ControladosAntidepressivoMaleato de Fluvoxamina 50mg Althaia 30 Comprimidos Revestidos

Maleato de Fluvoxamina 50mg Althaia 30 Comprimidos Revestidos

Althaia
Cód: 34984

Maleato de Fluvoxamina 50mg Althaia 30 comprimidos, antidepressivo ISRS para depressão e TOC, auxilia na serotonina, reduz ansiedade e melhora bem-estar emocional. uso sob orientação médica.Ver mais

R$ 96,62
R$ 60,99

37% OFF

Descrição do Produto

Maleato de Fluvoxamina 50mg Althaia 30 Comprimidos - Controle da Ansiedade e TOC

Fluvoxamina é um antidepressivo indicado para tratar depressão maior e transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), ajudando a equilibrar a serotonina e melhorar o humor e os sintomas de ansiedade.

Para que serve o Maleato de Fluvoxamina 50mg Althaia 30 Comprimidos Revestidos?

Este medicamento é indicado para o tratamento da depressão maior, ajudando a reduzir os sintomas associados ao transtorno depressivo e contribuindo para a melhora do humor, da disposição e do bem-estar emocional. Também é utilizado no tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), auxiliando no controle de pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos, promovendo maior equilíbrio psicológico e qualidade de vida ao longo do tratamento.

Como o tratamento age no corpo?

Fluvoxamina é um antidepressivo ISRS que atua no cérebro aumentando a serotonina, ajudando a melhorar o humor, reduzir a ansiedade e controlar os sintomas do TOC.

Como tomar o Maleato de Fluvoxamina 50mg?

Posologia: Fluvoxamina deve ser administrada por via oral, com água, conforme orientação médica. Os comprimidos podem ser partidos ao meio, e a parte não utilizada deve ser armazenada corretamente e utilizada em até 1 dia. A dose é ajustada pelo médico, geralmente iniciando de forma gradual até atingir o efeito desejado, podendo ser tomada em dose única ou dividida conforme a necessidade. O tratamento não deve ser interrompido de forma abrupta, sendo necessária redução gradual para evitar sintomas de abstinência.

Quais são as reações adversas do Maleato de Fluvoxamina 50mg?

Fluvoxamina pode causar reações adversas que variam de acordo com o organismo, sendo geralmente leves a moderadas e, em muitos casos, relacionadas à própria condição tratada.
Reações mais comuns: Náusea, vômito, dor abdominal, diarreia, boca seca, dor de cabeça, tontura, sonolência, insônia, ansiedade, tremores, aumento do suor, palpitações, cansaço e mal-estar.
Reações mais raras: Alucinações, confusão, mania, convulsões, síndrome serotoninérgica, alterações hepáticas, reações alérgicas na pele, alterações urinárias e sexuais, hemorragias, alterações menstruais e risco aumentado de fraturas ósseas.

Perguntas frequentes:

1. Quais são os efeitos colaterais da fluvoxamina?

A fluvoxamina pode causar efeitos colaterais que variam de leves a moderados, principalmente no início do tratamento. Os mais comuns incluem náusea, dor de cabeça, tontura, sonolência ou insônia, ansiedade, tremores, boca seca, alterações gastrointestinais e aumento do suor. Em alguns casos menos frequentes, podem ocorrer reações como confusão, alterações no sono, alterações sexuais e palpitações. Reações mais raras incluem convulsões, alterações hepáticas e síndrome serotoninérgica. Em geral, muitos desses efeitos tendem a diminuir com o uso contínuo, mas qualquer reação persistente deve ser avaliada por um médico.

2. Precisa de receita para comprar fluvoxamina?

Sim. O Maleato de Fluvoxamina é um medicamento de tarja vermelha, o que significa que sua venda é feita somente mediante apresentação de receita médica. Apesar de não ser um medicamento de controle especial, seu uso deve ser feito sob prescrição e acompanhamento profissional, pois atua diretamente no sistema nervoso central e exige avaliação adequada da dose e da duração do tratamento.

