ControladosAntipsicóticoZargus 2mg 30 Comprimidos Revestidos

Zargus 2mg 30 Comprimidos Revestidos

Zargus
Cód: 1980005

Zargus 2mg com risperidona é indicado para tratar transtornos mentais, ajudando a controlar sintomas como agitação, delírios e alterações de humor. Uso sob prescrição médica.Ver mais

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Descrição do Produto

O que é Zargus 2mg 30 Comprimidos Revestidos e para que é indicado?

O Zargus 2mg é um medicamento antipsicótico que contém risperidona, indicado para o tratamento de transtornos mentais que afetam o pensamento, o comportamento e as emoções. Ele auxilia no controle de sintomas como agitação, alucinações, alterações de humor e irritabilidade, contribuindo para a estabilização do quadro e melhora da qualidade de vida quando utilizado conforme orientação médica.

Para que serve o Zargus 2mg?

O Zargus 2mg é indicado para o tratamento de transtornos psiquiátricos, como a esquizofrenia, ajudando a controlar sintomas relacionados ao pensamento, emoções e comportamento, como alucinações, confusão, isolamento e desconfiança. Também pode ser utilizado em casos de mania, ansiedade e alterações de humor, além de auxiliar na prevenção de recaídas após a melhora dos sintomas. O medicamento ainda é indicado para o controle de agitação e sintomas psicóticos em pacientes com demência associada à doença de Alzheimer, e para o tratamento da irritabilidade em crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista.

Como o Zargus 2mg funciona no organismo?

O Zargus 2mg atua no sistema nervoso central, influenciando substâncias responsáveis pela comunicação entre as células do cérebro, como a dopamina e a serotonina. Embora seu mecanismo exato não seja totalmente conhecido, acredita-se que ele ajude a equilibrar esses neurotransmissores, contribuindo para a melhora dos sintomas ao longo do tratamento.

Como tomar o Zargus 2mg?

Posologia: O Zargus 2mg deve ser utilizado por via oral, com os comprimidos ingeridos inteiros e com água, podendo ser tomado com ou sem alimentos. A dose é definida de forma individual pelo médico, conforme a condição tratada e a resposta do paciente, geralmente iniciando com doses mais baixas e ajustando gradualmente. A administração pode ocorrer uma ou duas vezes ao dia. É fundamental seguir corretamente as orientações médicas, respeitando horários, doses e duração do tratamento, sem partir, mastigar ou interromper o uso por conta própria.

Quais são as reações adversas do Zargus 2mg?

Como todo medicamento, o Zargus 2mg (risperidona) pode causar efeitos colaterais, embora nem todas as pessoas apresentem reações. Em geral, esses efeitos são leves a moderados e tendem a surgir no início do tratamento ou durante ajustes de dose. É importante observar qualquer sintoma diferente e comunicar ao médico.

- Reações mais comuns: Incluem sonolência, sedação, tontura, dor de cabeça, náusea, constipação, boca seca, aumento do apetite e ganho de peso. Também podem ocorrer ansiedade, insônia, tremores, rigidez muscular (parkinsonismo), fadiga, congestão nasal e infecções respiratórias leves.
- Reações mais raras: Podem envolver alterações mais importantes, como movimentos involuntários (discinesia), distúrbios hormonais (como aumento da prolactina), convulsões, alterações cardíacas, reações alérgicas graves, síndrome neuroléptica maligna, trombose, pancreatite e alterações no sangue. Embora incomuns, essas reações exigem atenção médica imediata.

Qual é o princípio ativo do Zargus 2mg?

O Zargus 2mg contém um princípio ativo que atua diretamente no sistema nervoso central, auxiliando no controle de sintomas psiquiátricos:

- Risperidona: A risperidona é um antipsicótico que age regulando neurotransmissores como a dopamina e a serotonina no cérebro. Esse equilíbrio contribui para a melhora de sintomas como alucinações, alterações de pensamento, agitação, agressividade e mudanças de humor, sendo utilizada no tratamento de condições como esquizofrenia, transtorno bipolar e irritabilidade associada ao autismo.

Importante: Zargus é um medicamento de venda sob prescrição médica com retenção de receita e deve ser utilizado somente conforme orientação de um profissional de saúde. Antes de usar, leia a bula.

Perguntas Frequentes:

1. Quais são os efeitos colaterais mais comuns do Zargus 2mg?

Os efeitos colaterais mais comuns do Zargus 2mg (risperidona) incluem sonolência, tontura, dor de cabeça, aumento do apetite e possível ganho de peso. Também podem ocorrer alterações gastrointestinais, como náusea ou constipação, além de sintomas como ansiedade, insônia e tremores leves. Esses efeitos costumam surgir no início do tratamento ou após ajustes de dose e tendem a diminuir com o tempo. Caso persistam ou causem desconforto significativo, é importante procurar orientação médica.

2. O Zargus 2mg engorda?

Sim, o Zargus 2mg pode levar ao ganho de peso em alguns pacientes, principalmente por estimular o apetite e causar alterações no metabolismo. Esse efeito varia de acordo com o organismo e o estilo de vida de cada pessoa. Para minimizar esse impacto, é recomendado manter uma alimentação equilibrada, praticar exercícios físicos regularmente e realizar acompanhamento médico durante o uso contínuo da risperidona.

3. Quanto tempo o Zargus 2mg demora para fazer efeito?

O Zargus 2mg pode apresentar efeitos iniciais nos primeiros dias de uso, como melhora da agitação, ansiedade ou sono. No entanto, o efeito terapêutico mais completo costuma ser observado após algumas semanas de tratamento contínuo. Esse tempo pode variar conforme a condição tratada e a resposta individual do paciente, sendo essencial manter o uso regular conforme prescrição médica.

4. O Zargus 2mg precisa de receita médica?

Sim, o Zargus 2mg é um medicamento de venda sob prescrição médica obrigatória. Isso ocorre porque a risperidona atua diretamente no sistema nervoso central e pode causar efeitos importantes se usada de forma inadequada. O acompanhamento médico é fundamental para ajustar a dose, monitorar a eficácia e garantir maior segurança durante o tratamento.

5. Posso interromper o uso do Zargus 2mg por conta própria?

Não é indicado interromper o uso do Zargus 2mg sem orientação médica. A suspensão repentina pode provocar retorno dos sintomas ou efeitos indesejados, como irritabilidade, ansiedade ou alterações de humor. O mais seguro é que a interrupção seja feita de forma gradual, com acompanhamento profissional, garantindo uma redução controlada e evitando prejuízos ao tratamento.

O Zargus 2mg (risperidona) é um medicamento eficaz no controle de transtornos psiquiátricos, atuando no equilíbrio de neurotransmissores para reduzir sintomas como agitação, alterações de humor e pensamentos desorganizados. Ao buscar o medicamento em farmácias de confiança, como a Drogal, você garante mais segurança e qualidade.

Contraindicação

Não tome Zargus se você for alérgico a este medicamento ou a qualquer componente de sua fórmula. A alergia pode ser reconhecida, por exemplo, por erupção na pele, coceira, encurtamento da respiração ou inchaço facial. Na ocorrência de qualquer um destes sintomas, contate seu médico imediatamente.

