Contraindicação
FRISIUM não deve ser utilizado em pacientes com:
- Alergia ou intolerância ao clobazam ou a qualquer componente da fórmula;
- Doença muscular progressiva crônica - miastenia grave (doença que acomete os nervos e os músculos cuja principal
característica é a fraqueza muscular) (risco de agravamento da doença);
- Insuficiência respiratória grave (risco de degeneração);
- Síndrome da apneia do sono (transtorno caracterizado por paradas múltiplas da respiração durante o sono que levam a
despertares parciais e interferem na manutenção do sono) (risco de piora);
- Insuficiência hepática (fígado) grave (risco de precipitação da encefalopatia);
- FRISIUM está contraindicado durante a gravidez e amamentação.
Benzodiazepínicos não devem ser administrados em crianças sem avaliação clara da sua necessidade. FRISIUM não deve
ser utilizado em crianças com idade entre 6 meses a 3 anos a não ser em casos excepcionais, onde há indicações
obrigatórias no tratamento anticonvulsivante.
Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com insuficiência respiratória grave (risco de piora) e
pacientes com insuficiência do fígado grave (risco de precipitação da encefalopatia).
Este medicamento é contraindicado para crianças de 6 meses a 3 anos de idade. Entretanto em casos excepcionais,
onde há indicações obrigatórias, pode ser usado para tratamento anticonvulsivante.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres durante a amamentação.
Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e
pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu
tratamento ou para a alimentação do bebê.
Instruções de Uso
Não há estudos dos efeitos de FRISIUM administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a
eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral.
A dose e a duração do tratamento devem ser ajustadas de acordo com a indicação, gravidade e resposta clínica individual.
Devem ser devidamente levados em conta a possibilidade de interferência com o estado de alerta e o tempo de reação. O
princípio fundamental é manter a dose tão baixa quanto possível.
• Tratamento dos estados de ansiedade:
Adultos e adolescentes acima de 15 anos de idade: a dose inicial diária é geralmente de 20 mg de clobazam. Caso seja
necessário, a dose diária pode ser aumentada. Geralmente, recomenda-se que uma dose diária total de 30mg não seja
excedida.
Idosos: maior capacidade de resposta e maior suscetibilidade a reações adversas podem estar presentes em pacientes idosos
e requerem baixas doses iniciais e incrementos graduais de dose sob observação cuidadosa (vide “o que devo saber antes de
usar este medicamento?”). Uma dose diária de manutenção de 10 a 15 mg de clobazam é frequentemente suficiente.
Crianças de 3 a 15 anos de idade: maior capacidade de resposta e maior suscetibilidade a reações adversas podem estar
presentes em crianças e requerem baixas doses iniciais e incrementos graduais de dose sob observação cuidadosa. Uma
dose diária de 5 a 10 mg de clobazam é frequentemente suficiente. Os benzodiazepínicos não devem ser administrados a
crianças sem uma avaliação cuidadosa da necessidade do uso (vide “quando não devo usar este medicamento?”).
Ajuste secundário de dose: após a melhora dos sintomas, a dose pode ser reduzida.
Esquema das doses: se a dose for dividida ao longo do dia, recomenda-se que a porção maior seja tomada à noite.
Duração do tratamento: a duração do tratamento deve ser a menor possível. O paciente deve ser reavaliado após um
período não superior a 4 semanas e regularmente a partir daí, a fim de avaliar a necessidade da continuação do tratamento,
especialmente quando o paciente está livre dos sintomas. Geralmente, a duração total do tratamento (isto é, incluindo o
processo de estabilização) não deve exceder de 8 a 12 semanas. Em certos casos, pode ser necessária uma prorrogação para
além do período máximo de tratamento; o tratamento não deve ser prolongado sem uma reavaliação do estado do paciente
através de conhecimentos especializados. É altamente recomendado que sejam evitados períodos prolongados de
tratamento ininterrupto, uma vez que podem levar à dependência.
Descontinuação do tratamento: é altamente recomendado que após um tratamento prolongado, clobazam não seja
retirado repentinamente, mas sim que a dose seja reduzida gradualmente sob supervisão médica; caso contrário, podem
ocorrer sintomas de abstinência (vide “o que devo saber antes de usar este medicamento?”).