3. Fluvoxamina serve para TOC?

Sim. A fluvoxamina é amplamente utilizada no tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Ela ajuda a reduzir a intensidade dos pensamentos obsessivos e a diminuir os comportamentos compulsivos repetitivos, que são característicos da condição. Ao atuar na regulação da serotonina no cérebro, o medicamento contribui para o controle dos sintomas e melhora da qualidade de vida do paciente, sendo uma das opções terapêuticas mais utilizadas para esse transtorno.

4. Qual a diferença entre fluvoxamina e outros antidepressivos ISRS?

A fluvoxamina pertence à classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), assim como outros antidepressivos como fluoxetina, sertralina e escitalopram. A principal diferença está no perfil de ação e nas indicações clínicas mais frequentes. A fluvoxamina é especialmente utilizada no tratamento do TOC e também da depressão, com efeito mais direcionado em alguns casos de ansiedade associada. Além disso, pode apresentar diferenças em interações medicamentosas e tolerabilidade em comparação com outros ISRS, o que torna a escolha do tratamento dependente da avaliação médica individual de cada paciente.

O Maleato de Fluvoxamina 50mg é um antidepressivo indicado para o tratamento da depressão e do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), ajudando no equilíbrio da serotonina e na melhora do bem-estar emocional. Encontre este medicamento com qualidade e segurança na Drogal.

Contraindicação

Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com hipersensibilidade conhecida ao maleato de fluvoxamina ou a qualquer excipiente da fórmula.
Este medicamento é contraindicado para o tratamento de depressão em pacientes com menos de 18 anos.
Este medicamento é contraindicado para o tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo em pacientes com menos de 8 anos.
É contraindicada a administração concomitantemente de maleato de fluvoxamina com tizanidina e inibidores da monoamino-oxidase (iMAOs).
O tratamento com maleato de fluvoxamina pode ser iniciado:
• duas semanas após a descontinuação de iMAO irreversível, ou
• um dia após a descontinuação de iMAO reversível (por exemplo, moclobemida, linezolida).
Deve haver um intervalo de pelo menos uma semana entre o término do tratamento com maleato de fluvoxamina e o início do tratamento com qualquer iMAO.
Este medicamento não deve ser utilizado em combinação com ramelteona e pimozida.

Instruções de Uso

MODO DE USAR
Administrar por via oral.
Os comprimidos de fluvoxamina devem ser ingeridos com água. Os comprimidos podem ser divididos em duas partes iguais.
Os comprimidos de 50 e 100 mg podem ser partidos. A parte não utilizada do comprimido deve ser guardada na embalagem original e administrada no prazo máximo de 1 dia.
POSOLOGIA
Depressão
A dose inicial recomendada é de 50 mg ou 100 mg, dose única, ao anoitecer. Recomenda-se aumentar a dose gradualmente, até atingir a dose eficaz. A dose eficaz diária geralmente é de 100 mg, entretanto esta deve ser ajustada de acordo com a resposta individual do paciente. Têm sido administradas doses de até 300 mg ao dia. Recomenda-se que doses totais diárias acima de 150 mg sejam administradas em doses divididas.
De acordo com as recomendações da OMS, o tratamento com medicamentos antidepressivos deve continuar por pelo menos 6 meses após a recuperação de um episódio depressivo.
É recomendada uma dose única diária de 100 mg de fluvoxamina para prevenção de recorrência da depressão.
Transtorno obsessivo-compulsivo
A dose inicial recomendada é de 50 mg ao dia por 3-4 dias. A dose eficaz diária geralmente varia entre 100 mg e 300 mg ao dia. A dose deve ser aumentada gradualmente até se atingir a dose eficaz, sendo a dose máxima diária recomendada de 300 mg para adultos e 200 mg para crianças a partir de 8 anos e/ou adolescentes.
Doses até 150 mg podem ser administradas como dose única, de preferência ao anoitecer. Recomenda-se que doses totais diárias acima de 150 mg sejam administradas divididas em 2 a 3 doses.
Se for obtida uma boa resposta terapêutica, o tratamento pode continuar na dose ajustada para o paciente. Se não houver melhora dentro de 10 semanas, o tratamento com fluvoxamina deve ser reavaliado. Embora ainda não haja estudos sistemáticos determinando por quanto tempo deve-se continuar o tratamento com fluvoxamina, o transtorno obsessivo-compulsivo é uma condição crônica e é razoável considerar a continuidade do tratamento por mais de 10 semanas em pacientes responsivos. O ajuste da dose deve ser cuidadoso e individualizado para cada paciente, a fim de manter o paciente com a menor dose eficaz. A necessidade do tratamento deve ser reavaliada periodicamente. Alguns médicos sugerem psicoterapia comportamental concomitante para os pacientes responsivos à farmacoterapia.
Sintomas de abstinência observados na descontinuação de fluvoxamina
A descontinuação abrupta deve ser evitada. Quando parar o tratamento com fluvoxamina, a dose deve ser gradualmente reduzida por um período de, no mínimo, uma ou duas semanas para reduzir o risco de reações de abstinência. Caso ocorram sintomas intoleráveis devido à diminuição da dose ou após a descontinuação do tratamento, retornar a dose para a anteriormente prescrita pode ser considerada. Subsequentemente, o médico pode continuar a diminuição da dose, mas de forma mais gradual.
Insuficiência Hepática ou Renal: Pacientes com insuficiência hepática ou renal devem iniciar o tratamento com doses baixas e ser cuidadosamente monitorados.