Instruções de Uso

Zargus é apresentado na forma de comprimidos revestidos que devem ser tomados por via oral.
Você pode tomar Zargus com as refeições ou entre elas. Os comprimidos devem ser ingeridos com uma boa quantidade de água.
É muito importante que a quantidade correta de Zargus seja tomada, mas isto varia de pessoa para pessoa.
É por isso que seu médico ajustará o número e a concentração dos comprimidos, até que o efeito desejado seja obtido. Então, siga as instruções de seu médico cuidadosamente e não altere ou interrompa a dose sem consultá-lo.
Esquizofrenia
- Adultos
Zargus pode ser administrado uma ou duas vezes ao dia. A dose inicial recomendada é de 2 mg/dia. A dose pode ser aumentada para 4 mg, no segundo dia. A partir de então a dose deve permanecer inalterada, ou ser posteriormente individualizada, se necessário.
A maioria dos pacientes se beneficia de doses entre 4 mg e 6 mg/dia. Em alguns pacientes uma titulação mais lenta ou uma dose inicial e de manutenção mais baixa pode ser apropriada.
Doses acima de 10 mg/dia não se mostraram superiores em eficácia em relação a doses mais baixas e podem provocar mais sintomas extrapiramidais. A segurança de doses superiores a 16 mg/dia não foi avaliada e, portanto, não devem ser usadas.
Um benzodiazepínico pode ser associado ao Zargus quando uma sedação adicional for necessária.
Populações especiais
- Pacientes idosos (65 anos ou mais)
A dose inicial recomendada é de 0,5 mg, duas vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada com incrementos de 0,5 mg, duas vezes ao dia, até uma dose de 1 mg a 2 mg, duas vezes ao dia.
- Pacientes pediátricos (13 a 17 anos)
Recomenda-se uma dose inicial de 0,5 mg por dia, administrada em dose única diária pela manhã ou à noite. Se indicado, essa dose pode ser ajustada em intervalos de no mínimo 24 horas com incrementos de 0,5 mg ou 1 mg/dia, conforme tolerado, até a dose recomendada de 3 mg/dia. A eficácia foi demonstrada em doses de 1 mg a 6 mg/dia. Doses maiores do que 6 mg/dia não foram estudadas.
Os pacientes que apresentarem sonolência persistente podem se beneficiar da administração de metade da dose diária duas vezes por dia.
Não existem estudos sobre o uso de risperidona em crianças menores de 13 anos de idade.
Transferência de outros antipsicóticos para Zargus
Quando medicamente apropriado, é recomendado que seja feita uma descontinuação gradativa do tratamento anterior, quando a terapia com Zargus é iniciada. Se for também medicamente apropriado, iniciar a terapia com Zargus no lugar da próxima injeção programada de antipsicóticos depot. A manutenção de medicamentos antiparkinsonianos deve ser periodicamente reavaliada pelo médico.
Agitação, agressividade ou sintomas psicóticos em pacientes com demência relacionada à doença de Alzheimer
A dose inicial recomendada é de 0,25 mg duas vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada individualmente, com incrementos de 0,25 mg duas vezes ao dia, com intervalo mínimo de 2 dias, se necessário. A dose ótima é 0,5 mg duas vezes ao dia para a maioria dos pacientes. No entanto, alguns pacientes podem se beneficiar com doses de até 1 mg duas vezes ao dia. Uma vez que o paciente atingiu a dose ótima, a administração uma vez ao dia pode ser considerada. Como para todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo de Zargus deve ser avaliado e justificado periodicamente.
Transtorno do humor bipolar: mania
- Adultos
Para uso associado a estabilizadores do humor, recomenda-se uma dose inicial de Zargus de 2 mg uma vez ao dia. Esta dose pode ser ajustada individualmente com incrementos de até 2 mg/dia, com intervalo mínimo de 2 dias. A maioria dos pacientes irá se beneficiar de doses entre 2 mg e 6 mg/dia.
Para uso em monoterapia, recomenda-se uma dose inicial de Zargus de 2 mg ou 3 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose pode ser ajustada em 1 mg ao dia, em intervalo não inferior a 24 horas. Recomenda-se uma dose de 2 mg a 6 mg/dia.
Populações especiais
- Pacientes pediátricos (10 a 17 anos)
Recomenda-se uma dose inicial de 0,5 mg por dia, administrada em dose única diária pela manhã ou à noite. Se indicado, essa dose pode ser então ajustada em intervalos de no mínimo 24 horas com incrementos de 0,5 mg ou 1 mg/dia, conforme tolerado, até a dose recomendada de 2,5 mg/dia. A eficácia foi demonstrada em doses de 0,5 mg e 6 mg/dia. Doses maiores do que 6 mg/dia não foram estudadas.
Os pacientes que apresentarem sonolência persistente podem se beneficiar da administração de metade da dose diária duas vezes por dia.
Assim como todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo do Zargus deve ser avaliado e justificado constantemente.
Não existem estudos sobre risperidona no tratamento de mania em crianças com menos de 10 anos de idade.
Autismo
- Pacientes pediátricos (5 a 17 anos)
A dose de Zargus deve ser individualizada de acordo com as necessidades e a resposta do paciente.
O tratamento deve ser iniciado com 0,25 mg/dia para pacientes com peso < 20 kg e 0,5 mg/dia para pacientes com peso = 20 kg.
No dia 4, a dose deve ser aumentada em 0,25 mg/dia para pacientes com peso < 20 kg e em 0,5 mg/dia para pacientes com peso = 20 kg.
Essa dose deve ser mantida e a resposta deve ser avaliada por volta do 14º dia. Apenas para os pacientes que não obtiverem resposta clínica suficiente, aumentos adicionais da dose devem ser considerados. Os aumentos da dose devem ser realizados em intervalos = 2 semanas em aumentos de 0,25 mg para pacientes < 20 kg ou 0,5 mg para pacientes = 20 kg.
Em estudos clínicos, a dose máxima estudada não excedeu uma dose diária total de 1,5 mg em pacientes < 20 kg, 2,5 mg em pacientes = 20 kg ou 3,5 mg em pacientes > 45 kg. Doses inferiores a 0,25 mg/dia não se mostraram efetivas nos estudos clínicos.
Pacientes pesando > 45 kg podem necessitar de doses maiores; a dose máxima avaliada foi 3,5 mg/dia.
Zargus pode ser administrado uma ou duas vezes ao dia.
Os pacientes que apresentarem sonolência podem se beneficiar de uma mudança na administração de uma vez ao dia para duas vezes ao dia, ou uma vez ao dia ao deitar-se.
Uma vez que uma resposta clínica suficiente tenha sido obtida e mantida, deve-se considerar a redução gradual da dose para obter um equilíbrio ótimo de eficácia e segurança.
Não há experiência em crianças com menos de 5 anos de idade.
Insuficiência renal (dos rins) ou hepática (do fígado)
Pacientes com insuficiência renal ou hepática apresentam menor capacidade de eliminar a fração antipsicótica ativa do que adultos normais. Pacientes com disfunção hepática apresentam aumento na concentração plasmática da fração livre da risperidona.
Sem considerar a indicação, tanto as doses iniciais como as consecutivas devem ser divididas, e a titulação da dose deve ser mais lenta em pacientes com insuficiência renal ou hepática.
Zargus deve ser usado com cautela nestes grupos de pacientes.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.