• Tratamento da epilepsia em combinação com um ou mais outros anticonvulsivantes:
Adultos e adolescentes acima de 15 anos de idade: recomenda-se iniciar com doses pequenas (5 a 15 mg/dia)
aumentando-a gradualmente até um máximo de 80 mg/dia.
Crianças entre 3 e 15 anos de idade: recomenda-se iniciar com dose de 5 mg e uma dose de manutenção de 0,3 a 1 mg/kg
é geralmente suficiente de peso corporal diariamente é geralmente suficiente. Maior suscetibilidade a reações adversas pode
estar presente em crianças e requerer incrementos graduais de dose sob observação cuidadosa; os benzodiazepínicos não
devem ser administrados a crianças sem uma avaliação cuidadosa da necessidade de utilização (vide “quando não devo usar
este medicamento?”).
Idosos: maior suscetibilidade a reações adversas pode estar presente em pacientes idosos e requerer baixas doses iniciais e
incrementos graduais de dose sob observação cuidadosa (vide “o que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Esquema de doses: A dose diária pode ser administrada como dose única à noite, ao deitar, ou dividida durante o dia,
porém com concentração maior desta no período noturno. Doses de até 30 mg de clobazam também podem ser
administradas como uma única dose à noite.
Duração do tratamento: O paciente deve ser reavaliado após um período não maior que 4 semanas e depois disso,
regularmente fim de avaliar a necessidade da continuação do tratamento.
Interrupção do tratamento: No final do tratamento e em casos em que a resposta ao tratamento foi baixa, recomenda-se
que FRISIUM não seja interrompido bruscamente, mas que a dose seja reduzida gradualmente. Caso contrário, há uma
maior suscetibilidade a convulsões, como também a ocorrência de outros sintomas de abstinência.
Modo de uso
Os comprimidos devem ser administrados inteiros, com líquido e por via oral. O clobazam pode ser administrado com ou
sem alimentos.
Populações especiais
Pacientes pediátricos
Vide “quando não devo usar este medicamento?”
Pacientes idosos
Vide “o que devo saber antes de usar este medicamento?”.
Pacientes com insuficiência renal ou hepática
O aumento da capacidade de resposta e a maior suscetibilidade a reações adversas podem estar presentes nestes pacientes e
requerem doses iniciais baixas e incrementos graduais da dose sob observação cuidadosa (vide “o que devo saber antes de
usar este medicamento?”).
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.
Reações Adversa
Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Desconhecida (frequência não pode ser estimada pelos dados disponíveis).
Distúrbios do metabolismo e nutrição
Comum: diminuição do apetite.
Distúrbios psiquiátricos
Comuns: irritabilidade, agressividade, inquietação, depressão (depressão preexistente pode ser desmacarada), tolerância à
droga (especialmente durante o uso prolongado) e agitação.
Incomuns: comportamento anormal, estado confusional, ansiedade, delírio, pesadelos, perda de libido (particularmente
com altas doses ou em tratamento prolongado e é reversível).
Desconhecidas: dependência (especialmente durante o uso prolongado), insônia inicial, raiva, alucinação, distúrbio
psicótico, sono de má qualidade e pensamento suicida.
Distúrbios do sistema nervoso
Muito comum: sonolência, especialmente no início do tratamento e quando altas doses são utilizadas.
Comuns: sedação, tontura, distúrbios de atenção, fala lenta/disartria (dificuldade em articular as palavras) / distúrbios da
fala (particularmente com altas doses ou em tratamento prolongado e são reversíveis), dor de cabeça, tremor e ataxia (falta
de coordenação dos movimentos).
Incomuns: empobrecimento afetivo, amnésia (pode estar associada com comportamento anormal), comprometimento da
memória e amnésia anterógrada (perda da habilidade de formar novas memórias a partir de um determinado ponto no
tempo) (na faixa de dose normal, mas especialmente em altas doses).
Desconhecidas: distúrbios cognitivos, estados alterados de consciência (particularmente em pacientes idosos, pode estar
combinado com distúrbios respiratórios), nistagmo (movimento involuntário, rápido e repetitivo do globo ocular)
(particularmente com altas doses ou em tratamento prolongado) e distúrbios da marcha (particularmente com altas doses ou
em tratamento prolongado e é reversível).