Reações Adversa

As reações adversas, observadas nos estudos clínicos, nas frequências relacionadas abaixo, são geralmente associadas à própria patologia tratada, não sendo necessariamente relacionadas ao medicamento.
As frequências estão classificadas conforme o seguinte parâmetro:
Comum: entre 1% e 10%
Incomum: entre 0,1% e 1%
Rara: entre 0,01% e 0,1%
Não conhecida: não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis.
Distúrbios endócrinos
Não conhecida: hiperprolactinemia, secreção inapropriada do hormônio antidiurético.
Distúrbios nutricionais e do metabolismo
Comum: anorexia.
Não conhecida: hiponatremia, ganho ou perda de peso.
Distúrbios psiquiátricos
Incomum: alucinação, confusão, agressão.
Rara: mania.
Não conhecida: casos de ideação e comportamentos suicidas têm sido reportados durante tratamento com fluvoxamina ou logo após
descontinuação do tratamento.
Distúrbios do sistema nervoso
Comum: agitação, nervosismo, ansiedade, insônia, sonolência, tremor, cefaleia e vertigem. Incomum: distúrbios extrapiramidais, ataxia.
Rara: convulsão.
Não conhecida: síndrome serotoninérgica, sintomas da síndrome neuroléptica maligna, acatisia/inquietação psicomotora, parestesia, disgeusia.
Distúrbios visuais
Não conhecida: glaucoma, midríase.
Distúrbios cardiovasculares
Comum: palpitação/taquicardia.
Distúrbios vasculares
Incomum: hipotensão (ortostática).
Não conhecida: hemorragia (por exemplo, hemorragia gastrointestinal, ginecológica, equimose e púrpura).
Distúrbios gastrointestinais
Comum: dor abdominal, constipação, diarreia, boca seca, dispepsia, náusea e vômito.
Distúrbios hepáticos
Raro: função hepática anormal.
Distúrbios cutâneos e subcutâneos
Comum: hiperidrose.
Incomum: reações de hipersensibilidade cutânea (incluindo edema angioneurótico, erupção cutânea e prurido).
Raro: reações de fotossensibilidade.
Distúrbios musculoesqueléticos, do tecido conectivo ou alterações ósseas
Incomum: artralgia e mialgia.
Não conhecida: fratura óssea (estudos epidemiológicos, principalmente conduzidos em pacientes que usam ISRSs e TCAs com 50
anos ou mais, mostram um risco aumentado de fraturas ósseas. O principal mecanismo do risco é desconhecido).
Distúrbios renais e urinários
Não conhecida: alteração na micção (incluindo: retenção urinária, incontinência urinária, polaciúria, noctúria e enurese).
Distúrbios do sistema reprodutivo
Incomum: ejaculação anormal (retardada).
Rara: galactorreia.
Não conhecida: anorgasmia, alterações menstruais (amenorreia, hipomenorreia, metrorragia, menorragia), hemorragia pós-parto1.
Distúrbios gerais e das condições de administração
Comum: astenia e mal-estar.
Não conhecida: síndrome de descontinuação do tratamento, incluindo síndrome neonatal de descontinuação do medicamento.1
Este evento foi relatado para a classe terapêutica dos ISRSs.
Sintomas observados na descontinuação do tratamento com maleato de fluvoxamina: a descontinuação da fluvoxamina (particularmente quando abrupta) comumente leva a sintomas da descontinuação. Portanto, é aconselhável que quando o tratamento com fluvoxamina não é mais necessitado, a descontinuação gradual da dose deve ser realizada.