Reações Adversa

Assim como todos os medicamentos, Zargus pode causar efeitos adversos. As reações adversas relacionadas ao tratamento com risperidona estão listadas a seguir. Se você tiver algum desses sintomas, consulte seu médico.
Dados de estudos clínicos:
Reações adversas geralmente observadas em estudos clínicos em pacientes com transtorno autista
As seguintes reações adversas foram relatadas com risperidona em 3 estudos clínicos em pacientes pediátricos tratados por irritabilidade associada ao transtorno autista, com incidência igual ou maior do que 5%:
Distúrbios gastrintestinais: vômito, constipação, boca seca, náusea e hipersecreção salivar;
Distúrbios gerais e condições no local da administração: fadiga, febre e sede;
Infecções e infestações: nasofaringite, rinite e infecção do trato respiratório superior;
Investigações: aumento de peso;
Distúrbios do metabolismo e nutrição: aumento de apetite;
Distúrbios do sistema nervoso: sedação, incontinência salivar, cefaleia, tremor, tontura e parkinsonismo*;
Distúrbios renal e urinário: enurese (incontinência urinária);
Distúrbios respiratório, torácico e do mediastino: tosse, coriza e congestão nasal;
Distúrbios da pele e tecido subcutâneo: erupção cutânea;
Parkinsonismo inclui rigidez musculoesquelética, distúrbio extrapiramidal, rigidez muscular, rigidez em roda denteada e tensão muscular.
A seguir listamos as reações adversas observadas em estudos clínicos em pacientes adultos com vários transtornos psiquiátricos, pacientes idosos com demência e pacientes pediátricos. A maioria das reações adversas foi de intensidade leve a moderada.
- Pacientes adultos
As seguintes reações adversas foram relatadas por = 1% dos pacientes adultos tratados com risperidona:
Infecções e infestações: nasofaringite, infecção do trato respiratório superior, sinusite e infecção do trato urinário;
Distúrbios do sangue e do sistema linfático: anemia;
Distúrbios do sistema imunológico: hipersensibilidade;
Distúrbios psiquiátricos: insônia, ansiedade e nervosismo;
Distúrbios do sistema nervoso: parkinsonismo (movimento lento ou comprometido, sensação de rigidez ou tensão dos músculos - tornando seus movimentos irregulares - e, algumas vezes, até mesmo a sensação de movimento “congelado” e depois reiniciando. Outros sinais de parkinsonismo incluem: movimento lento e embaralhado, tremor em descanso, aumento da saliva e perda da expressão do rosto)*, acatisia (incapacidade de permanecer sentado, inquietação motora e sensação de tremor muscular)*, sonolência, tontura, sedação, tremor*, distonia (contração involuntária lenta ou sustentada dos músculos que pode envolver qualquer parte do corpo e resultar em postura anormal, embora, geralmente, os músculos da face estejam envolvidos, incluindo movimentos anormais dos olhos, da boca, língua ou mandíbula)*, letargia, tontura postural, discinesia* (movimentos involuntários dos músculos, podendo incluir movimentos repetitivos, espásticos ou contorcidos e contorções) e síncope (desmaio);
Distúrbios oftalmológicos: visão turva;
Distúrbios auditivos e do labirinto: dor de ouvido;
Distúrbios cardíacos: taquicardia (batimentos acelerados do coração);
Distúrbios vasculares: hipotensão ortostática (pressão baixa ao se levantar) e hipotensão (pressão baixa);
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: congestão nasal, dispneia (encurtamento da
respiração), epistaxe (sangramento pelo nariz) e congestão sinusal;
Distúrbios gastrintestinais: náusea, constipação, dispepsia, vômito, diarreia, hipersecreção salivar (secreção excessiva de saliva), boca seca, desconforto abdominal, dor abdominal, desconforto estomacal e dor na região superior do abdome;
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: erupção cutânea, pele seca, caspa, dermatite seborreica e hiperqueratose;
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: dor nas costas, artralgia (dor nas articulações) e dor nas extremidades;
Distúrbios renais e urinários: incontinência (falta de controle) urinária;
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: falha na ejaculação;
Distúrbios gerais: fadiga, astenia, febre e dor torácica;
Testes: aumento da creatina fosfoquinase no sangue e aumento da frequência cardíaca.
Parkinsonismo inclui: distúrbio extrapiramidal, rigidez musculoesquelética, parkinsonismo, rigidez em roda denteada, acinesia, bradicinesia, hipocinesia, face em máscara, rigidez muscular e doença de Parkinson. Acatisia inclui: acatisia e agitação. Distonia inclui: distonia, espasmos musculares, contrações musculares involuntárias, contratura muscular, oculogiração e paralisia da língua. Tremores incluem: tremores e tremor parkinsoniano de repouso. Discinesia inclui: discinesia, espasmos musculares involuntários, coreia e coreoatetose.
- Pacientes idosos
As seguintes reações adversas foram relatadas por = 1% dos pacientes idosos com demência tratados com risperidona, incluindo apenas as reações não mencionadas anteriormente ou as reações adversas com frequência maior ou igual a duas vezes a frequência das reações adversas mencionadas anteriormente: Infecções e infestações: infecção do trato urinário, pneumonia e celulite;
Distúrbios nutricionais e do metabolismo: diminuição do apetite;
Distúrbios psiquiátricos: estado confusional;
Distúrbios do sistema nervoso: letargia, ataque isquêmico transitório, nível deprimido de consciência, produção excessiva de saliva e acidente vascular cerebral (perda repentina do suprimento de sangue ao cérebro);
Distúrbios oftalmológicos: conjuntivite;
Distúrbios vasculares: hipotensão (pressão baixa);
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: tosse e rinorreia (secreção nasal);
Distúrbios gastrintestinais: disfagia (dificuldade para engolir) e fecaloma (fezes muito duras);
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: eritema (vermelhidão da pele);
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: postura anormal e inchaço articular;
Distúrbios gerais: edema periférico, febre, distúrbio de marcha e edema depressível;
Testes: aumento da temperatura corporal.
- Pacientes pediátricos
As seguintes reações adversas foram observadas por = 1% dos pacientes pediátricos tratados com risperidona, incluindo apenas as reações não mencionadas para os pacientes adultos ou as reações adversas com frequência maior ou igual a duas vezes a frequência das reações adversas mencionadas para os pacientes adultos.
Infecções e infestações: infecção do trato respiratório superior, rinite e gripe;
Distúrbios nutricionais e do metabolismo: apetite aumentado;
Distúrbios psiquiátricos: insônia de manutenção e apatia;
Distúrbios do sistema nervoso: sonolência, cefaleia, sedação, tontura, tremores, produção excessiva de saliva, disartria (problemas com a fala), distúrbio da atenção, distúrbio do equilíbrio e hipersonia (períodos de sono excessivamente longos);
Distúrbios cardíacos: palpitações (vibração ou sensação anormal de esmagamento no peito);
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: tosse, rinorreia (secreção nasal), epistaxe (sangramento nasal), dor faringolaringeana (dor de garganta) e congestão pulmonar;
Distúrbios gastrintestinais: vômito, dor na região superior do abdome, diarreia, hipersecreção salivar,
desconforto estomacal e dor abdominal;
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: prurido e acne;
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: mialgia (dor muscular) e dor no pescoço;
Distúrbios renais e urinários: enurese (perda involuntária de urina), incontinência urinária e polaciúria (urinar com maior frequência);
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: galactorreia (produção anormal de leite);
Distúrbios gerais: fadiga, febre, sensação anormal, letargia e desconforto torácico;
Testes: aumento do peso, prolactina sanguínea aumentada (cujos sintomas podem incluir, nos homens, inchaço das mamas, dificuldade em obter ou manter ereções ou outra disfunção sexual; e, em mulheres, ausência de ciclos menstruais ou outros problemas com o ciclo menstrual).
Outros dados de estudos clínicos
A seguir listamos as reações adversas observadas em estudos clínicos, em = 1% e < 1% dos pacientes adultos, idosos com demência e pacientes pediátricos tratados com risperidona e/ou paliperidona (composto ativo resultante da metabolização da risperidona).
As seguintes reações adversas foram observadas em = 1% dos pacientes adultos, idosos com demência e pacientes pediátricos tratados com risperidona e/ou paliperidona:
Distúrbios psiquiátricos: agitação e insônia*;
Distúrbios do sistema nervoso: acatisia (incapacidade de permanecer sentado, inquietação motora e sensação de tremor muscular)*, discinesia (movimentos involuntários dos músculos, podendo incluir movimentos repetitivos, espásticos ou contorcidos e contorções)*, distonia (contração involuntária lenta ou sustentada dos músculos que pode envolver qualquer parte do corpo e resultar em postura anormal, embora, geralmente, os músculos da face estejam envolvidos, incluindo movimentos anormais dos olhos, da boca, língua ou mandíbula)*, parkinsonismo (movimento lento ou comprometido, sensação de rigidez ou tensão dos músculos - tornando seus movimentos irregulares - e, algumas vezes, até mesmo a sensação de movimento “congelado” e depois reiniciando. Outros sinais de parkinsonismo incluem: movimento lento e embaralhado, tremor em descanso, aumento da saliva e perda da expressão do rosto) *;