Distúrbios oculares
Incomum: diplopia (visão dupla) (particularmente com altas doses ou em tratamento prolongado e é reversível).
Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais
Desconhecidas: depressão respiratória e insuficiência respiratória [particularmente em pacientes com função respiratória
comprometida preexistente (por exemplo em pacientes com asma brônquica ou dano cerebral)] (vide “Quando não devo
usar este medicamento?” e “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Distúrbios gastrintestinais
Comuns: boca seca, náusea e constipação (prisão de ventre).
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo
Incomum: rash (erupções cutâneas).
Desconhecidas: urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira), Síndrome de StevensJohnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e grandes áreas do corpo) e Necrólise
Epidérmica Tóxica (quadro grave, onde uma grande extensão de pele começa a apresentar bolhas e evolui com áreas
avermelhadas semelhante a uma grande queimadura) [incluindo alguns casos com resultado fatal (que podem levar ao
óbito)], e reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS) - condição que se manifesta com erupção
cutânea, manchas, bolhas e descamação da pele, frequentemente simétricas no tronco e extremidades, com edema facial
comum (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo
Desconhecidas: espasmos musculares e fraqueza muscular.
Distúrbios gerais
Muito comum: fadiga (cansaço), especialmente no início do tratamento e quando altas doses são utilizadas.
Desconhecidas: resposta lenta ao estímulo e hipotermia.
Laboratoriais
Incomum: ganho de peso (particularmente em altas doses ou em tratamento prolongado).
Envenenamento ou complicações do procedimento
Incomum: queda.
Informe ao seu médico se você perceber qualquer um desses efeitos adversos listados acima ou quaisquer outros efeitos
indesejados ou alterações inesperadas. Tendo em vista que alguns efeitos adversos, por exemplo, depressão respiratória,
podem sob certas circunstâncias tornarem risco à vida, é essencial que, caso reações repentinas ou graves ocorram, o
médico seja informado imediatamente.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do
medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.
Composição
FRISIUM 10 mg: cada comprimido contém 10 mg de clobazam.
FRISIUM 20 mg: cada comprimido contém 20 mg de clobazam.
Excipientes: amido de milho, lactose monoidratada, talco, estearato de magnésio e dióxido de silício.
Especificações
Origem:Nacional
Composição:<P>FRISIUM 10 mg: cada comprimido contém 10 mg de clobazam.<BR>FRISIUM 20 mg: cada comprimido contém 20 mg de clobazam.<BR>Excipientes: amido de milho, lactose monoidratada, talco, estearato de magnésio e dióxido de silício.</P>
Indicação:<P>Estados de ansiedade aguda e crônica que podem produzir os seguintes sintomas em particular: ansiedade, tensão,<BR>inquietação, excitação, irritabilidade, distúrbios do sono por causas emocionais, distúrbios psicovegetativos e<BR>psicossomáticos (por exemplo, na área cardiovascular ou gastrintestinal) e instabilidade emocional.<BR>Em pacientes com depressão ou ansiedade associada à depressão, FRISIUM deve ser utilizado apenas associado a um<BR>tratamento concomitante adequado. O uso de benzodiazepínicos (como FRISIUM) isoladamente, pode precipitar o suicídio<BR>nesses pacientes.<BR>Em pacientes com esquizofrenia ou outras doenças psicóticas, o uso de benzodiazepínicos é recomendado apenas como<BR>adjuvante, isto é, não para tratamento primário.<BR>Antes de iniciar o tratamento dos estados de ansiedade associados com instabilidade emocional, deve ser determinado se o<BR>paciente sofre de distúrbios depressivos que requeiram tratamento especial ou adicional.<BR>Nos casos de distúrbios psicovegetativos e psicossomáticos, restringe-se aos casos em que não haja causas orgânicas<BR>diagnosticada (ausência de problemas cardíacos, gastrointestinal, respiratório ou urinário). A possibilidade de uma causa<BR>orgânica deve ser investigada.<BR>FRISIUM também é indicado para terapia adjuvante nos casos de pacientes com epilepsia, não adequadamente controlados,<BR>com o uso de anticonvulsivantes em monoterapia.</P>
