálise</STRONG>, atuando na<STRONG> produção de glóbulos</STRONG> <STRONG>vermelhos </STRONG>e <STRONG>auxiliando</STRONG> no <STRONG>combate à anemia</STRONG>.</P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Para que serve o Eritromax 4000 UI Pó Liofilizado para Solução Injetável 1ml + Solução Diluente? </H2>
<P></P>
<P>Eritromax é indicado para o tratamento da anemia em pacientes com insuficiência renal crônica, especialmente aqueles que estão em regime de diálise. Sua utilização auxilia na correção dos níveis de hemoglobina, contribuindo para a melhora da oxigenação dos tecidos e do bem-estar geral do paciente, sempre com acompanhamento médico adequado.</P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Qual é o principio ativo de Eritromax 4000 UI? </H2>
<P></P>
<P>Eritromax 4000 UI possui como princípio ativo a alfaepoetina, uma substância que estimula a produção de glóbulos vermelhos no organismo.</P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Como Eritromax 4000 UI age no corpo? </H2>
<P></P>
<P>Eritromax atua no organismo estimulando a produção de glóbulos vermelhos pela medula óssea, contribuindo para a elevação dos níveis de hemoglobina e auxiliando no combate à anemia.</P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Como usar o Eritromax 4000 UI? </H2>
<P></P>
<P><STRONG>Posologia:</STRONG> Eritromax deve ser administrado por via subcutânea, podendo ser aplicado no abdômen, coxa ou parte posterior do braço. É importante alternar os locais de aplicação, não sendo recomendado utilizar sempre a mesma região. A dose inicial, frequência e ajustes são definidos pelo médico de forma individualizada, conforme a necessidade do paciente e seus níveis de hemoglobina, com acompanhamento regular.</P>
<P>
<H2 style="DISPLAY: inline">Quais são as reações adversas do Eritromax 4000 UI? </H2>
<P></P>
<P>As reações adversas podem variar de acordo com o paciente e a condição tratada, sendo classificadas conforme a frequência e gravidade.<BR><STRONG>Reações mais comuns:</STRONG> Cefaleia, náuseas, febre, sintomas gripais, dores nas articulações (artralgia), vômitos, diarreia, hipertensão arterial, erupções cutâneas e reações no local da aplicação.<BR><STRONG>Reações mais raras:</STRONG> Convulsões, trombose venosa profunda, embolia pulmonar, acidentes vasculares cerebrais, encefalopatia hipertensiva, tromboses arteriais ou da retina, hemorragia cerebral, reações alérgicas graves (anafilaxia), hipersensibilidade, edema angioneurótico, urticária, mialgia, aplasia eritróide pura (AEP), trombocitemia, porfiria, edema periférico e possíveis complicações relacionadas a acessos de diálise.</P>
<P>
<H3 style="DISPLAY: inline">Perguntas frequentes: </H3>
<P></P>
<P>
<H3 style="DISPLAY: inline">1. Para que serve o Eritromax? </H3>
<P></P>
<P>Eritromax é indicado para o tratamento da anemia em condições específicas, como em pacientes com insuficiência renal crônica ou em tratamento oncológico. Seu princípio ativo estimula a produção de glóbulos vermelhos pela medula óssea, auxiliando na elevação dos níveis de hemoglobina e na redução da necessidade de transfusões sanguíneas, sempre conforme avaliação e prescrição médica.</P>
<P>
<H3 style="DISPLAY: inline">2. O Eritromax pode ser utilizado junto com outros medicamentos? </H3>
<P></P>
<P>O uso de Eritromax em conjunto com outros medicamentos pode ocorrer, porém deve ser feito com cautela e sempre sob orientação médica. É importante informar ao profissional de saúde todos os medicamentos, suplementos ou tratamentos em uso, pois pode ser necessário monitoramento adicional ou ajustes terapêuticos para garantir a segurança e eficácia do tratamento.</P>