Distúrbios vasculares: hipertensão (pressão alta);
Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: dor musculoesquelética;
Distúrbios gerais e condições no local de administração: marcha anormal, edema* e dor;
Lesões, envenenamento e complicações do procedimento: queda;
Insônia inclui: insônia inicial e insônia média. Acatisia inclui: hipercinesia, síndrome das pernas inquietas e inquietação. Discinesia inclui: atetose, coreia, coreoatetose, distúrbio do movimento, contração muscular e mioclonia. Distonia inclui: blefaroespasmo, espasmo cervical, emprostótono, espasmo facial, hipertonia, laringoespasmo, contrações musculares involuntárias, miotonia, crise oculógira, opistótono, espasmo orofaríngeo, pleurotótono, riso sardônico, tetania, paralisia da língua, espasmo da língua, torcicolo e trismo.
Parkinsonismo inclui: acinesia, bradicinesia, rigidez em roda denteada, produção de saliva aumentada, sintomas extrapiramidais, reflexo glabelar anormal, rigidez muscular, tensão muscular e rigidez musculoesquelética. Edema inclui: edema generalizado, edema periférico e edema depressível.
As seguintes reações adversas foram observadas em < 1% dos pacientes adultos, idosos com demência e pacientes pediátricos tratados com risperidona e/ou paliperidona.
Infecções e infestações: acarodermatite (inflamação da pele causada por ácaros), bronquite, cistite (infecção da bexiga), infecção de ouvido, infecção no olho, infecção, infecção localizada, onicomicose (micose nas unhas), infecção no trato respiratório, tonsilite e infecção viral;
Distúrbios do sangue e sistema linfático: contagem aumentada de eosinófilos, redução do hematócrito, neutropenia e contagem reduzida de leucócitos;
Distúrbios endócrinos: presença de glicose na urina e hiperprolactinemia (aumento do hormônio prolactina no sangue, cujos sintomas podem incluir, nos homens, inchaço das mamas, dificuldade em obter ou manter ereções ou outra disfunção sexual; e, em mulheres, ausência de ciclos menstruais ou outros problemas com o ciclo menstrual);
Distúrbios metabólicos e nutricionais: anorexia (falta de apetite), aumento do colesterol sanguíneo, aumento dos triglicérides sanguíneos, hiperglicemia (aumento do açúcar no sangue), polidipsia (sede excessiva) e diminuição do peso;
Distúrbios psiquiátricos: embotamento afetivo (falta de emoção), depressão, redução da libido (desejo sexual), pesadelo e distúrbio do sono;
Distúrbios do sistema nervoso: distúrbio vascular cerebral (problemas nos vasos sanguíneos do cérebro), convulsão*, coordenação anormal, coma diabético (coma devido a diabetes não controlada), hipoestesia (sensibilidade diminuída ao estímulo), perda da consciência, parestesia (sensação de formigamento, pontadas ou dormência na pele), hiperatividade psicomotora, discinesia tardia (contorções ou movimentos involuntários na face, língua, ou outras partes do corpo que você não pode controlar) e ausência de resposta a estímulos;
Distúrbios oftalmológicos: olhos secos, crise oculógira, crosta na margem da pálpebra, glaucoma (aumento da pressão dentro do globo ocular), aumento do lacrimejamento e hiperemia ocular (vermelhidão dos olhos);
Distúrbios do ouvido e labirinto: tinido e vertigem;
Distúrbios cardíacos: bloqueio atrioventricular (interrupção da condução entre a parte superior e inferior do coração), bradicardia (batimentos lentos do coração), distúrbio de condução, eletrocardiograma anormal, eletrocardiograma com QT prolongado e arritmia sinusal;
Distúrbios vasculares: rubor;
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: disfonia (dor ou dificuldade para falar), hiperventilação, pneumonia por aspiração, estertores, distúrbios respiratórios, congestão do trato respiratório e chiado;
Distúrbios gastrintestinais: queilite (eritema e ulceração no canto da boca), incontinência fecal, flatulência, gastroenterite, inchaço da língua e dor de dente;
Distúrbios hepatobiliares: aumento da gamaglutamiltransferase, aumento das enzimas hepáticas e aumento das transaminases;
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: eczema, descoloração da pele, distúrbio da pele e lesão da pele;
Distúrbios do tecido musculoesquelético e conjuntivo: rigidez articular, fraqueza muscular e rabdomiólise (destruição das fibras musculares e dor nos músculos);
Distúrbios renais e urinários: disúria (dificuldade ou dor ao urinar);
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: amenorreia (ausência de menstruação), secreção das mamas, distúrbio da ejaculação, disfunção erétil, ginecomastia (aumento das mamas), distúrbio da menstruação*, disfunção sexual e secreção vaginal;
Distúrbios gerais e condições no local de administração: redução da temperatura do corpo, calafrios, desconforto, síndrome de abstinência (retirada do medicamento), edema de face, mal-estar, frieza nas extremidades e sede;
Lesões, envenenamento e complicações do procedimento: dor do procedimento.
Convulsão inclui: convulsão do tipo grande mal. Distúrbio da menstruação inclui: menstruação irregular e oligomenorreia (menstruação escassa).
As seguintes reações adversas foram relatadas com risperidona e/ou paliperidona em outros estudos clínicos, mas não relatadas por pacientes tratados com Zargus;
Distúrbios do sistema imunológico: reação anafilática (reação alérgica grave com inchaço que pode envolver a garganta e levar à dificuldade em respirar);
Distúrbios metabólicos e nutricionais: hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue);
Distúrbios psiquiátricos: catatonia (condição em que a pessoa não se mexe ou responde a estímulos embora esteja acordada) e anorgasmia (incapacidade de alcançar o orgasmo);
Distúrbios do sistema nervoso: instabilidade da cabeça e síndrome neuroléptica maligna (confusão, redução ou perda da consciência, febre alta e rigidez muscular grave);
Distúrbios oftalmológicos: distúrbio do movimento dos olhos e fotofobia (hipersensibilidade dos olhos à luz);
Distúrbios cardíacos: síndrome da taquicardia postural ortostática;
Distúrbios gastrintestinais: obstrução intestinal;
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: erupção medicamentosa e urticária;
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: desconforto das mamas, ingurgitamento das mamas, aumento das mamas e atraso na menstruação;
Distúrbios gerais e condições no local de administração: endurecimento.
Dados pós-comercialização
As reações adversas observadas com a risperidona e/ou paliperidona durante a experiência após o início da comercialização de risperidona estão descritas a seguir.
Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento), incluindo relatos isolados:
Distúrbios do sangue e do sistema linfático: agranulocitose (redução de um tipo de células brancas do sangue) e trombocitopenia (redução das plaquetas, células do sangue que auxiliam na interrupção do sangramento);
Distúrbios endócrinos: secreção inapropriada do hormônio antidiurético (hormônio que controla o volume de urina);
Distúrbios metabólicos e nutricionais: diabetes mellitus, cetoacidose diabética (complicações da diabetes não controlada que podem ser fatais), hipoglicemia (diminuição do nível de açúcar no sangue) e intoxicação por água;
Distúrbios psiquiátricos: mania (humor eufórico), sonambulismo e transtorno alimentar relacionado ao sono;
Distúrbios do sistema nervoso: disgeusia (perda do paladar ou sensação de gosto estranho);
Distúrbios oftalmológicos: síndrome de íris flácida (intraoperatória), uma condição que pode ocorrer durante a cirurgia de catarata em pacientes que utilizam ou já utilizaram risperidona;
Distúrbios cardíacos: fibrilação atrial (ritmo anormal do coração);
Distúrbios vasculares: trombose venosa profunda (coágulos de sangue nas pernas) e embolia pulmonar (coágulos de sangue nos pulmões);
Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: síndrome da apneia do sono (dificuldade para respirar durante o sono);
Distúrbios gastrintestinais: pancreatite (inflamação do pâncreas) e íleo (obstrução do intestino);
Distúrbios hepatobiliares: icterícia (pele e olhos amarelados);
Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: angioedema (reação alérgica grave caracterizada por febre, inchaço da boca, da face, dos lábios ou da língua, falta de ar, coceira, erupção cutânea e, algumas vezes, queda na pressão arterial) e alopecia (queda de cabelo) e síndrome de Stevens-Johnson ou necrólise epidérmica tóxica (erupção cutânea grave ou que pode levar a risco de morte, com bolhas e descamação da pele, que pode começar na região da boca, do nariz, dos olhos e nos órgãos genitais e se espalhar para outras áreas do corpo);
Distúrbios renais e urinários: retenção urinária;
Gravidez, puerpério e condições perinatais: síndrome de abstinência neonatal (síndrome de retirada do medicamento que ocorre em recém-nascidos);
Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: priapismo (ereção prolongada e dolorosa do pênis);
Distúrbios gerais: hipotermia (redução da temperatura do corpo).
Deve-se enfatizar que muitas pessoas não terão nenhum desses problemas. Então, não hesite em relatar qualquer efeito indesejável ao seu médico ou farmacêutico. Além disso, informe ao seu médico ou farmacêutico se você notar qualquer efeito adverso não mencionado nesta bula.
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