Composição

maleato de fluvoxamina*............................................................................. 50 mg
Excipientes** q.s.p.................................................................................... 1 comprimido
* Cada 50 mg de maleato de fluvoxamina equivalem a 36,64 mg de fluvoxamina.
**Excipientes: manitol, celulose microcristalina, talco, hipromelose, estearato de magnésio, dióxido de titânio, macrogol.

Especificações

Gênero:Unissex

Origem:Nacional

Título Marketplace:Maleato de Fluvoxamina 50mg Althaia 30 Comprimidos Revestido

Descrição Marketplace:<H2 style="DISPLAY: inline">Maleato de Fluvoxamina 50mg Althaia 30 Comprimidos - Controle da Ansiedade e TOC</H2> <P><STRONG>Fluvoxamina</STRONG> é um <STRONG>antidepressivo</STRONG> indicado para tratar <STRONG>depressão</STRONG> maior e<STRONG> transtorno obsessivo-compulsivo</STRONG> (<STRONG>TOC</STRONG>), <STRONG>ajudando</STRONG> a equilibrar a <STRONG>serotonina</STRONG> e<STRONG> melhorar</STRONG> o<STRONG> humor</STRONG> e os<STRONG> sintomas </STRONG>de<STRONG> ansiedade</STRONG>.</P> <P> <H2 style="DISPLAY: inline">Para que serve o Maleato de Fluvoxamina 50mg Althaia 30 Comprimidos Revestidos? </H2> <P></P> <P>Este medicamento é indicado para o tratamento da depressão maior, ajudando a reduzir os sintomas associados ao transtorno depressivo e contribuindo para a melhora do humor, da disposição e do bem-estar emocional. Também é utilizado no tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), auxiliando no controle de pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos, promovendo maior equilíbrio psicológico e qualidade de vida ao longo do tratamento.</P> <P> <H2 style="DISPLAY: inline">Como o tratamento age no corpo? </H2> <P></P> <P>Fluvoxamina é um antidepressivo ISRS que atua no cérebro aumentando a serotonina, ajudando a melhorar o humor, reduzir a ansiedade e controlar os sintomas do TOC.</P> <P> <H2 style="DISPLAY: inline">Como tomar o Maleato de Fluvoxamina 50mg? </H2> <P></P> <P><STRONG>Posologia:</STRONG> Fluvoxamina deve ser administrada por via oral, com água, conforme orientação médica. Os comprimidos podem ser partidos ao meio, e a parte não utilizada deve ser armazenada corretamente e utilizada em até 1 dia. A dose é ajustada pelo médico, geralmente iniciando de forma gradual até atingir o efeito desejado, podendo ser tomada em dose única ou dividida conforme a necessidade. O tratamento não deve ser interrompido de forma abrupta, sendo necessária redução gradual para evitar sintomas de abstinência.</P> <P> <H2 style="DISPLAY: inline">Quais são as reações adversas do Maleato de Fluvoxamina 50mg? </H2> <P></P> <P>Fluvoxamina pode causar reações adversas que variam de acordo com o organismo, sendo geralmente leves a moderadas e, em muitos casos, relacionadas à própria condição tratada.<BR><STRONG>Reações mais comuns:</STRONG> Náusea, vômito, dor abdominal, diarreia, boca seca, dor de cabeça, tontura, sonolência, insônia, ansiedade, tremores, aumento do suor, palpitações, cansaço e mal-estar.<BR><STRONG>Reações mais raras:</STRONG> Alucinações, confusão, mania, convulsões, síndrome serotoninérgica, alterações hepáticas, reações alérgicas na pele, alterações urinárias e sexuais, hemorragias, alterações menstruais e risco aumentado de fraturas ósseas.</P> <P> <H3 style="DISPLAY: inline">Perguntas frequentes: </H3> <P></P> <P> <H3 style="DISPLAY: inline">1. Para que serve o Maleato de Fluvoxamina 50mg? </H3> <P></P> <P>O Maleato de Fluvoxamina 100mg é um medicamento antidepressivo indicado principalmente para o tratamento da depressão maior e do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Ele atua no sistema nervoso central ajudando a regular os níveis de serotonina, um neurotransmissor responsável pelo controle do humor, das emoções e do comportamento. Com isso, contribui para a redução dos sintomas depressivos, melhora da ansiedade associada e controle de pensamentos e comportamentos obsessivos, promovendo maior estabilidade emocional ao longo do tratamento.</P> <P> <H3 style="DISPLAY: inline">2. Quais são os efeitos colaterais da fluvoxamina? </H3> <P></P> <P>A fluvoxamina pode causar efeitos colaterais que variam de leves a moderados, principalmente no início do tratamento. Os mais comuns incluem náusea, dor de cabeça, tontura, sonolência ou insônia, ansiedade, tremores, boca seca, alterações gastrointestinais e aumento do suor. Em alguns casos menos frequentes, podem ocorrer reações como confusão, alterações no sono, alterações sexuais e palpitações. Reações mais raras incluem convulsões, alterações hepáticas e síndrome serotoninérgica. Em geral, muitos desses efeitos tendem a diminuir com o uso contínuo, mas qualquer reação persistente deve ser avaliada por um médico.</P> <P> <H3 style="DISPLAY: inline"></H3> <P>O <STRONG>Maleato de Fluvoxamina 50mg</STRONG> é um antidepressivo indicado para o tratamento da depressão e do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), ajudando no equilíbrio da serotonina e na melhora do bem-estar emocional. Encontre este medicamento com qualidade e segurança.</P>