BloqueioVenda:Não
Tipo Modalidade:Controlados
Contraindicação:<P>FRISIUM não deve ser utilizado em pacientes com:<BR>- Alergia ou intolerância ao clobazam ou a qualquer componente da fórmula;<BR>- Doença muscular progressiva crônica - miastenia grave (doença que acomete os nervos e os músculos cuja principal<BR>característica é a fraqueza muscular) (risco de agravamento da doença);<BR>- Insuficiência respiratória grave (risco de degeneração);<BR>- Síndrome da apneia do sono (transtorno caracterizado por paradas múltiplas da respiração durante o sono que levam a<BR>despertares parciais e interferem na manutenção do sono) (risco de piora);<BR>- Insuficiência hepática (fígado) grave (risco de precipitação da encefalopatia);<BR>- FRISIUM está contraindicado durante a gravidez e amamentação.<BR>Benzodiazepínicos não devem ser administrados em crianças sem avaliação clara da sua necessidade. FRISIUM não deve<BR>ser utilizado em crianças com idade entre 6 meses a 3 anos a não ser em casos excepcionais, onde há indicações<BR>obrigatórias no tratamento anticonvulsivante.<BR>Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com insuficiência respiratória grave (risco de piora) e<BR>pacientes com insuficiência do fígado grave (risco de precipitação da encefalopatia).<BR>Este medicamento é contraindicado para crianças de 6 meses a 3 anos de idade. Entretanto em casos excepcionais,<BR>onde há indicações obrigatórias, pode ser usado para tratamento anticonvulsivante.<BR>Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres durante a amamentação.<BR>Este medicamento é contraindicado durante o aleitamento ou doação de leite, pois é excretado no leite humano e<BR>pode causar reações indesejáveis no bebê. Seu médico ou cirurgião-dentista deve apresentar alternativas para o seu<BR>tratamento ou para a alimentação do bebê.</P>
Reações Adversas:<P>Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).<BR>Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento).<BR>Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).<BR>Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento).<BR>Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento).<BR>Desconhecida (frequência não pode ser estimada pelos dados disponíveis).<BR>Distúrbios do metabolismo e nutrição<BR>Comum: diminuição do apetite.<BR>Distúrbios psiquiátricos<BR>Comuns: irritabilidade, agressividade, inquietação, depressão (depressão preexistente pode ser desmacarada), tolerância à<BR>droga (especialmente durante o uso prolongado) e agitação.<BR>Incomuns: comportamento anormal, estado confusional, ansiedade, delírio, pesadelos, perda de libido (particularmente<BR>com altas doses ou em tratamento prolongado e é reversível).<BR>Desconhecidas: dependência (especialmente durante o uso prolongado), insônia inicial, raiva, alucinação, distúrbio<BR>psicótico, sono de má qualidade e pensamento suicida.<BR>Distúrbios do sistema nervoso<BR>Muito comum: sonolência, especialmente no início do tratamento e quando altas doses são utilizadas.<BR>Comuns: sedação, tontura, distúrbios de atenção, fala lenta/disartria (dificuldade em articular as palavras) / distúrbios da<BR>fala (particularmente com altas doses ou em tratamento prolongado e são reversíveis), dor de cabeça, tremor e ataxia (falta<BR>de coordenação dos movimentos).<BR>Incomuns: empobrecimento afetivo, amnésia (pode estar associada com comportamento anormal), comprometimento da<BR>memória e amnésia anterógrada (perda da habilidade de formar novas memórias a partir de um determinado ponto no<BR>tempo) (na faixa de dose normal, mas especialmente em altas doses).<BR>Desconhecidas: distúrbios cognitivos, estados alterados de consciência (particularmente em pacientes idosos, pode estar<BR>combinado com distúrbios respiratórios), nistagmo (movimento involuntário, rápido e repetitivo do globo ocular)<BR>(particularmente com altas doses ou em tratamento prolongado) e distúrbios da marcha (particularmente com altas doses ou<BR>em tratamento prolongado e é reversível).