Composição

Cada comprimido revestido de Zargus contém:
risperidona................................................................................................................................................2 mg
Excipientes: dióxido de silício, lactose monoidratada, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.

Especificações

Gênero:Unissex

Origem:Nacional

Título Marketplace:Zargus 2mg 30 Comprimidos Revestidos

Descrição Marketplace:<P> <H2 style="DISPLAY: inline">Zargus 2mg 30 Comprimidos Revestidos: Uso Oral - Risperidona </H2> <P></P> <P>O <STRONG>Zargus 2mg</STRONG> é um <STRONG>medicamento antipsicótico</STRONG> que <STRONG>contém risperidona, indicado para o tratamento de transtornos mentais que afetam o pensamento, o comportamento e as emoções</STRONG>. Ele auxilia no controle de sintomas como agitação, alucinações, alterações de humor e irritabilidade, contribuindo para a estabilização do quadro e melhora da qualidade de vida quando utilizado conforme orientação médica.</P> <P> <H2 style="DISPLAY: inline">Para que serve o Zargus 2mg? </H2> <P></P> <P>O <STRONG>Zargus 2mg</STRONG> é indicado para o <STRONG>tratamento de transtornos psiquiátricos, como a esquizofrenia</STRONG>, ajudando a controlar sintomas relacionados ao pensamento, emoções e comportamento, como alucinações, confusão, isolamento e desconfiança. Também pode ser utilizado em casos de mania, ansiedade e alterações de humor, além de auxiliar na prevenção de recaídas após a melhora dos sintomas. O medicamento ainda é indicado para o controle de agitação e sintomas psicóticos em pacientes com demência associada à doença de Alzheimer, e para o tratamento da irritabilidade em crianças e adolescentes com transtorno do espectro autista.</P> <P> <H2 style="DISPLAY: inline">Como o Zargus 2mg funciona no organismo? </H2> <P></P> <P>O Zargus 2mg atua no sistema nervoso central, influenciando substâncias responsáveis pela comunicação entre as células do cérebro, como a dopamina e a serotonina. Embora seu mecanismo exato não seja totalmente conhecido, acredita-se que ele ajude a equilibrar esses neurotransmissores, contribuindo para a melhora dos sintomas ao longo do tratamento.</P> <P> <H2 style="DISPLAY: inline">Como tomar o Zargus 2mg? </H2> <P></P> <P><STRONG>Posologia:</STRONG> O Zargus 2mg deve ser utilizado por via oral, com os comprimidos ingeridos inteiros e com água, podendo ser tomado com ou sem alimentos. A dose é definida de forma individual pelo médico, conforme a condição tratada e a resposta do paciente, geralmente iniciando com doses mais baixas e ajustando gradualmente. A administração pode ocorrer uma ou duas vezes ao dia. É fundamental seguir corretamente as orientações médicas, respeitando horários, doses e duração do tratamento, sem partir, mastigar ou interromper o uso por conta própria.</P> <P> <H2 style="DISPLAY: inline">Quais são as reações adversas do Zargus 2mg? </H2> <P></P> <P>Como todo <STRONG>medicamento</STRONG>, o Zargus 2mg (<STRONG>risperidona</STRONG>) pode causar efeitos colaterais, embora nem todas as pessoas apresentem reações. Em geral, esses efeitos são leves a moderados e tendem a surgir no início do tratamento ou durante ajustes de dose.</P> <P>- <STRONG>Reações mais comuns:</STRONG> Incluem sonolência, sedação, tontura, dor de cabeça, náusea, constipação, boca seca, aumento do apetite e ganho de peso. Também podem ocorrer ansiedade, insônia, tremores, rigidez muscular (<STRONG>parkinsonismo</STRONG>), fadiga, congestão nasal e infecções respiratórias leves.<BR>- <STRONG>Reações mais raras:</STRONG> Podem envolver alterações mais importantes, como movimentos involuntários (<STRONG>discinesia</STRONG>), distúrbios hormonais (<STRONG>como aumento da prolactina</STRONG>), convulsões, alterações cardíacas, reações alérgicas graves, síndrome neuroléptica maligna, trombose, pancreatite e alterações no sangue. <P> <H2 style="DISPLAY: inline"><FONT size=3></FONT>Qual é o princípio ativo do Zargus 2mg? </H2></P> <P></P> <P><STRONG>O Zargus 2mg contém um princípio ativo que atua diretamente no sistema nervoso central, auxiliando no controle de sintomas psiquiátricos:</STRONG></P> <P>- <STRONG>Risperidona:</STRONG> A risperidona é um antipsicótico que age regulando neurotransmissores como a dopamina e a serotonina no cérebro. Esse equilíbrio contribui para a melhora de sintomas como alucinações, alterações de pensamento, agitação, agressividade e mudanças de humor, sendo utilizada no tratamento de condições como esquizofrenia, transtorno bipolar e irritabilidade associada ao autismo.</P> <P><STRONG>Importante:</STRONG> Zargus é um medicamento de venda sob prescrição médica e deve ser utilizado somente conforme orientação de um profissional de saúde. <STRONG>Antes de usar, leia a bula.</STRONG></P> <P>O<STRONG> Zargus 2mg</STRONG> (<STRONG>risperidona</STRONG>) é um medicamento eficaz no <STRONG>controle de transtornos psiquiátricos, atuando no equilíbrio de neurotransmissores para reduzir sintomas como agitação</STRONG>, alterações de humor e pensamentos desorganizados.</P>

Composição:<P>Cada comprimido revestido de Zargus contém:<BR>risperidona................................................................................................................................................2 mg<BR>Excipientes: dióxido de silício, lactose monoidratada, celulose microcristalina, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio e amarelo crepúsculo laca de alumínio.</P>

Indicação:<P>Zargus é um medicamento usado para tratar as assim chamadas psicoses (por exemplo, esquizofrenia). Isto significa que ele tem um efeito favorável sobre um certo número de transtornos relacionados ao pensamento, às emoções e/ou às atividades, tais como confusão, alucinações, distúrbios da percepção (por exemplo, ouvir vozes de alguém que não está presente), desconfiança incomum, isolamento da sociedade, ser excessivamente introvertido, etc.<BR>Zargus também melhora a ansiedade, a tensão e o estado mental alterado por estes transtornos.<BR>Zargus pode ser usado tanto em quadros de início súbito (agudos) como nos de longa duração (crônicos).<BR>Além disso, após o alívio dos sintomas, Zargus é usado para manter os distúrbios sob controle, isto é, para prevenir recaídas.<BR>A substância ativa do Zargus é a risperidona.<BR>Zargus também é usado, por até 12 semanas, em demência relacionada à doença de Alzheimer, de moderada a grave, especificamente para controlar agitação, agressividade ou sintomas psicóticos, tais como acreditar em coisas que não são verdadeiras, ou ver, sentir ou ouvir coisas que não existem.<BR>Outra condição para a qual você pode receber Zargus é a mania, caracterizada por sintomas como humor elevado, expansivo ou irritável, autoestima aumentada, necessidade de sono reduzida, pressão para falar, pensamento acelerado, redução da atenção e concentração ou diminuição da capacidade de julgamento, incluindo comportamentos inadequados ou agressivos.<BR>Zargus também pode ser usado para o tratamento de irritabilidade associada ao transtorno autista em crianças e adolescentes, incluindo sintomas de agressão a outros, como autoagressão deliberada, crises de raiva e angústia e mudança rápida de humor.</P>

Classificação:Tarja vermelha

BloqueioVenda:Não

Tipo Modalidade:Controlados

Contraindicação:<P>Não tome Zargus se você for alérgico a este medicamento ou a qualquer componente de sua fórmula. A alergia pode ser reconhecida, por exemplo, por erupção na pele, coceira, encurtamento da respiração ou inchaço facial. Na ocorrência de qualquer um destes sintomas, contate seu médico imediatamente.</P>