Composição:<P>maleato de fluvoxamina*............................................................................. 50 mg <BR>Excipientes** q.s.p.................................................................................... 1 comprimido <BR>* Cada 50 mg de maleato de fluvoxamina equivalem a 36,64 mg de fluvoxamina. <BR>**Excipientes: manitol, celulose microcristalina, talco, hipromelose, estearato de magnésio, dióxido de titânio, macrogol. </P>

Indicação:<P>Este medicamento é indicado para o tratamento da depressão maior, dos sintomas do transtorno depressivo e dos sintomas do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).</P>

Classificação:Tarja vermelha

BloqueioVenda:Não

Tipo Modalidade:Controlados

Contraindicação:<P>Este medicamento é contraindicado para uso por pacientes com hipersensibilidade conhecida ao maleato de fluvoxamina ou a qualquer excipiente da fórmula.<BR>Este medicamento é contraindicado para o tratamento de depressão em pacientes com menos de 18 anos.<BR>Este medicamento é contraindicado para o tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo em pacientes com menos de 8 anos.<BR>É contraindicada a administração concomitantemente de maleato de fluvoxamina com tizanidina e inibidores da monoamino-oxidase (iMAOs).<BR>O tratamento com maleato de fluvoxamina pode ser iniciado:<BR>• duas semanas após a descontinuação de iMAO irreversível, ou<BR>• um dia após a descontinuação de iMAO reversível (por exemplo, moclobemida, linezolida).<BR>Deve haver um intervalo de pelo menos uma semana entre o término do tratamento com maleato de fluvoxamina e o início do tratamento com qualquer iMAO.<BR>Este medicamento não deve ser utilizado em combinação com ramelteona e pimozida.</P>