<BR>Distúrbios oculares<BR>Incomum: diplopia (visão dupla) (particularmente com altas doses ou em tratamento prolongado e é reversível).<BR>Distúrbios respiratórios, torácicos e mediastinais<BR>Desconhecidas: depressão respiratória e insuficiência respiratória [particularmente em pacientes com função respiratória<BR>comprometida preexistente (por exemplo em pacientes com asma brônquica ou dano cerebral)] (vide “Quando não devo<BR>usar este medicamento?” e “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).<BR>Distúrbios gastrintestinais<BR>Comuns: boca seca, náusea e constipação (prisão de ventre).<BR>Distúrbios da pele e tecido subcutâneo<BR>Incomum: rash (erupções cutâneas).<BR>Desconhecidas: urticária (erupção na pele, geralmente de origem alérgica, que causa coceira), Síndrome de StevensJohnson (forma grave de reação alérgica caracterizada por bolhas em mucosas e grandes áreas do corpo) e Necrólise<BR>Epidérmica Tóxica (quadro grave, onde uma grande extensão de pele começa a apresentar bolhas e evolui com áreas<BR>avermelhadas semelhante a uma grande queimadura) [incluindo alguns casos com resultado fatal (que podem levar ao<BR>óbito)], e reação medicamentosa com eosinofilia e sintomas sistêmicos (DRESS) - condição que se manifesta com erupção<BR>cutânea, manchas, bolhas e descamação da pele, frequentemente simétricas no tronco e extremidades, com edema facial<BR>comum (vide “O que devo saber antes de usar este medicamento?”).</P>
<P><BR>Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo<BR>Desconhecidas: espasmos musculares e fraqueza muscular.<BR>Distúrbios gerais<BR>Muito comum: fadiga (cansaço), especialmente no início do tratamento e quando altas doses são utilizadas.<BR>Desconhecidas: resposta lenta ao estímulo e hipotermia.<BR>Laboratoriais<BR>Incomum: ganho de peso (particularmente em altas doses ou em tratamento prolongado).<BR>Envenenamento ou complicações do procedimento<BR>Incomum: queda.<BR>Informe ao seu médico se você perceber qualquer um desses efeitos adversos listados acima ou quaisquer outros efeitos<BR>indesejados ou alterações inesperadas. Tendo em vista que alguns efeitos adversos, por exemplo, depressão respiratória,<BR>podem sob certas circunstâncias tornarem risco à vida, é essencial que, caso reações repentinas ou graves ocorram, o<BR>médico seja informado imediatamente.<BR>Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do<BR>medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.<BR></P>
Como Usar:<P>Não há estudos dos efeitos de FRISIUM administrado por vias não recomendadas. Portanto, por segurança e para garantir a<BR>eficácia deste medicamento, a administração deve ser somente por via oral.<BR>A dose e a duração do tratamento devem ser ajustadas de acordo com a indicação, gravidade e resposta clínica individual.<BR>Devem ser devidamente levados em conta a possibilidade de interferência com o estado de alerta e o tempo de reação. O<BR>princípio fundamental é manter a dose tão baixa quanto possível.<BR>• Tratamento dos estados de ansiedade:<BR>Adultos e adolescentes acima de 15 anos de idade: a dose inicial diária é geralmente de 20 mg de clobazam. Caso seja<BR>necessário, a dose diária pode ser aumentada. Geralmente, recomenda-se que uma dose diária total de 30mg não seja<BR>excedida.<BR>Idosos: maior capacidade de resposta e maior suscetibilidade a reações adversas podem estar presentes em pacientes idosos<BR>e requerem baixas doses iniciais e incrementos graduais de dose sob observação cuidadosa (vide “o que devo saber antes de<BR>usar este medicamento?”). Uma dose diária de manutenção de 10 a 15 mg de clobazam é frequentemente suficiente.<BR>Crianças de 3 a 15 anos de idade: maior capacidade de resposta e maior suscetibilidade a reações adversas podem estar<BR>presentes em crianças e requerem baixas doses iniciais e incrementos graduais de dose sob observação cuidadosa. Uma<BR>dose diária de 5 a 10 mg de clobazam é frequentemente suficiente. Os benzodiazepínicos não devem ser administrados a<BR>crianças sem uma avaliação cuidadosa da necessidade do uso (vide “quando não devo usar este medicamento?”).<BR>Ajuste secundário de dose: após a melhora dos sintomas, a dose pode ser reduzida.