Reações Adversas:<P>Assim como todos os medicamentos, Zargus pode causar efeitos adversos. As reações adversas relacionadas ao tratamento com risperidona estão listadas a seguir. Se você tiver algum desses sintomas, consulte seu médico.<BR>Dados de estudos clínicos:<BR>Reações adversas geralmente observadas em estudos clínicos em pacientes com transtorno autista<BR>As seguintes reações adversas foram relatadas com risperidona em 3 estudos clínicos em pacientes pediátricos tratados por irritabilidade associada ao transtorno autista, com incidência igual ou maior do que 5%:<BR>Distúrbios gastrintestinais: vômito, constipação, boca seca, náusea e hipersecreção salivar;<BR>Distúrbios gerais e condições no local da administração: fadiga, febre e sede;<BR>Infecções e infestações: nasofaringite, rinite e infecção do trato respiratório superior;<BR>Investigações: aumento de peso;<BR>Distúrbios do metabolismo e nutrição: aumento de apetite;<BR>Distúrbios do sistema nervoso: sedação, incontinência salivar, cefaleia, tremor, tontura e parkinsonismo*;<BR>Distúrbios renal e urinário: enurese (incontinência urinária);<BR>Distúrbios respiratório, torácico e do mediastino: tosse, coriza e congestão nasal;<BR>Distúrbios da pele e tecido subcutâneo: erupção cutânea;<BR>Parkinsonismo inclui rigidez musculoesquelética, distúrbio extrapiramidal, rigidez muscular, rigidez em roda denteada e tensão muscular.<BR>A seguir listamos as reações adversas observadas em estudos clínicos em pacientes adultos com vários transtornos psiquiátricos, pacientes idosos com demência e pacientes pediátricos. A maioria das reações adversas foi de intensidade leve a moderada.<BR>- Pacientes adultos<BR>As seguintes reações adversas foram relatadas por = 1% dos pacientes adultos tratados com risperidona:<BR>Infecções e infestações: nasofaringite, infecção do trato respiratório superior, sinusite e infecção do trato urinário;<BR>Distúrbios do sangue e do sistema linfático: anemia;<BR>Distúrbios do sistema imunológico: hipersensibilidade;<BR>Distúrbios psiquiátricos: insônia, ansiedade e nervosismo;<BR>Distúrbios do sistema nervoso: parkinsonismo (movimento lento ou comprometido, sensação de rigidez ou tensão dos músculos - tornando seus movimentos irregulares - e, algumas vezes, até mesmo a sensação de movimento “congelado” e depois reiniciando. Outros sinais de parkinsonismo incluem: movimento lento e embaralhado, tremor em descanso, aumento da saliva e perda da expressão do rosto)*, acatisia (incapacidade de permanecer sentado, inquietação motora e sensação de tremor muscular)*, sonolência, tontura, sedação, tremor*, distonia (contração involuntária lenta ou sustentada dos músculos que pode envolver qualquer parte do corpo e resultar em postura anormal, embora, geralmente, os músculos da face estejam envolvidos, incluindo movimentos anormais dos olhos, da boca, língua ou mandíbula)*, letargia, tontura postural, discinesia* (movimentos involuntários dos músculos, podendo incluir movimentos repetitivos, espásticos ou contorcidos e contorções) e síncope (desmaio);<BR>Distúrbios oftalmológicos: visão turva;<BR>Distúrbios auditivos e do labirinto: dor de ouvido;<BR>Distúrbios cardíacos: taquicardia (batimentos acelerados do coração);<BR>Distúrbios vasculares: hipotensão ortostática (pressão baixa ao se levantar) e hipotensão (pressão baixa);<BR>Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: congestão nasal, dispneia (encurtamento da<BR>respiração), epistaxe (sangramento pelo nariz) e congestão sinusal;<BR>Distúrbios gastrintestinais: náusea, constipação, dispepsia, vômito, diarreia, hipersecreção salivar (secreção excessiva de saliva), boca seca, desconforto abdominal, dor abdominal, desconforto estomacal e dor na região superior do abdome;<BR>Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: erupção cutânea, pele seca, caspa, dermatite seborreica e hiperqueratose;<BR>Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: dor nas costas, artralgia (dor nas articulações) e dor nas extremidades;<BR>Distúrbios renais e urinários: incontinência (falta de controle) urinária;<BR>Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: falha na ejaculação;<BR>Distúrbios gerais: fadiga, astenia, febre e dor torácica;<BR>Testes: aumento da creatina fosfoquinase no sangue e aumento da frequência cardíaca.<BR>Parkinsonismo inclui: distúrbio extrapiramidal, rigidez musculoesquelética, parkinsonismo, rigidez em roda denteada, acinesia, bradicinesia, hipocinesia, face em máscara, rigidez muscular e doença de Parkinson. Acatisia inclui: acatisia e agitação. Distonia inclui: distonia, espasmos musculares, contrações musculares involuntárias, contratura muscular, oculogiração e paralisia da língua. Tremores incluem: tremores e tremor parkinsoniano de repouso. Discinesia inclui: discinesia, espasmos musculares involuntários, coreia e coreoatetose.<BR>- Pacientes idosos<BR>As seguintes reações adversas foram relatadas por = 1% dos pacientes idosos com demência tratados com risperidona, incluindo apenas as reações não mencionadas anteriormente ou as reações adversas com frequência maior ou igual a duas vezes a frequência das reações adversas mencionadas anteriormente: Infecções e infestações: infecção do trato urinário, pneumonia e celulite;<BR>Distúrbios nutricionais e do metabolismo: diminuição do apetite;<BR>Distúrbios psiquiátricos: estado confusional;<BR>Distúrbios do sistema nervoso: letargia, ataque isquêmico transitório, nível deprimido de consciência, produção excessiva de saliva e acidente vascular cerebral (perda repentina do suprimento de sangue ao cérebro);<BR>Distúrbios oftalmológicos: conjuntivite;<BR>Distúrbios vasculares: hipotensão (pressão baixa);<BR>Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: tosse e rinorreia (secreção nasal);<BR>Distúrbios gastrintestinais: disfagia (dificuldade para engolir) e fecaloma (fezes muito duras);<BR>Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: eritema (vermelhidão da pele);<BR>Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: postura anormal e inchaço articular;<BR>Distúrbios gerais: edema periférico, febre, distúrbio de marcha e edema depressível;<BR>Testes: aumento da temperatura corporal.<BR>- Pacientes pediátricos<BR>As seguintes reações adversas foram observadas por = 1% dos pacientes pediátricos tratados com risperidona, incluindo apenas as reações não mencionadas para os pacientes adultos ou as reações adversas com frequência maior ou igual a duas vezes a frequência das reações adversas mencionadas para os pacientes adultos.<BR>Infecções e infestações: infecção do trato respiratório superior, rinite e gripe;<BR>Distúrbios nutricionais e do metabolismo: apetite aumentado;<BR>Distúrbios psiquiátricos: insônia de manutenção e apatia;<BR>Distúrbios do sistema nervoso: sonolência, cefaleia, sedação, tontura, tremores, produção excessiva de saliva, disartria (problemas com a fala), distúrbio da atenção, distúrbio do equilíbrio e hipersonia (períodos de sono excessivamente longos);<BR>Distúrbios cardíacos: palpitações (vibração ou sensação anormal de esmagamento no peito);<BR>Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: tosse, rinorreia (secreção nasal), epistaxe (sangramento nasal), dor faringolaringeana (dor de garganta) e congestão pulmonar;<BR>Distúrbios gastrintestinais: vômito, dor na região superior do abdome, diarreia, hipersecreção salivar,<BR>desconforto estomacal e dor abdominal;<BR>Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: prurido e acne;<BR>Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: mialgia (dor muscular) e dor no pescoço;<BR>Distúrbios renais e urinários: enurese (perda involuntária de urina), incontinência urinária e polaciúria (urinar com maior frequência);<BR>Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: galactorreia (produção anormal de leite);<BR>Distúrbios gerais: fadiga, febre, sensação anormal, letargia e desconforto torácico;<BR>Testes: aumento do peso, prolactina sanguínea aumentada (cujos sintomas podem incluir, nos homens, inchaço das mamas, dificuldade em obter ou manter ereções ou outra disfunção sexual; e, em mulheres, ausência de ciclos menstruais ou outros problemas com o ciclo menstrual).<BR>Outros dados de estudos clínicos<BR>A seguir listamos as reações adversas observadas em estudos clínicos, em = 1% e &lt; 1% dos pacientes adultos, idosos com demência e pacientes pediátricos tratados com risperidona e/ou paliperidona (composto ativo resultante da metabolização da risperidona).<BR>As seguintes reações adversas foram observadas em = 1% dos pacientes adultos, idosos com demência e pacientes pediátricos tratados com risperidona e/ou paliperidona:<BR>Distúrbios psiquiátricos: agitação e insônia*;<BR>Distúrbios do sistema nervoso: acatisia (incapacidade de permanecer sentado, inquietação motora e sensação de tremor muscular)*, discinesia (movimentos involuntários dos músculos, podendo incluir movimentos repetitivos, espásticos ou contorcidos e contorções)*, distonia (contração involuntária lenta ou sustentada dos músculos que pode envolver qualquer parte do corpo e resultar em postura anormal, embora, geralmente, os músculos da face estejam envolvidos, incluindo movimentos anormais dos olhos, da boca, língua ou mandíbula)*, parkinsonismo (movimento lento ou comprometido, sensação de rigidez ou tensão dos músculos - tornando seus movimentos irregulares - e, algumas vezes, até mesmo a sensação de movimento “congelado” e depois reiniciando. Outros sinais de parkinsonismo incluem: movimento lento e embaralhado, tremor em descanso, aumento da saliva e perda da expressão do rosto) *;<BR>Distúrbios vasculares: hipertensão (pressão alta);<BR>Distúrbios musculoesqueléticos e do tecido conjuntivo: dor musculoesquelética;<BR>Distúrbios gerais e condições no local de administração: marcha anormal, edema* e dor;<BR>Lesões, envenenamento e complicações do procedimento: queda;<BR>Insônia inclui: insônia inicial e insônia média. Acatisia inclui: hipercinesia, síndrome das pernas inquietas e inquietação. Discinesia inclui: atetose, coreia, coreoatetose, distúrbio do movimento, contração muscular e mioclonia. Distonia inclui: blefaroespasmo, espasmo cervical, emprostótono, espasmo facial, hipertonia, laringoespasmo, contrações musculares involuntárias, miotonia, crise oculógira, opistótono, espasmo orofaríngeo, pleurotótono, riso sardônico, tetania, paralisia da língua, espasmo da língua, torcicolo e trismo.