<P>
<H3 style="DISPLAY: inline">3. Qualquer pessoa com anemia pode utilizar Eritromax? </H3>
<P></P>
<P>Não. Eritromax não é indicado para todos os tipos de anemia. Seu uso é restrito a situações específicas, como anemias relacionadas à insuficiência renal crônica ou ao tratamento com quimioterapia. Outras causas de anemia, como deficiência de ferro, vitamina B12 ou ácido fólico, devem ser devidamente diagnosticadas e tratadas de forma adequada antes de considerar o uso do medicamento.</P>
Indicação:<P>Eritromax é destinado para o tratamento de anemia em pacientes com insuficiência renal e que se submetem ao regime de diálise.</P>
Classificação:Tarja vermelha
BloqueioVenda:Não
Contraindicação:<P>Eritromax é contraindicado nos casos conhecidos de hipersensibilidade aos componentes da formulação, como por exemplo, à alfaepoetina, à albumina sérica humana ou pacientes com conhecida hipersensibilidade a produtos derivados de células de mamíferos.</P>
Reações Adversas:<P>As frequências das reações adversas foram definidas como: muito frequentes (=1/10), frequentes (=1/100,<1/10), pouco frequentes (=1/1000, <1/100), raros (=1/10 000, <1/1000) e muito raros (<1/10 000).<BR>Os efeitos indesejáveis são apresentados por ordem decrescente de gravidade dentro de cada classe de frequência, conforme tabela abaixo:<BR>Classe de sistema de órgão Frequência Reação adversa<BR>Doenças do sangue e sistema<BR>linfático<BR>Pouco frequentes trombocitemia (pacientes oncológicos)<BR>Frequência desconhecida aplasia eritróide pura (AEP) mediada por anticorpos1, trombocitemia (pacientes cominsuficiência renal crônica)<BR>Doenças do sistema imune Frequência desconhecida reações anafiláticas, hipersensibilidade<BR>Doenças do sistema nervoso Muito frequentes cefaleia (doentes oncológicos)<BR>Frequentes convulsões, cefaleia (pacientes com insuficiência renal crônica)<BR>Pouco frequentes hemorragia cerebral2, convulsões(pacientes oncológicos)<BR>Frequência desconhecida acidentes vasculares cerebrais, encefalopatia hipertensiva, acidentes isquêmicos transitórios<BR>Alterações oculares Frequência desconhecida tromboses da retina<BR>Vasculopatias Frequentes trombose venosa profunda2 (pacientes oncológicos), hipertensão arterial<BR>Frequência desconhecida trombose venosa profunda2 (pacientes com insuficiência renal crônica), tromboses arteriais,<BR>Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino<BR>Frequentes embolia pulmonar2 (pacientes oncológicos)<BR>Frequência desconhecida embolia pulmonar2 (pacientes com insuficiência renal crônica)<BR>Doenças gastrintestinais Muito frequentes náuseas<BR>Frequentes diarreia (pacientes oncológicos), vômitos<BR>Pouco frequentes diarreia (pacientes com insuficiência renal crônica)<BR>Alterações dos tecidos cutâneos e subcutâneos<BR>Frequentes erupção cutânea<BR>Alterações músculoesqueléticas e do tecido conjuntivo e ossos<BR>Frequência desconhecida edema angioneurótico, urticária<BR>Muito frequentes artralgia (pacientes com insuficiência renal crônica)<BR>Frequentes artralgia (pacientes oncológicos)<BR>Pouco frequentes mialgia (pacientes oncológicos)<BR>Frequência desconhecida mialgia (pacientes com insuficiência renal crônica)<BR>Alterações congênitas, familiares e genéticas<BR>Frequência desconhecida porfiria<BR>Blau Farmacêutica S.A.