<BR>Esquema das doses: se a dose for dividida ao longo do dia, recomenda-se que a porção maior seja tomada à noite.<BR>Duração do tratamento: a duração do tratamento deve ser a menor possível. O paciente deve ser reavaliado após um<BR>período não superior a 4 semanas e regularmente a partir daí, a fim de avaliar a necessidade da continuação do tratamento,<BR>especialmente quando o paciente está livre dos sintomas. Geralmente, a duração total do tratamento (isto é, incluindo o<BR>processo de estabilização) não deve exceder de 8 a 12 semanas. Em certos casos, pode ser necessária uma prorrogação para<BR>além do período máximo de tratamento; o tratamento não deve ser prolongado sem uma reavaliação do estado do paciente<BR>através de conhecimentos especializados. É altamente recomendado que sejam evitados períodos prolongados de<BR>tratamento ininterrupto, uma vez que podem levar à dependência.<BR>Descontinuação do tratamento: é altamente recomendado que após um tratamento prolongado, clobazam não seja<BR>retirado repentinamente, mas sim que a dose seja reduzida gradualmente sob supervisão médica; caso contrário, podem<BR>ocorrer sintomas de abstinência (vide “o que devo saber antes de usar este medicamento?”).</P>
<P>• Tratamento da epilepsia em combinação com um ou mais outros anticonvulsivantes:<BR>Adultos e adolescentes acima de 15 anos de idade: recomenda-se iniciar com doses pequenas (5 a 15 mg/dia)<BR>aumentando-a gradualmente até um máximo de 80 mg/dia.<BR>Crianças entre 3 e 15 anos de idade: recomenda-se iniciar com dose de 5 mg e uma dose de manutenção de 0,3 a 1 mg/kg<BR>é geralmente suficiente de peso corporal diariamente é geralmente suficiente. Maior suscetibilidade a reações adversas pode<BR>estar presente em crianças e requerer incrementos graduais de dose sob observação cuidadosa; os benzodiazepínicos não<BR>devem ser administrados a crianças sem uma avaliação cuidadosa da necessidade de utilização (vide “quando não devo usar<BR>este medicamento?”).<BR>Idosos: maior suscetibilidade a reações adversas pode estar presente em pacientes idosos e requerer baixas doses iniciais e<BR>incrementos graduais de dose sob observação cuidadosa (vide “o que devo saber antes de usar este medicamento?”).<BR>Esquema de doses: A dose diária pode ser administrada como dose única à noite, ao deitar, ou dividida durante o dia,<BR>porém com concentração maior desta no período noturno. Doses de até 30 mg de clobazam também podem ser<BR>administradas como uma única dose à noite.<BR>Duração do tratamento: O paciente deve ser reavaliado após um período não maior que 4 semanas e depois disso,<BR>regularmente fim de avaliar a necessidade da continuação do tratamento.<BR>Interrupção do tratamento: No final do tratamento e em casos em que a resposta ao tratamento foi baixa, recomenda-se<BR>que FRISIUM não seja interrompido bruscamente, mas que a dose seja reduzida gradualmente. Caso contrário, há uma<BR>maior suscetibilidade a convulsões, como também a ocorrência de outros sintomas de abstinência.<BR>Modo de uso<BR>Os comprimidos devem ser administrados inteiros, com líquido e por via oral. O clobazam pode ser administrado com ou<BR>sem alimentos.<BR>Populações especiais<BR>Pacientes pediátricos<BR>Vide “quando não devo usar este medicamento?”<BR>Pacientes idosos<BR>Vide “o que devo saber antes de usar este medicamento?”.<BR>Pacientes com insuficiência renal ou hepática<BR>O aumento da capacidade de resposta e a maior suscetibilidade a reações adversas podem estar presentes nestes pacientes e<BR>requerem doses iniciais baixas e incrementos graduais da dose sob observação cuidadosa (vide “o que devo saber antes de<BR>usar este medicamento?”).<BR>Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.<BR>Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.<BR>Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.</P>
Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Com retenção de receita. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula.
Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico.
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