<BR>Parkinsonismo inclui: acinesia, bradicinesia, rigidez em roda denteada, produção de saliva aumentada, sintomas extrapiramidais, reflexo glabelar anormal, rigidez muscular, tensão muscular e rigidez musculoesquelética. Edema inclui: edema generalizado, edema periférico e edema depressível.<BR>As seguintes reações adversas foram observadas em &lt; 1% dos pacientes adultos, idosos com demência e pacientes pediátricos tratados com risperidona e/ou paliperidona.<BR>Infecções e infestações: acarodermatite (inflamação da pele causada por ácaros), bronquite, cistite (infecção da bexiga), infecção de ouvido, infecção no olho, infecção, infecção localizada, onicomicose (micose nas unhas), infecção no trato respiratório, tonsilite e infecção viral;<BR>Distúrbios do sangue e sistema linfático: contagem aumentada de eosinófilos, redução do hematócrito, neutropenia e contagem reduzida de leucócitos;<BR>Distúrbios endócrinos: presença de glicose na urina e hiperprolactinemia (aumento do hormônio prolactina no sangue, cujos sintomas podem incluir, nos homens, inchaço das mamas, dificuldade em obter ou manter ereções ou outra disfunção sexual; e, em mulheres, ausência de ciclos menstruais ou outros problemas com o ciclo menstrual);<BR>Distúrbios metabólicos e nutricionais: anorexia (falta de apetite), aumento do colesterol sanguíneo, aumento dos triglicérides sanguíneos, hiperglicemia (aumento do açúcar no sangue), polidipsia (sede excessiva) e diminuição do peso;<BR>Distúrbios psiquiátricos: embotamento afetivo (falta de emoção), depressão, redução da libido (desejo sexual), pesadelo e distúrbio do sono;<BR>Distúrbios do sistema nervoso: distúrbio vascular cerebral (problemas nos vasos sanguíneos do cérebro), convulsão*, coordenação anormal, coma diabético (coma devido a diabetes não controlada), hipoestesia (sensibilidade diminuída ao estímulo), perda da consciência, parestesia (sensação de formigamento, pontadas ou dormência na pele), hiperatividade psicomotora, discinesia tardia (contorções ou movimentos involuntários na face, língua, ou outras partes do corpo que você não pode controlar) e ausência de resposta a estímulos;<BR>Distúrbios oftalmológicos: olhos secos, crise oculógira, crosta na margem da pálpebra, glaucoma (aumento da pressão dentro do globo ocular), aumento do lacrimejamento e hiperemia ocular (vermelhidão dos olhos);<BR>Distúrbios do ouvido e labirinto: tinido e vertigem;<BR>Distúrbios cardíacos: bloqueio atrioventricular (interrupção da condução entre a parte superior e inferior do coração), bradicardia (batimentos lentos do coração), distúrbio de condução, eletrocardiograma anormal, eletrocardiograma com QT prolongado e arritmia sinusal;<BR>Distúrbios vasculares: rubor;<BR>Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: disfonia (dor ou dificuldade para falar), hiperventilação, pneumonia por aspiração, estertores, distúrbios respiratórios, congestão do trato respiratório e chiado;<BR>Distúrbios gastrintestinais: queilite (eritema e ulceração no canto da boca), incontinência fecal, flatulência, gastroenterite, inchaço da língua e dor de dente;<BR>Distúrbios hepatobiliares: aumento da gamaglutamiltransferase, aumento das enzimas hepáticas e aumento das transaminases;<BR>Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: eczema, descoloração da pele, distúrbio da pele e lesão da pele;<BR>Distúrbios do tecido musculoesquelético e conjuntivo: rigidez articular, fraqueza muscular e rabdomiólise (destruição das fibras musculares e dor nos músculos);<BR>Distúrbios renais e urinários: disúria (dificuldade ou dor ao urinar);<BR>Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: amenorreia (ausência de menstruação), secreção das mamas, distúrbio da ejaculação, disfunção erétil, ginecomastia (aumento das mamas), distúrbio da menstruação*, disfunção sexual e secreção vaginal;<BR>Distúrbios gerais e condições no local de administração: redução da temperatura do corpo, calafrios, desconforto, síndrome de abstinência (retirada do medicamento), edema de face, mal-estar, frieza nas extremidades e sede;<BR>Lesões, envenenamento e complicações do procedimento: dor do procedimento.<BR>Convulsão inclui: convulsão do tipo grande mal. Distúrbio da menstruação inclui: menstruação irregular e oligomenorreia (menstruação escassa).<BR>As seguintes reações adversas foram relatadas com risperidona e/ou paliperidona em outros estudos clínicos, mas não relatadas por pacientes tratados com Zargus;<BR>Distúrbios do sistema imunológico: reação anafilática (reação alérgica grave com inchaço que pode envolver a garganta e levar à dificuldade em respirar);<BR>Distúrbios metabólicos e nutricionais: hiperinsulinemia (aumento da insulina no sangue);<BR>Distúrbios psiquiátricos: catatonia (condição em que a pessoa não se mexe ou responde a estímulos embora esteja acordada) e anorgasmia (incapacidade de alcançar o orgasmo);<BR>Distúrbios do sistema nervoso: instabilidade da cabeça e síndrome neuroléptica maligna (confusão, redução ou perda da consciência, febre alta e rigidez muscular grave);<BR>Distúrbios oftalmológicos: distúrbio do movimento dos olhos e fotofobia (hipersensibilidade dos olhos à luz);<BR>Distúrbios cardíacos: síndrome da taquicardia postural ortostática;<BR>Distúrbios gastrintestinais: obstrução intestinal;<BR>Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: erupção medicamentosa e urticária;<BR>Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: desconforto das mamas, ingurgitamento das mamas, aumento das mamas e atraso na menstruação;<BR>Distúrbios gerais e condições no local de administração: endurecimento.<BR>Dados pós-comercialização<BR>As reações adversas observadas com a risperidona e/ou paliperidona durante a experiência após o início da comercialização de risperidona estão descritas a seguir.<BR>Reações muito raras (ocorrem em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento), incluindo relatos isolados:<BR>Distúrbios do sangue e do sistema linfático: agranulocitose (redução de um tipo de células brancas do sangue) e trombocitopenia (redução das plaquetas, células do sangue que auxiliam na interrupção do sangramento);<BR>Distúrbios endócrinos: secreção inapropriada do hormônio antidiurético (hormônio que controla o volume de urina);<BR>Distúrbios metabólicos e nutricionais: diabetes mellitus, cetoacidose diabética (complicações da diabetes não controlada que podem ser fatais), hipoglicemia (diminuição do nível de açúcar no sangue) e intoxicação por água;<BR>Distúrbios psiquiátricos: mania (humor eufórico), sonambulismo e transtorno alimentar relacionado ao sono;<BR>Distúrbios do sistema nervoso: disgeusia (perda do paladar ou sensação de gosto estranho);<BR>Distúrbios oftalmológicos: síndrome de íris flácida (intraoperatória), uma condição que pode ocorrer durante a cirurgia de catarata em pacientes que utilizam ou já utilizaram risperidona;<BR>Distúrbios cardíacos: fibrilação atrial (ritmo anormal do coração);<BR>Distúrbios vasculares: trombose venosa profunda (coágulos de sangue nas pernas) e embolia pulmonar (coágulos de sangue nos pulmões);<BR>Distúrbios respiratórios, torácicos e do mediastino: síndrome da apneia do sono (dificuldade para respirar durante o sono);<BR>Distúrbios gastrintestinais: pancreatite (inflamação do pâncreas) e íleo (obstrução do intestino);<BR>Distúrbios hepatobiliares: icterícia (pele e olhos amarelados);<BR>Distúrbios da pele e do tecido subcutâneo: angioedema (reação alérgica grave caracterizada por febre, inchaço da boca, da face, dos lábios ou da língua, falta de ar, coceira, erupção cutânea e, algumas vezes, queda na pressão arterial) e alopecia (queda de cabelo) e síndrome de Stevens-Johnson ou necrólise epidérmica tóxica (erupção cutânea grave ou que pode levar a risco de morte, com bolhas e descamação da pele, que pode começar na região da boca, do nariz, dos olhos e nos órgãos genitais e se espalhar para outras áreas do corpo);<BR>Distúrbios renais e urinários: retenção urinária;<BR>Gravidez, puerpério e condições perinatais: síndrome de abstinência neonatal (síndrome de retirada do medicamento que ocorre em recém-nascidos);<BR>Distúrbios do sistema reprodutor e das mamas: priapismo (ereção prolongada e dolorosa do pênis);<BR>Distúrbios gerais: hipotermia (redução da temperatura do corpo).<BR>Deve-se enfatizar que muitas pessoas não terão nenhum desses problemas. Então, não hesite em relatar qualquer efeito indesejável ao seu médico ou farmacêutico. Além disso, informe ao seu médico ou farmacêutico se você notar qualquer efeito adverso não mencionado nesta bula.<BR>Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.</P>