<BR>Perturbações gerais e alterações no local de administração<BR>Muito frequentes febre (pacientes oncológicos), sintomas de tipo gripal (pacientes com insuficiência renal crônica)<BR>Frequentes sintomas de tipo gripal (pacientes oncológicos)<BR>Frequência desconhecida medicamento sem eficácia, edema periférico, febre (pacientes com insuficiência renal crônica), reação no local da injeção<BR>Exames complementares de diagnóstico<BR>Frequência desconhecida aplasia eritróide pura (AEP) mediada por anticorpos positiva<BR>1 Complicações de Intervenções relacionadas com lesões e intoxicações<BR>Frequentes trombose do “shunt”, incluindo equipamento de diálise (pacientes com insuficiência renal crônica) 1<BR>As frequências não puderam ser calculadas a partir de ensaios clínicos. 2<BR>Incluindo casos com resultado fatal.<BR>Informe seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.</P>
Como Usar:<P>Como usar<BR>Para apresentações com frasco ampola: “Necessário adquirir agulhas.”.<BR>Para apresentações com seringa preenchida: Para a administração subcutânea, é recomendada a utilização de agulha que já consta na seringa preenchida, que acompanha o produto.<BR>Figuras de 1 a 7<BR>Frasco-ampola com pó liofilizado para solução injetável<BR>Usando técnicas assépticas e materiais estéreis, acople uma agulha em uma seringa, reconstitua o pó liofilizado com 1 mL de água para injetáveis e aspire a solução para dentro da seringa.<BR>A injeção deve ser aplicada por via subcutânea. Não se devem repetir injeções no mesmo local.<BR>Siga as instruções abaixo para obter a solução reconstituída:<BR>1) Respeitar as regras de higiene habituais.<BR>2) Retirar o lacre de plástico do frasco-ampola do pó liofilizado (fig. 1).<BR>3) Fazer a limpeza da superfície da tampa com algodão umedecido com álcool (fig. 2).<BR>4) Abrir a ampola de diluente, cuidado para não tocar na extremidade aberta da ampola (fig. 3).<BR>5) Com auxílio de uma seringa retirar a água da ampola do diluente (fig. 4).<BR>6) Perfurar a parte central da tampa do frasco-ampola do liofilizado e injetar o diluente vagarosamente (fig. 5).<BR>7) Agitando suavemente, aguardar a completa dissolução do pó liofilizado. O produto reconstituído deve resultar numa solução transparente ou levemente opalescente (fig. 6).<BR>8) Retirar, com o auxílio da seringa, a solução reconstituída e aplicar a injeção (fig. 7).<BR>Frasco-ampola com solução injetável<BR>A injeção deve ser aplicada por via subcutânea. Não se devem repetir injeções no mesmo local. Qualquer solução remanescente deverá ser descartada.<BR>1) Deixar o medicamento fora da geladeira por 15 minutos antes de utilizá-lo. Respeitar as regras de higiene habituais.<BR>2) Retirar o lacre de plástico do frasco-ampola (fig. 1).<BR>3) Fazer a limpeza da superfície da tampa com algodão umedecido com álcool (fig. 2).<BR>4) Retirar, com o auxílio da seringa, a solução e aplicar a injeção (fig. 7).<BR>Seringa preenchida<BR>1) Deixar o medicamento fora da geladeira por 15 minutos antes de utilizá-lo. Respeitar as regras de higiene habituais.<BR>2) A seringa deve ser retirada do blíster segurando pelo corpo.<BR>3) Remova a proteção da agulha puxando-a diretamente para fora da seringa.<BR>4) Se for necessário ajustar a dose, o ajuste da dose deve ser feito antes de injetar a dose prescrita.<BR>5) Injetar usando a técnica padrão, empurrando o êmbolo até o fundo da seringa.<BR>6) Retire a seringa do local da aplicação mantendo o dedo na haste do êmbolo.<BR>7) Orientando a agulha para longe de você e de outras pessoas, ative o dispositivo de segurança empurrando firmemente a haste do êmbolo.<BR>8) Descarte a seringa imediatamente no coletor de objetos cortantes mais próximo.