Reações Adversas:<P>As reações adversas, observadas nos estudos clínicos, nas frequências relacionadas abaixo, são geralmente associadas à própria patologia tratada, não sendo necessariamente relacionadas ao medicamento.<BR>As frequências estão classificadas conforme o seguinte parâmetro:<BR>Comum: entre 1% e 10%<BR>Incomum: entre 0,1% e 1%<BR>Rara: entre 0,01% e 0,1%<BR>Não conhecida: não pode ser estimada a partir dos dados disponíveis.<BR>Distúrbios endócrinos<BR>Não conhecida: hiperprolactinemia, secreção inapropriada do hormônio antidiurético.<BR>Distúrbios nutricionais e do metabolismo<BR>Comum: anorexia.<BR>Não conhecida: hiponatremia, ganho ou perda de peso.<BR>Distúrbios psiquiátricos<BR>Incomum: alucinação, confusão, agressão.<BR>Rara: mania.<BR>Não conhecida: casos de ideação e comportamentos suicidas têm sido reportados durante tratamento com fluvoxamina ou logo após<BR>descontinuação do tratamento.<BR>Distúrbios do sistema nervoso<BR>Comum: agitação, nervosismo, ansiedade, insônia, sonolência, tremor, cefaleia e vertigem. Incomum: distúrbios extrapiramidais, ataxia.<BR>Rara: convulsão.<BR>Não conhecida: síndrome serotoninérgica, sintomas da síndrome neuroléptica maligna, acatisia/inquietação psicomotora, parestesia, disgeusia.<BR>Distúrbios visuais<BR>Não conhecida: glaucoma, midríase.<BR>Distúrbios cardiovasculares<BR>Comum: palpitação/taquicardia.<BR>Distúrbios vasculares<BR>Incomum: hipotensão (ortostática).<BR>Não conhecida: hemorragia (por exemplo, hemorragia gastrointestinal, ginecológica, equimose e púrpura).<BR>Distúrbios gastrointestinais<BR>Comum: dor abdominal, constipação, diarreia, boca seca, dispepsia, náusea e vômito.<BR>Distúrbios hepáticos<BR>Raro: função hepática anormal.<BR>Distúrbios cutâneos e subcutâneos<BR>Comum: hiperidrose.<BR>Incomum: reações de hipersensibilidade cutânea (incluindo edema angioneurótico, erupção cutânea e prurido).<BR>Raro: reações de fotossensibilidade.<BR>Distúrbios musculoesqueléticos, do tecido conectivo ou alterações ósseas<BR>Incomum: artralgia e mialgia.<BR>Não conhecida: fratura óssea (estudos epidemiológicos, principalmente conduzidos em pacientes que usam ISRSs e TCAs com 50<BR>anos ou mais, mostram um risco aumentado de fraturas ósseas. O principal mecanismo do risco é desconhecido).<BR>Distúrbios renais e urinários<BR>Não conhecida: alteração na micção (incluindo: retenção urinária, incontinência urinária, polaciúria, noctúria e enurese).<BR>Distúrbios do sistema reprodutivo<BR>Incomum: ejaculação anormal (retardada).<BR>Rara: galactorreia.<BR>Não conhecida: anorgasmia, alterações menstruais (amenorreia, hipomenorreia, metrorragia, menorragia), hemorragia pós-parto1.<BR>Distúrbios gerais e das condições de administração<BR>Comum: astenia e mal-estar.<BR>Não conhecida: síndrome de descontinuação do tratamento, incluindo síndrome neonatal de descontinuação do medicamento.1<BR>Este evento foi relatado para a classe terapêutica dos ISRSs.<BR>Sintomas observados na descontinuação do tratamento com maleato de fluvoxamina: a descontinuação da fluvoxamina (particularmente quando abrupta) comumente leva a sintomas da descontinuação. Portanto, é aconselhável que quando o tratamento com fluvoxamina não é mais necessitado, a descontinuação gradual da dose deve ser realizada.</P>