Como Usar:<P>Zargus é apresentado na forma de comprimidos revestidos que devem ser tomados por via oral.<BR>Você pode tomar Zargus com as refeições ou entre elas. Os comprimidos devem ser ingeridos com uma boa quantidade de água.<BR>É muito importante que a quantidade correta de Zargus seja tomada, mas isto varia de pessoa para pessoa.<BR>É por isso que seu médico ajustará o número e a concentração dos comprimidos, até que o efeito desejado seja obtido. Então, siga as instruções de seu médico cuidadosamente e não altere ou interrompa a dose sem consultá-lo.<BR>Esquizofrenia<BR>- Adultos<BR>Zargus pode ser administrado uma ou duas vezes ao dia. A dose inicial recomendada é de 2 mg/dia. A dose pode ser aumentada para 4 mg, no segundo dia. A partir de então a dose deve permanecer inalterada, ou ser posteriormente individualizada, se necessário.<BR>A maioria dos pacientes se beneficia de doses entre 4 mg e 6 mg/dia. Em alguns pacientes uma titulação mais lenta ou uma dose inicial e de manutenção mais baixa pode ser apropriada.<BR>Doses acima de 10 mg/dia não se mostraram superiores em eficácia em relação a doses mais baixas e podem provocar mais sintomas extrapiramidais. A segurança de doses superiores a 16 mg/dia não foi avaliada e, portanto, não devem ser usadas.<BR>Um benzodiazepínico pode ser associado ao Zargus quando uma sedação adicional for necessária.<BR>Populações especiais<BR>- Pacientes idosos (65 anos ou mais)<BR>A dose inicial recomendada é de 0,5 mg, duas vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada com incrementos de 0,5 mg, duas vezes ao dia, até uma dose de 1 mg a 2 mg, duas vezes ao dia.<BR>- Pacientes pediátricos (13 a 17 anos)<BR>Recomenda-se uma dose inicial de 0,5 mg por dia, administrada em dose única diária pela manhã ou à noite. Se indicado, essa dose pode ser ajustada em intervalos de no mínimo 24 horas com incrementos de 0,5 mg ou 1 mg/dia, conforme tolerado, até a dose recomendada de 3 mg/dia. A eficácia foi demonstrada em doses de 1 mg a 6 mg/dia. Doses maiores do que 6 mg/dia não foram estudadas.<BR>Os pacientes que apresentarem sonolência persistente podem se beneficiar da administração de metade da dose diária duas vezes por dia.<BR>Não existem estudos sobre o uso de risperidona em crianças menores de 13 anos de idade.<BR>Transferência de outros antipsicóticos para Zargus<BR>Quando medicamente apropriado, é recomendado que seja feita uma descontinuação gradativa do tratamento anterior, quando a terapia com Zargus é iniciada. Se for também medicamente apropriado, iniciar a terapia com Zargus no lugar da próxima injeção programada de antipsicóticos depot. A manutenção de medicamentos antiparkinsonianos deve ser periodicamente reavaliada pelo médico.<BR>Agitação, agressividade ou sintomas psicóticos em pacientes com demência relacionada à doença de Alzheimer<BR>A dose inicial recomendada é de 0,25 mg duas vezes ao dia. Esta dose pode ser ajustada individualmente, com incrementos de 0,25 mg duas vezes ao dia, com intervalo mínimo de 2 dias, se necessário. A dose ótima é 0,5 mg duas vezes ao dia para a maioria dos pacientes. No entanto, alguns pacientes podem se beneficiar com doses de até 1 mg duas vezes ao dia. Uma vez que o paciente atingiu a dose ótima, a administração uma vez ao dia pode ser considerada. Como para todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo de Zargus deve ser avaliado e justificado periodicamente.<BR>Transtorno do humor bipolar: mania<BR>- Adultos<BR>Para uso associado a estabilizadores do humor, recomenda-se uma dose inicial de Zargus de 2 mg uma vez ao dia. Esta dose pode ser ajustada individualmente com incrementos de até 2 mg/dia, com intervalo mínimo de 2 dias. A maioria dos pacientes irá se beneficiar de doses entre 2 mg e 6 mg/dia.<BR>Para uso em monoterapia, recomenda-se uma dose inicial de Zargus de 2 mg ou 3 mg, uma vez ao dia. Se necessário, a dose pode ser ajustada em 1 mg ao dia, em intervalo não inferior a 24 horas. Recomenda-se uma dose de 2 mg a 6 mg/dia.<BR>Populações especiais<BR>- Pacientes pediátricos (10 a 17 anos)<BR>Recomenda-se uma dose inicial de 0,5 mg por dia, administrada em dose única diária pela manhã ou à noite. Se indicado, essa dose pode ser então ajustada em intervalos de no mínimo 24 horas com incrementos de 0,5 mg ou 1 mg/dia, conforme tolerado, até a dose recomendada de 2,5 mg/dia. A eficácia foi demonstrada em doses de 0,5 mg e 6 mg/dia. Doses maiores do que 6 mg/dia não foram estudadas.<BR>Os pacientes que apresentarem sonolência persistente podem se beneficiar da administração de metade da dose diária duas vezes por dia.<BR>Assim como todos os tratamentos sintomáticos, o uso contínuo do Zargus deve ser avaliado e justificado constantemente.<BR>Não existem estudos sobre risperidona no tratamento de mania em crianças com menos de 10 anos de idade.<BR>Autismo<BR>- Pacientes pediátricos (5 a 17 anos)<BR>A dose de Zargus deve ser individualizada de acordo com as necessidades e a resposta do paciente.<BR>O tratamento deve ser iniciado com 0,25 mg/dia para pacientes com peso &lt; 20 kg e 0,5 mg/dia para pacientes com peso = 20 kg.<BR>No dia 4, a dose deve ser aumentada em 0,25 mg/dia para pacientes com peso &lt; 20 kg e em 0,5 mg/dia para pacientes com peso = 20 kg.<BR>Essa dose deve ser mantida e a resposta deve ser avaliada por volta do 14º dia. Apenas para os pacientes que não obtiverem resposta clínica suficiente, aumentos adicionais da dose devem ser considerados. Os aumentos da dose devem ser realizados em intervalos = 2 semanas em aumentos de 0,25 mg para pacientes &lt; 20 kg ou 0,5 mg para pacientes = 20 kg.<BR>Em estudos clínicos, a dose máxima estudada não excedeu uma dose diária total de 1,5 mg em pacientes &lt; 20 kg, 2,5 mg em pacientes = 20 kg ou 3,5 mg em pacientes &gt; 45 kg. Doses inferiores a 0,25 mg/dia não se mostraram efetivas nos estudos clínicos.<BR>Pacientes pesando &gt; 45 kg podem necessitar de doses maiores; a dose máxima avaliada foi 3,5 mg/dia.<BR>Zargus pode ser administrado uma ou duas vezes ao dia.<BR>Os pacientes que apresentarem sonolência podem se beneficiar de uma mudança na administração de uma vez ao dia para duas vezes ao dia, ou uma vez ao dia ao deitar-se.<BR>Uma vez que uma resposta clínica suficiente tenha sido obtida e mantida, deve-se considerar a redução gradual da dose para obter um equilíbrio ótimo de eficácia e segurança.<BR>Não há experiência em crianças com menos de 5 anos de idade.<BR>Insuficiência renal (dos rins) ou hepática (do fígado)<BR>Pacientes com insuficiência renal ou hepática apresentam menor capacidade de eliminar a fração antipsicótica ativa do que adultos normais. Pacientes com disfunção hepática apresentam aumento na concentração plasmática da fração livre da risperidona.<BR>Sem considerar a indicação, tanto as doses iniciais como as consecutivas devem ser divididas, e a titulação da dose deve ser mais lenta em pacientes com insuficiência renal ou hepática.<BR>Zargus deve ser usado com cautela nestes grupos de pacientes.<BR>Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.<BR>Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.<BR>Este medicamento não deve ser partido, aberto ou mastigado.</P>

Classe do Medicamento:Antipsicóticos

Aviso Legal:Venda sob prescrição médica. Com retenção de receita. Seu uso pode trazer riscos. Procure um médico ou um farmacêutico. Leia a bula. Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico.

Bula:https://bulas-ecommerce.s3.sa-east-1.amazonaws.com/Zargus_477e5c4d-614c-47c8-be7a-c05ec0b9988e.pdf

Quantidade:30 Comprimidos

Fases da Vida:Para adultos

Parte do Corpo:Para o sistema nervoso

Princípio Ativo:Risperidona

Doenças e Complicações:Para esquizofrenia

Forma de Administração:Uso oral

Apresentação:Comprimido

Prescrição Médica:Sim

Tipo de Medicamento:Similar Equivalente

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