<BR>Posologia<BR>Dose inicial<BR>A dose inicial recomendada é de 25-50 U.I./Kg três vezes por semana, por via subcutânea, com a recomendação de se iniciar o tratamento com a dose menor desta faixa. A dose e a frequência devem ser ajustadas de acordo com a resposta do paciente. A hemoglobina deve ser analisada, no mínimo, 1-2 vezes por semana até que se atinja um valor estável de 10-12 g/dL e se estabeleça uma dose de manutenção para "Tratamentos prolongados". Quando se usa em pacientes sob esquema de diálise, deve-se administrar depois de realizada a sessão de diálise.<BR>Os níveis de ferro devem ser analisados antes e durante o tratamento. Em caso de deficiência de ferro pode-se administrar ferro por via oral ou intravenosa. As reservas de ferro podem abaixar de forma rápida ao iniciar o tratamento e normalmente, o nível de ferro-ferritina deve ser mantido por volta de 100 ng/mL, antes e durante o tratamento.<BR>Se a taxa de hemoglobina do paciente aumentar muito rapidamente (por volta de 2g/dL por semana), o tratamento com alfaepoetina deve ser reduzido ou suspenso e reiniciado com doses menores, quando restabelecidos os níveis desejados.<BR>Antes de iniciar o tratamento, devem ser descartadas outras causas de anemia (deficiência de vitamina B12 ou ácido fólico, intoxicação com alumínio, deficiência de ferro, infecções, etc), caso contrário, a eficiência da alfaepoetina não pode ser garantida. Para o tratamento inicial, quando for necessário, a dose deverá ser aumentada de 15-25 U.I./Kg, três vezes por semana, depois de duas semanas do início do tratamento, a 40-55 U.I./Kg três vezes por semana, e, se necessário, aumentar a dose chegando a 60-75 U.I. /Kg, três vezes por semana, até atingir um nível ótimo de hemoglobina de 10-12 g/dL (hematócrito 30-35%).<BR>O limite máximo da dose deste medicamento, de 225 U.I./Kg por semana, não deve nunca ser ultrapassado sem serem analisados previamente outros fatores que possam contribuir para a falta de resposta da eritropoiese.<BR>Os pacientes com medula óssea funcional, reservas adequadas de ferro e isentos de infecções, normalmente respondem ao tratamento com 50 U.I./Kg (ou menos), três vezes por semana, e chegam aos níveis esperados em 3-6 semanas.<BR>Tratamento prolongado<BR>Recomenda-se uma dose média de manutenção de 60-100 U.I./Kg por semana, dividida em 2 a 3 doses.<BR>Uma vez que a dose de manutenção for estabelecida, o hematócrito/hemoglobina deve ser analisado semanalmente. Se a resposta hematológica indica a necessidade de uma dose de manutenção que exceda a 100-125 U.I./Kg por semana, deve-se analisar detalhadamente o nível de ferro, perda de sangue, condições inflamatórias, infecções, excesso de alumínio e outras causas de hipoplasia de medula óssea e então somente assim a dose de Eritromax poderá ser aumentada em níveis escalonares de 15-25 U.I./Kg por dose, durante um período de 3-4 semanas, sob a supervisão de um médico. Não se recomenda exceder 200 U.I./Kg, três vezes por semana. Em pacientes com reservas baixas de ferro, ou com infecções, ou com intoxicação por alumínio, o efeito da alfaepoetina pode ser retardado ou reduzido.<BR>Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.</P>
Classe do Medicamento:Antianêmicos
Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula.
Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico.
Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/ERITROMAX_1861b040-743a-4e48-be9b-c81f9d1e660e.pdf
Quantidade:1 Ampola
Fases da Vida:Para adultos
Parte do Corpo:Para o sistema imune
Princípio Ativo:Alfaepoetina
Doenças e Complicações:Para anemia
Forma de Administração:Uso injetável
Prescrição Médica:Sim
Tipo de Medicamento:Similar