Como Usar:<P>MODO DE USAR<BR>Administrar por via oral.<BR>Os comprimidos de fluvoxamina devem ser ingeridos com água. Os comprimidos podem ser divididos em duas partes iguais.<BR>Os comprimidos de 50 e 100 mg podem ser partidos. A parte não utilizada do comprimido deve ser guardada na embalagem original e administrada no prazo máximo de 1 dia.<BR>POSOLOGIA<BR>Depressão<BR>A dose inicial recomendada é de 50 mg ou 100 mg, dose única, ao anoitecer. Recomenda-se aumentar a dose gradualmente, até atingir a dose eficaz. A dose eficaz diária geralmente é de 100 mg, entretanto esta deve ser ajustada de acordo com a resposta individual do paciente. Têm sido administradas doses de até 300 mg ao dia. Recomenda-se que doses totais diárias acima de 150 mg sejam administradas em doses divididas.<BR>De acordo com as recomendações da OMS, o tratamento com medicamentos antidepressivos deve continuar por pelo menos 6 meses após a recuperação de um episódio depressivo.<BR>É recomendada uma dose única diária de 100 mg de fluvoxamina para prevenção de recorrência da depressão.<BR>Transtorno obsessivo-compulsivo<BR>A dose inicial recomendada é de 50 mg ao dia por 3-4 dias. A dose eficaz diária geralmente varia entre 100 mg e 300 mg ao dia. A dose deve ser aumentada gradualmente até se atingir a dose eficaz, sendo a dose máxima diária recomendada de 300 mg para adultos e 200 mg para crianças a partir de 8 anos e/ou adolescentes.<BR>Doses até 150 mg podem ser administradas como dose única, de preferência ao anoitecer. Recomenda-se que doses totais diárias acima de 150 mg sejam administradas divididas em 2 a 3 doses.<BR>Se for obtida uma boa resposta terapêutica, o tratamento pode continuar na dose ajustada para o paciente. Se não houver melhora dentro de 10 semanas, o tratamento com fluvoxamina deve ser reavaliado. Embora ainda não haja estudos sistemáticos determinando por quanto tempo deve-se continuar o tratamento com fluvoxamina, o transtorno obsessivo-compulsivo é uma condição crônica e é razoável considerar a continuidade do tratamento por mais de 10 semanas em pacientes responsivos. O ajuste da dose deve ser cuidadoso e individualizado para cada paciente, a fim de manter o paciente com a menor dose eficaz. A necessidade do tratamento deve ser reavaliada periodicamente. Alguns médicos sugerem psicoterapia comportamental concomitante para os pacientes responsivos à farmacoterapia.<BR>Sintomas de abstinência observados na descontinuação de fluvoxamina<BR>A descontinuação abrupta deve ser evitada. Quando parar o tratamento com fluvoxamina, a dose deve ser gradualmente reduzida por um período de, no mínimo, uma ou duas semanas para reduzir o risco de reações de abstinência. Caso ocorram sintomas intoleráveis devido à diminuição da dose ou após a descontinuação do tratamento, retornar a dose para a anteriormente prescrita pode ser considerada. Subsequentemente, o médico pode continuar a diminuição da dose, mas de forma mais gradual.<BR>Insuficiência Hepática ou Renal: Pacientes com insuficiência hepática ou renal devem iniciar o tratamento com doses baixas e ser cuidadosamente monitorados.</P>

Classe do Medicamento:Antidepressivos

Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Com retenção de receita. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula. Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico. Medicamento genérico - Lei N.º 9.787/99.

Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/501959728258252_4c8fed5c-3708-4b8e-936d-7daed06d1f8c.pdf

Quantidade:30 Comprimidos

Fases da Vida:Para adultos

Parte do Corpo:Para o sistema nervoso

Princípio Ativo:Maleato De Fluvoxamina

Doenças e Complicações:Para depressão

Forma de Administração:Uso oral

Prescrição Médica:Sim

Tipo de Medicamento:Genérico

Avaliações

Avalie esse produto

Seus dados

Imagem de avaliação vazia

Parece que ainda não há avaliações!

Já conhece esse produto? Que tal nos contar um pouquinho sobre ele.